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Paisagismo - Horticultura Aula 3 – Estilo de Jardins (continuação) Dois Vizinhos, 22/03/2010 Prof. Dr. Mauricio Romero Gorenstein.

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1 Paisagismo - Horticultura Aula 3 – Estilo de Jardins (continuação) Dois Vizinhos, 22/03/2010 Prof. Dr. Mauricio Romero Gorenstein

2 Objetivo da Aula de hoje CONTEÚDO 1. Jardins da antiguidade clássica 2. A extrema simplicidade dos jardins medievais 3. Jardins renascentistas 4. Jardins contemporâneos 5. Jardins do Brasil Apresentar os conceitos sobre estilos de jardins. Bibliografia: Cap. 2 Historiando a paisagem – p. 71 à 126 do livro Paisagismo - conceitos básicos

3 JARDINS DA ANTIGUIDADE CLÁSSICA São os jardins: Jardins da China, Jardins do Egito, Jardins Suspensos da Babilônia, Jardins da Grécia, Jardins da Pérsia, e os Jardins de Roma. São os jardins: Jardins da China, Jardins do Egito, Jardins Suspensos da Babilônia, Jardins da Grécia, Jardins da Pérsia, e os Jardins de Roma. Dividi-se em formais (artificiais) e naturais Dividi-se em formais (artificiais) e naturais

4 JARDINS DA CHINA Grandeza nos elementos da composição e impactos à vista; Grandeza nos elementos da composição e impactos à vista; A sucessão das dinastias favoreceu um alto grau de misticismo; A sucessão das dinastias favoreceu um alto grau de misticismo; Reproduzir em pequena escala a grandeza da natureza; Reproduzir em pequena escala a grandeza da natureza; Um local onde se podia andar, sentar, contemplar e repousar; Um local onde se podia andar, sentar, contemplar e repousar; A essência do jardim chinês foi praticamente transferida para o Japão; A essência do jardim chinês foi praticamente transferida para o Japão; - retratavam com perfeição a natureza, lembrando pinturas paisagísticas. - retratavam com perfeição a natureza, lembrando pinturas paisagísticas. - no seu traçado, as linhas e as curvas eram suaves. - no seu traçado, as linhas e as curvas eram suaves. - as plantas possuíam funções decorativas. - as plantas possuíam funções decorativas. - tanto as árvores como os arbustos eram agrupados com aparência casual (imitar a natureza) - tanto as árvores como os arbustos eram agrupados com aparência casual (imitar a natureza) - Uso dos desníveis do relevo sem alterar a sua conformação natural. - Uso dos desníveis do relevo sem alterar a sua conformação natural. Possuíam vastas dimensões Possuíam vastas dimensões Contavam sempre com a presença de um lago centralizado com plantas aquáticas. Contavam sempre com a presença de um lago centralizado com plantas aquáticas.

5 JARDINS DA CHINA

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7 JARDINS DO EGITO Eram também chamados de Oásis (ambiente agradável); Eram também chamados de Oásis (ambiente agradável); Amenização do calor do vale do Rio Nilo; Amenização do calor do vale do Rio Nilo; O Oásis privado era um lugar que oferecia paz e fuga, abrigo e sombra; O Oásis privado era um lugar que oferecia paz e fuga, abrigo e sombra; Lugar onde as plantas poderiam crescer e o homem poderia descansar. Lugar onde as plantas poderiam crescer e o homem poderia descansar. - traçado em linhas retas e formas geométricas com simetria rigorosa; - traçado em linhas retas e formas geométricas com simetria rigorosa; - desenvolvimento em planos horizontais; - desenvolvimento em planos horizontais; - utilizavam tanques ou canais de irrigação; - utilizavam tanques ou canais de irrigação; - Tanques continham plantas aquáticas como o lótus e o papiro (plantas sagradas); - Tanques continham plantas aquáticas como o lótus e o papiro (plantas sagradas); - Ornamentação de residências e templos; - Ornamentação de residências e templos; - Elemento de composição: escadarias, tanques, vias de acesso, terraços e água; - Elemento de composição: escadarias, tanques, vias de acesso, terraços e água; - Espécies mais utilizadas: limoeiros, sicômoros, tamareiras, romãzeiras, figueiras, videiras, palmeiras e plantas aquáticas. - Espécies mais utilizadas: limoeiros, sicômoros, tamareiras, romãzeiras, figueiras, videiras, palmeiras e plantas aquáticas.

