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1 A liberdade A liberdade como problema O que está e o que não está em nosso poder? Até onde se estende o poder da nossa vontade, de nosso desejo, de nossa.

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1 1 A liberdade A liberdade como problema O que está e o que não está em nosso poder? Até onde se estende o poder da nossa vontade, de nosso desejo, de nossa consciência? Até onde alcança o poder de nossa liberdade? Podemos mais do que o mundo ou este pode mais do que nossa liberdade? O que está inteiramente em nossa poder e o que depende inteiramente de causas e forças exteriores que agem sobre nós?

2 2 O problema da liberdade se apresenta sob dois pares de opostos : · O par necessidade-liberdade: - A realidade cultural e natural possui leis causais necessárias que não dependem de nós. - A necessidade que rege as leis naturais e as normas-regras culturais não seria mais vasta, maior e mais poderosa do que nossa liberdade? O que pode estar em nosso poder?...

3 3...1º Necessidade (Natureza) refere-se ao todo da realidade, existente em si e por si, que age sem nós e nos insere em sua rede de causas e efeitos, condições e conseqüências.

4 4... 2º Fatalidade (religião) é o termo empregado quando pensamos em forças transcendentes superiores às nossas e que nos governam, quer o queiramos ou não.

5 5...3º Determinismo (ciências) refere- se à realidade conhecida e controlada pela ciência (dadas as ciências naturais e humanas com suas leis, torna- se a liberdade ilusória).

6 6 · O par contingência-liberdade também pode ser formulado pela oposição acaso-liberdade. Significa que a realidade é imprevisível e mutável, impossibilitando a deliberação e decisão racionais, definidoras da liberdade. Portanto:...

7 7...Necessidade, fatalidade, determinismo significam que não há lugar para a liberdade, porque o curso das coisas e de nossas vidas já está fixado, sem que nele possamos intervir. Contingência e acaso significam que não há lugar para a liberdade, porque não há curso algum das coisas e de nossas vidas sobre o qual pudéssemos intervir.

8 8 TRÊS GRANDES CONCEPÇÕES FILOSÓFICAS DA LIBERDADE · 1ª ARISTÓTELES. É livre aquele que tem em si mesmo o princípio para agir ou não agir, isto é, aquele que é causa interna de sua ação ou da decisão de não agir. A liberdade é concebida como o poder pleno e incondicional da RAZÃO para determinar a si mesma ou para ser autodeterminada. · A liberdade é também pensada como ausência de constrangimentos externos e internos, ou seja, não ser forçado por alguma coisa a agir. · A liberdade é o princípio para escolher entre alternativas possíveis, realizando-se como decisão e ato voluntário. · A vontade livre é determinada pela razão ou pela inteligência, portanto a causa da liberdade seria o pensamento ou raciocínio. · A liberdade será ética quando o exercício da vontade estiver em harmonia com a direção apontada pela razão.

9 9 SARTRE Levou essa concepção ao ponto limite. - A liberdade é a escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo. Quando julgamos estar sob o poder de forças externas mais poderosas do que nossa vontade, esse julgamento é uma decisão livre, pois outros homens, nas mesmas circunstâncias, não se curvaram nem se resignaram. -Ou seja, conformar-se é uma decisão livre: Quando dizemos estar enfraquecidos, a fraqueza é uma decisão nossa. · Por isso, SARTRE diz que estamos condenados à liberdade, sem escapatória.

10 10 2 ª. Nasce no estoicismo, depois com Espinosa no século XVII e com Hegel e Marx no século XIX. Estes não colocam a liberdade no ato de escolha realizado pela vontade individual, mas na atividade do todo, do qual os indivíduos são partes. O todo ou a totalidade (estóicos: Natureza; Espinosa e Hegel: Cultura; Marx:formação histórico-social) possui suas próprias leis e é livre em si mesma porque nada a força ou a obriga do exterior, e por sua liberdade instaura leis e normas necessárias para os indivíduos. Liberdade não é escolher ou deliberar, mas agir em conformidade com a natureza da totalidade.

11 11 3ª. Possibilidade objetiva. · A liberdade é a capacidade para perceber tais possibilidades e o poder para realizar aquelas ações que mudam o curso das coisas, dando-lhes outra direção ou outro sentido. · O possível não é provável. O possível, porém, é aquilo criado pela nossa própria ação. É o que vem à existência graças ao nosso agir. · A liberdade não se encontra na ilusão doposso tudo, nem no conformismo do nada posso. Encontra-se na disposição para interpretar e decifrar os vetores do campo presente como possibilidades objetivas...

12 12 ·A liberdade é a capacidade para darmos um sentido novo ao que parecia fatalidade [facticidade], transformando a situação de fato numa realidade nova, criada por nossa ação. ·O possível não é pura contingência ou acaso (Ari e Sartre). O necessário não é fatalidade bruta (estóicos). O possível é o que se encontra aberto no coração do necessário e que nossa liberdade agarra para fazer-se liberdade.

13 13 VIDA E MORTE Vida e morte são acontecimentos simbólicos, possuem sentido e fazem sentido, posto o ser humano existir, ou seja, nasce e morre. -Somente a morte completa o que somos, dizendo aquilo que fomos. Enquanto vivos, somos tempo e mudança, estamos sendo. Quem não souber morrer bem terá vivido mal (Sêneca).

14 14 VIDA E MORTE -Vida e morte são acontecimentos simbólicos, possuem sentido e fazem sentido, posto o homem existir, i. é, nasce e morre. -Somente a morte completa o que somos, dizendo aquilo que fomos. Enquanto vivos, somos tempo e mudança, estamos sendo. Quem não souber morrer bem terá vivido mal. -Morrer é um ato solitário. Morrer- se só: a essência da morte é a solidão. O morto parte sozinho; os vivos ficam sozinhos ao perdê- lo. Resta saudade e recordação. · O essencial para nossa felicidade é nossa condição íntima e dela somos senhores. Tetrapharmakon


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