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Ecologia, Ambiente e Engenharia Elétrica Carlos Marcelo Pedroso

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Apresentação em tema: "Ecologia, Ambiente e Engenharia Elétrica Carlos Marcelo Pedroso"— Transcrição da apresentação:

1 Ecologia, Ambiente e Engenharia Elétrica Carlos Marcelo Pedroso

2 Introdução Ecologia, Ambiente e Engenharia Elétrica Programa detalhado Critérios de Avaliação Participação nas atividades (peso 3) 75% de presenças é obrigatório Apresentação de seminário (peso 7) Nesta apresentação: todas os dados retirados do anuário estatístico do Ministério de Minas e Energia, exceto quando citado

3 OFERTA INTERNA DE ENERGIA NO MUNDO POR FONTE 1973 / %

4 OFERTA INTERNA DE ENERGIA NO MUNDO POR REGIÃO 1973 / %

5 ENERGIA E POPULAÇÃO NO MUNDO 2004 % 49,1 34,4 18,3 4,3 12,8 14,5 13,7 20,5 4,3 5,8 7,0 5,2 9,2 13,7 2,9 8,7 13,4 4,5 0,6 0,9 11,5 10,1 32, DEMANDAPRODUÇÃOPOPULAÇÃO OECD RUSSIA ANTIGA AMÉRICAS SUL&CENTRAL CHINA ORIENTE MÉDIO EUROPA Ñ OECD Mtep Mtep6.352 Mhab ÁSIA EXC. CHINA ÁFRICA

6 ORIENTE MÉDIO ÁFRICA Emissões mundiais de CO 2 = Mt OECD CHINA EUROPA NÃO OECD RUSSIA ANTIGA ASIA AMÉRICAS SUL&CENTRAL BUNKER EMISSÕES DE CO – MUNDO milhões t

7 PRODUÇÃODEMANDA(OIE)POPULAÇÃOELETRICIDADEEMIS. CO Mtep OUTROS USA CHINA USA ÍNDIA RUSSIA AR.SAUDITAJAPÃO BRASIL ÍNDONÉSIA ALEMANHA Mt TWh6.352 Mhab Mtep OS 5 MAIS EM ENERGIA, POPULAÇÃO E EMISSÕES 2004 %

8 5,0 16,8 30,2 11,7 21,6 24,7 61,9 31,0 7,0 9,5 12,1 3,3 9,9 29,1 8,6 5,8 3, RESERVASPRODUÇÃOCONSUMO AMÉRICA NORTE ÁSIA PACÍFICO AMÉRICAS SUL & CENTRAL ÁFRICA ORIENTE MÉDIO EUROPA kbbl/d1.201 Gbbl Kbbl/d DADOS MUNDIAIS DE PETRÓLEO – 2005 %

9 4,1 27,2 28,2 35,6 38,4 40,8 40,1 10,6 9,1 8,0 5,9 8,3 13,0 14,8 3,9 4,94,5 2, RESERVASPRODUÇÃOCONSUMO AMÉRICA NORTE ÁSIA PACÍFICO AMÉRICAS SUL&CENTRAL ÁFRICA ORIENTE MÉDIO EUROPA Mm 3 179,8 Tm Mm 3 DADOS MUNDIAIS DE GÁS NATURAL – 2005 %

10 18,1 23,7 22,4 17,2 32,4 28,2 12,1 32,5 25,4 25,2 18,1 14,9 20,7 2,0 0,6 3, POTENCIAL(2002)CAPAC. INSTALADAGERAÇÃO AMÉRICA NORTE ÁSIA PACÍFICO AMÉRICAS SUL & CENTRAL ÁFRICA O. MÉDIO & OCEANIA EUROPA 832 MW TWh2.935 MWh DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA HIDRÁULICA – 2005 %

11 28,0 21,3 21,0 31,6 15,1 18,3 5,6 4,9 32,7 57,0 56,3 0,30,0 3,4 0,7 1,6 2, RESERVASPRODUÇÃOCONSUMO AMÉRICA NORTE ÁSIA PACÍFICO AMÉRICAS SUL&CENTRAL ÁFRICA ORIENTE MÉDIO EUROPA Mt909,1 Gt2.930 Mt DADOS MUNDIAIS DE CARVÃO MINERAL – 2005 %

12 Matriz Energética Mundial Fonte: Agência Internacional de Energia

13 Matriz Energética Brasileira Energia Primária: fontes fornecidas pela natureza em sua forma direta (ex. petróleo, gás natural, carvão mineral, energia hidráulica, lenha, etc.) Energia Secundária: transformada a partir de fontes secundárias (ex. disel, gasolina, eletricidade) Centros de transformação: locais onde a energia primária é convertida em secundária.