8 JARDINS DO EGITO

9 JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA Construídos pelo Imperador Nabucodonosor no 2º Império Babilônico (800 a.C); Construídos pelo Imperador Nabucodonosor no 2º Império Babilônico (800 a.C); Arte original, sem nenhuma influência de outra civilização; Arte original, sem nenhuma influência de outra civilização; Apresentavam terraços que apoiavam-se sobre grossos muros; Apresentavam terraços que apoiavam-se sobre grossos muros; O teto das galerias era formado por blocos de pedra revestidos por uma camada de caniços, asfalto, tijolos e argamassa e lâminas de chumbo; O teto das galerias era formado por blocos de pedra revestidos por uma camada de caniços, asfalto, tijolos e argamassa e lâminas de chumbo; Sobre isso colocava-se terra para o cultivo (palmeiras, tamareiras e flores); Sobre isso colocava-se terra para o cultivo (palmeiras, tamareiras e flores); Aparelhos hidráulicos e um sistema de canalização faziam subir a água do rio; Aparelhos hidráulicos e um sistema de canalização faziam subir a água do rio; Ocupava uma área de m 2, com recantos ajardinados; Ocupava uma área de m 2, com recantos ajardinados; Distribuição em patamares de terraços suspensos até 90 m; Distribuição em patamares de terraços suspensos até 90 m; Objetivo: obter vistas do vale e do deserto ao redor; Objetivo: obter vistas do vale e do deserto ao redor; Forte dominância dos elementos arquitetônicos sobre os naturais. Forte dominância dos elementos arquitetônicos sobre os naturais.

10 JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA

11 JARDINS DA GRÉCIA Fortes influências dos jardins egípcios; Fortes influências dos jardins egípcios; Diferença: gregos dominavam o meio geográfico; Diferença: gregos dominavam o meio geográfico; Jardins gregos eram condicionadas a topografia do local; Jardins gregos eram condicionadas a topografia do local; Seu traçado acompanhava as formas naturais do terreno; Seu traçado acompanhava as formas naturais do terreno; Tinham simplicidade, sem preocupação com a rigidez das linhas; Tinham simplicidade, sem preocupação com a rigidez das linhas; Não usavam a simetria. Não usavam a simetria.

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13 JARDINS DA PÉRSIA Reprodução da vida do rei, para engrandecê-lo; Reprodução da vida do rei, para engrandecê-lo; Construíram palácios imensos e luxuosamente decorados; Construíram palácios imensos e luxuosamente decorados; Com jardins internos para divertimento dos soberanos; Com jardins internos para divertimento dos soberanos; Finalidade principal: gozar as delícias da natureza e recreação; Finalidade principal: gozar as delícias da natureza e recreação; Deram outro rumo aos jardins: da ornamentação Deram outro rumo aos jardins: da ornamentação Até os dias atuais é a maior função dos jardins. Até os dias atuais é a maior função dos jardins. Possuíam composições mista de elementos gregos e egípcios; Possuíam composições mista de elementos gregos e egípcios; Uso de árvores e arbustos de flores perfumadas (vida sensual); Uso de árvores e arbustos de flores perfumadas (vida sensual); Vegetação: valor decorativo das suas flores (não utilitário) Vegetação: valor decorativo das suas flores (não utilitário) Traçado: aspecto cruciforme (um canal de água com plantas). Traçado: aspecto cruciforme (um canal de água com plantas).

