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Conhecimentos Bancários BANCO DO BRASIL 2012 Prof. José Carlos.

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1 Conhecimentos Bancários BANCO DO BRASIL 2012 Prof. José Carlos

2 Sistema Financeiro Nacional ESTRUTURA

3 Autoridades Monetárias Conselho Monetário Nacional -Órgão normativo por excelência, não lhe cabem funções executivas. -Fixa diretrizes das políticas monetária, creditícia e cambial.

4 Autoridades Monetárias Banco Central do Brasil -Órgão Executivo. - Cumpre e faz cumprir as disposições que regulam o funcionamento do sistema e as normas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional.

5 Autoridades de Apoio Com. de Valores Mobiliários -Órgão Normativo específico, voltado para o desenvolvimento a disciplina e a fiscalização do mercado de valores mobiliários não emitidos pelo Sistema Financeiro e pelo Tesouro Nacional, basicamente o mercado de ações e debêntures.

6 Autoridades de Apoio Com. de Valores Mobiliários Os poderes fiscalizatório e disciplinador da CVM foram ampliados para incluir as Bolsas de Mercadorias e Futuros, mercado de balcão organizado, entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários e bolsa de valores.

7 Produtos de Empréstimo CDC - Crédito Direto ao Consumidor. -O prazo e taxa varia de acordo com a linha de crédito pretendida pode ser de 2 a 96 meses, dependendo da política econômica.

8 Produtos de Empréstimo CDC com Interveniência - CDCI. - Os prazos e a composição de taxas são idênticos aos do CDC, embora menores pelo fato de não haver o risco do banco no nível do cliente, mas sim do interveniente.

9 Produtos de Empréstimo Crédito Diretíssimo - CD. -O banco assume a carteira dos lojistas e fica com os riscos do crédito.

10 Dinheiro de Plástico Existe hoje, uma série de alternativas de dinheiro de plástico que facilita o dia-a-dia das pessoas e representa um enorme incentivo ao consumo. Cartões Magnéticos. -É uma forma de expressão genérica de todos os cartões existentes no mercado.

11 Dinheiro de Plástico Cartões de Débito. -Utilizado especificamente para funções de débito, todavia podem ter um perfil desejado pelo comerciante, tal como prazo, carência. Cartões de Crédito. -Indutor ao crescimento de vendas e consumo.

12 Dinheiro de Plástico Cartão Private Label. -Parceria com uma loja específica. É o cartão que só pode ser usado em compras na loja que o emite.

13 Dinheiro de Plástico Cartão de Afinidade. -Parceria com entidades e organizações sem finalidade de lucro. Cartão de crédito em que grupos, organizações beneficentes, associações, clubes e afins exibem sua marca ou logotipo.

14 Dinheiro de Plástico - Vantagem para o grupo, é receber um percentual do faturamento da operadora e para a operadora, representa uma ampliação rápida e objetiva de sua base operacional de clientes.

15 Dinheiro de Plástico Cartões Co-Branded -Parceria com empresas. É uma variação dos cartões de afinidade, emitida por uma empresa reconhecida no mercado (FIAT, GM, FORD) em associação com uma operadora e um banco específico.

16 Dinheiro de Plástico Cartões Co-Branded -Traz vantagens para os associados, por exemplo, programas de incentivos, bônus, descontos ou milhas a cada compra efetuada.

17 Dinheiro de Plástico Cartões inteligentes. -Reúne características de todos os cartões, e possuem chips capazes de realizar operações com várias instituições, e suportam volume de dados até 200 vezes maior.

18 Dinheiro de Plástico Cartão de Valor Agregado (Stored- Value-Card) -É o dinheiro eletrônico em sua essência, emitido por um banco com valores previamente determinados, em geral de pequeno montante pré-pago.

19 Mercado de Câmbio Conceito -É aquele que envolve a negociação de moedas estrangeiras e as pessoas interessadas em movimentar essas moedas.

20 Mercado de Câmbio Instituições Autorizadas -Bancos Múltiplos com carteira comercial ou de investimento. -Bancos Comerciais e os Bancos de Investimento. -As SCFI, CTVM, DTVM Sociedades corretoras de câmbio, Correios, agências de turismo e meios de hospedagem de turismo, sendo essa...

