A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TESTES 1º – MUNDO MULTIPOLAR Globalização / Super-Emergentes 2º – O PODER DOS BANCOS CENTRAIS Gerenciar Expectativas 3º – CONSISTÊNCIA DA ARQUITETURA.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TESTES 1º – MUNDO MULTIPOLAR Globalização / Super-Emergentes 2º – O PODER DOS BANCOS CENTRAIS Gerenciar Expectativas 3º – CONSISTÊNCIA DA ARQUITETURA."— Transcrição da apresentação:

0 CENÁRIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA Carlos Geraldo Langoni
Encontro de Conselheiros – PREVI 2008 Junho / 2008

1 TESTES 1º – MUNDO MULTIPOLAR Globalização / Super-Emergentes 2º – O PODER DOS BANCOS CENTRAIS Gerenciar Expectativas 3º – CONSISTÊNCIA DA ARQUITETURA MACRO Queda das Vulnerabilidades 4º – CRESCIMENTO SUSTENTADO Macro Distorções Dualismo Cenários

2 MUNDO MULTIPOLAR ECONOMIA MUNDIAL
A grande questão é se a crise imobiliária nos Estados Unidos poderá interromper o ciclo de expansão da economia mundial iniciado em ECONOMIA MUNDIAL Região 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 E 2008 E COMÉRCIO INTERNACIONAL 5.0 -1.0 3.0 4.5 10.6 7.4 8.9 8.0 6.5 MUNDO 2.3 1.8 4.0 5.3 4.8 5.4 5.2 3.7 Estados Unidos 5.1 0.3 2.4 2.7 3.9 3.1 2.9 2.2 1.0 Área do Euro 3.5 1.4 0.8 0.7 2.1 1.5 2.8 2.5 1.7 Japão -0.3 -0.2 1.9 2.0 Países em Desenvolvimento 4.6 7.7 7.3 7.1 7.5 Economias Asiáticas 5.5 6.0 8.1 8.8 9.2 9.8 América Latina e Caribe 0.6 -0.1 5.7 BRASIL 4.3 1.3 1.1 3.2

3 MUNDO MULTIPOLAR Mesmo com a recessão nos Estados Unidos, a economia mundial dificilmente cairia em um processo de estagnação . . .

4 MUNDO MULTIPOLAR Desde 1978 o PIB chinês evolui a uma média de 10% ao ano. A contribuição da China para o crescimento mundial já é superior a dos Estados Unidos . . . The Economist.

5 MUNDO MULTIPOLAR A mudança estrutural tem sido o peso crescente das economias emergentes, em particular a China, no crescimento mundial . . . POTÊNCIA EMERGENTE

6 MUNDO MULTIPOLAR O “boom” das commodities ajudou vários países emergentes, em particular a América Latina. A questão chave é se os preços permanecerão em nível elevado . . .

7 MUNDO MULTIPOLAR A partir de 2002 houve forte aumento no preço do petróleo. O impacto sobre a economia mundial tem sido modesto até agora, pela sua natureza gradual. A nova descoberta do pré-sal poderá transformar o Brasil em exportador de médio porte . . .

8 O PODER DOS BANCOS CENTRAIS
O Federal Reserve tem tomado uma série de medidas como a maciça injeção de liquidez e corte dos juros, salvando instituições, procurando gerenciar expectativas e, desta forma, minimizar o risco de uma recessão profunda . . .

9 A América Latina tem se beneficiado do “boom” das commodities . . .
MUNDO MULTIPOLAR A América Latina tem se beneficiado do “boom” das commodities . . . AMÉRICA LATINA E A ECONOMIA MUNDIAL Região 2006 2007 * 2008 ** 2009 ** MUNDO 5.4 5.2 3.7 3.9 Economias Avançadas 3.0 2.5 1.5 1.7 Estados Unidos 2.9 2.2 1.0 União Européia 2.8 1.8 Economias Emergentes 7.3 7.5 7.1 China 11.1 11.5 10.0 9.0 América Latina 5.3 4.5 4.1 (*) Estimativa / (**) Projeções.