14 JARDINS DA PÉRSIA

15 JARDINS DE ROMA Influência forte dos gregos Influência forte dos gregos Conquista da Grécia no século 2 a.C Conquista da Grécia no século 2 a.C Saquearam grande quantidade de estátuas (cultura grega dominou) Saquearam grande quantidade de estátuas (cultura grega dominou) - possuíam pouca originalidade; - possuíam pouca originalidade; - faziam a utilização metódica e ordenada de elementos da composição; - faziam a utilização metódica e ordenada de elementos da composição; - proporcionavam a interpenetração casa-jardim; - proporcionavam a interpenetração casa-jardim; - tinham vasta perspectiva; - tinham vasta perspectiva; - tinham grandiosidade e magnificência na composição (luxo e pompa); - tinham grandiosidade e magnificência na composição (luxo e pompa); - valorizavam a arquitetura da paisagem; - valorizavam a arquitetura da paisagem; - possuíam um número grande de elementos de composição (estátuas); - possuíam um número grande de elementos de composição (estátuas); - usavam o jardim mais para o aspecto recreacionista. - usavam o jardim mais para o aspecto recreacionista.

16 JARDINS DE ROMA

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18 JARDINS MEDIEVAIS Época entre a antiguidade e o renascimento (recolhimento devido a guerras e pragas); Época entre a antiguidade e o renascimento (recolhimento devido a guerras e pragas); População enclausurada em castelos e mosteiros; População enclausurada em castelos e mosteiros; Vilas formadas por muitas casas, sem espaços recreativos (jardins reduzidos); Vilas formadas por muitas casas, sem espaços recreativos (jardins reduzidos); Jardins utilitários dentro dos castelos (pomares, hortas, flores de corte para altares); Jardins utilitários dentro dos castelos (pomares, hortas, flores de corte para altares); Formação do estilo romântico (fuga do formalismo geométrico para a vida na natureza); Formação do estilo romântico (fuga do formalismo geométrico para a vida na natureza); Jardins românticos (em forma de cruz, sentido religioso) Jardins românticos (em forma de cruz, sentido religioso) Jardins góticos (traçados mais complexos e maior riqueza de elementos, percursores dos jardins Italianos) Jardins góticos (traçados mais complexos e maior riqueza de elementos, percursores dos jardins Italianos)

19 JARDINS MONACAIS (monges) Jardins puramente utilitários (frutas, verduras, legumes, plantas medicinais, flores de corte); Jardins puramente utilitários (frutas, verduras, legumes, plantas medicinais, flores de corte); Cada cultura dividida em uma parte; Cada cultura dividida em uma parte; Jardins simples, sem luxo Jardins simples, sem luxo Àreas gramadas cercadas de arbustos; viveiros de peixes de pássaros, locais para banho. Àreas gramadas cercadas de arbustos; viveiros de peixes de pássaros, locais para banho.

20 JARDINS MONACAIS (monges) Jardins puramente utilitários (frutas, verduras, legumes, plantas medicinais, flores de corte); Jardins puramente utilitários (frutas, verduras, legumes, plantas medicinais, flores de corte); Cada cultura dividida em uma parte; Cada cultura dividida em uma parte; Jardins simples, sem luxo Jardins simples, sem luxo Àreas gramadas cercadas de arbustos; viveiros de peixes de pássaros, locais para banho. Àreas gramadas cercadas de arbustos; viveiros de peixes de pássaros, locais para banho.

21 JARDINS MONACAIS (monges)

22 JARDINS MOURISCOS Jardins Espano-árabe (fixação dos árabes na Espanha - ano 711); Jardins Espano-árabe (fixação dos árabes na Espanha - ano 711); Água como elemento de composição básico; Água como elemento de composição básico; Uso de efeitos aromáticos através do emprego da cerâmica e do azulejo Uso de efeitos aromáticos através do emprego da cerâmica e do azulejo Utilização de plantas que produziam colorido e aromas agradáveis Utilização de plantas que produziam colorido e aromas agradáveis Alfazema, roseiras, jasmins, cravos e jacintos. Alfazema, roseiras, jasmins, cravos e jacintos.

