A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

LOGÍSTICA EMPRESARIAL- 3 Logística Industrial. LOGÍSTICA INDUSTRIAL Visa maximizar o valor econômico dos produtos ou materiais tendo-os disponíveis, a.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "LOGÍSTICA EMPRESARIAL- 3 Logística Industrial. LOGÍSTICA INDUSTRIAL Visa maximizar o valor econômico dos produtos ou materiais tendo-os disponíveis, a."— Transcrição da apresentação:

1 LOGÍSTICA EMPRESARIAL- 3 Logística Industrial

2 LOGÍSTICA INDUSTRIAL Visa maximizar o valor econômico dos produtos ou materiais tendo-os disponíveis, a um preço razoável, onde e quando houver procura.

3 LOGÍSTICA INDUSTRIAL FÁBRICA Pode ser definida como um prédio industrial, arranjo físico onde se empregam, no arranjo físico mais homensmáquinas materiais adequado de homens, máquinas e materiais, nas diversas formas processo de produção. MARCILIO CUNHA

4 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO # É o processo através do qual se criam bens e serviços. bens e serviços. # É o ato de mudar a forma composição ou combinação de materiais peças ou ou combinação de materiais peças ou sub-montagens, a fim de aumentar seu sub-montagens, a fim de aumentar seu valor. valor. MARCILIO CUNHA

5 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUTO É algo que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou desejo. PRODUTOS COMERCIALIZADOS Bens físicos, serviços, experiências, eventos, lugares, # Bens físicos, serviços, experiências, eventos, lugares, propriedades, organizações, informações e idéias. propriedades, organizações, informações e idéias. MARCILIO CUNHA

6 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PROCESSO PRODUTIVO Conformação de materiais por forjamento # Conformação de materiais por forjamento a frio ou a quente. a frio ou a quente. # Remoção de material por modelagem, por torneamento ou perfuração. por torneamento ou perfuração. Junção ou montagem de materiais # Junção ou montagem de materiais. Processos que modificam a condição dos materiais. # Processos que modificam a condição dos materiais. Processos que dão melhor acabamento superficial. # Processos que dão melhor acabamento superficial. MARCILIO CUNHA

7 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO SIGNIFICA MOVIMENTO DE MATERIAIS: Fornecedor # Fornecedor: entrega matérias-primas e materiais auxiliares. Recepção # Recepção: marcação,registro,testes,final de checagem. Armazenagem # Armazenagem: classificação e guarda dos materiais. Produção # Produção: fabricação de bens tangíveis. Armazenagem # Armazenagem: materiais em processo e de produto acabados. Expedição # Expedição: liberação dos produtos acabados para distribuição física. MARCILIO CUNHA

8 LOGÍSTICA INDUSTRIAL SISTEMAS DE PRODUÇÃO TRABALHO ENERGIA MATERIAIS PRODUTOS SERVIÇOS

9 LOGÍSTICA INDUSTRIAL SISTEMAS DE PRODUÇÃO É um processo planejado, pelo qual elementos são transformados em elementos são transformados em produtos úteis. produtos úteis. Trata-se de um procedimento organizado Trata-se de um procedimento organizado para se para se conseguir a conversão para se para se conseguir a conversão de insumos em produtos acabados. de insumos em produtos acabados. MARCILIO CUNHA

10 LOGÍSTICA INDUSTRIAL GESTÃO DA PRODUÇÃO Enfrentando problemas: Altos lead times. Baixa utilização da capacidade das máquinas. Horas extras. Pouca flexibilidade. Níveis altos de estoque em processo. Baixa disponibilidade, entre outros. MARCILIO CUNHA

11 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO EMPURRADA PRODUÇÃO EM MASSA (FORDISMO) # PRODUÇÃO EM MASSA (FORDISMO) # UM MARCO: O FORD MODELO T DE # UM PRODUTO PROJETADO PARA A MANUFATURA; # UM PRODUTO USER-FRIENDLY(amigável). # PRODUÇÃO FORMANDO ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS. ACABADOS. MARCILIO CUNHA

12 LOGÍSTICA INDUSTRIAL VERTICALIZAÇÃO É a estratégia que prevê que a em presa produzirá internamente tudo o que puder, ou pelo menos tentará produzir. MARCILIO CUNHA

