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Sexo na Gravidez Profª Mariluza Terra Silveira.

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Apresentação em tema: "Sexo na Gravidez Profª Mariluza Terra Silveira."— Transcrição da apresentação:

1 Sexo na Gravidez Profª Mariluza Terra Silveira

2 A RELAÇÃO SEXUAL DURANTE A GRAVIDEZ DEPENDE DE VÁRIOS FATORES :
Crenças(da grávida e do parceiro) prévias sobre sexo Aspectos físicos da gravidez Aspectos emocionais da gravidez

3 FATORES QUE INFLUENCIAM O RELACIONAMENTO DO CASAL:
Medo da perda da individualidade Insegurança em relação as modificações físicas Divisão do amor Exclusão do parceiro – mágoa Clima de choro e lamúria (auto-estima) Ballone GJ – Sexualidade na Gravidez, in. PsiqWeb, Psiquiatria Geral –Internet  disponível <http://gballone.sites.uol.com.br/mulher/gravisex.htm> revisto em 2002.

4 RAZÕES PARA SEXO SER MAIS PRAZEROSO:
Aumento da lubrificação vaginal Engurgitamento genital pode facilitar o orgasmo ou o multi-orgasmo pela primeira vez Desobrigação do uso de métodos contraceptivos e outras Sentimento de feminilidade

5 “ASPECTOS ANATÔMICOS”
X

6 “ASPECTOS FISIOLÓGICOS”
♂ |_|___| estímulo excitação orgasmo ♀ |______|___| estímulo excitação orgasmo

7 “ASPECTOS CULTURAIS”

8 Primeiro trimestre: Em geral, período caracterizado por: ▪ náuseas ▪ vômitos ▪ fadiga ▪ incertezas

9 ▪ redução do desejo (interesse comum) e das relações sexuais; ▪ fantasias relacionadas ao aborto em decorrência da atitude sexual; ▪ atenção voltada para o planejamento da vida em família ou no significado do aumento desta;

10 ▪ Redução do desejo sexual masculino;
▪ Sexo a três; ▪ Medo de machucar o bebê; ▪ Eva X Maria

11 Segundo trimestre: ▪ considerado um período mais ameno para a mulher, onde se começa a superar a fase dos enjôos, além de sensação de realização em sua feminilidade; ▪ o desejo sexual tende a voltar como antes ou mesmo com maior intensidade;

12 Terceiro trimestre: ▪ Período de maior intensidade e desconforto geral para a mulher; ▪ É comum a diminuição do desejo sexual em função das alterações físicas;

13 ▪ Alterações emocionais de maior intensidade, em relação ao parto e à maternidade.iminente;
▪ Nos casos de atividade sexual, medo de machucar o bebê, e de precipitar o parto;

14 Diminuição do desejo Diminuição da freqüência de relações Diminuição da satisfação nas relações

15 PRÁTICAS SEXUAIS DE MULHERES NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL
2° semestre – posição lado a lado Predomínio do sexo oral (ambos os períodos) Decréscimo das práticas – evoluir da gestação LAZAR, M.C.S. Práticas sexuais de mulheres no ciclo gravídico-puerperal. Boletim da SBRH. Ano3 (1), 2005.

16 PRÁTICAS SEXUAIS DE MULHERES NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL
Diminuição de 25% na freqüência das relações sexuais, a cada trimestre Maior queda no último trimestre – 50% em relação ao trimestre anterior A freqüência do orgasmo caiu de 70% (período pré-gestacional) para 24% (dor e diminuição do desejo) LAZAR, M.C.S. Práticas sexuais de mulheres no ciclo gravídico-puerperal. Boletim da SBRH. Ano3 (1), 2005.

17 “de uma maneira geral....a manutenção da atividade sexual durante as fases tardias da gravidez foi um forte fator de predição que uma gravidez (iria) até o termo.” Sayle et al. Sexual activity during late pregnancy and risk of preterm delivery. Obstetrics and Gynecology (2):

18 No puerpério: ▪ Período de mudança na rotina; ▪ Variação emocional também resultante da diminuição de estrogênios e elevação da prolactina; ▪ Cólicas uterinas;

19 ▪ Medo de uma nova gravidez; ▪ Cuidados com o bebê e o cansaço; ▪ A baixa auto-estima; ▪ A possível depressão pós parto;

20 DISPAREUNIA Episiotomia Fissuras Hipotrofia vaginal Falta de umidade

21 Situações vividas pela mulher nesse período, podem influenciar a vida sexual e a representação de sua sexualidade.


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