23 JARDINS MOURISCOS

24 JARDINS RENASCENTISTAS Objetivo: produzir flores para ornamentar os templos das igrejas Objetivo: produzir flores para ornamentar os templos das igrejas Pomares e hortas para o abastecimento diário do povo. Pomares e hortas para o abastecimento diário do povo. Os jardins eram reduzidos (aglomerados de construções) Os jardins eram reduzidos (aglomerados de construções) - tinham pouca criatividade; - tinham pouca criatividade; - eram desenvolvidos em recintos fechados; - eram desenvolvidos em recintos fechados; - possuíam alamedas e caminhos com traçados ortogonais; - possuíam alamedas e caminhos com traçados ortogonais; - cultivavam plantas de valor utilitário e ornamental; - cultivavam plantas de valor utilitário e ornamental;

25 JARDINS RENASCENTISTAS Abrigos intelectuais onde estudiosos e artistas podiam trabalhar e debater na serenidade da região rural fora do calor e das frustrações da cidade no verão. Abrigos intelectuais onde estudiosos e artistas podiam trabalhar e debater na serenidade da região rural fora do calor e das frustrações da cidade no verão. Estilos principais: Jardins Italianos, Franceses e Ingleses. Estilos principais: Jardins Italianos, Franceses e Ingleses.

26 JARDINS ITALIANOS Sem alterar o relevo natural do terreno; Sem alterar o relevo natural do terreno; Uso de elementos como: escadarias, terraços e fontes Uso de elementos como: escadarias, terraços e fontes Objetivo: desfrutar o máximo da paisagem local; Objetivo: desfrutar o máximo da paisagem local; Apesar de arquitetônicos, usaram plantas decorativas. Apesar de arquitetônicos, usaram plantas decorativas. Uso freqüente da poda (manutenção e criação de efeitos); Uso freqüente da poda (manutenção e criação de efeitos); Jardins mais abertos: sob a sombra das árvores, luz forte e brilhante. Jardins mais abertos: sob a sombra das árvores, luz forte e brilhante. Água: pequenas quedas Água: pequenas quedas Grande enfoque: exposição de coleções de estátuas roubadas das ruínas de Roma e da Grécia. Grande enfoque: exposição de coleções de estátuas roubadas das ruínas de Roma e da Grécia. - possuíam grande influência da Grécia; - possuíam grande influência da Grécia;

27 as culturas eram desenvolvidas em banquetas ou terraços; as culturas eram desenvolvidas em banquetas ou terraços; - utilizavam a água em excesso, principalmente como fontes e repuxo; - utilizavam a água em excesso, principalmente como fontes e repuxo; - possuíam ambientes confinados e direcionados a um atrativo; - possuíam ambientes confinados e direcionados a um atrativo; - Cercado por árvores com algo para se observar: paisagens, colinas, fontes e quedas d'água; - Cercado por árvores com algo para se observar: paisagens, colinas, fontes e quedas d'água; - eram ricos em detalhes; - eram ricos em detalhes; - Composição era feita de poucos elementos, porém bastante interessantes; - Composição era feita de poucos elementos, porém bastante interessantes; - utilizavam poucas flores; - utilizavam poucas flores; - as espécies utilizadas eram: louro, cipreste, azinheiro e pinheiro. - as espécies utilizadas eram: louro, cipreste, azinheiro e pinheiro.

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31 JARDINS FRANCESES Criados paralelamente aos castelos (= linhas arquitetônicas destes) Criados paralelamente aos castelos (= linhas arquitetônicas destes) Na época de Luís XV foi criada a Escola de Jardins do Renascimento Francês (surgiram muitos artistas: idéias próprias e inovações). Na época de Luís XV foi criada a Escola de Jardins do Renascimento Francês (surgiram muitos artistas: idéias próprias e inovações). - colocou o estilo formal no seu apogeu; - colocou o estilo formal no seu apogeu; - possuía abundância de água; - possuía abundância de água; - consistia de uma vegetação densa, formação de barreira que delimitava o jardim; - consistia de uma vegetação densa, formação de barreira que delimitava o jardim; - seu traçado obedecia a uma escala de complexidade; - seu traçado obedecia a uma escala de complexidade; - tinha como finalidade principal a ornamentação. - tinha como finalidade principal a ornamentação. - Usavam podas também para a criação de formas - Usavam podas também para a criação de formas Espécies utilizadas: tuias, ciprestes, pingo-de-ouro, buxinho, murta, hera, amor-perfeito, roseira, azaléia. Espécies utilizadas: tuias, ciprestes, pingo-de-ouro, buxinho, murta, hera, amor-perfeito, roseira, azaléia.