13 LOGÍSTICA INDUSTRIAL VANTAGENS VANTAGENS DESVANTAGENS DESVANTAGENS VERTICALIZAÇÃO Independência de terceiros. # Independência de terceiros. # Maiores lucros. # Maior autonomia. # Domínio sobre tecnologia propia. propia. Maior investimento. # Maior investimento. # Menor flexibilidade (perda de foco ). de foco ). # Aumento da estrutura da empresa. empresa. MARCILIO CUNHA

14 LOGÍSTICA INDUSTRIAL HORIZONTALIZAÇÃO É a estratégia de comprar de terceiros o máximo possível dos itens que compõem o produto final ou os serviços de que necessita. MARCILIO CUNHA

15 LOGÍSTICA INDUSTRIAL VANTAGENS DESVANTAGENS HORIZONTALIZAÇÃO Redução de custos # Redução de custos. Maior flexibilidade e #Maior flexibilidade e eficiência. eficiência. #Incorporação de novas tecnologias. novas tecnologias. #Foco no negócio principal da principal da empresa. empresa. Menor controle # Menor controle tecnológico. tecnológico. # Deixa de auferir o lucro do fornecedor lucro do fornecedor # Maior exposição. MARCILIO CUNHA

16 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO EM MASSA FORD CONSEGUIU: PADRONIZAÇÃO INTERCAMBIABILIDADE PRODUÇÃO EM MASSA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO MARCILIO CUNHA

17 LOGÍSTICA INDUSTRIAL Outras características de produção em massa FORDISTA FORÇA DE TRABALHO * FORÇA DE TRABALHO : Operários intercambiáveis e extrema especialização na execução das operações. : Verticalização da produção de componentes sem precisar de fornecedores externos. MARCILIO CUNHA ORGANIZAÇÃO * ORGANIZAÇÃO

18 LOGÍSTICA INDUSTRIAL Outras características da produção em massa FORDISTA FERRAMENTAS: * FERRAMENTAS: Projeto e construção de máquinas que assegurem intercambiabilidade e aceleração do fluxo de produção. intercambiabilidade e aceleração do fluxo de produção. PRODUTO: * PRODUTO: Relativa (alta) confiabilidade e durabilidade. O modelo T teve 2,1 milhões de carros produzidos só em em MARCILIO CUNHA

19 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO CUJO OBJETIVO É O AUMENTO DO LUCRO ATRAVÉS DA REDUÇÃO DOS CUSTOS. ESTE OBJETIVO, SÓ PODE SER ALCANÇADO ATRAVÉS DA IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DAS PERDAS, ISTO É, ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALOR AO PRODUTO. MARCILIO CUNHA

20 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA SISTEMA FLEXÍVEL ALTAMENTE INTEGRADO, ALTO GRAU DE COORDENAÇÃO, EXIGINDO ABRANGENTE, RÁPIDOS E FREQUENTES FLUXOS DE MATERIAIS ACOMPANHADOS DE INFORMAÇÃO. SISTEMA DE PRODUÇÃO MUITO MAIS EFICIENTE, ÁGIL E INOVADOR DO QUE A PRODUÇÃO EM MASSA, HABILITADO A ENFRENTAR MELHOR UM MERCADO EM CONSTANTE MUDANÇA. MARCILIO CUNHA

21 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA SISTEMA DE PRODUÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO: # ENTREGA JUST IN TIME. # BAIXOS INVENTÁRIOS. # ESFORÇOS CONCENTRAM A ATENÇÃO NA MELHORIA DA QUALIDADE DE INFORMAÇÃO. # MANUTENÇÃO DE RÍGIDO CONTROLE SOBRE O PROCESSO DE PRODUÇÃO. # REDUÇÃO DO TAMANHO DO LOTE E TEMPO DE SETUP. # REDUÇÃO DO LEAD-TIME E TEMPO DO CICLO EM CADA ESTÁGIO. # REDUÇÃO DO CICLO DE DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO.

