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Guillermo Vargas-Salazar Presidente RIACES Brasilia – outubro 2012 Educação Superior na América Latina: o desafio da qualidade e internacionalização.

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1 Guillermo Vargas-Salazar Presidente RIACES Brasilia – outubro 2012 Educação Superior na América Latina: o desafio da qualidade e internacionalização

2 PENSAR A UNIVERSIDADE A Universidade deve pensar na construção de seu projeto social e de acordo sua missão, senda a protagonista de sua história.

3 PACTO SOCIAL DA UNIVERSIDADE Criar modelos inovadores para atingir com sucesso seu propósito essencial e acadêmico. Contribuir significativamente para a realização global, justa e solidária do desenvolvimento dos nossos povos.

4 AÇÃO TRANSFORMADORA DA EDUCAÇÃO Plena realização de cada pessoa, com primazia sobre todos os outros valores sociais Inclusão bem sucedida em um mundo marcado pela globalização e pela sociedade emergente do conhecimento

5 O ser humano nasce, se constrói, se realiza e alcança sua plenitude em relação aos seus semelhantes levando e projetando a si próprio. Somos o que somos - e cada um da sua própria maneira- graças a maneira de ser e sentir-se com e entre os outros.

6 OS OUTROS Hoje todos homens e todas as mulheres que antes viviam em áreas físicas limitados se transformam em seres globais com redes compartilhadas de comunicação e conhecimento.

7 O DESAFIO DA GLOBALIZAÇÃO É inevitável: estar" em um mundo globalizado O desafio: nos incorporamos ativamentecomo protagonistas na sua construção.

8 NOS APROPRIAMOS DO MUNDO Convertemos em sujeitos protagonistas genuínos dos processos de integração de transnacionalização econômica, social, educacional, política e produção

9 PREMISSA BÁSICA A transnacionalização, a integração internacional não diz respeito só a produtos e serviços... Mas principalmente no que se refere a pessoas.

10 INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Expressão do caráter do ensino, aprendizagem e investigação apoiado na natureza universal do saber, na transferência e troca de conhecimento como ação fundamental para o trabalho da Universidade.

11 INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Crescentes vínculos para a investigação e a docência Parcerias entre centros de ensino e pesquisa Mobilidade académica de estudantes, professores e pesquisadores Crescimento das ofertas de educação transnacionais Reconhecimento de estudos entre acordos de IES

12 INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Internacionalização do currículo Educação transnacional Organismos especializados (agências) de avaliação e asseguramento da qualidade de cursos e IES Estabelecimento de redes internacionais de agências de AC Reconhecimento mútuo dos resultados de garantia da qualidade

13 INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM RESPOSTA AOS DESAFIOS DO TEMPO Globalização Potêncialização do valor do conhecimento Revolução tecnológica cientifico Expansão dos mercados

14 NOVO PARADIGMA Regionalização Regionalização Cooperação Cooperação Integração Integração Mobilidade académica Mobilidade académica Desenvolvimento de parcerias Desenvolvimento de parcerias Tecnologias Tecnologias Concorrência interinstitucional Concorrência interinstitucional Avaliação e reconhecimento mútuo de qualidade Avaliação e reconhecimento mútuo de qualidade

15 ENSINO SUPERIOR NA AMÉRICA LATINA Abundante e rica diversidade Desigualdades muito grandes Esforços para fortalecer e melhorar a qualidade E.S. como um instrumento ao serviço do desenvolvimento integral Desejo de construir um espaço regional do conhecimento

16 Desafios da educação superior na América Latina Superar as barreiras Integrar os diversos sistemas Alcançar a convergência dos esforços Apoiar aqueles que sofrem mais Compartilhar conquistas e recursos Assegurar uma educação inclusiva e integradora Reafirmar a centralidade da educação como um bem público

17 DESAFIO E OPORTUNIDADE Combinar igualdade e diversidade para aproximar nossas estruturas, tornando nossos sistemas comparáveis, favorecendo a mobilidade acadêmica na América Latina, gerenciando uma mobilidade laboral ordenada na região e começar com decisão nossos passos ao longo do caminho que - embora nós anunciado sinuosa e íngreme - levam à aprovação das qualificações(titulações).