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34 JARDINS INGLESES Sofreu forte influência dos jardins chineses (aproximação homem natureza) Sofreu forte influência dos jardins chineses (aproximação homem natureza) Rompe a retidão e simetria das linhas e distribuição dos maciços arbóreo/arbustivos Rompe a retidão e simetria das linhas e distribuição dos maciços arbóreo/arbustivos Maior aproximação com a natureza. Maior aproximação com a natureza. Predominado por linhas curvas das alamedas (vistas e paredes) Predominado por linhas curvas das alamedas (vistas e paredes) Presença de grandes gramados, com amplos caminhos e se valoriza a topografia do terreno. Presença de grandes gramados, com amplos caminhos e se valoriza a topografia do terreno. Plantas floríferas compõem grandes manchas coloridas sobre o verde, onde árvores aparecem em pequenos grupos. Plantas floríferas compõem grandes manchas coloridas sobre o verde, onde árvores aparecem em pequenos grupos.

35 SURGIMENTO DO ESTILO INGLÊS Influência da China (o homem agrupou plantas tentando imitar a natureza) Influência da China (o homem agrupou plantas tentando imitar a natureza) Este foi o embrião do Estilo Paisagístico (Inglês). Este foi o embrião do Estilo Paisagístico (Inglês). Pouco depois da China, surgiu na Pérsia e Egito, outra tendência de jardim - o geométrico ou regular. Pouco depois da China, surgiu na Pérsia e Egito, outra tendência de jardim - o geométrico ou regular. Espécies utilizadas: árvores nativas, árvores esculturais, arbustos, grama-são-carlos, grama-preta, pinheiros, jasmim, sálvia-vermelha, margaridas, vitória-régia. Espécies utilizadas: árvores nativas, árvores esculturais, arbustos, grama-são-carlos, grama-preta, pinheiros, jasmim, sálvia-vermelha, margaridas, vitória-régia.

36 CARACTERÍSTICAS DO ESTILO Marcado por extensos gramados, pequenos bosques, caminhos em curvas suaves, estes em pequeno número, e arbustos ou árvores isoladas. Marcado por extensos gramados, pequenos bosques, caminhos em curvas suaves, estes em pequeno número, e arbustos ou árvores isoladas. Representado por linhas grandiosas, terrenos acidentados Representado por linhas grandiosas, terrenos acidentados Visão de belas perspectivas; pequenos bosques, mesma ou dif. Espécies Visão de belas perspectivas; pequenos bosques, mesma ou dif. Espécies Uso de plantas isoladas; implantação de árvores mortas; construção de ruínas. Uso de plantas isoladas; implantação de árvores mortas; construção de ruínas. Presença de elementos como: flores; plantas ornamentais; arbustos, tanques (plantas aquáticas); riachos; rochas; colinas artificiais; labirintos; quiosques e obras fabricadas, com a presença de ruínas, grutas, etc. Presença de elementos como: flores; plantas ornamentais; arbustos, tanques (plantas aquáticas); riachos; rochas; colinas artificiais; labirintos; quiosques e obras fabricadas, com a presença de ruínas, grutas, etc. Proporcionavam belas perspectivas devido à topografia do terreno acidentado; Proporcionavam belas perspectivas devido à topografia do terreno acidentado;

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40 JARDIM ORIENTAL OU JAPONÊS Surgido nos templos budistas (cada elemento tem significado) Surgido nos templos budistas (cada elemento tem significado) Originalmente as flores não são usadas (se transformam constantemente) Originalmente as flores não são usadas (se transformam constantemente) Elementos: Elementos: Lago e as Carpas Lago e as Carpas Queda d'água Queda d'água Lanterna Lanterna Pedras das Cascatas Pedras das Cascatas Bambu e os adornos Bambu e os adornos

