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Redação UEM 2012 - PAS Gêneros textuais. A Prova de Redação exige do candidato a produção de dois a quatro textos em determinados gêneros textuais.

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1 Redação UEM PAS Gêneros textuais

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3 A Prova de Redação exige do candidato a produção de dois a quatro textos em determinados gêneros textuais. A Prova de Redação é o principal instrumento de avaliação da capacidade de pensar, compreender e de expressar-se por escrito sobre um determinado assunto, além de avaliar o domínio e o conhecimento dos mecanismos da língua culta. A seguir, apresenta-se a lista dos gêneros textuais que poderão ser solicitados para a produção da redação neste Concurso Vestibular (PAS) Resposta de questão interpretativa-argumentativa. Relato. Resumo. Notícia. Carta pessoal.

4 GRADES DE CORREÇÃO A) GRADE ESPECÍFICA Nesta primeira etapa, será avaliado se o aluno/a foi capaz de produzir um texto que atenda aos três requisitos expostos na proposta: a) apresentar CLARAMENTE as marcas típicas do GÊNERO; b) atender os PROPÓSITOS (COMANDOS) determinados; c) conceber um perfil do enunciador e de seu INTERLOCUTOR

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6 B) GRADE HOLÍSTICA Se o texto não for anulado na GRADE ESPECÍFICA, passará pela correção da GRADE HOLÍSTICA. Como o nome indica, a redação é avaliada em sua globalidade. As notas podem variar de zero a cinco pontos e são influenciadas por quatro determinantes: 1º. COESÃO, COERÊNCIA E PROGRESSÃO: O texto flui? 2º. SELEÇÃO DOS RECURSOS LINGUÍSTICOS E DISCURSIVOS ADEQUADOS AO GÊNERO E À SITUAÇÃO DE INTERLOCUÇÃO 3º. AUTONOMIA EM RELAÇÃO À PROPOSTA 4º. MARCA AUTORAL

7 Resumo - trata-se de uma redação extremamente técnica; - o resumo NÃO é a simples cópia das ideias principais do texto; - NÃO é o seu entendimento acerca do texto; - citar o autor do texto pelo menos 3 vezes (o texto não é seu!); - ninguém pediu sua opinião; - manter o título original.

8 Proposta: UEM 2009 O texto de Luis Pelegrini aborda a temática referente à autoridade parental. Tendo-o como apoio, redija os gêneros textuais solicitados. A autoridade em crise Autoridade e autoritarismo são coisas muito diferentes. Ambas as palavras têm o mesmo radical: autor. Mas, enquanto a primeira pode ser entendida como o poder de impor limites necessários para a convivência em sociedade, a segunda indica um exacerbamento desse poder, realizado pela simples imposição de uma ideia sem possibilidade de contraposição. É exatamente por confundir e misturar os significados de autoridade e de autoritarismo que tantos pais, hoje, têm medo de exercer qualquer forma de poder sobre seus filhos - seja ele justo e necessário à boa educação da criança ou um poder ilícito e prepotente, ditado apenas pelo desejo arrogante de se impor a qualquer custo. Em qualquer tipo de relação humana, o autoritarismo é sempre estúpido e nefasto. Mas, em relações do tipo professor/aluno e, sobretudo, nas relações entre pais e filhos, a autoridade é indispensável para a construção sadia da criança. A autoridade enfrenta séria crise na sociedade contemporânea. Levadas ao exagero, sentenças do tipo "é proibido proibir", que se transformaram em palavras de ordem nos anos hippies das décadas de 1960 e 1970, fizeram muito mais estragos do que se poderia supor naqueles momentos de farra libertária. Plantaram nas mentes e nos corações a convicção falsa e perigosa de que, na vida, tudo são direitos e nada é dever. Boa parte dos pais de hoje (eles mesmos mal-educados) simplesmente não sabe o que fazer para controlar a rebeldia dos filhos, perdendo-se no interior de situações esdrúxulas nas quais quem deveria ser comandado comanda, e quem deveria mandar comete um desmando atrás do outro. A crise da autoridade parental é real e se reflete em projeções danosas em todos os demais aspectos da sociedade.

