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LOGÍSTICA EMPRESARIAL – MODULO 9 LOGÍSTICA EMPRESARIAL – MODULO 9 TRANSPORTES.

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1 LOGÍSTICA EMPRESARIAL – MODULO 9 LOGÍSTICA EMPRESARIAL – MODULO 9 TRANSPORTES

2 ESCALA DOS FLUXOS DE TRANSPORTES URBANAINTERURBANAINTERNACIONAL PASSAGEIROSÔNIBUSTREMMETRÔ AUTOMÓVEL PARTICULAR TAXIVANÔNIBUSAUTOMÓVELPARTICULARAVIÃOTREMÔNIBUSNAVEGAÇÃOAUTOMÓVELPARTICULARAVIÃO CARGASCAMINHÃOVANMOTOCICLETACAMINHÃOTREMNAVEGAÇÃODUTONAVEGAÇÃOCAMINHÃOTREMAVIÃODUTO T IPODEDEMANDA

3 SISTEMAS INTERMODAL E MULTIMODAL A otimização das operações de transportes inclui a utilização conjunta de vários tipos de modais, de forma a obter o máximo de cada um deles.

4 SISTEMAS INTERMODAL E MULTIMODAL É a integra ç ão de todos os tipos de transportesÉ a integra ç ão de todos os tipos de transportes. Eficiência, rapidez e seguran ç a não podem ser comparados separadamente quando se decide transportar qualquer mercadoriaEficiência, rapidez e seguran ç a não podem ser comparados separadamente quando se decide transportar qualquer mercadoria.

5 INTERMODALIDADE Utilização conjunta de mais de um modal, onde são utilizados documentos fiscais individuais para cada tipo de modal. Lei 9.611, de 19 de fevereiro de 1988, regulamentou a figura do operador de transporte multimodal ( OTM ), que pode realizar operações porta a porta ( da origem ao destino ) regidas por um único contrato. Há necessidade de possuir ativos necessá rios à execução do transporte.

6 MULTIMODALIDADE Integração total da cadeia de transporte, de modo a permitir um gerenciamento integrado dos modais utilizados. Aplicação de um único documento nas operações de transferência. Uma das maiores dificuldades apresentadas na utilização está na operação de transbordo de carga de um modal para outro.

7 Tipos de Transportes Rodovi á rioRodovi á rio A é reo A é reo Ferrovi á rioFerrovi á rio Á quavi á rio Á quavi á rio DutosDutos

8 TRANSPORTE E CARGAS Rodovia: ideal para cargas de peso m é dio e para distâncias de 500 km, com prazo de entregaRodovia: ideal para cargas de peso m é dio e para distâncias de 500 km, com prazo de entrega em torno de 24 horas. em torno de 24 horas.

9 TRANSPORTE E CARGAS Ferrovia : Ferrovia : indicada para cargas pesadas, com valor agregado relativamente baixo e ou menos visadas, com o prazo de entrega bem equacionado.indicada para cargas pesadas, com valor agregado relativamente baixo e ou menos visadas, com o prazo de entrega bem equacionado. Deve ser utilizado para distâncias superiores a 500 km e inferiores a km.Deve ser utilizado para distâncias superiores a 500 km e inferiores a km.

10 TRANSPORTE E CARGAS A é reo : cargas leves de maior valor agregado, distâncias acima de km e menor tempo para entrega.A é reo : cargas leves de maior valor agregado, distâncias acima de km e menor tempo para entrega.

11 TRANSPORTE E CARGAS AQUAVI Á RIO :AQUAVI Á RIO : Cargas diversas, tendência conteinerizada, face à rapidez na movimenta ç ão de embarque e desembarque, garantia na qualidadeCargas diversas, tendência conteinerizada, face à rapidez na movimenta ç ão de embarque e desembarque, garantia na qualidade do produto at é seu destino. do produto at é seu destino. Prazo de entrega bem equacionada e valor de frete considerado aceit á vel.Prazo de entrega bem equacionada e valor de frete considerado aceit á vel.

12 TRANSPORTE E CARGAS DUTOS :DUTOS : Produtos especializados na forma de g á s, l í quida e granulada, no sistema pipeline com terminais e rotas fixas.Produtos especializados na forma de g á s, l í quida e granulada, no sistema pipeline com terminais e rotas fixas. Transfere grande quantidade de produtos.Transfere grande quantidade de produtos.

