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Parceria entre Hospitais Filantrópicos: Desafios e Possibilidades.

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Apresentação em tema: "Parceria entre Hospitais Filantrópicos: Desafios e Possibilidades."— Transcrição da apresentação:

1 Parceria entre Hospitais Filantrópicos: Desafios e Possibilidades

2 Objetivo: Desenvolver e implantar o Programa de Revitalização dos Hospitais Filantrópicos (PRHF), para aprimorar o desempenho administrativo e a qualidade dos serviços prestados, dentro dos princípios e diretrizes do SUS, em harmonia com as normas e padrões do Programa de Responsabilidade Social da CPFL. 1º SEMESTRE DE 2005

3 Adesão ao PRHF – o Hospital deve aderir ao Programa assinando documento específico. Diagnóstico inicial por auditor externo, para estabelecimento de linha de base, com uso de instrumento especialmente desenvolvido para o PRHF. Análise da viabilidade e das condições técnicas e gerenciais dos hospitais com vistas a propor medidas de ajuste e de aprimoramento. PRIMEIROS PASSOS

4 O PRHF possui 4 Componentes principais: 1.Construção de pólos e redes de apoio aos Hospitais Filantrópicos; 2.Oferecer cursos de capacitação aprimoramento e atualização; 3.Política de humanização; 4.Estímulo ao desenvolvimento gerencial.

5 A avaliação do CQH traduz-se em pontuação que classifica o Hospital em 4 níveis. O instrumento proporciona, no máximo, 500 pontos. Segundo o CQH, o hospital cuja pontuação fica abaixo de 150 pontos, possui falhas em sua estrutura, dificuldade na identificação de processos, apresenta poucos ou nenhum resultado e não recebe certificação.

6 Pontuação entre 150 e 250 pontos indica que a estrutura do hospital atende a requisitos mínimos, identifica parcialmente os processos e demonstra alguns resultados. Recebe a certificação BRONZE. Pontuação entre 250 e 350 pontos indica que a estrutura do hospital é adequada com poucas lacunas, com processos padronizados e resultados relevantes. Recebe a certificação PRATA. Pontuação acima de 350 pontos indica que a estrutura do hospital é adequada sem lacunas, com processos padronizados e resultados relevantes. Recebe a certificação OURO.

7 MAPA DA REGIÃO

8 FASE II Junho de 2008 Objetivo: 1.Construção de pólos e redes de apoio aos Hospitais Filantrópicos, 2.Desenvolver mecanismos de compartilhamento, entre seus membros das bases conceituais e das técnicas adquiridas através do Programa. 3.Trabalhar em conjunto com o DRS-VIII para adequar as propostas do Programa às demandas regionais.

9 4.Criar Comitê Regional de Revitalização dos hospitais filantrópicos. 5.Aprimorar as técnicas e conceitos propugnados pelo Programa e desenvolver outras ferramentas que possam ser compartilhadas e disseminadas pelos demais hospitais filantrópicos.

10 ENCONTRO EM SÃO JOAQUIM DA BARRA Participação dos três hospitais beneficiados pelo Programa. Participação da coordenação do Programa CEALAG/CPFL. Proposta: realização de seminário envolvendo toda região. Sensibilização e envolvimento dos municípios e hospitais.

11 ENCONTRO EM GUARÁ

12 ENCONTRO EM MIGUELÓPOLIS Organização do Comitê Regional. Proposta: Santa Casa de Franca e Santa Casa de Ituverava como condutores do processo. Ituverava responsável diretamente pelas Santas Casas de Guará, Miguelópolis e Igarapava. Franca responsável diretamente pelas Santas Casas de Patrocínio Paulista, Pedregulho, Morro Agudo e Sales de Oliveira.

13 Levantamento das necessidades e angústias dos participantes. Discussão com a rede para descoberta de vocação do município para preparação do trabalho a ser desenvolvido. Definição da construção conjunta do Planejamento Estratégico como ferramenta de trabalho para todos os envolvidos. Lançamento pelo CEALAG de questionário CQH adaptado para esta fase do Programa.

14 ENCONTRO EM FRANCA (DRS) 1ª Oficina Discussão sobre diagnóstico situacional local. Apresentação teórica das principais questões do Planejamento Estratégico. Troca de experiências entre hospitais. Deliberações: mobilizar lideranças locais para sensibilização quanto ao Programa pensando nas prioridades locais.

15 ENCONTRO EM PATROCINIO PAULISTA – 2ª Oficina Apresentação teórica: Visão, Missão e Valores. Discussão dos grupos e definição da Visão, Missão e Valores das Santas Casas participantes do programa. Apresentação do resultado e avaliação geral dos trabalhos. Definição da data, horário e local da próxima reunião e das atividades a serem desenvolvidas nas oficinas.

16 ENCONTRO EM ITUVERAVA 3ª Oficina Apresentação teórica: análise de ambiente. Divisão dos grupos e início dos trabalhos da oficina. Apresentação dos resultados e avaliação geral. Deliberação: discutir o objetivo do Programa de Revitalização com a diretoria das Santas Casas envolvidas, para desenvolvimento do plano de ação.

17 ENCONTRO EM FRANCA – 4ª Oficina Conceitos de Planos de Ação, objetivos estratégicos, metas e indicadores. Realização dos trabalhos de grupo para elaboração dos planos de ação. Apresentação dos resultados dos trabalhos. Posição, condição e expectativas de cada instituição perante o programa inclusive possibilidades de discussão de assuntos como: contratualização, compra conjunta, salário de médicos plantonistas, etc.

18 ENCONTRO EM PEDREGULHO 5ª Oficina Apresentação teórica: plano de ação. Discussão em grupos e apresentação dos resultados. Apresentação e discussão de formas de avaliação do andamento do processo de trabalho do Comitê Regional.


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