14 Matriz Energética Brasileira Fonte: Resenha Energética Brasileira – Ministério de Minas e Energia

15 Matriz de oferta de energia elétrica Fonte: Resenha Energética Brasileira – Ministério de Minas e Energia

16 FATOR DE UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO ELÉTRICA PÚBLICA y = 0,0007x + 0,52 y = 0,0018x + 0,1902 0,00 0,10 0,20 0,30 0,40 0,50 0,60 0, HDRO TERMO S.PÚBLICO S/NUCLEAR Linear (HDRO) Linear (TERMO S.PÚBLICO S/NUCLEAR)

17 FATOR DE UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO ELÉTRICA PÚBLICA y = 0,0009x + 0,4818 0,00 0,10 0,20 0,30 0,40 0,50 0,60 0,70 0,80 0, TOTAL SERVIÇO PÚBLICO NUCLEAR Linear (TOTAL SERVIÇO PÚBLICO)

18 Norte P: 111,0 GW – 42,7% C.I: 9,3 GW – 12,7% OPERAÇÃO: 8,4% CONSTRUÇÃO: 1,0% Nordeste P: 25,0 GW – 10,0% C.I: 10,9 GW – 14,9% OPERAÇÃO: 42,0% CONSTRUÇÃO: 2,3% Sudeste P: 44,6 GW – 17,2% C.I: 23,3 GW – 31,7% OPERAÇÃO: 52,2% CONSTRUÇÃO: 1,9% Centro-Oeste P: 35,3 GW – 13,6% C.I: 9,9 GW – 13,5% OPERAÇÃO: 28,1% CONSTRUÇÃO: 2,7% Sul P: 43,1 GW – 16,6% C.I: 20,0 GW – 27,2% OPERAÇÃO: 46,3% CONSTRUÇÃO: 3,5% Legenda P: potencial C.I: capacidade instalada P e C.I: % do Brasil Op.&Cons.: % da Região POTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO POR REGIÃO Total Brasil P: 260,1 GW C.I: 73,4 GW

19 CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO ELÉTRICA POR REGIÃO – 2006 Norte C.I.T: 12,6 GW – 13,0% HIDRO: 9,3 GW – 12,7% TERMO: 3,2 GW – 15,4% Nordeste C.I.T: 14,3 GW – 14,8% HIDRO: 10,9 GW – 14,9% TERMO: 3,3 GW – 15,8% EÓLICA: 0,1 GW – 29,0% Sudeste C.I.T: 34,8 GW – 36,0% HIDRO: 23,3 GW – 31,7% TERMO: 9,5 GW – 45,5% EÓLICA: 0,0 GW – 0,4% NUCLEAR: 2,0 GW – 100% Centro-Oeste C.I.T: 11,4 GW – 11,8% HIDRO: 9,9 GW – 13,5% TERMO: 1,5 GW – 7,1% Sul C.I.T: 23,5 GW – 24,3% HIDRO: 20,0 GW – 27,2% TERMO: 3,4 GW – 16,2% EÓLICA: 0,2 GW – 70,6% Legenda C.I.T: capacidade instalada total %: do Brasil Total Brasil C.I.T: 96,6 GW Hidro: 73,4 GW Termo: 21,0 GW Nuclear: 2,0 GW Eólica: 0,2 GW

20 OFERTA INTERNA DE ENERGIA ELÉTRICA POR ORIGEM (TWh) (TWh) IMPORTAÇÃO AUTOPRODUTORES CENTRAIS EL. SERV. PÚBLICO

21 OFERTA INTERNA DE ENERGIA ELÉTRICA POR FONTE (TWh) (TWh) HIDRÁULICA OUTRAS URÂNIO CARVÃO MINERAL GÁS NATURAL DERIVADOS DE PETRÓLEO

22 CONSUMO FINAL DE ELETRICIDADE POR SETOR (TWh) (TWh) RESIDENCIAL COMERCIAL E PÚBLICO TRANSPORTES AGROPECUÁRIO INDUSTRIAL E ENERGÉTICO

23 Fontes de Energia Renovável Hidráulica Produtos da cana de açúcar Lenha e carvão vegetal

24 Energia hidráulica Criação do sistema após seca entre 1951 e 1956 (capacidade instalada então de 3500MWh) Criação da barragem de furnas Margem de segurança de barragens dimensionada para 5 anos de estiagem Integração de linhas de transmissão para compensar regimes de chuvas irregulares no território nacional Problema ambiental: grandes áreas alagadas

