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DOENÇAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO RELACIONADAS AO TRABALHO O SISTEMA RESPIRATÓRIO MANTÉM A MAIOR ÁREA DO CORPO HUMANO EM CONTATO COM O MEIO EXTERNO, COM.

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1 DOENÇAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO RELACIONADAS AO TRABALHO O SISTEMA RESPIRATÓRIO MANTÉM A MAIOR ÁREA DO CORPO HUMANO EM CONTATO COM O MEIO EXTERNO, COM UMA SUPERFÍCIE ALVEOLAR DE APROXIMADAMENTE 70 m², PORTANTO, COM UM ESTREITO CONTATO COM CONTAMINANTES EXTERNOS. UM VOLUME CONSIDERÁVEL DE AR ATINGE O SISTEMA RESPIRATÓRIO, EM TORNO DE 5 A 6 LITROS/MINUTO, ESTANDO O ORGANISMO EM REPOUSO E PODE CHEGAR ATÉ 30 LITROS/ MINUTO DURANTE OS ESFORÇOS FÍSICOS. O PULMÃO É ALTAMENTE PERMEÁVEL E RICAMENTE VASCULARIZADO, O QUE PERMITE A ABSORÇÃO DE DIVERSAS SUBSTÂNCIAS. TAIS CARACTERÍSTICAS FACILITAM O PROCESSO DE ADOECIMENTO. A POLUIÇÃO DO AR EM AMBIENTES DE TRABALHO ASSOCIA-SE A UMA EXTENSA GAMA DE DOENÇAS DO TRATO RESPIRATÓRIO, QUE PODEM AFETAR DESDE O NARIZ ATÉ O ESPAÇO PLEURAL

2 CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS PULMONARES DOENÇAS AGUDAS: TRATO RESPIRATÓRIO ALTO: IRRITAÇÃO/INFLAMAÇÃO DE CAVIDADES NASAIS E SEIOS DA FACE, FARINGE E LARINGE, POR INALAÇÃO DE GASES OU PARTICULADOS IRRITANTES E/OU TÓXICOS TRATO RESPIRATÓRIO BAIXO: ASMA OCUPACIONAL ( INCLUINDO BISSINOSE E SÍNDROME DE DISFUNÇÃO REATIVA DAS VIAS AÉREAS DOENÇAS DO PARÊNQUIMA PULMONAR: PNEUMONITES POR HIPERSENSIBILIDADE PNEUMONITES TÓXICAS DOENÇAS PLEURAIS: DERRAME PLEURAL

3 CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS PULMONARES DOENÇAS CRÔNICAS: TRATO RESPIRATÓRIO ALTO: ÚLCERA DE SEPTO NASAL TRATO RESPIRATÓRIO BAIXO: BRONQUITE CRÔNICA OCUPACIONAL ENFISEMA PULMONAR LIMITAÇÃO CRÔNICA AO FLUXO AÉREO DOENÇAS DO PARÊNQUIMA PULMONAR SILICOSE ASBESTOSE PNEUMOCONIOSE DOS TRABALHADORES DO CARVÃO OUTRAS PNEUMOCONIOSES ( INCLUINDO REAÇÕES GRANULOMATOSAS ) DOENÇAS PLEURAIS FIBROSE PLEURAL ( EM PLACAS OU DIFUSA ) CARCINOMA DO TRATO RESPIRATÓRIO ADENOCARCINOMA DOS SEIOS DA FACE CARCINOMA BRONCOGÊNICO MESOTELIOMA

4 DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS AO TRABALHO HISTÓRIA CLÍNICA-OCUPACIONAL COMPLETA, EXPLORANDO OS SINTOMAS RESPIRATÓRIOS, SINAIS CLÍNICOS E EXAMES COMPLEMENTARES, O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO TEMPORAL ADEQUADA ENTRE O EVENTO E AS EXPOSIÇÕES A QUE FOI SUBMETIDO O TRABALHADOR. CONSIDERANDO A LATÊNCIA DE CERTAS PATOLOGIAS, COMO POR EXEMPLO, AS NEOPLASIAS DO PULMÃO E PLEURA, SÃO IMPORTANTES AS INFORTMAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA OCUPACIONAL DO INDIVÍDUO E DE SEUS PAIS, COMO NO CASO DA EXPOSIÇÃO PREGRESSA AO ASBESTO TRAZIDO DO LOCAL DO TRABALHO NOS UNIFORMES PROFISSIONAIS CONTAMINANDO O AMBIENTE FAMILIAR. TABÉM DEVEM SER CONSIDERADAS A MANIPULAÇÃO DE RESINAS, ÉPOXI, MASSAS PLÁSTICAS, SOLDA, MADEIRAS ALERGÊNICAS EM ATIVIDADES DE LAZER, OU TRABALHO EXTRA POR CONTA PRÓPRIA, QUE PODEM ESCLARECER CERTOS ACHADOS QUE NÃO SE EXPLICAM PELA HISTÓRIA OCUPACIONAL; INFORMAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS EXISTENTES E ESTUDO DO CONHECIMENTO DISPONÍVEL NA LITERATURA ESPECIALIZADA; INFORMAÇÕES SOBRE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO TRABALHADOR E SOBRE AS AVALIAÇÕES AMBIENTAIS, FORNECIDAS PELO EMPREGADOR OU COLHIDAS EM INSPEÇÃO DA EMPRESA/LOCAL DE TRABALHO.