13 TRANSPORTE RODOVIÁRIO RODOVIÁRIO

14 Rodovias ( km ) Extensão : km Pavimentado : km Não pavimentada: km Estado de conservação: TRANSPORTE RODOVIÁRIO - A MALHA BRASILEIRA FONTE: ANUÁRIO EXAME-INFRAESTRUTURA Gestão Pública Gestão Privada Ótimo/bom32,4% Ótimo/bom 32,4% Ótimo/bom 87,3% Regular 37,6% Regular 11,3% Ruim/péssimo 30,0% Ruim/péssimo 1,4%

15 Condições das estradas: 69% das estradas estão em estado 69% das estradas estão em estado péssimo, ruim ou regular. péssimo, ruim ou regular. por asfalto danificado, buracos ou por asfalto danificado, buracos ou pela falta de sinalização. pela falta de sinalização. faltam investimentos e planejamento. faltam investimentos e planejamento. FONTE: ANUÁRIO EXAME – INFRAESTRUTURA – 2010 / 2012

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19 o frete em estrada ruim custa o frete em estrada ruim custa 40% a mais, repassando-se o 40% a mais, repassando-se o custo para o consumidor final. custo para o consumidor final. se a estrada está em estado se a estrada está em estado péssimo, eleva em 70% o péssimo, eleva em 70% o custo do frete. custo do frete. Condições das estradas : FONTE: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS USÁRIOS DE TRANSPORTE DE CARGAS ( ANUT ) – DEZ 2009

20 uma estrada em condições ruins ocasiona uma estrada em condições ruins ocasiona um consumo de combustível 57% acima do um consumo de combustível 57% acima do normal. normal. um aumento de 37% de custos operacionais. um aumento de 37% de custos operacionais. 50% dos acidentes. 50% dos acidentes. o custo desses acidentes nas estradas o custo desses acidentes nas estradas federais é de U$ 24 bilhões anuais. federais é de U$ 24 bilhões anuais. O custo da má conservação:

21 os custos podem ser reduzidos entre os custos podem ser reduzidos entre 8% e 10%. 8% e 10%. trechos de longa distância, podem trechos de longa distância, podem ser percorridos em até 48 horas, ser percorridos em até 48 horas, contra o dobro do tempo em contra o dobro do tempo em estradas ruins. estradas ruins. menores perdas nos produtos menores perdas nos produtos transportados por caminhões. transportados por caminhões. Malha rodoviária em boas condições:

22 Condições das estradas: os investimentos públicos em rodovias estão os investimentos públicos em rodovias estão aquém do reclamado pelo setor privado. aquém do reclamado pelo setor privado. foram R$ 12,2 bilhões de 2005 à 2007 em foram R$ 12,2 bilhões de 2005 à 2007 em média anual de R$ 4,1 bilhões. média anual de R$ 4,1 bilhões. são necessários R$ 13 bilhões por ano, entre são necessários R$ 13 bilhões por ano, entre recursos públicos e privados durante cinco recursos públicos e privados durante cinco anos para recuperar a malha rodoviária. anos para recuperar a malha rodoviária. FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INFRA-ESTRUTURA E INDUSTRIA DE BASE ( ABDIB ) – DEZ 2008

23 Controles de pesagem no Brasil faltam recursos para implantação e manutenção faltam recursos para implantação e manutenção de postos de fiscalização e pesagem. de postos de fiscalização e pesagem. calculos do MT estimam que 30% da frota de calculos do MT estimam que 30% da frota de caminhões trafega com peso acima do permitido. caminhões trafega com peso acima do permitido. o excesso de peso da frota, reduz a vida útil o excesso de peso da frota, reduz a vida útil da pavimentação asfáltica em até 80%. da pavimentação asfáltica em até 80%. FONTE: MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES- 2000

24 A frota de veículos no Brasil: Brasil : veículos automotores Brasil : veículos automotores Automovel: Automovel: Caminhão: Caminhão: Camionetes: Camionetes: Utilitários: Utilitários: Fonte: DENATRAN junho 2012