25 OFERTA INTERNA DE BIOENERGIA (% - dados em tep) (% - dados em tep) 0% 20% 40% 60% 80% 100% OUTRAS PRIMÁRIAS PRODUTOS DA CANA LENHA E CARVÃO VEGETAL

26 Energia não renovável Fonte: Resenha Energética Brasileira – Ministério de Minas e Energia

27 MATRIZ DE OFERTA DE ENERGIA RENOVÁVEL 2006 (%) (%) PRODUTOS DA CANA 32% HIDRÁULICA E ELETRICIDADE 33% LENHA E CARVÃO VEGETAL 28% OUTRAS RENOVÁVEIS 7% 101,9 milhões tep (45,1% da OIE BR, de 226,1 milhões tep)

28 Energias não renováveis Principais: Petróleo e gás Carvão

29 Produção de petróleo (fonte: ANP)

30 Consumo de petróleo (fonte ANP)

31 PRODUÇÃO E CARGA PROCESSADA DE PETRÓLEO (Brasil) (milhões de m 3) PRODUÇÃO E CARGA PROCESSADA DE PETRÓLEO (Brasil) (milhões de m 3) PRODUÇÃO CARGA PROCESSADA

32 RESERVAS DE PETRÓLEO E PRODUÇÃO POR UF (2006) RESERVAS DE PETRÓLEO E PRODUÇÃO POR UF (2006) Amazonas R: 15, m³ (0,8%) P: 2, m³ (2,1%) Totais Brasil R: 1.936, m³ P: 100, m³ Bahia R: 38, m³ (2,0%) P: 2, m³ (2,5%) Ceará R: 11, m³ (0,6%) P: 0, m³ (0,6%) Rio Grande do Norte R: 54, m³ (2,8%) P: 3, m³ (3,8%) Alagoas R: 1, m³ (0,1%) P: 0, m³ (0,5%) Paraná R: 1, m³ (0,1%) P: 0, m³ (0,5%) Santa Catarina R: 1, m³ (0,1%) Espírito Santo R: 214, m³ (11,0%) P: 3, m³ (3,6%) Rio de Janeiro R: 1.552, m³ (80,0%) P: 84, m³ (84,0%) São Paulo R: 3, m³ (0,2%) P: 0, m³ (0,1%) Legenda R: reservas provadas P: produção % : sobre o BR Sergipe R: 42, m³ (2,2%) P: 2, m³ (2,3%)

33 CAPACIDADE INSTALADA DE REFINO POR UF (2006) CAPACIDADE INSTALADA DE REFINO POR UF (2006) Amazonas CI: 45,9 10³ b/d (2,3%) Total Brasil CI: ³ b/d Bahia CI: 323,0 10³ b/d (16,0%) Ceará CI: 6,9 10³ b/d (0,3%) Minas Gerais CI: 150,9 10³ b/d (7,5%) Paraná CI:188,7 10³ b/d (9,4%) Rio de Janeiro CI: 256,0 10³ b/d (12,7%) São Paulo CI: 839,6 10³ b/d (41,6%) Legenda CI : capacidade instalada % : sobre o BR Rio Grande do Sul CI:205,7 10³ b/d (10,2%)

34 ESTRUTURA DE REFINO (% - dados em tep) (% - dados em tep) 0% 20% 40% 60% 80% 100% OUTROS QUEROSENE NAFTA GLP ÓLEO COMBUSTÍVEL GASOLINA DIESEL

35 Etanol Álcool etílico ou etanol Produzido a partir da cana de açucar Gráfico com preço do barril do petroleo Dados sobre produção do etanol no Brasil Diminui a dependência do Brasil de derivados do petroleo. Cana de açucar: série histórica - centro nacional de referência em biomassa cenbio

36 USOS DE PRODUTOS DA CANA (milhões tep) (milhões tep) PERDAS OUTROS USOS NÃO- ENERGÉTICO PRODUÇÃO DE ÁLCOOL PRODUÇÃO DE AÇÚCAR TRANSPORTE

37 USOS DO BAGAÇO DE CANA (milhões tep) (milhões tep) OUTRAS INDÚSTRIAS GERAÇÃO ELÉTRICA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR PRODUÇÃO DE ÁLCOOL

38 Energia nuclear Angra 1 e 2 Angra 3 em construção Problemas ambientais Risco de acidentes O que fazer com o lixo reprocessamento gera plutônio armazenamento é muito caro e a meia vida do material é muito longa


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