21 Mercado de Câmbio Instituições Autorizadas...última opera exclusivamente na compra de moeda estrangeira em espécie. Os elementos que participam do mercado de câmbio se dividem nos que produzem divisas - trazem dólares para o País, e nos que cedem divisas - remetem dólares ao exterior.

22 Mercado de Câmbio Estrutura O mercado de câmbio no Brasil era até 04/03/05 oficialmente dividido em: Mercado de Câmbio de Taxas Livres (Dólar Comercial), destinado às operações de câmbio em geral, enquadrando-se neste segmento as operações comerciais de exportação/importação e...

23 Mercado de Câmbio Estrutura...as operações financeiras de empréstimos e financiamentos externos bem como o retorno ao exterior da remuneração destas operações.

24 Mercado de Câmbio Estrutura Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes -Legitimando um segmento de mercado que era até então considerado ilegal,....

25 Mercado de Câmbio Estrutura...enquadrando neste segmento as operações de compra e venda de câmbio a clientes e outras operações entre instituições financeiras como definidas pelo Banco Central.

26 Mercado de Câmbio Operações - São basicamente, a troca (conversão) da moeda de um país pela de outro. Em relação ao estabelecimento operador, elas se classificam como: -Compra/Venda. -Arbitragem: entrega de moeda estrangeira contra recebimento de outra moeda estrangeira.

27 Mercado de Câmbio No que concerne à forma como as trocas são feitas, podemos classificá- las em: -Câmbio manual: troca feita em espécie. -Câmbio sacado: troca e/ou operações feitas em papéis, contratos, cartas de crédito, ordens de pagamento, cheques, cheques de viagem.

28 Mercado de Câmbio Operações Estas conversões pode surgir em função de: Exportação: venda ao exterior de mercadorias e serviços para recebimento em moeda estrangeira. Importação: compra de mercadorias e serviços para pagamento em moeda estrangeira.

29 Mercado de Câmbio Operações Operações Financeiras: movimentação financeira de entrada ou saída de capitais de empréstimo, financiamento ou investimento do País.

30 Mercado de Câmbio -A legislação básica que regula o capital de empréstimo estrangeiro no Brasil consiste no seguinte: -Lei nº 4.131, de 03/10/62, que regulamenta os empréstimos diretos, isto é, do credor internacional ao tomador brasileiro de empréstimos.

31 Mercado de Câmbio -Resolução nº 2.770, (substituiu a Resolução 63, de 21/08/67, e todas as suas alterações posteriores) que regulamenta os empréstimos do credor internacional a um banco estabelecido no Brasil que, por sua vez, repassa os recursos às empresas brasileiras.

32 Mercado de Câmbio A partir dessa legislação, os capitais estrangeiros se movimentam das seguintes formas: -Empréstimos, capital transitório restituível. -Investimentos, capital fixo ou capital de risco.

33 Mercado de Câmbio -Financiamentos: compra e venda a médio ou longo prazo, vinculando-se portanto, à exportação ou importação.

34 Mercado de Câmbio Taxas de Câmbio Oficial (Antigo Dólar Comercial): Estabelecida para as operações oficiais de compra e venda de moeda no comércio exterior. Repasse e Cobertura: Estabelecida para as operações de repasse dos bancos ao BACEN.

35 Mercado de Câmbio É dada também uma relação de repasse e cobertura em todas as outras moedas conversíveis. Interbancário Pronta: Estabelecida para as operações de compra e venda de moeda entre os bancos no segmento comercial para entrega em 48 horas.

36 Mercado de Câmbio Mercado de Cabo: Estabelecida para compra e venda de moeda que será usado para transferência direta e para o exterior.

37 Mercado de Câmbio Mercado Paralelo: Estabelecida para compra e venda de moeda adquirida fora dos meios oficiais via doleiros.

38 Mercado de Câmbio É importante frisar que todas as operações de câmbio são realizadas como taxas líquidas, ou seja, quaisquer despesas, inclusive corretagens, quando houver, são cobradas separadamente, não influenciando na cotação.

39 Mercado de Câmbio Posições de Câmbio Posições de Câmbio -Vendida. -Comprada. -Nivelada.

40 Mercado de Câmbio Posições de Câmbio A posição de câmbio é conseguida pela soma aritmética dos valores comprados e vendidos, sem levar em consideração os prazos de liquidação das operações.