25 A frota de veículos no Brasil: Brasil : veículos automotores Brasil : veículos automotores Ônibus: Ônibus: Microônibus: Microônibus: Motocicleta: Motocicleta: Fonte: DENATRAN junho 2012

26 Malha rodoviária em Pernambuco Extensão: Km km de estradas pavimentadas km de estradas pavimentadas km não pavimentadas km não pavimentadas. ótimo/bom 13,7% ótimo/bom 13,7% regular/ruim/péssimo 86,3% regular/ruim/péssimo 86,3% caminhões e ônibus caminhões e ônibus carros carros. Fonte: DENATRAN PLANO NACIONAL DE VIAÇÃO PLANO NACIONAL DE VIAÇÃO

27 TRANSPORTE RODOVIÁRIO Pelas estradas brasileiras transitam : 59,2% da produção nacional. 59,2% da produção nacional. 96% das pessoas que viajam. 96% das pessoas que viajam.

28 Quilômetros de rodovias para cada mil km de território para cada mil km de território 45,3 39,6 17,8 17,3 MÉXICOCANADÁCHINABRASIL

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30 TRANSPORTE FERROVIÁRIO FERROVIÁRIO

31 Extensão da malha ferroviária Total : km Concedida : km ( 96 % ) transporte anual de carga: transporte anual de carga: toneladas toneladas transporte anual de passageiros: transporte anual de passageiros: pessoas pessoas FONTE: ANUÁRIO EXAME - INFRAESTRUTURA

32 o traçado da malha é 30 % mais longo o traçado da malha é 30 % mais longo que as das rodovias ( sinuosidades e que as das rodovias ( sinuosidades e fortes rampas ). fortes rampas ). distâncias entre trilhos ( bitolas ) distâncias entre trilhos ( bitolas ) diferentes entre trechos da malha diferentes entre trechos da malha em 15 anos o Brasil deveria aumentar em 15 anos o Brasil deveria aumentar sua malha em pelo menos Km. sua malha em pelo menos Km. FONTE: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES FERROVIÁRIOS – MAI 2006 A malha ferroviária

33 Ferrovias do Nordeste Extensão : km Concessões : Companhia Ferroviária do Nordeste – CFN Companhia Ferroviária do Nordeste – CFN AL,PE,PB,RN,CE,PI,MA AL,PE,PB,RN,CE,PI,MA ( Km ) ( Km ) Ferroviária Centro Atlântica – FCA Ferroviária Centro Atlântica – FCA BA,SE BA,SE ( km ) ( km ) FONTE: ANUÁRIO EXAME. INFRA-ESTRUTURA

34 FERROVIA TRANSNORDESTINA

35 Condições das ferrovias no final da década de 50, o Brasil chegou a no final da década de 50, o Brasil chegou a ter 38 mil km de ferrovias. ter 38 mil km de ferrovias. em 62 anos, a malha diminui 19%, ficando em 62 anos, a malha diminui 19%, ficando estacionada em 30,7 mil km. estacionada em 30,7 mil km. FONTE: ANTF e ANAQ – 2012

36 Condições das ferrovias além de passarem no meio de cidades e além de passarem no meio de cidades e favelas, há hoje 834 invasões ( construções favelas, há hoje 834 invasões ( construções erguidas nas bordas de ferrovias ). erguidas nas bordas de ferrovias ). vagões cruzam passagens de nível vagões cruzam passagens de nível ( cruzamento com rodovias ), o que torna ( cruzamento com rodovias ), o que torna a viagem mais lenta. a viagem mais lenta.

37 MÉXICOCANADÁCHINABRASIL 10,5 8,4 6,1 3,4 Quilômetros de ferrovias para cada mil km de território. para cada mil km de território.

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39 TRANSPORTE AQUAVIÁRIO AQUAVIÁRIO

40 Condições dos portos a maioria operando a 80% e 90% de sua a maioria operando a 80% e 90% de sua capacidade, o que reduz sua eficiência capacidade, o que reduz sua eficiência ( a média na Europa é de 50% ). ( a média na Europa é de 50% ). a espera para transportar bens pode chegar na a espera para transportar bens pode chegar na média a três dias, um custo que é repassado média a três dias, um custo que é repassado para o consumidor. para o consumidor. há uma demanda crescente hoje nos portos há uma demanda crescente hoje nos portos brasileiros para transporte de produtos. brasileiros para transporte de produtos.

