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Lesões por Esforços Repetitivos Uma freqüente forma de adoecimento.

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Apresentação em tema: "Lesões por Esforços Repetitivos Uma freqüente forma de adoecimento."— Transcrição da apresentação:

1 Lesões por Esforços Repetitivos Uma freqüente forma de adoecimento

2 As Lesões por Esforços Repetitivos (LER), atualmente denominadas Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), tem merecido atenção especial, inclusive na odontologia, em virtude do acometimento cada vez maior de profissionais, obrigando-os ao afastamento temporário de suas atividades laborais, em virtude do comprometimento das articulações dos dedos, pulso, cotovelo e ombro.

3 O desconhecimento, e a negligência de uma prática de prevenção às LER, podem causar graves danos à saúde do profissional, tendo conseqüências diretas no exercício do trabalho, como a diminuição da produtividade, e em casos extremos, podendo promover a saída precoce do trabalhador do mercado de trabalho.

4 Definição As LER são um fenômeno relacionado ao trabalho, provocadas pelo uso inadequado e excessivo do sistema que agrupa ossos, nervos, músculos e tendões.

5 Típicas do trabalho intenso e repetitivo, as LER são causadas por diversos tipos de pressão existentes no trabalho, que afetam as pessoas, tanto física quanto psicologicamente ( FUNDACENTRO, 2003 ).

6 Lesões por traumas cumulativos, distúrbios cervicobraquiais ocupacionais, síndrome ocupacional do overuse, são termos utilizados como sinônimos de LER, que atualmente recebe a denominação oficial de Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho ( DORT );

7 Formas clínicas As LER abrangem diversas patologias, sendo que as mais conhecidas são: Tenossinovite, Bursite, Tendinite, Cervicobraquialgia, Epicondilite, Síndrome do Túnel do Carpo, Síndrome do Túnel Ulnar e Síndrome do Redondo Pronador.

8 Embora atinjam principalmente os membros superiores: Mãos, Punhos, Braços, Antebraços, Mãos e Coluna Cervical, as LER podem afetar o ser humano como um todo.

9 Fatores de Risco De uma maneira geral, são vários os fatores existentes no trabalho, que podem concorrer para a ocorrência de LER.

10 O principal, seria o desrespeito aos fatores ergonômicos e antropométricos, além de repetitividade de movimentos, manutenção de posturas inadequadas por tempo prolongado, esforço físico, invariabilidade de tarefas, pressão mecânica sobre determinados segmentos, trabalho muscular estático, vibração e frio.

11 Sintomatologia As ocorrências dos sintomas, concomitantes ou não, varia de acordo com o estágio em que se encontram as LER. Comumente o profissional apresenta dor, parestesia, edema, sensação de peso, fadiga de aparecimento insidioso, geralmente no membros superiores e perda da força muscular.

12 A conjunção destes fatores, somados aos aspectos psicossomáticos, fazem com que a vida pessoal e profissional seja afetada. É muito comum a queda da perfomance profissional no trabalho, por vezes causando o afastamento temporário das atividades laborais.

13 Tratamento É consenso entre os especialistas, que quanto mais precoce o início do tratamento, tanto mais favorável será o prognóstico.

14 A variedade de tratamentos é ampla e abrange desde uma simples imobilização com terapia antiinflamatória e fisioterapia, até a realização de cirurgia.

15 LER e a Odontologia A odontologia envolve na sua prática, atividades repetitivas, excesso do uso de força nas mãos, esforço para manutenção de posturas antinaturais, sobrecarga dos membros superiores em oposição a uma imobilidade relativa dos membros inferiores, além de outros fatores que podem propiciar o aparecimento das LER.