10 UM NOVO PADRÃO DE CRESCIMENTO ?
A marca registrada do crescimento brasileiro é o seu padrão ciclotímico . . . F H C LULA

11 A COMPARAÇÃO DE DUAS CRISES (2001 / 2008)
Há significativa melhoria nos fundamentos macroeconômicos da economia brasileira entre 2001 e A COMPARAÇÃO DE DUAS CRISES (2001 / 2008) Período MUNDO BRASIL PIB IPCA Taxa de Juros Dív. Pública Conta-Corrente Reservas Internacionais Taxa de Câmbio (%) / GDP (%) (US$ bi.) (R$ / US$ - Dez.) 2.5 1.3 7.6 19.00 53.4 -23.2 36 2.32 * 3.0 4.8 6.0 14.25 41.5 -30.0 220 1.75 (*) Estimativa.

12 VULNERABILIDADE EXTERNA
A partir de 2003 há sensível melhoria nas contas externas com seqüência de mega-superávits comerciais e conta-corrente positiva. Estamos agora de volta ao ciclo de déficits devido à forte expansão das importações, apesar do bom ritmo das exportações

13 VULNERABILIDADE INTERNA
A vulnerabilidade interna também está se reduzindo porém em ritmo mais lento e altamente dependente do forte aumento da carga tributária. A dívida líquida / PIB deverá cair para 41,6% ao final de A dívida pública nominal também está em queda e poderá ser zerada em

14 (Preços ao Consumidor em %)
INFLAÇÃO GLOBALIZADA A inflação voltou a ser um problema cuja causa principal é a explosão no preço das “commodities” agrícolas . . . INFLAÇÃO GLOBALIZADA (Preços ao Consumidor em %) Países % Venezuela 29,3 (Abril) Egito 19,7 (Maio) Paquistão 19,3 (Maio) Rússia 15,1 (Maio) África do Sul 11,1 (Abril) Argentina 8,9 (Abril) China 8,5 (Abril) Chile 8,3 Abril) Índia 7,8 (Abril) BRASIL 5,6 (Maio) México 4,9 (Maio) Estados Unidos 3,9 (Abril) União Européia 3,6 (Maio)

15 O CONTROLE DA INFLAÇÃO Devido a combinação de aperto fiscal e monetário, a inflação tem apresentado significativa queda após Existem porém renovadas pressões a partir do 2º semestre de 2007 forçando o Banco Central a intervir novamente . . .

16 GERENCIANDO EXPECTATIVAS
As expectativas inflacionárias para 2008 e 2009 estão subindo, sugerindo pressões generalizadas além de alimentos . . .

17 A AUTONOMIA DO BC O Banco Central elevou as taxas de juros em 2003 e 2005 para manter a inflação sob controle. Após longo ciclo de reduções, o BC decidiu novamente elevar a taxa SELIC que poderá superar a faixa de 14% em dezembro . . . 2003 2004 2005 2006 2007 2008

18 APRECIAÇÃO CAMBIAL A melhoria nas contas externas tem levado à sistemática apreciação do real, que tem sido pouco afetado pelas incertezas internacionais. A desvalorização do dólar alcançou 47% desde o pico de 2004 2005 2006 2007 2008

19 RISCO-PAÍS A contrapartida da redução das vulnerabilidades externa e interna tem sido a queda significativa na percepção do risco Brasil, que tem sido marginalmente afetada pelas incertezas externas . . .

20 (Países Selecionados)
UPGRADE Como conseqüência do desempenho favorável, apesar da desaceleração da economia mundial, o Brasil foi premiado com o status de grau de investimento pela S&P e posteriormente pela Fitch . . . RATINGS (Países Selecionados) Países Moeda Estrangeira Chile A+ China A México BBB+ Rússia Índia BBB- BRASIL Peru BB+ Colômbia Venezuela BB- Argentina B+ Fonte: Standard & Poor's. Grau de Investimento > BBB.