41 Mercado de Câmbio Por essa razão, um banco pode estar com uma posição comprada e, mesmo assim, ter indisponibilidade cambial ou estar com uma posição vendida e ter um disponibilidade cambial.

42 Mercado de Ações -Uma ação representa a menor parcela do capital social de uma sociedade por ações. -Pode ser dividido em duas etapas, mercado primário e o mercado secundário no qual as ações são comercializadas através das bolsas de valores.

43 Mercado de Ações Considerações: -Pregão, é o recinto onde se reúnem os operadores da bolsa de valores para executar as ordens de compra e venda dadas pelos investidores às suas corretoras.

44 Mercado de Ações Considerações: -Os negócios são realizados segundo três processos:

45 Mercado de Ações -Negociação comum, é a que se realiza entre dois representantes (em público, pregão). -Negociação direta, é aquela na qual o mesmo operador é, simultaneamente, o comprador e vendedor.

46 Mercado de Ações -Negociação por oferta, (indireta) realizada por dois operadores, sendo um deles representado pelo posto de negociação.

47 Mercado de Ações Mercado à vista Uma operação à vista é a compra ou venda, em pregão, de determinada quantidade de ações para liquidação imediata. -A liquidação física (entrega dos papéis) é feita em D+2, e a liquidação financeira (pagamento), em D+3.

48 Mercado de Ações Mercado à vista Tipos de Ordem de Compra e Venda: -Ordem a Mercado, é especificado a quantidade e as características dos títulos a comprar ou vender. -Ordem Limitada, é estabelecido o preço máximo ou mínimo. -Ordem Casada, é estabelecido a compra de um e a venda de outro

49 Mercado de Ações Mercado à vista -Ordem de Financiamento, Quando o investidor determina uma ordem de compra (ou venda) de um título em um tipo de mercado e outra concomitante de venda (ou compra) de igual título, no mesmo ou em outro mercado, com prazos de vencimento distintos.

50 Mercado de Ações Direitos e Proventos de Ações Dividendos, distribuição de parte dos lucros de uma empresa, em moeda, aos seus acionistas, por lei, no mínimo, 25% do lucro líquido do exercício.

51 Mercado de Ações Direitos e Proventos de Ações Bonificação, distribuição gratuita de novas ações aos acionistas, em função de aumento do capital por incorporação de reservas.

52 Mercado de Ações Direitos e Proventos de Ações Split ou Desdobramento, distribuição gratuita de novas ações aos acionistas, pela diluição do capital em maior número de ações, com o objetivo de dar liquidez aos títulos no mercado.

53 Mercado de Ações Direitos e Proventos de Ações Agrupamento ou Implit, condensação do capital em um menor número de ações com conseqüente aumento do valor patrimonial da ação, com objetivo, de valorizar sua imagem em mercado.

54 Mercado de Ações Direitos e Proventos de Ações Subscrição, direito aos acionistas de aquisição de ações por aumento de capital, com preço e prazo determinado.

55 Mercado de Ações Mercado a Termo No mercado a termo, o investidor se compromete a comprar ou vender uma certa quantidade de uma ação (chamada ação objeto), por um preço fixado e dentro de um prazo determinado. Prazo de 30 dias, entretanto, pode ser realizada em outros prazos.

56 Mercado de Ações Mercado Futuro de Ações É o mercado no qual se negociam lotes padrão de ações com datas de liquidação futura, escolhidas dentre aquela fixadas periodicamente pela bolsa. Permite a ambos participantes de uma transação reverter sua posição antes da data de vencimento.

57 Mercado de Ações Mercado Futuro de Ações A reversão da posição só é viável se houver liquidez no mercado futuro.

58 Mercado de Ações Mercado de Opções Quem compra uma opção tem um direito. Se a opção for de compra (call), o direito de comprar. Se a opção for de venda (put), o direito de vender. O mercado de opções negocia os direitos de compra ou de venda, mas não as ações diretamente.

59 Mercado de Ações Mercado de Balcão É um mercado de títulos sem local físico determinado para a realização das transações. São realizadas por telefone, entre as instituições financeiras. Neste mercado são negociadas ações de empresas não registradas nas bolsas de valores.

60 Caderneta de Poupança -É a aplicação mais simples e tradicional, em que se podem aplicar pequenas somas e ter liquidez, apesar da perda de rentabilidade para saques fora da data de aniversário da aplicação.