41 Condições dos portos cargas industrializadas de um valor agregado cargas industrializadas de um valor agregado tem crescido 20% ao ano desde tem crescido 20% ao ano desde contêineres: 40 pés (15 à 20 toneladas) contêineres: 40 pés (15 à 20 toneladas) 20 pés (15 à 17 toneladas) 20 pés (15 à 17 toneladas) em 2008, ficou em 4,2 milhões de TEUS em 2008, ficou em 4,2 milhões de TEUS ( unidade padrão para contêineres de 20 pés ). ( unidade padrão para contêineres de 20 pés ). até 2010, estima-se que deve chegar até 2010, estima-se que deve chegar a 6,6 milhões. a 6,6 milhões. FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS TERMINAIS DE CONTÊINERES – ABRATEC – DEZ 2009

42 Condições dos portos na Europa são movimentados 120 contêineres na Europa são movimentados 120 contêineres por hora. por hora. no Brasil a média é de 40 contêineres por hora. no Brasil a média é de 40 contêineres por hora. enquanto em muitos países a liberação de enquanto em muitos países a liberação de contêineres está em 25 dias. contêineres está em 25 dias. no Brasil está em 39 dias. no Brasil está em 39 dias.

43 Condições dos portos enquanto no porto de Roterdã, em média, enquanto no porto de Roterdã, em média, 2 trabalhadores operam um contêiner. 2 trabalhadores operam um contêiner. no Rio de Janeiro esse trabalho é feito por no Rio de Janeiro esse trabalho é feito por 15 pessoas. 15 pessoas. há excesso de funcionários, uma ineficiência há excesso de funcionários, uma ineficiência muito grande. muito grande. as Companhias das Docas dos portos são, na as Companhias das Docas dos portos são, na maioria, mal geridas e seus funcionários são maioria, mal geridas e seus funcionários são escolhidos por indicação política. escolhidos por indicação política.

44 Condições dos portos as embarcações manobram a base do as embarcações manobram a base do olhômetro. olhômetro. 350 profissionais, os chamados práticos ou 350 profissionais, os chamados práticos ou manobristas de navio, com um rádio trans manobristas de navio, com um rádio trans missor em punho. missor em punho. dizem quando o navio deve avançar, dizem quando o navio deve avançar, manobrar. manobrar.

45 Condições dos portos desde de 1997 as normas internacionais desde de 1997 as normas internacionais de tráfego marítimo recomendam o uso de tráfego marítimo recomendam o uso de sistemas eletronicos para essas de sistemas eletronicos para essas operações de navios. operações de navios. o Brasil, ainda não instalou o seu. o Brasil, ainda não instalou o seu. a falta do sistema impede o trânsito à a falta do sistema impede o trânsito à noite e que se navegue em condições noite e que se navegue em condições adversas de tempo. adversas de tempo.

46 Condições dos portos empresas calculam o prejuízo para empresas calculam o prejuízo para toda a cadeia chegue a 1 bilhão de toda a cadeia chegue a 1 bilhão de reais por ano. reais por ano. o suficiente para a construção de o suficiente para a construção de dois novos terminais. dois novos terminais. na Europa, o sistema permite que na Europa, o sistema permite que os portos funcionem 24 horas. os portos funcionem 24 horas. a Secretaria dos Portos até aprovou a Secretaria dos Portos até aprovou um modelo nacional em 2010, mas um modelo nacional em 2010, mas ainda não licitou o equipamento. ainda não licitou o equipamento.

47 Condições dos portos os principais portos brasileiros tem problemas os principais portos brasileiros tem problemas de retirada de sedimentos acumulados ao de retirada de sedimentos acumulados ao fundo do canal (exceto de Itaqui-MA,23 metros) fundo do canal (exceto de Itaqui-MA,23 metros) faltam berço de atracação (estima-se em 60 faltam berço de atracação (estima-se em 60 no país). no país). a falta de berço de atracação levam os navios a falta de berço de atracação levam os navios em média até 18 horas para atracar. em média até 18 horas para atracar. a maioria tem dificuldades de acesso. a maioria tem dificuldades de acesso. ( rodoviário e ferroviário ) ( rodoviário e ferroviário )

