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Materiais para a Indústria da Construção Civil Prof. MSc. Adhemar Watanuki Filho Turma Eng. Civil – 3º Período.

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1 Materiais para a Indústria da Construção Civil Prof. MSc. Adhemar Watanuki Filho Turma Eng. Civil – 3º Período

2 CIMENTO PARTE 2

3 CIMENTO PORTLAND Dentre as principais propriedades físicas do cimento podemos destacar: Coloração; Densidade; Finura; Exudação; Estabilidade.

4 COLORAÇÃO Importância – indicar se a calcinação foi insulficiente (Cores mais leves) Esverdeada devido a presença da fase ferrita – grandes concentrações de MgO; Camurça – quando da ausência do magnésio; Castanho amarelada – quando o clínquer for produzido em condições redutoras;

5 MASSA UNITÁRIA E DENSIDADE MASSA UNITÁRIA Variável entre 1,25 a 1,35 kg/dcm³; DENSIDADE Variável entre 3150 a 3200 kg/m³; Esse valor é utilizado no cálculo de consumo do produto nas misturas – DOSAGEM; Na pasta de cimento – densidade é varável com o tempo – Aumenta a medida que progride a hidratação – RETRAÇÃO.

6 FINURA Relação com o tamanho dos grãos do produto; Definida de 2 maneiras: Tamanho máximo do grão – especificações estabelecem uma proporção em peso de material retido peneiramento; Valor da superfície específica – soma da superfícies dos grãos contidos em um grama de cimento; Finura – governa a velocidade de reação de hidratação e influencia na qualidade de pastas, argamassas e concretos.

7 FINURA Hidratação dos grãos de cimento em contato com a água se faz da superfície para o interior;

8 FINURA Moagem NÃO EFETIVA – maior concentração de núcleos inertes e não aproveitamento do cimento; Mais finos – maior a quantidade de gesso a ser adicionada; Definição do grau de moagem – determinação de composição granulométrica (NBR 7215) – aparelho de permeabilidade de Blaine;

9 FINURA Melhores resistências iniciais; Diminui exudação e demais tipos de segregação; Aumenta impermeabilidade; Aumenta a trabalhabilidade; Aumenta a coesão dos concretos; Diminui a expensão.

10 HIDRATAÇÃO DO CIMENTO Se dá por meio de reações químicas – componentes minerológicos; Reações de hidratação – influenciadas pela temperatura, finura e composição do clínquer;

11 HIDRATAÇÃO DO CIMENTO

12 Zona de transição – maior % de grão grandes e chatos – maior tendência de exudação interna; ZONA de TRANSIÇÃO ENFRAQUECIDA Primeiras idades – Maior volume de vazios que na pasta; Idades maiores – RM pode tornar-se maior – cristalização de nvos produtos.

13 EXSUDAÇÃO Fenômeno de segregação que ocorre nas pastas de cimento – diretamente relacionado a finura; Sedimentação por gravidade dos grãos de cimento mais pesados que a água; Processo ocorre antes do início da pega – água superfícial; Prejudica a uniformidade, resistência e durabilidade do concreto.

14 ESTABILIDADE de VOLUME Relação com expansão volumétrica – posteriores ao endurecimento; Resultado da hidratação da cal – microfissuras internas e desagregação da estrutura; Produto da supercalcinação (acima de 1900ºC) contribui para esse problema; Ensaio – Agulha de Le chatelier (NBR 7215)

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16 TIPOS DE CIMENTO

17 CIMENTOS Diferenciação de acordo com a proporção de: clínquer e sulfatos de cálcio; material carbonático e; adições, tais como escórias, pozolanas e calcário;

18 TIPOS CIMENTOS

19 ADIÇÕES SULFATO DE CÁLCIO - GESSO Proveniente da gipsita (CaSO 4.2 H 2 O); Aumenta o tempo de endurecimento do clínquer moído; 3% de gesso para 97% de clínquer. ESCÓRIA DE ALTO FORNO Proveniente da mineração de ferro – nódulos vítreos; Composta por cálcio, magnésio, silício, alumínio e oxigênio; Melhora durabilidade e resistência final.