5 DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS AO TRABALHO EXAMES COMPLEMENTARES MAIS UTILIZADOS: RADIOGRAFIAS DO TÓRAX; PROVAS DE FUNÇÃO PULMONAR ( ESPIROMETRIA, VOLUMES PULMONARES, DIFUSÃO DE CO2 ) BRONCOSCOPIA COM LAVADO BRONCOALVEOLAR; BIÓPSIA; TESTES CUTÂNEOS; GASOMETRIA ARTERIAL; HEMOGRAMA; ENTRE OUTROS. OBSERVAÇÃO: APESAR DE TODO AVANÇO TECNOLÓGICO OCORRIDO NA ÁREA DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS, O DIAGNÓSTICO DEFINITIVO DE PNEUMOCONIOSE AINDA DEPENDE BASICAMENTE DA INTERPRETAÇÃO DO RADIOGRAMA DE TÓRAX. A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CONVENCIONAL, POUCO ACRESCENTOU COMO MÉTODO DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS INTERSTICIAIS DIFUSAS. COM O ADVENTO DOS APARELHOS DE QUARTA GERAÇÃO ( NÍVEL DE RESOLUÇÃO DE 200μm -TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ALTA RESOLUÇÃO ), HOUVE UM AVANÇO NA DETECÇÃO E QUALIFICAÇÃO DAS IMAGENS INTERSTICIAIS, INCLUINDO ALGUMAS PNEUMOCONIOSES, COMO A ASBESTOSE.

6 PNEUMOCONIOSES Conceito : São Reações Teciduais Crônicas a Presença de Poeiras nos Sacos Alveolares e Alvéolos. Classificação anátomo- patológica : Pneumoconioses Não Colágena Pneumoconioses Colágenas PNEMOCONIOSES NÃO COLÁGENAS São aquelas devidas as poeiras não fibrogênicas Não alteram a estrutura alveolar; A reação do estroma pulmonar é mínima e consiste de fibras de reticulina; A reação a poeira é potencialmente reversível. PNEUMOCONIOSES COLÁGENAS Alteram permanentemente ou destroem a estrutura alveolar; A reação colágena do estroma vai de grau médio até máximo; Estado cicatricial permanente nos pulmões.

7 SILICOSE CONCEITO: É A PRINCIPAL PNEUMOCONIOSE NO BRASIL, CAUSADA POR INALAÇÃO DE POEIRA DE SÍLICA LIVRE CRISTALINA ( QUARTZO ). CARACTERIZA-SE POR UM PROCESSO DE FIBROSE, COM FORMAÇÃO DE NÓDULOS ISOLADOS NOS ESTÁGIOS INICIAIS E NÓDULOS CONGLOMERADOS E DISFUNÇÃO RESPIRATÓRIA NOS ESTÁGIOS AVANÇADOS. OS SINTOMAS, NORMALMENTE, APARECEM APÓS PERÍODOS LONGOS DE EXPOSIÇÃO CERCA DE 10 A 20 ANOS. A FORMA AGUDA, É UMA DOENÇA EXTREMAMENTE RARA, ESTANDO ASSOCIADA À EXPOSIÇÃO A ALTAS CONCENTRAÇÃO DE POEIRA. ATIVIDADES DE RISCO: - INDÚSTRIA EXTRATIVA MINERAL: MINERAÇÃO SUBTERRÂNEA E DE SUPERFÍCIE; - BENEFICIAMENTO DE MINERAIS: CORTE DE PEDRAS, BRITAGEM, MOAGEM E LAPIDAÇÃO; - INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO: CERÂMICAS, FUNDIÇÕES ( QUE UTILIZAM AREIA NO PROCESSO ), VIDRO, ABRASIVOS, MARMORARIAS, CORTE E POLIMENTO DE GRANITO, COSMÉTICOS; - ATIVIDADES MISTAS: PROTÉTICOS, CAVADORES DE POÇOS, JATEADORES DE AREIA.