48 Portos extensão da costa marítima: extensão da costa marítima: km km número de portos: 34 número de portos: 34 terminais de uso privativo: 173 terminais de uso privativo: 173 FONTE: ANUÁRIO EXAME/ INFRA-ESTRUTURA

49 Carga anual operada nos portos : Portos FONTE: ANUÁRIO EXAME/ INFRA-ESTRUTURA Tipo de carga Em milhões de toneladas Granel sólido 506 Granel líquido 208 Carga geral 119

50 A caminho do porto O custo para transportar 1 tonelada a cada km : 8 dólares nas hidrovias 8 dólares nas hidrovias 16 dólares nas ferrovias 16 dólares nas ferrovias 32 dólares nas rodovias 32 dólares nas rodovias FONTE : ANEC – OUT 2004

51 um navio parado no porto custa um navio parado no porto custa US$ por dia. US$ por dia. em Paranaguá, de onde é exportada em Paranaguá, de onde é exportada a maior parte do grão, o tempo médio a maior parte do grão, o tempo médio de espera é de 20 dias. de espera é de 20 dias. o prejuízo, geralmente repassado ao o prejuízo, geralmente repassado ao produtor, chega a US$ 1 milhão produtor, chega a US$ 1 milhão por navio. por navio. Fila no porto FONTE: CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE – CNT OUT 2004

52 no fim da linha, os produtores de soja no fim da linha, os produtores de soja nacionais deixam de ganhar US$ 17 nacionais deixam de ganhar US$ 17 por tonelada exportada, comparados por tonelada exportada, comparados aos argentinos, e até US$ 25, em aos argentinos, e até US$ 25, em relação aos americanos. relação aos americanos. a perda anual do setor soma quase a perda anual do setor soma quase US$ 1 bilhão. US$ 1 bilhão. O que se perde no meio do caminho FONTE: CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE – CNT OUT 2004

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54 Portos de Pecém e Suape no Nordeste, a baixa opção de modais faz no Nordeste, a baixa opção de modais faz com que os dois portos, trabalhem abaixo com que os dois portos, trabalhem abaixo de sua capacidade. de sua capacidade. ao mesmo tempo, boa parte das empresas ao mesmo tempo, boa parte das empresas da região escoa seus produtos por rodovias. da região escoa seus produtos por rodovias. a questão poderá ser solucionada a partir de a questão poderá ser solucionada a partir de 2010, quando o primeiro trecho da ferrovia 2010, quando o primeiro trecho da ferrovia transnordestina estiver concluído. transnordestina estiver concluído.

55 Portos de Pecém e Suape com a ferrovia Transnordestina em com a ferrovia Transnordestina em operação permitirá que os grãos operação permitirá que os grãos produzidos no Maranhão, Oeste produzidos no Maranhão, Oeste da Bahia e Piauí cheguem ao porto, da Bahia e Piauí cheguem ao porto, como um novo canal para escoar como um novo canal para escoar a produção. a produção.

56 área total : 13,5 hectares área total : 13,5 hectares distância do recife : 40 km distância do recife : 40 km porto externo : 16,5 metros porto externo : 16,5 metros ( profundidade) ( profundidade) cais de multiplos usos : gás natural cais de multiplos usos : gás natural porto interno : terminal de contêineres porto interno : terminal de contêineres pier de granéis líquidos : capacidade pier de granéis líquidos : capacidade de estocagem 75 mil m de GLP de estocagem 75 mil m de GLP terminais de contêineres: capacidade terminais de contêineres: capacidade de movimentar até 400 mil TEUs de movimentar até 400 mil TEUs PORTO DE SUAPE

57 NAVEGAÇÃO FLUVIAL FLUVIAL

58 Economicamente viáveis km km Peso nos transportes do país 14% 14% Hidrovias em uso comercial km km Total de embarcações Carga transportada 29,5 milhões de toneladas 29,5 milhões de toneladas Produtos transportados grãos e minério grãos e minério Principal bacia Amazônica Amazônica Hidrovias redescobertas FONTE: MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES-2012

59 o movimento de cargas é muito o movimento de cargas é muito baixo se comparado aos outros baixo se comparado aos outros modais. modais. o Brasil é um dos países que menos o Brasil é um dos países que menos usa o transporte hidroviário. usa o transporte hidroviário. Hidrovias redescobertas FONTE: ANUÁRIO EXAME – INFRA-ESTRUTURA

60 Hidrovias redescobertas o uso das hidrovias nunca foi o uso das hidrovias nunca foi prioridade. prioridade. foi construída uma série de obras foi construída uma série de obras que atrapalham a navegação. que atrapalham a navegação. pontes que dificultam passagem, pontes que dificultam passagem, falta de eclusas e muitas usinas falta de eclusas e muitas usinas hidreelétricas. hidreelétricas.