21 IMPLICAÇÕES DO GRAU DE INVESTIMENTO
ÂNCORA NA ARQUITETURA MACROECONÔMICA; AUMENTO NO FLUXO DE CAPITAIS ESTRANGEIROS; PRESSÃO PARA APRECIAÇÃO “VERSUS” DETERIORAÇÃO DA CONTA- CORRENTE; MENOR NÍVEL DE EQUILÍBRIO DA TAXA DE JURO REAL; MAIOR NÍVEL DE INVESTIMENTOS E CRESCIMENTO POTENCIAL DO PIB.

22 CRESCIMENTO ECONÔMICO DOS BRICS
DESEMPENHO RELATIVO O desempenho brasileiro ainda é inferior em relação às principais economias emergentes . . . CRESCIMENTO ECONÔMICO DOS BRICS Países 2005 2006 2007 2008 * 2009 * China 9.9 10.5 11.5 10.0 9.0 Índia 7.8 8.3 8.0 7.2 Rússia 7.0 6.6 6.0 BRASIL 2.9 3.7 5.4 4.8 4.5 Fonte: Banco Mundial.

23 COMPETITIVIDADE GLOBAL (Países Selecionados)
MACRO DISTORÇÕES A competitividade brasileira é ainda baixa devido à infra-estrutura obsoleta, baixa qualidade de capital humano e o peso da burocracia. Houve porém melhoria em relação ao ano passado . . . COMPETITIVIDADE GLOBAL (Países Selecionados) Países 2008 2007 EUA China 17º 15º Cingapura Chile 26º Hong Kong Índia 29º 27º Suíça Peru 35º - Luxemburgo Colômbia 38º 41º Dinamarca BRASIL 43º 49º Austrália 12º Rússia 47º Canadá 10º México 50º Suécia Argentina 52º 51º Holanda Venezuela 55º Fonte: IMD.

24 COMPETITIVIDADE BRASILEIRA
DUALISMO As principais distorções estão no setor público. O setor privado brasileiro tem se ajustado e está sendo modernizado com várias empresas já atingindo o status de grau de investimento e tornando-se multinacionais . . . COMPETITIVIDADE BRASILEIRA Índice Global Instit. Públicas Empresas 65 70 32 Fonte: Fórum Econômico Mundial (WEF) 2005.

25 MACRO DISTORÇÕES O ajuste fiscal é de baixa qualidade, baseado na sistemática elevação da carga tributária que continua em elevação mesmo com o fim da CPMF. . .

26 CRESCIMENTO SUSTENTADO
Apesar das distorções, a estabilidade macro está levando ao expressivo crescimento dos investimentos diretos estrangeiros que não têm sido, até agora, afetados pelas incertezas externas . . .

27 CRESCIMENTO SUSTENTADO PIB: CRESCIMENTO TRIMESTRAL
O PIB, puxado pelo bom desempenho da indústria, continua em expansão . . . PIB: CRESCIMENTO TRIMESTRAL (Trimestre / Mesmo Trimestre do Ano Anterior) Setores 1º Tr. 2007 2º Tr. 2007 3º Tr. 2007 4º Tr. 2007 1º Tr. 2008 Total 4,4 5,4 5,6 6,2 5,8 Agropecuária 3,7 1,1 9,7 8,6 2,4 Indústria 3,2 6,9 5,0 4,3 Serviços 4,5 4,6 5,3

28 CRESCIMENTO SUSTENTADO COMPONENTES DA DEMANDA
O crescimento atual é explicado pelo mercado interno com destaque para os investimentos cujo ritmo é bem superior ao PIB. O consumo privado mantém bom nível. A preocupação é a aceleração nos gastos públicos . . . COMPONENTES DA DEMANDA (Trimestre / Mesmo Trimestre do Ano Anterior) Setores 1º Tr. 2007 2º Tr. 2007 3º Tr. 2007 4º Tr. 2007 1º Tr. 2008 P I B 4,4 5,4 5,6 6,2 5,8 Consumo das Famílias 5,7 6,0 8,6 6,6 Consumo do Governo 3,7 3,4 3,1 2,2 Investimento 8,8 13,9 14,6 16,0 15,2 Exportação 13,3 1,8 6,4 -2,1 Importação 19,8 18,6 20,4 23,4 18,9

29 CRESCIMENTO SUSTENTADO
A indústria continua crescendo, embora em ritmo mais moderado liderada por bens de capital e duráveis . . .

