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CIRCUITO DE COMERCIALIZAÇÃO DA REDE ECOVIDA DE AGROECOLOGIA.

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Apresentação em tema: "CIRCUITO DE COMERCIALIZAÇÃO DA REDE ECOVIDA DE AGROECOLOGIA."— Transcrição da apresentação:

1 CIRCUITO DE COMERCIALIZAÇÃO DA REDE ECOVIDA DE AGROECOLOGIA

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4 COMPOSIÇÃO DO CIRCUITO São Paulo: Associação Cooperafloresta de Barra do Turvo Paraná: Aopa de Curitiba, Associação dos Produtores Orgânicos do Médio Oeste do Paraná - Apomop, Cooperativa das Famílias Agroecológicas de São Mateus do Sul - Cofaeco, Associação dos Produtores Ecológicos de Palmeira – Apep Santa Catarina: Centro Vianei - Lages, CEPAGRO - Florianópolis, Cooperativa Ecoserra - Lages, Comsol, AS-PTA - Porto União, Cemear – Presidente Getúlio, Acevam – Praia Grande, CooperContestado – Lebon Régis, Associação de Garopaba... Rio Grande do Sul: Associação Ecoterra de Três Arroios, Centro de Alternativas Populares – Cetap – Passo Fundo

5 REUNIÃO DO CIRCUITO

6 MAPA DE ROTAS DO CIRCUITO DO REDE ECOVIDA

7 ROTA DE SANTA CATARINA SERRA - ALTO VALE – LITORAL

8 PRINCÍPIOS Os produtos comercializados pelo circuito têm que ser agroecológicos com Certificação da Rede Ecovida Qualquer organização para participar do circuito deve fazer parte da Rede Ecovida Quem vende deve também levar produtos dos demais (intercâmbio e circulação de produtos) Isto permite troca de produtos de outras regiões, complementando a relação de produtos em oferta nos mercados diversos, como feiras livres, alimentação escolar, pontos de vendas e outros mercados nas estações

9 PRINCÍPIOS O agricultor deve ser familiar e ecológico; Comercializar o que exceder a necessidade de consumo familiar. Prever primeiro o que é necessário para o sustento familiar e depois vender o excedente; Considerar que o circuito constrói alternativas para os agricultores familiares ecologistas. A lógica estabelecida é diferente das lógicas que estão em funcionamento nos formatos convencionais; A política é de construção de preços justos. É necessário ter critérios para os preços. Considerando todas as etapas, mas principalmente que os produtos comercializados possam remunerar o trabalho dos agricultores e que sejam acessíveis aos consumidores CONSTRUIR PLANILHA ABERTA – por todas as estações-núcleo e sub-estações

10 PRINCÍPIOS O circuito não deve ter estrutura, sua gestão de funcionamento ocorre através dos encontros periódicos das organizações parceiras; Cada estação tem uma instituição responsável, porém quem banca o processo, incluindo os custos, são as organizações e ou pessoas que operacionalizam a comercialização e que formam as parcerias da estação; Os pedidos ficam sob a responsabilidade do contato de cada estação- núcleo, o qual tem que estar com todas as informações em dia predeterminado para fechar todas as rotas;. Produtos ofertados e demandados para dentro do circuito ficam de responsabilidade do contato de cada estação-núcleo;

11 PRINCÍPIOS Sobre a utilização das estruturas: utilizar as estruturas físicas já existentes do circuito, as estações-núcleo que tiverem estrutura para chegada de produtos devem fazer a negociação anterior com o contato da estação-núcleo Os encontros periódicos do circuito se constituem no espaço de gestão-negociação dos preços. É responsabilidade de cada estação- núcleo descentralizar a gestão dos preços até os agricultores.

12 PRINCÍPIOS Os produtos devem ter padrão definido, avaliados por quem recebe em cada estação-núcleo; As trocas e avaliação dos produtos devem ser de responsabilidade do contato de cada estação núcleo; Pagamentos e acertos serão estabelecidos nas reuniões periódicas do circuito;

13 DADOS DA COMERCIALIZAÇÃO KG 74 TIPOS DE ALIMENTOS R$ 1,5 MILHÕES

14 ESTAÇÃO LAGES - REDE DE AGROECOLOGIA DO TERRITÓRIO SERRA CATARINENSE

15 NÚCLEO PLANALTO SERRANO

16 ESTAÇÃO LAGES - COOPERATIVA REGIONAL DE COMERCIALIZAÇÃO


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