9 No Brasil, basta prestar atenção ao que acontece atualmente em todas as esferas do poder governamental, seja ele executivo, legislativo ou judiciário. Há total confusão entre autoridade e autoritarismo, gerando situações de descalabro caótico, de sambas do crioulo doido nos quais o grampo e a espionagem campeiam soltos e ninguém leva a legalidade realmente a sério. O problema é exemplar e vem do berço. Quem não aprendeu desde cedo a ter consciência de limites tenderá a viver e a manifestar até o fim a sua patologia de descomedimentos. Nos consultórios, os psicólogos especializados em problemas de família ouvem esses mesmos desabafos todos os dias. Qual é a causa dessa grande desordem familiar? A ausência da autoridade, dizem os especialistas. Esses pais, que pensam cuidar bem de seus filhos e procuram ser o mais zelosos e atentos possível, não impõem aquilo que deveriam impor. Seja porque rejeitam, "por princípio", toda posição de autoridade, seja porque, embora querendo manifestar sua autoridade, não conseguem mantê-la por mais de alguns. instantes. Sabemos todos, no entanto (e os educadores que trabalham em comunidades periféricas carentes melhor que ninguém), que é a falta de educação e, portanto, de autoridade - familiar, escolar ou social - que fabrica a delinquência. Educar uma criança significa ensiná-la a se tornar um ser civilizado. Isso pressupõe, no que diz respeito aos pais, firmeza, constância e, sobretudo, a convicção de que essa autoridade é legítima porque sem ela não é possível uma construção correta da criança. (Revista Planeta, Ano 36, Edição 433, p , 2008)

10 A autoridade em crise Em seu texto, publicado na revista Planeta, Luis Pellegrini afirma que as concepções de autoridade e autoritarismo são distintas. Enquanto a primeira transparece o princípio de submissão total a outrem, a segunda denota o direito de impor limites ao convívio social. Segundo Pellegrini, a crise da autoridade parental, na contemporaneidade, advém da confusão conceitual desses termos. Como consequência, diversos pais deixam de exercer sobre seus filhos suas autoridades, indispensáveis na formação do ser humano. Essa deficiência educacional dos progenitores é resultado de um sofisma cinquentenário, o qual enaltece os direitos e vilipendia os deveres. De acordo com o autor, a falta de controle parental reflete-se, socialmente, em descomedimentos e deslizes morais e legais. De modo a combater essas mazelas sociais, Pellegrini encerra seu texto afirmando que a autoridade dos pais, por ser legítima e edificante, é uma prática civilizatória. (Texto Prof. Bruno)

11 Notícia

12 Relato *Por se tratar de um discurso condizente a experiências pessoais, geralmente, é narrado em 1ª pessoa, no qual os verbos se encontram no presente ou no pretérito; * A linguagem pode variar, podendo adquirir um caráter tanto formal quanto informal. Tudo dependerá do grau de intimidade existente entre narrador e seus respectivos interlocutores; *Tendo como foco o estudo do relato como gênero, atentamos para o fato de que este pertence à modalidade escrita da linguagem e, por assim dizer, o caracterizamos como sendo um gênero no qual alguém conta fatos relacionados à sua vida, cuja função é registrar as experiências pessoais no intento de que estas possam servir como fonte de consulta ou aprendizado para outras pessoas.

13 O mais fascinante da profissão de repórter, na minha opinião, é a possibilidade de bater na porta de tantas vidas e ter uma boa desculpa para entrar. Isso, às vezes, tem um preço alto. Mas, em outras, como na história que vou contar, é um presente. Fui convidada a participar do Profissão Repórter, da TV Globo, sobre a enfermaria de cuidados paliativos do Hospital do Servidor Público Estadual, em São Paulo. O programa foi ao ar nesta terça-feira (15) e pode ser visto neste site. Ao gravar a minha parte, conheci um homem extraordinário chamado Valentim de Moura. Durante mais de uma semana, acompanhei seu Valentim na vivência de sua morte. Nestes tempos estranhos que vivemos, em que a morte é um tabu, o mais radical é morrer com serenidade, sem medo. Por absurdo que pareça, morrer com naturalidade tornou-se um ato revolucionário. Foi assim com seu Valentim: ele encerrou sua vida em paz. Para ele, não havia nada mais natural do que chegar ao fim de sua trajetória e morrer cercado por quem amava contando histórias da sua vida. Nós, repórteres, sempre sofremos com as histórias que apuramos e não couberam no texto – ou, neste caso, no programa de TV. Trabalhamos limitados pelo número de páginas, pelo tempo do programa. A história de seu Valentim não pôde ser contada. O inusitado ali era a naturalidade da morte. E o fato de uma morte serena ser algo tão subversivo me fez pensar bastante.Como estes acontecimentos ficaram tatuados na minha alma, quis contar aqui para que mais gente pudesse ter a chance de aprender com seu Valentim. Não queria me beneficiar sozinha de uma experiência de vida tão larga. Ele sabia que morreria de câncer. Era tratado na enfermaria de cuidados paliativos, um lugar onde cuidar é mais importante do que curar. Lá, doentes com escassas chances de cura são acompanhados por profissionais da saúde com uma convicção diferente da difundida pela prática médica tradicional. Eles acreditam que seu papel é amenizar os sintomas, escutar muito, cuidar das feridas invisíveis para que os pacientes possam viver intensamente, até o fim. A vida não é nem abreviada, nem prolongada por tratamentos dolorosos e invasivos. Cada paciente é visto como a pessoa singular que é, e sua história é tão determinante na hora de tomar as decisões quanto os aspectos médicos. Durante o tratamento, seu Valentim piorava e passava alguns dias internado na enfermaria, até estar bem e voltar para casa. Quando novamente piorava, voltava para o hospital. Até o dia em que sentiu que, quando voltasse à enfermaria novamente, não mais retornaria para casa. Reuniu a mulher, dona Geralda, os seis filhos, e pediu que lhe comprassem um túmulo. Queria que fosse branco, mas os filhos acharam que sujaria muito. Concordaram então em pintar da cor do céu. Ele pediu também que plantassem muitas flores no jardim. Seu Valentim pertencia à natureza. Quando o túmulo ficou pronto, ele anunciou que havia chegado a sua hora. Minha casa agora vai ser esta nova que vocês fizeram para mim, disse. Quero ir para aquela enfermaria cheia de moças bonitas, onde me tratam muito bem. No caminho, exigiu uma parada no cemitério. Vistoriou seu túmulo, seu jardim, e disse: Muito bonito. Entrou no carro satisfeito e foi para o hospital. Lá, contou-me que era metalúrgico e, como o presidente Lula, também teve o dedo engolido por uma máquina. De dentro do lençol, puxou uma mão magra para mostrar-me a ausência que marcava sua vida de operário. Ao lado, o cunhado lembrava dos tempos em que seu Valentim tocava sanfona e havia se apaixonado por dona Geralda. Enquanto ele morria, ouvia histórias. Em todas, era ele o protagonista.