18 Por que fazê-lo? Porque promove o desenvolvimento de Ibero-americanos, devido à sua contribuição para o aumento da produtividade e a competitividade dos países da região. Porque a sinergia entre os países e instituições de educação superior é um poderoso fator de crescimento coletivo em um mundo globalizado em que não é lícito para escolher, em termos de desenvolvimento integral por processos estritamente nacionais

19 Fazer a internacionalização da educação superior tornar-se uma séria ameaça à sua qualidade?

20 Novos elementos na paisagem Ibero- americano de internacionalização Alianças de IES através de franquias Articulação entre instituições de educação superior em países diferentes Articulação entre IES e empresas privadas Educação a distância Instalação de subsidiárias de consórcios de universidades Crescimento da educação transnacional

21 O desafio da educação transnacional Necessidade de reconhecimento internacional de cunho oficial com divulgação própria Aumento de provedores desonestos. Certificados de acreditação reconhecimento por Agências de Baixa Qualidade Agências de acreditação "Regional" ou "global Ocultação da natureza do negócio orientada exclusivamente pela busca do lucro

22 OUTRAS FONTES DE AMEAÇA Visão distorcida da internacionalização d a educação superior, reduzindo-o a um elemento de marketing e não uma verdadeira possibilidade de enriquecimento acadêmico institucional

23 COMO ASSEGURAR A INFLUÊNCIA BENÉFICA DA INTERNACIONALIZAÇÃO? Incorporação de uma cultura de avaliação interna e externa - certificação, contas públicas e melhoria permanente da qualidade. Construção de um espaço regional do conhecimento

24 PARA A REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO É necessário o compromisso É necessária a vontade de fazer É necessário haver um mecanismo sólido e confiável Garantia de excelência constituídos por processos formais de avaliação e asseguramento de qualidade

25 CONFERÊNCIA MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR Nenhum momento da história tem sido mais importante como agora, tendo a garantia da qualidade da educação superior, por seu status como principal força para a construção de sociedades do conhecimento, inclusivas e diversas promovendo a investigação, inovação, criatividade e desenvolvimento "A globalização tem evidenciado a necessidade de estabelecer sistemas nacionais de avaliação e acreditação dos cursos de graduação e garantia de qualidade, bem como promover a criação de redes de agências de acredditação"

26 TRANSFORMAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Concepção de Universidade clássica com uma realidade de crescente variedade. Aumento da demanda por IES Excessivo crescimento quantitativo das instituições universitárias. Diversidade de instituições e estratégias instrucionais e curriculares

27 "O alargamento do acesso representa um desafio para a qualidade da educação superior, portanto, a garantia de qualidade é essencial..." É uma tarefa que requer a implementação de sistemas de garantia de qualidade, interno e diretrizes da avaliação externa a promoção de uma cultura de qualidade nas instituições. Conferência Regional Educação Superior Latinoamericana do Caribe

28 CONSEQUÊNCIAS Incapacidade dos Estados para financiar a expansão das matrículas. Expansão no ensino superior privado, sem controle de qualidade Surgimento de provedores com único interesse econômico Diversificação desordenada das formas de acesso e financiamento. Pressão do mercado para posicionar a educação em contextos competitivos, com prejuízo para a sua relevância e qualidade. "Fábricas de diploma Instituições de hiper especialização Internacionalização e a prestação transfronteiriça.

29 NECESSIDADE DE REGIMES DE ACREDITAÇÃO "A globalização tem sido evidenciada como a necessidade de estabelecer sistema nacional de acreditação e garantia de qualidade, bem como promover a criação de redes entre esses sistemas" Conferência Regional Educação Superior Latinoamericana do Caribe

30 UMA VELHA, NOVA TAREFA Não é a busca da excelência, que mudou na educação universitária, mas a concepção da qualidade e a metodologia para o seu desenvolvimento. O que aconteceu é baseado em um resumo do conceito não operacionalizado, transcendeu a um conceito particular, cujos procedimentos tem um rigor metodológico quantitativo e qualitativo que permitem apreender o conceito de qualidade.

31 CONCEITO DE QUALIDADE Um desiderato, uma aspiração, um ideal que é aspirado O espaço de perfeccionismo entre "ser" e "o que deveria ser" Conceito complexo, multidimensional, polissêmico, relativo, integral e de permanente evolução

32 ACREDITAÇÃO É o reconhecimento da qualidade no âmbito nacional Não é um fim em si, uma prática derivada de um mandato oficial ou um ritual destinado a obtenção de um certificado. Acreditação envolve um compromisso de instituições de educação superior e líderes acadêmicos, seus professores e pesquisadores, estudantes e egressos para estabelecer uma cultura de qualidade, para inserir elementos de planejamento estratégico e ações, processos participativos e permanentes de reflexão sobre o desenvolvimento de seus processos de formação e os resultados evidenciados pelo objetivo de avaliações adequados e relevantes internas e externas

33 Acreditação na América Latina Na América Latina a garantia e a promoção da qualidade da educação superior foi concebido e realizado principalmente como um papel dentro sistemas locais limitando então a acreditação dos espaços da Universidade estritamente nacionais quando não - programas de - configurações estreitamente institucionais.