20 ADIÇÕES POZOLANA Materiais silicosos ou sílico-aluminosos – regaem com o hidróxido de cálcio e formam mesmos compostos da hidratação – REAÇÃO POZOLÂNICA. Cinza volante e sílica ativa são materiais pozolânicos

21 ADIÇÕES POZOLANA Não tem características ligantes – porém quando pulverizadas e hidratadas endurecem; Produção de massas mais compactas; Cimentos mais impermeáveis (sílica vítrea). FÍLER Material calcáreo com granulometria bem reduzida; Produz argamassas mais trabalháveis, evita fissuração, exudação; Reativos com aluminatos formando carboaluminatos substituindo o gesso.

22 CIMENTO PORTLAND COMUM CPI e CPI-S (EB1 NBR 5732) Cimento sem adições além do gesso; Adequado para o uso em construções onde não há exposição a sulfatos do solo ou de águas subterrâneas. Usado em serviços de construção em geral - quando não são exigidas propriedades especiais do cimento. Cimento Portland Comum com Adições CP I-S, com 5% de material pozolânico em massa.

23 CIMENTO PORTLAND COMPOSTO CPII (EB2138 NBR 11578) Gera calor numa velocidade menor do que o gerado pelo CPI; Uso em grandes volumes de concreto concretagem em áreas pequenas. Apresenta melhor resistência ao ataque dos sulfatos contidos no solo.

24 CIMENTO PORTLAND COMPOSTO CPII – Z (Adição de pozolana) Empregado em obras civis em geral, subterrâneas, marítimas e industriais Produção de argamassas, concreto simples, armado e protendido, elementos pré-moldados e artefatos de cimento Produto é mais impermeável e por isso mais durável.

25 CIMENTO PORTLAND COMPOSTO CPII – E (Adição de escória) Intermediária entre o cimento portland comum e o cimento portland com adições (alto-forno e pozolânico). Baixo calor de hidratação com o aumento de resistência; Recomendado para estruturas que exijam um desprendimento de calor moderadamente lento ou que possam ser atacadas por sulfatos..

26 CIMENTO PORTLAND COMPOSTO CPII – F (Adição de Fíler) Aplicações gerais; Preparo de argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada ediversos tipos de concretos; Artefatos de concreto, pisos e pavimentos de concreto, solo-cimento.

27 CIMENTO PORTLAND DE ALTO FORNO CPIII – F (EB 208 – NBR 5735) Maior impermeabilidade e durabilidade; Baixo calor de hidratação; Alta resistência à expansão à reações álcalis-agregado; Alta resistência à sulfatos; Uso em canaletas para produtos agressivos;

28 CIMENTO PORTLAND COM POZOLANA CPIV – F (EB 758 – NBR 5736) Maior impermeabilidade e durabilidade; Alta resistência mecânica superior ao CP I; Baixo calor de hidratação; Grande volumes de concretagem;

29 CIMENTO PORTLAND DE ALTA RESISTÊNCIA INICIAL CPV – ARI (EB 2 – NBR 5733) valores aproximados de resistência à compressão de 26 MPa a 1 dia de idade e de 53 MPa aos 28 dias; Propriedade alcançada pela utilização de uma dosagem diferente de calcário e argila, e pela moagem mais fina do cimento.

30 CIMENTO PORTLAND RESISTENTE À SULFATOS Teor de C 2 A e adições carbonáticas iguais ou inferiores a 8% e 5% respectivamente; Portland de alto forno que contiverem entre 60 e 70% de escória granulada e pozolanicos com 25 e 40% de material pozolanico.

31 APLICAÇÕES

32 LEITURA DAS EMBALAGENS

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