14 Carta pessoal Escrevemos uma carta pessoal quando queremos nos comunicar com alguém próximo de nós, como amigos ou familiares. Características O tipo de linguagem acompanhará o grau de intimidade entre remetente e destinatário. Portanto, cabe ao escritor saber se pode usar termos coloquiais ou mesmo gírias. Quanto à estrutura, a carta pessoal deve seguir a sequência: 1. local e data escritos à direita; 2. vocativo; 3. corpo do texto; 4. despedida; 5. assinatura. Como o grau de intimidade é variável, o vocativo, por consequência, também: Minha querida,Querido Amigo, Fulaninho, Caro Senhor, Estimado cliente, etc. Assim também é em relação à despedida, a qual pode variar entre Atenciosamente, Cordialmente, etc. até Adeus, Saudades, Até breve, etc. Quanto à assinatura, pode ser desde só o primeiro nome até o apelido, dependendo da situação. Caso se esqueça de dizer algo importante e já tenha finalizado a carta é só acrescentar a abreviação latina P.S (post scriptum, em latim, que significa escrito depois) ou Obs. (observação).

15 Blumenau, 12 de outubro de Olá, Fred! Que papelão, hein, cara?! Logo que cheguei de viagem de férias, fiquei sabendo que você não mora mais aqui, mudou-se com a família para São Paulo. Que notícia, amigo! Como isso foi acontecer? Você não me deu nenhuma pista de que as coisas poderiam ficar assim... E depois que eu voltei, nenhum telefonema, carta ou . Apesar de tudo, deixei de lado sua mancada e aqui estou, pedindo notícias. Já sei que a galera vai sentir sua falta, principalmente algumas meninas do colégio. Por falar nelas, a Rutinha me pediu seu endereço, posso dar? Ela está uma graça... Quem sabe agora terei uma chance? Claro que é brincadeirinha... No final do próximo mês, minha turma vai organizar uma superfesta no salão do prédio da Ana, para reunir a classe. Vai ser maneiro, com música ao vivo, jogos, piscina, concurso de danças e um buffet (como disse uma professora). Essa ideia da festa foi legal, assim a gente se enturma melhor. O Rodrigo e o Cláudio foram para outro colégio mais próximo da casa deles. Há um monte de professores este ano, por isso o 6º ano está bem diferente. Acho que estou ficando adulto, mais organizado. Até aprendi a ser pontual: nada mais de atrasos, cara. Bem, agora é com você, escreva-me. O amigo de sempre, Felipe

16 Resposta argumentativa *Este gênero de texto é mais parecido com uma dissertação. Sua opinião é requerida, porém, sem utilização da 1ª pessoa. Com base nos textos de apoio, fundamente sua resposta com base em seu conhecimento, procurando argumentos que fundamentem sua resposta. Neste caso, não se prenda aos textos de apoio. *Vejamos algumas dicas: - Procure deixar subentendido o enunciado da questão ao leitor, fazendo-o compreender a pergunta original sem tê-la lido; - Deixe evidente sua posição quanto ao tema (a favor/contra); - Dois ou três parágrafos; - Texto impessoal; - Sua opinião é importante.

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