61 Caderneta de Poupança -É um produto exclusivo das SCI, BM com carteiras imobiliárias, APES e caixas econômicas. -Os recursos captados são aplicados de acordo com regras do BC, podendo serem alteradas em função de variáveis econômicas.

62 Caderneta de Poupança Atualmente a distribuição é: -No mínimo 65% em operações de financiamento imobiliário, sendo: -No mínimo 80% do percentual acima (cerca de 52%) em operações de financiamento habitacional no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação - SFH.

63 Caderneta de Poupança -O restante (cerca de 13%) em operações de financiamento imobiliário contratadas a taxas de mercado. -20% em encaixe obrigatório no BC.

64 Caderneta de Poupança -A taxa básica de juros, Selic, passa a ser parâmetro para o cálculo de rendimento da Caderneta de Poupança.

65 Caderneta de Poupança A nova regra passou a valer a partir de 04/05/12, vejamos: Selic igual ou inferior a 8,5% a.a: o rendimento será igual a 70% da Selic + T.R.

66 Caderneta de Poupança Selic superior a 8,5% a.a: o rendimento será igual a antiga regra ou seja: 6% a.a. capitalizado mensalmente + T.R.

67 Caderneta de Poupança -Depósitos recebidos nos dias 29,30 e 31 começam a contar rendimento a partir do dia primeiro do mês seguinte. -A remuneração é mensal para pessoas físicas e jurídicas sem fins lucrativos e, para pessoas jurídicas com fins lucrativos a remuneração é trimestral.

68 Caderneta de Poupança -O atual método de cálculo do percentual referente à remuneração básica dos depósitos de poupança, ou caderneta de poupança, está sendo definida pela Resolução de 3.409, de 27/09/06.

69 Caderneta de Poupança As aplicações em caderneta de poupança de pessoas físicas e jurídicas não-tributadas com base no lucro real são totalmente isenta de impostos.

70 Caderneta de Poupança As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real serão tributadas na declaração de rendimentos.

71 Direitos de Garantia Toda relação entre devedor e credor, tomador e investidor, pressupõe a exigência, por parte do credor, investidor, de garantias.

72 Direitos de Garantia As garantias se dividem em: Garantias pessoais: quando o que garante é o patrimônio da pessoa que presta a garantia, e são elas:

73 Direitos de Garantia Aval: Sempre será dado numa cambial (título de crédito), nunca em outro documento. Fiança: é garantia acessória, decorre sempre de obrigação contratual, refere- se a contratos nunca em títulos de créditos.

74 Direitos de Garantia Garantias reais: pressupõe o envolvimento de bens que são destacados do patrimônio e oferecidos em garantia, podem ser móveis ou imóveis e ainda próprio ou de terceiros. São exemplos de garantias reais:

75 Direitos de Garantia Hipoteca: envolve bem imóvel que pode ser próprio ou de terceiros, deve ser averbada, registrada no registro de imóveis competente, permanecendo a propriedade e o domínio útil com o devedor ou terceiros.

76 Direitos de Garantia Penhor: envolve bens móveis em se tratando de penhor comum ou legal. Existe ainda o penhor rural ou agrícola que são oferecidos em garantias, lavouras, gados, semoventes, máquinas etc...

77 Direitos de Garantia Penhor legal ocorre quando o credor pode reter bens de pessoas que adquiriram mercadorias ou foram usuários de serviços. Ex.: bagagem do hóspede enquanto não pagar a estadia, ou ainda documentos, relógios, óculos, armas, etc....

78 Direitos de Garantia Caução: envolve bens móveis, exclusivamente títulos de crédito ou dinheiro. O devedor a princípio que tenha bens móveis (títulos de crédito) transfere ao credor sob forma de endosso.

79 Direitos de Garantia Alienação Fiduciária: A mais utilizada das garantias reais, ocorre quando o bem objeto da garantia é também o bem objeto do financiamento.

80 Direitos de Garantia Considerações: -Em se tratando de garantias reais sempre que o bem (objeto de garantia) ficar em poder do devedor fica caracterizado a existência do fiel depositário.

81 Direitos de Garantia A lei considera como bens imóveis, navios, e aeronaves, logo serão objetos de hipoteca quando oferecidos em garantia.