22 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA RESULTADO DA PRODUÇÃO : MELHORIA CONTINUA NA QUALIDADE. PRODUTIVIDADE; ATENDIMENTO. MARCILIO CUNHA

23 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO OSTM foi constituído, inspirado em vários aspectos da orga # O STM foi constituído, inspirado em vários aspectos da orga nização das fábricas de FORD TAIICHI OHNOgosta de se apresentar como continuador de # TAIICHI OHNO, gosta de se apresentar como continuador de FORD. FORD. Modelo híbrido, que alia algumas das velhas práticas fordis # Modelo híbrido, que alia algumas das velhas práticas fordis tas (novas técnicas estudos de tempos e movimentos, linhas de montagem...) a novas técnicas ( JIT, Autonomação, Kanban,...) genuinamente japonesas. genuinamente japonesas.

24 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DAS PERDAS : PERDAS PERDAS : são atividades completamente desnecessárias que geram custo, não agregam valor e que, portanto, devem ser imediatamente eliminadas.

25 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA AS SETE PERDAS FUNDAMENTAIS AS SETE PERDAS FUNDAMENTAIS : Perda por superprodução ( quantidade e antecipada ) Perda por superprodução ( quantidade e antecipada ) Perda por espera. Perda por espera. Perda por transporte. Perda por transporte. Perda no processamento em si. Perda no processamento em si. Perda por estoque. Perda por estoque. Perda por movimentação. Perda por movimentação. Perda por fabricação de produtos defeituosos. Perda por fabricação de produtos defeituosos. MARCILIO CUNHA

26 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA Do ponto de vista da Engenharia Industrial : PERDA : Utilização ineficaz de um determinado recurso. DESPERDÍCIO : Extravio / descarte, via de regra não intencional, de um determinado recurso por simples negligência. MARCILIO CUNHA

27 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA PILARES DE SUSTENTAÇÃO DO STP : * JUST-IN-TIME ( JIT ) : É uma técnica que se utiliza de várias normas É uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. e regras para modificar o ambiente produtivo. Significa que cada processo deve ser suprido com os Significa que cada processo deve ser suprido com os itens certos,no momento certo, na quantidade certa e no local certo. e no local certo. MARCILIO CUNHA

28 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA JUST – IN – TIME meioobjetivo É somente um meio de alcançar o verdadeiro objetivo STP aumentar os lucros do STP que é o de aumentar os lucros através da redução dos custos redução dos custos. Para isso, é essencial a completa eliminação de perdas. JIT Kiichiro Toyoda. O conceito JIT surgiu da idéia de Kiichiro Toyoda. Numa industria, o ideal seria ter todas as peças ao lado das linhas no momento exato de sua utilização. MARCILIO CUNHA

29 LOGÍSTICA INDUSTRIAL PRODUÇÃO ENXUTA OS PILARES DE SUSTENTAÇÃO DO STP : > AUTONOMAÇÃO ( JIDOKA ) : A autonomação consiste em facultar ao operador ou máquina autonomiaparar a autonomia de parar o processamento sempre que for anormalidade detectada qualquer anormalidade. JIDOKA JIDOKA significa, simplesmente, que a máquina é dotada de inteligência e toque humano. MARCILIO CUNHA

30 LOGÍSTICA INDUSTRIAL CONSTRUÇÃO DE UMA INDUSTRIA : SELEÇÃO DO LOCAL. SELEÇÃO DO LOCAL. PROJETO DE CONSTRUÇÃO. PROJETO DE CONSTRUÇÃO. LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ESTAÇÕES DE TRABALHO (POSTO DE TRABALHO) ESTAÇÕES DE TRABALHO (POSTO DE TRABALHO) SELEÇÃO DO EQUIPAMENTO DE TRANSPORTE. SELEÇÃO DO EQUIPAMENTO DE TRANSPORTE. MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS. MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS. ESTRUTURA PORTA PALETES. ESTRUTURA PORTA PALETES. ESTOCAGEM. ESTOCAGEM. RECEPÇÃO E EXPEDIÇÃO. RECEPÇÃO E EXPEDIÇÃO. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. MARCILIO CUNHA

31 LOGÍSTICA INDUSTRIAL LAYOUT É A INTEGRAÇÃO DO FLUXO DE MATERIAIS, DA OPERAÇÃO DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE PROCESSOS E TRANSFORMAÇÃO, COMBINADOS COM AS CARACTERÍSTICAS QUE CONFEREM A MAIOR PRODUTIVIDADE AO ELEMENTO HUMANO. MARCILIO CUNHA

32 Arranjo Físico Posicional ou de Posição Fixa

33 Características: Produto fabricado de grandes dimensões. Poucas unidades fabricadas. Produto fica fixo e os recursos produtivos dirigem-se a ele. Equipamentos de alta flexibilidade.

