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FILOS ANIMAIS Professor João Paulo. Professor: João Paulo FILO PORIFERA Constitu í do pelas esponjas animais s é sseis (fixos) que vivem em ambiente aqu.

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1 FILOS ANIMAIS Professor João Paulo

2 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Constitu í do pelas esponjas animais s é sseis (fixos) que vivem em ambiente aqu á tico. Existem esp é cies de á gua doce, mas a maioria é marinha.

3 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Corpo possui numerosos poros e é formado por v á rias c é lulas que, apesar de j á apresentarem uma certa divisão de trabalho, têm alto grau de independência não formam tecidos, ó rgãos ou sistemas parazo á rios.

4 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Assimétricos ou de simetria radial. Ametaméricos.

5 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Apresentam no á pice do corpo uma abertura denominada ó sculo, que não corresponde à boca. Internamente possuem uma cavidade chamada á trio ou espongiocele, que não é uma cavidade digestiva digestão intracelular.

6 Professor: João Paulo FILO PORIFERA São animais filtradores. Possuem internamente c é lulas flageladas – os coan ó citos – que promovem a circula ç ão orientada da á gua á gua penetra pelos poros, passa para a espongiocele e sai pelo ó sculo obten ç ão de oxigênio, alimento e elimina ç ão de res í duos.

7 Professor: João Paulo C é lulas encontradas nos por í feros Coanócitos: células flageladas responsáveis pela movimentação da água trazendo partículas nutritivas e oxigênio. Pinacócitos: células que revestem a esponja funciona como a epiderme. Porócitos: célula dotada de um poro central que a atravessa de lado a lado. É pelo porócito que a água penetra no átrio. Amebócitos: células responsáveis em originar todos os tipos de células das esponjas, sendo responsáveis pelo seu crescimento e capacidade de regeneração.

8 Professor: João Paulo Tipos de esponjas Ascon : esponja mais simples. Sicon: dobramentos da parede corporal formam numerosos tubos radiais que possuem em seu interior um canal radial, onde se localizam os coan ó citos. A espongiocele é reduzida e cont é m apenas pinac ó citos. Leucon: os dobramentos da parede são mais complexos tipo morfol ó gico mais especializado. Formam-se in ú meras câmaras flageladas, onde ficam os coan ó citos espongiocele mais reduzida grande capacidade de filtrar a á gua maior tamanho.

9 Professor: João Paulo Elementos esquel é ticos encontrados nos por í feros Esp í culas calc á rias Esp í culas de s í lica e fibras prot é icas de espongina (flex í veis) Espongina (ex.: esponjas de banho) esp í culas de carbonato de c á lcio esponja de vidro com seu esqueleto silicoso Rede de espongina (fibras de natureza prot é ica)

10 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Sistema circulat ó rio: ausente. Sistema respirat ó rio: ausente (trocas gasosas por difusão). Sistema excretor: ausente. Sistemas nervoso e sensorial: ausente

11 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Reprodu ç ão: assexuada e sexuada. Assexuada (brotamento, gemula ç ão e fragmenta ç ão/ regenera ç ão).

12 Professor: João Paulo FILO PORIFERA Sexuada fecunda ç ão interna e indireta; desenvolvimento externo e indireto (larva anfibl á stula).

13 Professor: João Paulo IMPORTÂNCIA MÉDICA Acidentes causados por esponjas: As esponjas produzem diferentes compostos de a ç ão t ó xica irritativa, que as protegem da a ç ão de outros animais ou lhes conferem boa capacidade de inibir o crescimento de outros animais sobre seu corpo. A penetra ç ão da toxina na pele humana se deve em grande parte à presen ç a de pequenas esp í culas do exoesqueleto que ao serem pressionadas perfuram a pele. Ocorre irrita ç ão da pele, resultando em inflama ç ão. Podem surgir placas, que dão origem a bolhas ou p á pulas, podendo haver intensa coceira ou mesmo dor local aplicar fita adesiva para retirar as esp í culas e tratar a região afetada com vinagre. Tedania ignis, uma espécie de esponja comum no Brasil e que causa acidentes.

14 Professor: João Paulo IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Podem ser usadas como esponja de banho. Importância farmacol ó gica compostos qu í micos produzidos por esses organismos.