61 Trechos : Trechos : Petrolina – PE e Ibotirama – BA Petrolina – PE e Ibotirama – BA 704 km NAVEGÁVEIS 704 km NAVEGÁVEIS Ibotirama – BA e Pirapora – MG Ibotirama – BA e Pirapora – MG 667 km INOPERANTES 667 km INOPERANTES Hidrovia do São Francisco

62 profundidade: profundidade: 80 centímetros atuais 80 centímetros atuais 2 metros necessários 2 metros necessários largura: 35 metros largura: 35 metros

63 Solução do problema: ASSORAMENTO: dragagem anual ao longo de ASSORAMENTO: dragagem anual ao longo de toda a hidrovia (remoção dos toda a hidrovia (remoção dos bancos de areia ). bancos de areia ). PEDRAS: remoção de pedras por explosões PEDRAS: remoção de pedras por explosões (desrocamento). (desrocamento). Hidrovia do São Francisco

64 TRANSPORTE POTENCIAL ESTIMADO: POTENCIAL ESTIMADO: 3 milhões de toneladas por ano 3 milhões de toneladas por ano USO ATUAL: 60 mil toneladas por ano USO ATUAL: 60 mil toneladas por ano

65 CHINABRASILMÉXICOCANADÁ 14,5 5,6 1,5 0,3 Quilômetros de hidrovias para cada mil km de território. para cada mil km de território.

66 CABOTAGEM

67 Cabotagem representa uma grande economia quando representa uma grande economia quando se trata de distância acima de km, se trata de distância acima de km, chegando a reduzir os fretes em até 50%. chegando a reduzir os fretes em até 50%. como o transporte aquaviário é menos sujeito como o transporte aquaviário é menos sujeito a roubo de cargas, as alíquotas de seguro a roubo de cargas, as alíquotas de seguro também são mais baratas. também são mais baratas. as mercadorias não sofrem danos durante a as mercadorias não sofrem danos durante a viagem. viagem. entorno de 17 navios porta-contêineres atuam entorno de 17 navios porta-contêineres atuam junto aos portos brasileiros. junto aos portos brasileiros.

68 de 2008, a movimentação anual de contêineres de 2008, a movimentação anual de contêineres de 20 pés foi de unidades, de 20 pés foi de unidades, o potencial é estimado em 2 milhões de o potencial é estimado em 2 milhões de contêineres de 20 pés. contêineres de 20 pés. o total anual de carga operada nos portos foi o total anual de carga operada nos portos foi de toneladas. de toneladas. as operadoras marítimas trabalham com o as operadoras marítimas trabalham com o conceito de entregar as mercadorias até a conceito de entregar as mercadorias até a porta do cliente. porta do cliente. significa ultrapassar dezenas de obstáculos. significa ultrapassar dezenas de obstáculos. Fonte : DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE – DENIT 2010

69 os principais produtos transportados tem os principais produtos transportados tem alto valor agregado. alto valor agregado. portanto, quanto maior o tempo de espera portanto, quanto maior o tempo de espera de chegada dos bens, maior o custo de chegada dos bens, maior o custo financeiro desse transporte. financeiro desse transporte. no Brasil, as saídas semanais de navios no Brasil, as saídas semanais de navios ainda são muito baixas. ainda são muito baixas. Cabotagem

70 Cabotagem na Europa, de Roterdã a Lisboa a média de na Europa, de Roterdã a Lisboa a média de saídas é de 4 por semana. saídas é de 4 por semana. nos portos do Nordeste as saídas está em nos portos do Nordeste as saídas está em 1,2 por semana. 1,2 por semana. além da dificuldade de além da dificuldade de ampliação dos portos ampliação dos portos nacionais, faltam navios nacionais, faltam navios para operar na costa para operar na costa brasileira. brasileira.