34 Arranjo Físico Funcional ou Por Processo

35 Características: Equipamentos de média flexibilidade. Programação e controle da produção complexo. Problemas de qualidade são detectados após a produção do lote inteiro. Formação de filas de lotes nas máquinas. Arranjo Físico Funcional ou Por Processo

36 Arranjo Físico Linear ou Por Produto

37 Características : Programação e controle da produção mais simplificado. Programação e controle da produção mais simplificado. Exige balanceamento da linha de Exige balanceamento da linha de produção. produção. Equipamentos dispostos de acordo com a seqüência de operação. Equipamentos dispostos de acordo com a seqüência de operação.

38 Arranjo Físico Linear ou Por Produto Características: Produto fabricado em grandes quantidades. Produto fabricado em grandes quantidades. Produtos semelhantes entre si. Produtos semelhantes entre si. Equipamentos dedicados. Equipamentos dedicados. Utilizado em sistemas de produção contínuos. Utilizado em sistemas de produção contínuos.

39 Arranjo Físico Celular

40 Características: Lotes de tamanho médio. Lotes de tamanho médio. Produtos e roteiros variados. Produtos e roteiros variados. Agrupamento – geralmente em forma de U. Agrupamento – geralmente em forma de U. Ter máquinas e equipamentos necessários Ter máquinas e equipamentos necessários para a produção da família. para a produção da família. Utilização de operários polivalentes. Utilização de operários polivalentes. Ajusta-se ao Just-In-Time. Ajusta-se ao Just-In-Time.

41 Particularidades de cada Arranjo Físico

42 LOGÍSTICA INDUSTRIAL LAYOUT FATORES QUE INFLUENCIAM : MATERIAL MATERIAL : projeto,variedade,quantidade,operações e seqüência necessária. MÁQUINA MÁQUINA : máquinas, equipamentos e ferramentais. HUMANO HUMANO : supervisão,trabalho direto e indireto. MOVIMENTAÇÃO MOVIMENTAÇÃO : transporte intra e entre departamentos, manuseio estocagem e inspeção. ESPERA ESPERA : estocagens temporárias e permanentes. SERVIÇOS AUXILIARES SERVIÇOS AUXILIARES : manutenção, inspeção, programação e expedição. PRÉDIO PRÉDIO : características internas e externas do prédio e distribuição de utilidades e equipamentos. MUDANÇA MUDANÇA : versatilidade;flexibilidade e expansão.

43 LOGÍSTICA INDUSTRIAL DIMENSIONAMENTO DE SUPERFÍCIE DE OCUPAÇÃO : Superfície estática (Se): Superfície estática (Se): é a superfície ocupada correspondente aos móveis, máquinas e instalações. Superfície gravitacional(Sg): Superfície gravitacional(Sg): é a superfície utilizada Ao redor dos postos de trabalho pelo operador e pelo material acoplado para materiais em curso. Sg = Se x N N : N : número de lados usados(operador,móvel ou máquina)

44 LOGÍSTICA INDUSTRIAL SUPERFÍCIE DE OCUPAÇÃO SUPERFÍCIE DE OCUPAÇÃO : Superfície de circulação (Sc): Superfície de circulação (Sc): é a superfície que se tem de reserva entre os postos de trabalho para uso do pessoal e para manutenção. Sc = ( Se + Sg ) K

45 LOGÍSTICA INDUSTRIAL Coeficiente K É um coeficiente que pode variar desde 0.05 a 3,00. É um coeficiente que pode variar desde 0.05 a 3,00. Se calcula como uma relação entre:as dimensões dos Se calcula como uma relação entre:as dimensões dos homens ou objetos colocados. homens ou objetos colocados. Valores deKpara determinadas atividades: Valores de K para determinadas atividades:

46 Método de Guerchet Exemplo: Calcular a área mínima de produção requerida para uma oficina de manutenção que pretende instalar os seguintes equipamentos: Dois tornos mecânicos. Uma fresadora. Duas furadeiras. Uma retificadora. Três esmeris de pedestal. Uma cabina de solda.