8 PATOGÊNESE DA SILICOSE SÍLICA MACRÓFAGO LISE CELULAR ANTÍGENOS CÉLULAS IMUNOGÊNICAS MATERIAL HIALINO FATOR FIBROGÊNICO FIBROSE

9 DIAGNÓSTICO DA SILICOSE RADIOGRAFIA DE TÓRAX: PRESENÇA DE OPACIDADES REGULARES QUE SE INICIAM NOS LOBOS SUPERIORES, PODENDO SER VISUALIZADAS NOS CAMPOS MÉDIOS E INFERIORES NAS FASES INCIPIENTES. A PROGRESSÃO DAS LESÕES LEVA AO AUMENTO DA PROFUSÃO E AUMENTO DO DIÂMETRO DOS NÓDULOS, CHEGANDO A COALESCÊNCIA E A GRANDES OPACIDADES, QUE APARECEM NOS CAMPOS SUPERIORES E MÉDIOS, CRESCENDO EM DIREÇÃO AOS HILOS ( CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE RADIOGRAFIAS DE PNEUMOCINIOSE DA OIT ). TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO TÓRAX DE ALTA RESOLUÇÃO: ATÉ O PRESENTE, NÃO HÁ DADOS QUE INDIQUEM UM MELHOR RENDIMENTO DO EXAME EM RELAÇÃO AOS RAIOS X NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DA SILICOSE; FUNÇÃO PULMONAR: INDISPENSÁVEL NO ESTABELECIMENTO DA INCAPACIDADE; BIÓPSIA PULMONAR: INDICAÇÕES RESTRITAS; GASOMETRIA ARTERIAL DE REPOUSO E EXERCÍCIO: HIPOXEMIA PRESENTE NAS FASES AVANÇADAS. OBSERVAÇÃO: O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DEVE SER FEITO, PRINCIPALMENTE, COM TURBECULOSE PULMONAR E CARCINOMA BRONCOGÊNICO, AMBOS TAMBÉM CONSIDERADOS COMO COMPLICAÇÕES EVOLUTIVAS DA PRÓPRIA SILICOSE

10 QUADRO CLÍNICO: A SILICOSE PODE APRESENTAR-SE EM TRÊS FORMAS: AGUDA: FORMA RARA, ASSOCIADA À EXPOSIÇÃO MACIÇA À SÍLICA LIVRE, EM JATEAMENTO DE AREIA OU MOAGEM DE QUARTZO PURO, APARECE DENTRO DOS CINCO PRIMEIROS ANOS DE EXPOSIÇÃO COM SOBREVIDA EM TORNO DE UM ANO; SUBAGUDA: ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS PRECOCES, APÓS CINCO ANOS DE EXPOSIÇÃO; CRÔNICA: LATÊNCIA LONGA, OS SINTOMAS APARECEM NAS FASES TARDIAS. SÃO FATORES IMPORTANTES PARA SEU DESENCADEAMENTO: - CONCENTRAÇÃO DA POEIRA EM SUSPENSÃO OU NÚMERO DE PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO; - TEOR DE SÍLICA NA PARTÍCULA; - TAMANHO DAS PARTÍCULAS.

11 QUADRO CLÍNICO: SINTOMAS INICIAIS: - DISPNÉIA DE ESFORÇO PRINCIPALMENTE SE COEXISTE SÍDROME BRONQUÍTICA; - DOR TORÁCICA NÃO LOCALIZADA; - QUEIXAS DE ORDEM GERAL: TONTURA, FRAQUEZA, SUDORESE: - RARAS OU PEQUENAS OPACIDADES OU RETICULAÇÕES ANODULARES; - FALTA DE CORRELAÇÃO CLÍNICO/RADIOLÓGICO. QUADROS AVANÇADOS: - DISPNÉIA INTENSA; - BRONQUITE CRÔNICA; - COR PULMONALE - RADIOLOGIA: MICRONODULAÇÕES DISSENMINADAS AS VEZES COM ÁREAS DS FIBROSE COM AGLOMERAÇÃO DE NÓDULOS.