82 Direitos de Garantia Fiança bancária: A fiança é uma obrigação escrita. É um contrato através do qual o banco (neste caso, o fiador) garante o cumprimento da obrigação de seu cliente (neste caso, o afiançado) junto a um credor em favor do qual a obrigação deve ser cumprida. (neste caso, o beneficiário)

83 Direitos de Garantia A totalidade de fianças em vigor não pode, em nenhum momento, exceder cinco vezes o Patrimônio de Referência do Banco. (Patrimônio Líquido)

84 Direitos de Garantia As cartas de fiança concedidas devem ser sempre por prazo determinado, não podendo exceder 12 meses, sendo que nas concorrência públicas, o prazo é de até seis meses.

85 Fundo Garantidor de Crédito É uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado. Considerações: -Reverteu os valores recolhidos pelo FGDLI (Fundo de Garantia de Depósitos e Letras Imobiliárias), para O FGC em sua totalidade extinguindo-o em seguida.

86 Fundo Garantidor de Crédito -Reverte a taxa de serviço da Reserva para a Promoção da Estabilidade da Moeda e do Uso do Cheque - RECHEQUE (correspondente à multa cobrada dos emitentes dos cheques sem provisão de fundos ), para o FGC, mantendo o seu recolhimento.

87 Fundo Garantidor de Crédito -O total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição, ou contra todas instituições do mesmo conglomerado financeiro, será garantido até o valor máximo de R$ ,00, identificado pelo respectivo CGC/CPF.

88 Fundo Garantidor de Crédito -É custeado por contribuições ordinárias participantes, devidas mensalmente,....

89 Fundo Garantidor de Crédito...resultando da aplicação da alíquota de 0,0125% sobre o montante dos saldos das contas correspondentes às obrigações objeto de garantia, devendo ser utilizados, para fins de cálculo do seu valor os dados constantes do balancete do mês imediatamente anterior.

90 Fundo Garantidor de Crédito São objetos de garantia, os seguintes créditos: -Depósitos à vista; -Depósitos de poupança; -Depósitos a prazo; -Letras de câmbio, imobiliárias e hipotecárias.

91 Títulos de Capitalização Sociedades de Capitalização É um investimento com características de um jogo onde se pode recuperar parte do valor gasto na aposta.

92 Títulos de Capitalização Sociedades de Capitalização É um produto típico de uma economia estabilizada e do valor aplicado pelo investidor, a instituição separa um percentual para a poupança, outro para sorteio e um terceiro para cobrir despesas.

93 Títulos de Capitalização São características dos títulos de capitalização: -Capital nominal, é o valor que o investidor vai resgatar ao final do plano, acrescido de correção e juros de 0,5% ao mês.

94 Títulos de Capitalização - Prêmio, é quanto o investidor paga pelo título que pode ser de uma só vez ou mensal. Nos planos com vigência igual a 12 meses os pagamentos são obrigatoriamente fixos. Planos com vigência superior, é facultada a atualização dos pagamentos, a cada 12 meses.

95 Títulos de Capitalização - Prazo, não pode ser inferior a um ano, podendo variar de 1 a 2 anos, e quanto menor o prazo do título, menor será sua perda com relação à poupança. -Carregamento, é a parte da prestação que vai cobrir as despesas e o lucro da instituição. É a taxa de administração.

96 Títulos de Capitalização -Provisão matemática, é a parcela da prestação que vai compor a poupança do investidor.

97 Planos de aposentadoria e pensão privados FAPI - É constituído sob a forma de um condomínio aberto e administrado por instituições financeiras monetárias, CTVM e DTVM, desde que estas últimas tenham capital realizado superior a R$ 15 milhões e estejam credenciados no SISBACEN ou, seguradoras Autorizadas pela SUSEP.

98 Planos de aposentadoria e pensão privados FAPI - Trata-se, de um fundo de investimento como os FIFS cujo objetivo é constituir para o aplicador um plano de complementação da aposentadoria básica da Previdência Social. Pode ser considerado, portanto, como um produto de previdência complementar na forma de um condomínio capitalizado.

99 Planos de aposentadoria e pensão privados Os novos planos de aposentadoria, regulamentados pela SUSEP, vem, em tese, substituir os antigos planos, cuja falta de transparência era o fator mais desestimulante. São eles:

100 Planos de aposentadoria e pensão privados PGBL Plano Gerador de Benefícios Livres: -Não tem garantia mínima de rendimento, e permite ao cliente escolher o perfil do risco desejado em função de seu horizonte de investimento.