47 Dimensionamento da Área de Produção Dimensionamento da Área de Produção área efetiva por equipamento(superfície estática). área efetiva por equipamento(superfície estática). área de gravitação(superfície gravitacional). área de gravitação(superfície gravitacional). Se Se Sg Sg

48 Cálculo da Área de gravitação(superfície gravitacional): Sg = Se. N Sg = Se. N Cálculo da Área de Evolução (área de circulação): Sc = (Se + Sg). K Sc = (Se + Sg). K Cálculo da Área Mínima (superfície de ocupação): St = Se + Sg + Sc St = Se + Sg + Sc Dimensionamento da Área de Produção

49 Cálculo da Área de Gravitação(superfície gravitacional) Sg = (Se x N) Sg = (Se x N) Sg = (14,6 x 12) = 25,3 m Sg = (14,6 x 12) = 25,3 m Da tabela adota-se K = 2,5 Se= 14,6 m Sg= 25,3 m Cálculo da Área de Evolução(superfície de circulação) Sc = (14,6 + 25,3). 2,5 = 99,75 m² Sc = (14,6 + 25,3). 2,5 = 99,75 m² Cálculo da Área Mínima(superficie de ocupação): St = Se+ Sg + Sc St = Se+ Sg + Sc St = 14,6 + 25,3 + 99,75 = 139, m² St = 14,6 + 25,3 + 99,75 = 139, m² ²²²² ²

50 VOLKSWAGEN LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO Sinergia entre fábrica e fornecedores. Redução de custos operacionais de expedição Redução de custos operacionais de expedição e recebimento. e recebimento. Menor gasto com frete. Menor gasto com frete. Maior segurança com o rastreamento de carga. Maior segurança com o rastreamento de carga. Melhor gerenciamento no retorno de embalagens. Melhor gerenciamento no retorno de embalagens. Corte dos estoques em toda a cadeia produtiva. Corte dos estoques em toda a cadeia produtiva. Aplicação do MILK RUN (coleta de porta em porta). Aplicação do MILK RUN (coleta de porta em porta). Sinergia entre fábrica e fornecedores. Redução de custos operacionais de expedição Redução de custos operacionais de expedição e recebimento. e recebimento. Menor gasto com frete. Menor gasto com frete. Maior segurança com o rastreamento de carga. Maior segurança com o rastreamento de carga. Melhor gerenciamento no retorno de embalagens. Melhor gerenciamento no retorno de embalagens. Corte dos estoques em toda a cadeia produtiva. Corte dos estoques em toda a cadeia produtiva. Aplicação do MILK RUN (coleta de porta em porta). Aplicação do MILK RUN (coleta de porta em porta).

51 Revolução Industrial em tempos de globalização A Volkswagen traz os fornecedores para dentroA Volkswagen traz os fornecedores para dentro de sua nova fábrica, em Resende RJ. de sua nova fábrica, em Resende RJ. Cria um moderno sistema de produção.Cria um moderno sistema de produção. Trata-se da fábrica de caminhões e ônibus.Trata-se da fábrica de caminhões e ônibus. Modelo inédito de fabricação, batizado de consórcio modular.Modelo inédito de fabricação, batizado de consórcio modular. Galpões da unidade fabril, com 80mil metros quadrados de área construída.Galpões da unidade fabril, com 80mil metros quadrados de área construída. A Volkswagen traz os fornecedores para dentroA Volkswagen traz os fornecedores para dentro de sua nova fábrica, em Resende RJ. de sua nova fábrica, em Resende RJ. Cria um moderno sistema de produção.Cria um moderno sistema de produção. Trata-se da fábrica de caminhões e ônibus.Trata-se da fábrica de caminhões e ônibus. Modelo inédito de fabricação, batizado de consórcio modular.Modelo inédito de fabricação, batizado de consórcio modular. Galpões da unidade fabril, com 80mil metros quadrados de área construída.Galpões da unidade fabril, com 80mil metros quadrados de área construída. VOLKSWAGEN

