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PRINCÍPIOS DE FORMULAÇÃO, PROCESSOS E MANUFATURA DE DETERGENTES EM PÓ JUNHO 2004.

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Apresentação em tema: "PRINCÍPIOS DE FORMULAÇÃO, PROCESSOS E MANUFATURA DE DETERGENTES EM PÓ JUNHO 2004."— Transcrição da apresentação:

1 PRINCÍPIOS DE FORMULAÇÃO, PROCESSOS E MANUFATURA DE DETERGENTES EM PÓ JUNHO 2004

2 2 DETERGENTES Principal função Remoção de sujeiras e manchas e manutenção dos tecidos Melhoria da saúde pública

3 3 Testes de consumidores Testes de Laboratório / Piloto DETERGENTES Desenvolvimento de um novo produto Necessidades / Hábitos Desenvolvimento de fórmulas Testes em fábrica Avaliação de laboratório e uso Fórmula Adequada

4 4 DETERGENTES Desenvolvimento de um novo produto Princípios de formulação avaliando custo X benefício Necessidades dos consumidores Hábitos / condições / processos de lavagem Processabilidade Fornecedores / logística Avaliação de mercado

5 5 DETERGENTES Fatores de Influência Definição da formulação Custo / benefício Cadeia de fornecimento (local / importação) Cadeia logística Processabilidade Estabilidade Desempenho ambiental Necessidade de coadjuvantes

6 6 DETERGENTES Fatores de influência Definição da formulação Cadeia logística dos coadjuvantes Cadeia de fornecimento dos coadjuvantes Impacto em embalagem Propriedades físicas

7 7 DETERGENTES Fatores de influência Resultados de lavagem Quantidade de roupa (lote) Tecido (composição / trama / cor) Sujeira (Tipo / Nível) Dureza total da lavagem

8 8 DETERGENTES Fatores de influências Resultados de lavagem Processo de lavagem Tipo (manual / automático / combinado) Aplicação Direta Produtos auxiliares Molho Agitação Temperatura Tempo Relação Roupa / Solução Enxágüe (quantidade de água / número enxágües) Dosagem

9 9 DETERGENTE EM PÓ Composição média Surfactantes (Tensoativo) 20% Remover a sujeira e aumentar a molhabilidade dos tecidos Builders 15% Facilitar o processo de retirada da sujeira Ingredientes Auxiliares 23% Branquear, perfumar, manter a cor e regular espuma Auxiliares de Produção 42% Dar volume - formado por sais inorgânicos (sulfato de sódio) e água

10 10 SURFACTANTES Ação Limpante =Ação Hidrofóbica + Porção Hidrofílica Características: Comportamento ambiental aceitável (biodegradável) Baixa sensibilidade à dureza da água Solubilidade adequada Boa capacidade de molhabilidade Baixa toxicidade humana Custo aceitável

11 11 INGREDIENTES COADJUVANTES Ações específicas Branqueadores óticos e químicos Enzimas Agentes de Antiredeposição Reguladores de Espuma Corantes Perfumes

12 12 BUILDERS Características requeridas para um builder Melhorar a capacidade de limpeza dos surfactantes por inativar os íons responsáveis pela dureza da água (Ca e Mg) Contribuir com a alcalinidade ideal da água de lavagem Atuar como dispersante de sujidades, impedindo sua redeposição

13 13 BUILDERS Características requeridas para um builder Ajudar na quebrar sujeiras e remover manchas Atuar como estruturante de partículas durante o processo de produção do pó Facilitar o manejo e melhoria da estabilidade do produto final

14 14 STPP COMO BUILDER O tripolifosfato de sódio (STPP - Na5P3O10) é a espécie de fosfato mais utilizada como builder em detergentes em pó pela sua multi-funcionalidade: Sequestra íons de Ca e Mg Fonte e manutenção de alcalinidade na lavagem Atua como dispersante de sujidades, impedindo sua redeposição Ajuda a quebrar sujeiras e remover manchas Atua como estruturante de partículas durante o processo de produção do pó Facilita o manejo e melhoria da estabilidade do produto final

15 15 BUILDERS ALTERNATIVOS Não existe outro builder tão completo quanto o STPP no que se refere a sua multifuncionalidade: Necessidade de coadjuvantes para complementar os requerimentos básicos da funcionalidade do builder como por exemplo, suspensão de sujeira, quebrar sujeiras e manchas, manutenção das propriedades físicas, aporte de alcalinidade Consequências Custo de formulação maior Questões relativas a processo

16 16 Descrição Genérica do Processo de Produção de Detergente em Pó Exaustão Ar Quente Bomba Ar Quente Esteira Produto Recebimento e Manuseio de Matérias-primas Dosagem de Matérias-primas Misturador

17 17 BUILDERS ALTERNATIVOS: Implicações de processo Alterações nas propriedades reológicas da pré- mistura Necessidade do aumento de umidade da pré- mistura Menor umidade do pó Necessidade de maior evaporação de água Maior consumo de energia Menor capacidade de produção

18 18 BUILDERS ALTERNATIVOS: Implicações na manufatura Recebimento, manuseio e dosagem das novas matérias-primas Necessidade de mudança no misturador Necessidade de aumento da capacidade dos queimadores


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