101 Planos de aposentadoria e pensão privados PGBL Plano Gerador de Benefícios Livres: -Oferece ao investidor três modalidades distintas de investimentos na forma FIC/FAC, com riscos distintos:

102 Planos de aposentadoria e pensão privados Plano soberano: aplica os recursos apenas em títulos públicos federais; Plano renda fixa: em títulos públicos federais e outros com características de renda fixa; Plano composto: em títulos federais, renda fixa e até 49% em renda variável;

103 Planos de aposentadoria e pensão privados PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance) - Seu objetivo é garantir uma taxa e juros básica de remuneração, associada à uma correção por índice de preços além de um excedente financeiro, ambos predeterminados na contratação do plano.

104 Planos de aposentadoria e pensão privados PAGP (Plano com atualização Garantida de Performance) - Não garante uma taxa de juros, mas inclui a correção pelo índice de preços e o excedente financeiro predeterminados na contratação do plano.

105 Planos de aposentadoria e pensão privados VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) -Durante o período de contribuição variável, a remuneração estará baseada na rentabilidade da carteira de investimento do FIF, no qual estarão aplicados os respectivos recursos, sem garantia de remuneração mínima e da atualização de valores.

106 Planos de aposentadoria e pensão privados VRGP (Vida com remuneração Garantida e Performance) -Garante aos segurados, durante o período de contribuição, uma remuneração preestabelecida na contratação da taxa de juros e do índice de atualização dos valores além da reversão, parcial ou total, dos resultados financeiros obtidos.

107 Planos de aposentadoria e pensão privados VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance) -Garantem aos segurados, durante o período de contribuição, por meio da contratação de índice de preços, apenas a atualização dos valores e a reversão, parcial ou total, de resultados financeiros obtidos.

108 Mercado de Seguros Esse mercado surgiu da necessidade que as pessoas e as empresas têm de se associar para suportar coletivamente suas perdas individuais. As operações de seguros estão consolidadas em dois segmentos de seguros:

109 Mercado de Seguros -Seguros de Acumulação, são aqueles em que o segurado, ao pagar os Prêmios do seguro, forma uma reserva que, depois de determinado período, retorna para ele. Ex.:Previdência Complementar Aberta (PGBL e VGBL);Títulos de Capitalização.

110 Mercado de Seguros -Seguros de Risco, são todos os outros em que os prêmios só têm retorno para o segurado na forma de cobertura do eventual sinistro. Ex.: Elementares (Residencial, Comercial e Equipamentos); Vida Tradicional; Acidentes Pessoais; Saúde.

111 Mercado de Seguros Considerações: -Inicialmente é feito uma proposta, que após aceitada é transformado em apólice (contrato do seguro).

112 Mercado de Seguros - A apólice/contrato, pode ser modificado durante a vigência do contrato, desde que haja concordância entre as partes, através de um instrumento denominado endosso. -Nenhum seguro pode ser contratado sem o envolvimento de uma corretora de seguros.

113 Mercado de Seguros De forma a compatibilizar o seguro de um bem com o patrimônio e o risco aceito, podemos ter três formas de seguro, a saber: -Co-Seguro, é o seguro que distribui entre diversas seguradoras, dividindo- se entre elas os riscos, proporcionalmente às cotas de co- seguro distribuídas.

114 Mercado de Seguros -Resseguro, operação pela qual uma seguradora se alivia parcialmente do risco de um seguro já feito, contraindo um novo seguro em outra seguradora. -Retrocessão, Se o resseguro for ressegurado.

115 Instituto de Resseguros do Brasil -É o órgão que regula o cosseguro e o resseguro, bem como promove o desenvolvimento das operações de seguro segundo as diretrizes do CNSP.

116 Instituto de Resseguros do Brasil -É admitido três tipos de resseguradores no Brasil LC 126/2007: Local, terá preferência de 60% de todos resseguros nos três primeiros anos e 40% nos anos subseqüentes.

117 Instituto de Resseguros do Brasil Admitido, sede no exterior e representação no país, deverá ter capacidade financeira e rating Eventual, sede no exterior, deverá ter capacidade financeira e rating

118 Sociedades Seguradoras Uma seguradora nada mais é do que a administradora de um grande número de interesses que compõem a massa de segurados, devendo, assim, gerir de forma racional a aceitação de riscos cujos limites são difundidos pela SUSEP.