52 Revolução Industrial em tempos de globalização Integração total entre montadora e fornecedoresIntegração total entre montadora e fornecedores Esforço para reduzir custos e ganhar competitividadeEsforço para reduzir custos e ganhar competitividade Antes a Vokswagen comprava centenas de peças de seus parceiros e montava sozinha os veículosAntes a Vokswagen comprava centenas de peças de seus parceiros e montava sozinha os veículos Agora os principais fornecedores da VW é que ficam responsáveis pela montagem de partes inteiras de caminhões e ônibusAgora os principais fornecedores da VW é que ficam responsáveis pela montagem de partes inteiras de caminhões e ônibus A fábrica emprega 1.4 mil funcionários, dos quais apenas 200 são contratados diretos da própria montadoraA fábrica emprega 1.4 mil funcionários, dos quais apenas 200 são contratados diretos da própria montadora Integração total entre montadora e fornecedoresIntegração total entre montadora e fornecedores Esforço para reduzir custos e ganhar competitividadeEsforço para reduzir custos e ganhar competitividade Antes a Vokswagen comprava centenas de peças de seus parceiros e montava sozinha os veículosAntes a Vokswagen comprava centenas de peças de seus parceiros e montava sozinha os veículos Agora os principais fornecedores da VW é que ficam responsáveis pela montagem de partes inteiras de caminhões e ônibusAgora os principais fornecedores da VW é que ficam responsáveis pela montagem de partes inteiras de caminhões e ônibus A fábrica emprega 1.4 mil funcionários, dos quais apenas 200 são contratados diretos da própria montadoraA fábrica emprega 1.4 mil funcionários, dos quais apenas 200 são contratados diretos da própria montadora

53

54 GENERAL MOTORS ( Projeto Arara Azul ) Reversão do modelo em série para fabricar o carro como o cliente quer (customização da produção)Reversão do modelo em série para fabricar o carro como o cliente quer (customização da produção) Fábrica construída com linha de produção e o sistema de vendas via Internet regidos pelo clienteFábrica construída com linha de produção e o sistema de vendas via Internet regidos pelo cliente Na nova fábrica em Gravataí-RS, o carro é feito no local pela GM e 17 SISTEMISTASNa nova fábrica em Gravataí-RS, o carro é feito no local pela GM e 17 SISTEMISTAS Cada sistemista responde pela entrega de cada parte do carroCada sistemista responde pela entrega de cada parte do carro A GM envia o pedido on line para cada um deles, prevendo exatamente a hora em que as peças deverão estar na linha de montagemA GM envia o pedido on line para cada um deles, prevendo exatamente a hora em que as peças deverão estar na linha de montagem Reversão do modelo em série para fabricar o carro como o cliente quer (customização da produção)Reversão do modelo em série para fabricar o carro como o cliente quer (customização da produção) Fábrica construída com linha de produção e o sistema de vendas via Internet regidos pelo clienteFábrica construída com linha de produção e o sistema de vendas via Internet regidos pelo cliente Na nova fábrica em Gravataí-RS, o carro é feito no local pela GM e 17 SISTEMISTASNa nova fábrica em Gravataí-RS, o carro é feito no local pela GM e 17 SISTEMISTAS Cada sistemista responde pela entrega de cada parte do carroCada sistemista responde pela entrega de cada parte do carro A GM envia o pedido on line para cada um deles, prevendo exatamente a hora em que as peças deverão estar na linha de montagemA GM envia o pedido on line para cada um deles, prevendo exatamente a hora em que as peças deverão estar na linha de montagem

55 Projeto Arara Azul GENERAL MOTORS - Projeto Arara Azul Um único carro é montado em cerca de 17 horas, contra 22 horas gastas nas fábricas tradicionais.Um único carro é montado em cerca de 17 horas, contra 22 horas gastas nas fábricas tradicionais. Na ponta da linha de montagem saem 30 carros por hora.Na ponta da linha de montagem saem 30 carros por hora. Na GM na Espanha gira entre 45 e 60 carros por hora. Na GM na Espanha gira entre 45 e 60 carros por hora. Peças na fábrica de 100 fornecedores, contra 400 em fábricas tradicionais.Peças na fábrica de 100 fornecedores, contra 400 em fábricas tradicionais. Um único carro é montado em cerca de 17 horas, contra 22 horas gastas nas fábricas tradicionais.Um único carro é montado em cerca de 17 horas, contra 22 horas gastas nas fábricas tradicionais. Na ponta da linha de montagem saem 30 carros por hora.Na ponta da linha de montagem saem 30 carros por hora. Na GM na Espanha gira entre 45 e 60 carros por hora. Na GM na Espanha gira entre 45 e 60 carros por hora. Peças na fábrica de 100 fornecedores, contra 400 em fábricas tradicionais.Peças na fábrica de 100 fornecedores, contra 400 em fábricas tradicionais.