34 RIACES Criação ou reforço de agências nacionais Visa a harmonização dos critérios e procedimentos Estimular a legitimidade e a confiança mútua Encorajar o estabelecimento de critérios e procedimentos

35 Princípio da relação RIACES-Agências Nacionais Realizada pela Agência ou Organismo Nacional de acreditação. É a unidade básica de todo processo de acreditação, e o estado-nação é o ator principal no processo. Agências nacionais estão na RIACES, além do aconselhamento, apoio e cooperação, o terreno fértil para desenvolver a capacidade de operar na arena internacional no desempenho de suas tarefas básicas

36 RIACES e Harmonização de Processos A tarefa de harmonizar os critérios e processos utilizados pelos sistemas de acreditação desenvolvidos pela RIACES na região não constituem uma tentativa de uniformizar a educação superior ou títulos que levam. Apenas se destina a incentivar a criação de mecanismos que permitam o reconhecimento mútuo dos processos de acreditação, realizado por várias agências nacionais oficiais

37 OBJETIVOS daRIACES Construir um espaço de reconhecimento mútuo de certificações dos entre as agências nacionais Apoiar e facilitar ao máximo os processos de inserção internacional Nunca substituir, mover ou minimizar os poderes das agências nacionais Assegurar a garantia da qualidade através do desenvolvimento de critérios e tecnologias comparáveis

38 Modelo da RIACES de Harmonização Modelo da RIACES de Harmonização Todas as agências ou organismos nacionais de acreditação dos países participantes devem trabalhar juntos em uma harmonização de critérios e de consenso sobre o procedimento de acreditação RIACES atua como organismo que estimula, coordena, suporta, fornece informações, promove projetos conjuntos e divulga os resultados da rede e das agências para os efeitos de harmonização Cada agência nacional é responsável pelo desenvolvimento e aplicação de critérios de qualidade consensuados.

39 Participantes na construção da Harmonização Participantes na construção da Harmonização Instituiçõe s de Educação Superior Agências Nacionais de Acreditação Governos Nacionais Associações Profissionais Usuários dos Serviços Organizações Sstudantis

40 PRINCÍPIO ORIENTADOR PRINCÍPIO ORIENTADOR A Educação Superior é um bem público, de interesse social e um direito fundamental do cidadão. A responsabilidade e a autoridade de gestão na área de acreditação internacional não reside em acordos comerciais. A educação não é uma mercadoria, um bem negociável, sem pátria, sem relevância nem responsabilidade com seus contextos reais.

41 AS ORIGENS DO ESFORÇO DA RIACES AS ORIGENS DO ESFORÇO DA RIACES Cúpula de Bariloche Conselho Superior Universitário Centro-americano Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento CYTED Bolsas Mutis Programa de Intercambio e Mobilidade Académica Programa de Ciência Tecnologia Sociedade e Inovação

42 REDE IBERO-AMERICANA PARA A ACREDITAÇÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

43 RIACES É o esforço mais significativo em termos de criação e fortalecimento das agências nacionais; da construção consensuada em uma base de critérios e procedimentos que as autoridades nacionais contextualizam; da promoção da cooperação e o apoio horizontal; da divulgação de resultados e melhores práticas para todas as agências e integração de sistemas e agências nacionais na América Latina, com os seus pares no resto do mundo

44 RIACES: TRAJETÓRIA Criação de uma comunidade Ibero-americana de avaliação e acreditação da qualidade da educação superior Projeto de qualidade interna das agências nacionais(CINTAS) Desenvolvimento e divulgação de glossário que harmoniza e forma uma linguagem especializada e para avaliação da educação superior Formação e intercâmbio de avaliadores externos

45 RIACES: TRAJETÓRIA Oficinas e cursos para a formação e atualização de especialistas de agências nacionais Estágios oferecidos pelas agências que mais consolidaram seus processos para as agências que tem maior defasagem Portal de informação internacional Ações de sensibilização das autoridades nacionais

46 PRINCÍPIOS ORIENTADORES Incentivar e apoiar os processos realizados pelas agências nacionais. Garantir a harmonização dos critérios e procedimentos, sem tentar padronizar ou homologar. Apoiar e servir a mobilidade acadêmica e profissional Assegurar a convergência das comunidades acadêmicas Ibero-americanas

47 ORIENTAÇÕES BÁSICOS RIACE não acredita Não é acreditação regional "stricto sensu Critérios harmonizados de forma consensuada por especialistas de diferentes países e agências. Consta com avaliadores internacionais Acreditação é realizada pela Agência Nacional Promove o reconhecimento mútuo entre as agências

48 RIACES: INTERNACIONALIZAÇÃO E QUALIDADE Impulsionar em cada país da região ibero-americana, o reforço e a consciência social de uma cultura de qualidade de ensino, de avaliação permanente e contínua de criação de uma consciência nacional crescente dos requisitos de qualidade, transparência e responsabilização, de formação de agências de garantia de qualidade nacional oficial e, mais importante ainda, a criação de uma comunidade Ibero-americana de avaliação e acreditação da qualidade da educação superior

49 Nosso futuro será mais próspero, tanto quanto nos esforcemos para a construção de uma Educação Superior de qualidade.

50 Obrigado pela sua atenção


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