15 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Est á representado por hidras, medusas ou á guas-vivas, corais e anêmonas-do-mar. Existem basicamente dois tipos morfol ó gicos de indiv í duos: as medusas, que são livre-natantes os p ó lipos, que são s é sseis

16 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Maioria: marinhos Muitas esp é cies formam colônias: corais colônias s é sseis caravelas colônias flutuantes

17 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Simetria radial Dibl á sticos organiza ç ão do corpo em n í vel de tecidos Protostômios Ametam é ricos

18 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Os p ó lipos e as medusas, formas aparentemente muito diferentes entre si, possuem muitas caracter í sticas em comum.

19 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Possuem um tipo de c é lula urticante denominada cnid ó cito apresenta uma organela especializada denominada nematocisto c á psula que cont é m em seu interior um l í quido rico uma substância prot é ica t ó xica e urticante defesa e captura de presa.

20 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Sistema nervoso: formado por uma rede difusa no corpo Sistema sensorial: p ó lipos: c é lulas sensitivas da epiderme medusas: c é lulas sensitivas da epiderme e estruturas sensoriais especializadas: estatocistos: atuam como ó rgãos de equil í brio (informam ao animal sobre a posi ç ão de seu corpo em rela ç ão à for ç a gravitacional) ocelos: fotorrecep ç ão

21 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Sistema digest ó rio: incompleto (s ó apresentam boca) Digestão: extra e intracelular Sistema respirat ó rio: ausente trocas gasosas por difusão. Sistema excretor: ausente.

22 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Reprodu ç ão: sexuada e assexuada Assexuada: brotamento e estrobiliza ç ão

23 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Sexuada: fecunda ç ão interna ou externa e direta; desenvolvimento externo, direto ou indireto Desenvolvimento direto:

24 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA Sexuada: fecunda ç ão interna ou externa e direta; desenvolvimento externo, direto ou indireto (larva plânula). Desenvolvimento indireto metagênese ou alternância de gera ç ões.

25 Professor: João Paulo Deslocamento dos cnid á rios P ó lipos alguns são fixos e outros podem se deslocar (ex: hidra cambalhota)

26 Professor: João Paulo Deslocamento dos cnid á rios Medusas jatopropulsão os bordos do corpo se contraem e a á gua acumulada na face oral é expulsa em jato, provocando o deslocamento do animal no sentido oposto.

27 Professor: João Paulo FILO CNIDARIA CLASSESEXEMPLOSCARACTER Í STICAS Hydrozoa (hidrozo á rios) Hidra, caravela- portuguesa, Obelia Exibem tanto estrutura medus ó ide como polip ó ide, com predom í nio da forma de p ó lipo. Algumas esp é cies sofrem metagênese. Ú nica classe que possui representantes de á gua doce. Scyphozoa (cifozo á rios) Á gua-viva Predom í nio da forma de medusa. Anthozoa (antozo á rios) Coral, anêmona-do- mar Existência apenas de p ó lipo.

28 Professor: João Paulo Classe Hydrozoa Hidra

29 Professor: João Paulo Classe Hydrozoa Caravela- portuguesa

30 Professor: João Paulo Classe Scyphozoa

31 Professor: João Paulo Classe Anthozoa

32 Professor: João Paulo IMPORTÂNCIA ECOL Ó GICA Recifes de corais: Proporcionam ambiente ideal para o desenvolvimento de fauna e flora muito caracter í sticas; Gra ç as à s condi ç ões de ilumina ç ão e transparência da á gua, os recifes de corais são localidades de alta produtividade biol ó gica; De todas as comunidades de á guas rasas tropicais, os recifes de corais são as mais ricas em biodiversidade; Devido a certas caracter í sticas da forma ç ão de recifes, geralmente existe nesses locais forte movimenta ç ão de á gua permanente migra ç ão e imigra ç ão de micro e macro fauna e flora, nutrientes e elementos, da plataforma continental para o recife, e vice-versa.

33 Professor: João Paulo IMPORTÂNCIA M É DICA Acidentes causados cnid á rios: São comuns ao redor do mundo, incluindo acidentes graves e com registro de fatalidades em alguns mares. Todos os cnid á rios possuem cnid ó citos e são potencialmente perigosos para o ser humano sensibilidade ao efeito t ó xico varia muito e pode estar associada a outro problema de sa ú de que a pessoa j á apresente. Efeitos t ó xicos: dor intensa, vermelhidão e incha ç o da pele, altera ç ão dos batimentos card í acos, dificuldades na respira ç ão, suor intenso, na ú sea e vômitos. Ainda podem surgir efeitos al é rgicos imediatos ou mais tardios. Chironex fleckeri, água- viva que ocorre no litoral da Austrália e pode ser letal para o ser humano. Physalia (caravela- portuguesa): pode causar fortes queimaduras em banhistas e pescadores.


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