56 Fábrica da GM Funilaria Estamparia Pintura Administração Montagem Sistemistas Peças de plástico

57 LOGÍSTICA INDUSTRIAL NA FÁBRICA DO FUTURO NA FÁBRICA DO FUTURO : Capacidade de combinar tecnologia Capacidade de combinar tecnologia e talentos. e talentos. Resposta rápida às demandas de mercado. Resposta rápida às demandas de mercado. Gestão e disseminação do conhecimento. Gestão e disseminação do conhecimento. Flexibilidade, velocidade, desenvolvimento Flexibilidade, velocidade, desenvolvimento sustentável. sustentável. MARCILIO CUNHA

58 LOGÍSTICA INDUSTRIAL NA FÁBRICA DO FUTURO Os funcionários não serão encarados Os funcionários não serão encarados como meio de produção. como meio de produção. > Serão membros de uma comunidade, com valores, objetivos e rituais em com valores, objetivos e rituais em comum. comum. > As fábricas terão espécie de mini-cidade, com restaurante, clube, creche e escola. com restaurante, clube, creche e escola. MARCILIO CUNHA

59 LOGÍSTICA INDUSTRIAL NA FÁBRICA DO FUTURO # A de produção e os escritórios convergem num centro de comunicação. num centro de comunicação. # Uma mistura de área de lazer e ambiente de trabalho. MARCILIO CUNHA

60 LOGÍSTICA INDUSTRIAL NA FÁBRICA DO FUTURO # A idéia é que a informação flua livremente pela fábrica. # Que homens e mulheres da produção possam intervir para a melhoria dos processos. MARCILIO CUNHA

61 LOGÍSTICA INDUSTRIAL NA FÁBRICA DO FUTURO Poder no chão de fábricas O novo modelo de produção coloca em # O novo modelo de produção coloca em xeque as rígidas estruturas hierárquicas xeque as rígidas estruturas hierárquicas do passado. do passado. # Executivos, passam boa parte do tempo nas linhas de produção. nas linhas de produção. # Funcionários da produção, participam do gerenciamento de suas células de traba gerenciamento de suas células de traba lho e desempenham múltiplas tarefas. lho e desempenham múltiplas tarefas. MARCILIO CUNHA

62 LOGÍSTICA INDUSTRIAL FÁBRICAS PARA OUTRAS FÄBRICAS TERCEIRIZAR PARQUES INDUSTRIAIS INTEIROS,UNIDADES FABRIS E TODO O CONTROLE DA CADEIA PRODUTIVA.

63 LOGÍSTICA INDUSTRIAL FÁBRICA PARA OUTRAS FÁBRICAS TRÊS RAZÕES PODEM SER APONTADAS : O valor está na marca e não no maquinário. Globalização (instalação de fábricas de equipamentos eletrônicos no Sudeste Asiático, onde há mão-de-obra especializada a um quarto do custo nos EUA). A ociosidade de máquinas, o que nem as grandes empresas tem conseguido evitar. MARCILIO CUNHA

64 LOGÍSTICA INDUSTRIAL FABRICA DENTRO FABRICA OBJETIVOS : REDUZIR O TEMPO DE REPOSIÇÃO DE ESTOQUES E DESPERDÍCIO DE MATERIAIS. ESTOQUES E DESPERDÍCIO DE MATERIAIS. DAR MAIS AGILIDADE AO PROCESSO DAR MAIS AGILIDADE AO PROCESSO INDUSTRIAL. INDUSTRIAL. TER MAIOR CONTROLE DOS ESTOQUES TER MAIOR CONTROLE DOS ESTOQUES E DA PRODUÇÃO E DA PRODUÇÃO. MARCIILIO CUNHA

65


Carregar ppt "LOGÍSTICA EMPRESARIAL- 3 Logística Industrial. LOGÍSTICA INDUSTRIAL Visa maximizar o valor econômico dos produtos ou materiais tendo-os disponíveis, a."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google