71 TRANSPORTE TRANSPORTE AÉREO AÉREO

72 a característica é a velocidade. a característica é a velocidade. tempo em trânsito mais rápido que qualquer tempo em trânsito mais rápido que qualquer outro modal. outro modal. para a maioria das empresas aéreas o tráfego para a maioria das empresas aéreas o tráfego de cargas era consequência do tráfego de de cargas era consequência do tráfego de passageiros. passageiros. as empresas aéreas demonstram interesse de as empresas aéreas demonstram interesse de disputar esse mercado com outros modais. disputar esse mercado com outros modais. Aéreo

73 FONTE: ANUÁRIO EXAME INFRA-ESTRUTURA – TIPO QUANTIDADE QUANTIDADE Aeroportos regionais 33 Aeroportos internacionais 34 Aeródromos e pequenos aeroportos pequenos aeroportos Aeroportos

74 Perfil dos maiores aeroportos Movimento anual de passageiros Movimento anual de aeronaves Carga aérea (toneladas por ano) Mala postal (toneladas por ano) Movimentação anual nos aeroportos no Brasil FONTE: ANUÁRIO EXAME-INFRAESTRUTURA

75 Aeroporto Internacional dos Guarapes pista de metros de extensão. pista de metros de extensão. pista capacitada a receber qualquer tipo de pista capacitada a receber qualquer tipo de aeronave cargueira ( Jumbo ). aeronave cargueira ( Jumbo ). armazém de cargas,com área total de armazém de cargas,com área total de metros quadrados. metros quadrados. armazém com capacidade de armazém com capacidade de toneladas/mês toneladas/mês. movimentação anual de carga movimentação anual de carga toneladas toneladas

76 Aeroporto Internacional dos Guararapes páteo para aeronaves : 26 posições páteo para aeronaves : 26 posições vôos: 23 cargueiros por semana vôos: 23 cargueiros por semana

77 superfície: km superfície: km pista: metros de extensão pista: metros de extensão páteo para aeronaves: 5 posições páteo para aeronaves: 5 posições câmaras frigoríficas: 6 unidades câmaras frigoríficas: 6 unidades câmaras de pré-refrigeração: 2 unidades câmaras de pré-refrigeração: 2 unidades Aeroporto Regional de Petrolina

78 Tipos de Transportadoras e Operadores Logísticos

79 Transportadoras São empresas responsáveis pela coleta,locomoção e entrega do material. Devem estar sempre dentro das normas exigidas para transporte e trabalhar com funcionários qualificados.

80 A palavra TRANSPORTE vem do latim TRANS (de um lado a outro) e PORTARE (carregar). Em síntese,TRANSPORTE é o movimento de pessoas ou mercadorias de um lugar para outro.

81 Tipos deTransportadoras Transportadora terrestre. Transportadora aérea. Transportadora marítima.

82 Transportadora terrestre É aquela que realiza seus serviços com veículos,por ruas,estradas ou rodovias. É o clássico tipo de transporte de diversos materiais.

83 Transportadora terrestre Os veículos são uma das partes mais importantes da estrutura das transportadoras terrestre. Eles devem estar sempre bem equipados para que nada seja danificado durante o transporte.

84 Transportadora terrestre Os veículos,na maioria caminhões, devem ter equipamentos específicos que auxiliem no transporte de mercadorias.

85 Transportadora aérea Transporte feito com aviões, que podem ser somente para transporte de cargas ou não.

86 Transportadora aérea Algumas transportadoras grandes tem seus próprios aviões. São a melhor opção para transporte de mercadorias para longas distâncias.

87 Transportadora aérea Os gastos são maiores do que no transporte terrestre. Quando se precisa de rapidez o serviço é o melhor. Oferece mais segurança do que a terrestre.

88 Transportadora marítima É a melhor opção para transporte de mercadorias muito grandes e pesadas,como contêineres. É muito contratado por grandes industrias.

89 Transporte de Cargas A atividade no Brasil envolve: mais de 60 mil empresas. 700 mil transportadores autônomos. emprega 2,5 milhões de trabalhadores.

90 Transporte de Cargas É responsável por 60,5% de toda a movimentação de carga. Faturamento anual de R$ 21,5 bilhões.

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