16 Ainda, segundo GREEN, BRAUN (1963), os dentistas apresentam a seguinte problemática: sentam ou permanecem em pé durante longos períodos de tempo flexionam excessivamente a cabeça freqüentemente mantêm os cotovelos a uma altura acima do ombro

17 o mau posicionamento da mesa auxiliar obriga-os a estender o braço e a mão para alcançar os objetos de trabalho quando trabalham em pé, tendem a se apoiar quase sempre no mesmo membro inferior e, quando sentados, posicionam- se na beirada dos bancos, não havendo apóio da coluna dorso-lombar.

18 Estes fatores, somados ao baixo gasto energético, a falta de oportunidade para pausas de repouso satisfatórias, a imobilidade relativa e o uso de grandes grupos de músculos para manter a posição de trabalho, podem causar as LER/DORT.

19 RUÍDO EXCESSIVO E OS PROFISSIONAIS DA ODONTOLOGIA

20 Nível de pressão sonora de um consultório odontológico: Uma análise ergonômica O ruído é classificado como qualquer sensação sonora indesejada para o organismo humano.

21 Os efeitos do ruído na audição podem ser divididos em três categorias: 1- Alteração Temporária do Limiar do Auditivo 2- Alteração Permanente do Limiar Auditivo e 3- o Trauma Acústico.

22 A Alteração Temporária do Limiar Auditivo,é o fenômeno no qual os limiares auditivos são afetados a partir de uma exposição a um barulho intenso, recuperando-se dentro de um espaço de poucas horas até poucos dias.

23 A Alteração Permanente do Limiar Auditivo, é a diminuição gradual da acuidade auditiva decorrente da exposição continuada a níveis de pressão sonora elevados. É sempre neurosensorial.

24 O Trauma Acústico, é perda auditiva súbita decorrente de exposição única a ruído intenso ( tiros e explosões).

25 Fiorini (1995) comenta que um grupo de profissionais está particularmente ameaçado pelos efeitos do ruído: os odontólogos e seus assistentes, pois durante um dia de trabalho passam muito tempo expostos a ruídos de alta freqüência, originários principalmente das turbinas.

26 De acordo com Saquy et. al. (1994), à medida que o trabalho torna-se mais dependente da técnica, o número de acidentes e de doenças profissionais aumentam.

27 Sendo o cirurgião dentista um trabalhador que usa e depende cada vez mais da tecnologia está também exposto a um risco muito grande de contrair doenças profissionais.

28 Dentre os riscos a que esse profissional está sujeito diariamente pode se citar seus principais agentes: físicos, químicos e biológicos, sendo o ruído um agente físico importante.

29 Costa (1989), citado por Saquy (1996), observa que o cirurgião dentista está exposto a várias fontes de ruído, como: compressores de ar, turbina de alta velocidade, sugadores de saliva, além de outros fatores como som ambiente e ruído externo ao ambiente de trabalho.

30 Nogueira (1983), em relação ao ruído das turbinas de alta rotação, afirma que não se conhecem casos de perda auditiva pela utilização de peças de mão, de velocidade média e baixa,porém, as peças de mão com turbina produzem níveis de ruído extremamente altos,que são considerados como causa da perda de audição.

31 Saquy e col. (1994), fizeram uma pesquisa com o objetivo de avaliar a intensidade do ruído provocado por alguns equipamentos odontológicos.

32 Para esta pesquisa, foram utilizadas trinta canetas de alta rotação com um ano de vida útil de três diferentes marcas. Com o auxílio de um medidor de nível de pressão sonora, foi avaliado o nível de ruído das canetas a uma distância de 30 centímetros.

33 Concluíram que as canetas de alta rotação das marcas Dabi-Atlante e Kavo apresentam, em média, ruído abaixo de 85 dB (A) e que as canetas da marca Rucca apresentam, em média, ruído acima de 85 dB (A).

34 De acordo com a Legislação do trabalho (1986) o limite máximo de tolerância de ruído em 8 horas de trabalho é de 80 dB. Para Naressi (1983), os ruídos devem situar-se entre 60 e 70 dB, entre 70 e 80 dB aumenta a sensação de desconforto e acima de 90dB há um grande risco para a acuidade auditiva.


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