119 Corretoras de seguros São as instituições que intermedeiam o relacionamento das segurados com os segurados. Nenhum seguro pode ser contratado sem o envolvimento de uma corretora de seguros.

120 Conselho Nacional de Seguros Privados É o órgão que fixa as diretrizes e normas da política de seguros e resseguros, regulando e fiscalizando a orientação básica e o funcionamento dos componentes do sistema.

121 Superintendência de Seguros Privados SUSEP É o órgão executante da política traçada pelo CNSP.

122 Superintendência de Seguros Privados SUSEP Fiscaliza as seguradoras, as entidades abertas de previdência complementar, as sociedades de capitalização e as corretoras, e regulamenta as operações de seguros, fixando as condições da apólice, dos planos de operação e dos valores das tarifas.

123 Crédito Rural -É o suprimento de recursos financeiros para aplicação exclusiva nas atividades agropecuárias. -Apenas os bancos, comerciais e múltiplos com carteira comercial, compulsoriamente, operam neste segmento, oriundos de 25% dos volumes médios dos depósitos à vista.

124 Crédito Rural Os empréstimos com recursos obrigatórios e controlados dever ser feitos à taxa máxima de 6,75% ao ano, custeio e comercialização. 40% dos 25%, no mínimo, devem ser aplicados em créditos de até R$ 40 mil e os 60% restantes, em créditos superiores a este valor.

125 Crédito Rural As modalidades de crédito rural são: -Custeio agrícola e pecuário: recursos para...

126 Crédito Rural -...o ciclo operacional das atividades, tendo como prazo de financiamento o período máximo de 2 anos, para o agrícola e 1 ano para o pecuário, 2 anos beneficiamento. -Investimento agrícola e pecuário: recursos para investimento semifixo (tratores e colheitadeiras) tendo como prazo...

127 Crédito Rural - O período de até seis anos, e até 12 anos para investimentos fixos (açudes e estábulos). -Comercialização agrícola e pecuária: recursos para o beneficiamento e a industrialização dos produtos agropecuários, que sejam comercializados em até 240 dias após a liberação destes recursos, tem um prazo...

128 Crédito Rural...de financiamento de dois anos.

129 Crédito Rural Captação de Recursos Externos Resolução antiga Resolução 63. -Destinação específica para atividade rural; -É isenta de IOF e tem como prazo mínimo de amortização 180 dias.

130 Crédito Rural Captação de Recursos Externos -Deve ser registrada no FIRCE, departamento de capital estrangeiro.

131 Crédito Rural Empréstimo do Governo Federal O novo mecanismo é o Prêmio de Escoamento de Produto PEP. É melhor subsidiar a comercialização via PEP do que comprar a safra e carregar estoques com os riscos de desvios e perdas do EGF.

132 Crédito Rural Empréstimo do Governo Federal Finame Rural -Financia compra de máquinas sendo até 90% do investimento nas regiões incentivadas e 80% nas não incentivadas.

133 Crédito Rural Empréstimo do Governo Federal Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. -Reúne os bancos BB, BNB, BASA e os Bancos Estaduais; -Juros baixos subsidiados ou equivalência do produto.

134 Crédito Rural Seguro da Atividade Rural -Programa de Garantia da Atividade Agropecuária ( PROAGRO). -Cobre no mínimo 70% e, no máximo 100%. -Conta agora com o Sistema de Redução...

135 Crédito Rural Seguro da Atividade Rural...de Riscos Agrícolas, que restringiu as indenizações a somente quatro eventos: geada, granizo, tromba d'água e vendaval.

136 Crédito Rural BB Convir Convir é um convênio de integração rural entre o Banco do Brasil e empresas integradoras que industrializam, beneficiam ou comercializam produção agropecuária.

137 Crédito Rural BB Convir O convênio permite financiar a atividade desenvolvida pelos produtores rurais integrados a essas empresas, em custeio ou investimento, por meio das diversas linhas de crédito rural disponíveis.

138 Crédito Rural BB Convir Vantagens para as empresas integradoras: -Segurança quanto à época de entrega e à quantidade da produção; -Melhor gerenciamento da qualidade da produção, devido à assistência técnica prestada aos produtores;

139 Crédito Rural BB Convir Vantagens para as empresas integradoras: -Maior independência em relação às pressões do mercado para aquisição da produção.


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