30 ALAVANCANDO O CRESCIMENTO
O crédito ao setor privado avança em ritmo forte mas o nível ainda é baixo em comparação com outras economias emergentes . . .

31 CRESCIMENTO SUSTENTADO
A taxa de investimento é ainda baixa mas tem elevado-se significativamente, o dobro do crescimento do PIB . . .

32 CENÁRIOS (I - DESCONTINUIDADE)
HIPÓTESES CRÍTICAS: - RECESSÃO NA ECONOMIA MUNDIAL - NEO-POPULISMO - PARALISAÇÃO NAS REFORMAS ESTRUTURAIS - REVERSÃO DA ABERTURA DA ECONOMIA. CONSEQÜÊNCIAS: - FORTE ELEVAÇÃO NO RISCO-PAÍS - JUROS REAIS PERMANECEM ELEVADOS - DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL - BOLHA DE CONSUMO - PRESSÕES INFLACIONÁRIAS.

33 CENÁRIOS (II - COMPETITIVIDADE)
HIPÓTESES CRÍTICAS: - CRESCIMENTO SUSTENTADO DA ECONOMIA MUNDIAL - APERFEIÇOAMENTO DA ARQUITETURA MACRO - NOVO CICLO DE REFORMAS ESTRUTURAIS - PROGRESSO NAS NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS. CONSEQÜÊNCIAS: - GRAU DE INVESTIMENTO - QUEDA NAS TAXAS DE JUROS REAIS - VALORIZAÇÃO DO CÂMBIO / GANHOS DE PRODUTIVIDADE - CRESCIMENTO DO PIB: 6% - INFLAÇÃO: 4%.

34 CENÁRIOS (III - GRADUALISMO)
HIPÓTESES CRÍTICAS: - ATERRISSAGEM SUAVE DA ECONOMIA MUNDIAL - MANUTENÇÃO DA ESTRATÉGIA MACRO - LENTO PROGRESSO NAS REFORMAS ESTRUTURAIS - ABERTURA GRADUAL DA ECONOMIA. CONSEQÜÊNCIAS: - GRAU DE INVESTIMENTO - CRESCIMENTO DO PIB: 4 – 5% - INFLAÇÃO SOB CONTROLE: 5% - ESTABILIDADE DA TAXA DE CÂMBIO.

35 EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO
O BRASIL ESTÁ CAMINHANDO PARA ALCANÇAR UM PADRÃO DE CRESCIMENTO SUSTENTADO; O DESEMPENHO FUTURO DEPENDE DA COMBINAÇÃO ENTRE CENÁRIOS EXTERNOS E POLÍTICAS INTERNAS; UM SALTO NO CRESCIMENTO POTENCIAL SERIA O RESULTADO DE COMPORTA- MENTO FAVORÁVEL DA ECONOMIA MUNDIAL, NOVO CICLO DE REFORMAS ESTRUTURAIS E SUCESSO NAS NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS.

36 EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO DO PIB
CENÁRIO CENÁRIO INTERNO EXTERNO Gradualismo Competitividade Neo-populismo Sustentado % % % Aterrissagem Suave % % % Descontinuidade % % recessão


Carregar ppt "TESTES 1º – MUNDO MULTIPOLAR Globalização / Super-Emergentes 2º – O PODER DOS BANCOS CENTRAIS Gerenciar Expectativas 3º – CONSISTÊNCIA DA ARQUITETURA."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google