12 ASBESTOSE CONCEITO: É UMA PNEUMOCONIOSE ASSOCIADA AO ASBESTO OU AMIANTO, É UMA DOENÇA, DE CARATER PROGRESSIVO E IRREVERSÍVEL, PODE SE MANIFESTAR ANOS APÓS CESSADA A EXPOSIÇÃO. ATIVIDADES DE RISCO: FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE CIMENTO AMIANTO, MATERIAIS DE FRICÇÃO COMO PASTILHAS DE FREIO, MATERIAIS DE VEDAÇÃO, PISO E PRODUTOS TÊXTEIS, COMO MANTAS E TECIDOS RESISTENTES AO FOGO etc. QUADRO CLÍNICO: CARACTERIZA-SE POR DISPNÉIA DE ESFORÇO, CREPTAÇÕES NAS BASES E BAQUETEAMENTO DIGITAL NAS FASES TARDIAS.

13 OUTRAS DOENÇAS ASSOCIADAS À EXPOSIÇÃO AO ASBESTO ALTERAÇÕES PLEURAIS: AS PLACAS PLEURAIS SÃO, DENTRE TODAS AS PATOLOGIAS ASSOCIADAS AO ASBESTO, AS MAIS PREVALENTES. CÂNCER DE PULMÃO: A ASSOCIAÇÃO ENTRE EXPOSIÇÃO AO ASBESTO E O CÂNCER DE PULMÃO FOI COMPROVADA DE FORMA DEFINITIVA: - EXISTE UMA ASSOCIAÇÃO MAIS NÍTIDA ENTRE EXPOSIÇÃO A ANFIBÓLIOS E CÂNCER DO QUE À CRISOTILA; - O RISCO DE CÂNCER VARIA DE ACORDO COM O RAMO DE ATIVIDADE, SENDO MAIOR NA INDÚSTRIA TÊXTIL QUE UTILIZA ASBESTO DO QUE NA MINERAÇÃO. MESOTELIOMA: OS MESITELIOMAS MALIGNOS OCORREM NA PLEURA, PERITÔNIO E PERICÁRDIO. OITENTA POR CENTO DOS CASOS SÃO RELACIONADOS A EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL OU AMBIENTAL AO ASBESTO.

14 PROCEDIMENTOS APÓS CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA: AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE DE AFASTAMENTO ( TEMPORÁRIO OU PERMANENTE ) DO TRABALHADOR DA EXPOSIÇÃO, DO SETOR DE TRABALHO OU DO TRABALHO COMO UM TODO; SOLICITAR EMISSÃO DA CAT E PRENCHER O LEM; ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DA EVOLUÇÃO DO CASO, PARTICULARMENTE SE HOUVER PIORAS OU AGRAVAMENTO NO RETORNO AO TRABALHO; NOTIFICAÇÃO DO AGRAVO AO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO SUS, À DRT E AO SINDICATO DA CATEGORIA; VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA VISANDO A IDENTIFICAÇÃO DE OUTROS CASOS, POR MEIO DE BUSCA ATIVA ( EMPRESA, AMBIENTE DE TRABALHO, OUTRAS EMPRESAS DO MESMO RAMO DE ATIVIDADE); VIGILÂNCIA SANITÁRIA PROCURANDO IDENTIFICAR OS FATORES DE RISCO PARA A SAÚDE, AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA, OS EQUIPAMENTOS E AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL UTILIZADAS; IDENTIFICAÇÃO E RECOMENDAÇÃO AO EMPREGADOR QUANTO AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO E CONTROLE A SEREM ADOTADAS, INFORMANDO- AS AOS TRABALHADORES.

15 MEDIDAS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO DA EXPOSIÇÃO AOS FATORES DE RISCO SUBSTITUIÇÃO DE TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO POR OUTRAS COM MENOR RISCO À SAÚDE; ISOLAMENTO DO AGENTE/SUBSTÂNCIA OU ENCLAUSURAMENTO DO PROCESSO; MEDIDAS RIGOROSAS DE HIGINE E SEGURANÇA DO TRABALHO, COMO ADOÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO LOCAL EXAUSTORA E GERAL ADEQUADOS E EFICIENTES, UTILIZAÇÃO DE CAPELAS DE EXAUSTÃO, MANUTENÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS; MONITORAMENTO AMBIENTAL SISTEMÁTICO, ADOÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS E DE TRANSPORTE, CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS SEGUNDO PROPRIEDADES TOXICOLÓGICAS; DIMINUIÇÃO DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO E DO NÚMERO DE TRABALHADORES EXPOSTOS; FORNECIMENTO DO EPI ADEQUADOS, DE MODO COMPLEMENTAR ÀS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA.


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