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45 JARDINS CONTEMPORÂNEOS 1760 até hoje (Rev. Industrial) Inglaterra (séc. XIX), parques e jardins públicos; 1760 até hoje (Rev. Industrial) Inglaterra (séc. XIX), parques e jardins públicos; Mistura de estilos (formais e informais) Mistura de estilos (formais e informais) Jardins formais (geométricos, caminhos, cercas-vivas naturais ou podadas, relógios de sol, bancos, caramanchões. Jardins formais (geométricos, caminhos, cercas-vivas naturais ou podadas, relógios de sol, bancos, caramanchões. Jardins informais (linhas livres, arranjos irregulares, mais próximos da natureza) Jardins informais (linhas livres, arranjos irregulares, mais próximos da natureza) Maior liberdade estética Maior liberdade estética Jardins públicos (parques e praças) Jardins públicos (parques e praças) –Grande volume de pessoas; –Espaços grandes, gramados, bucólicos (idéia de estar na natureza) –Ex: Regent Park 1810, Londres-Inglaterra –Paris, Bulevares, largas calçadas e densamente arborizada

46 JARDINS CONTEMPORÂNEOS Jardins residenciais (pós-guerra), extensão da casa (necessidade dos proprietários); Jardins residenciais (pós-guerra), extensão da casa (necessidade dos proprietários); Melhor locação do espaço, garagem, churrasqueira, piscina, jardim; Melhor locação do espaço, garagem, churrasqueira, piscina, jardim; Desenhos modernos, contornos livres; Desenhos modernos, contornos livres; Vegetação em harmonia com os elementos artificiais. Vegetação em harmonia com os elementos artificiais primeiro curso de arquiteto-paisagista; 1900 primeiro curso de arquiteto-paisagista; Espaços fechados, shoppings, segurança. Espaços fechados, shoppings, segurança.

47 JARDINS DO BRASIL Paisagens naturais (Brasil colônia até composições paisagísticas das Escolas Carioca e Paulista – Rep. Velha, jardins contemporâneos – globalizados Paisagens naturais (Brasil colônia até composições paisagísticas das Escolas Carioca e Paulista – Rep. Velha, jardins contemporâneos – globalizados BRASIL COLÔNIA – Arquitetura portuguesa sem espaço p/ jardim. BRASIL COLÔNIA – Arquitetura portuguesa sem espaço p/ jardim. –Famílias abastadas tinham chácaras com horta, pomar, e jardim; –Recife e Olinda (devido a colonização holandesa – 1637 imitação dos projetos europeus, plantas e animais exóticos) –Corte portuguesa, 1807, D. João VI – J. Botânico do RJ; BRASIL IMPÉRIO – Arborização do RJ, 1836 – Riedel, casamento de D. Pedro I, agrônomo, plantas. BRASIL IMPÉRIO – Arborização do RJ, 1836 – Riedel, casamento de D. Pedro I, agrônomo, plantas. –Quintal, sítio ou roça (pequenas e médias propriedades), com árvores frutíferas, criações; –Mudança de concepção no sec. XIX, influência francesa: pequeno jardim na frente das construções circundado por grades de ferro.

48 JARDINS DO BRASIL BRASIL REPÚBLICA – 1890 a 1930, riqueza agropecuária, café SP, BRASIL REPÚBLICA – 1890 a 1930, riqueza agropecuária, café SP, –Jardins copiados dos europeus, metropolização; –Jardim Botânico de SP; –Parques particulares, jardins ingleses ou franceses; –Vegetação diversificada, espécies nativas e exóticas nas propriedades particulares, cidade quase sem vegetação. -Início do séc. XX, espaços públicos urbanos, valorização dos espaços públicos com vegetação. -Valorização por espécies exóticas, rosas, avencas, bambus, cravos, samambaias, etc. -Arborização da Av. Paulista em SP e Av. Central no RJ em estilo Francês PAISAGISMO MODERNO – a partir de 1930 PAISAGISMO MODERNO – a partir de 1930 –Modernidade na Arquitetura, Funcionalidade, valorização das espécies nativas. –Década de 50 se consolida as linhas de projeto paisagístico contemporâneo (Ex: Brasília); –Escola Paulista: Waldemar Cordeiro e Roberto Cardozo –Escola Carioca: Roberto Burle Marx

49 A ESCOLA PAULISTA Casa no centro do lote e ao redor aproveitamento racional (mais ricas); Casa no centro do lote e ao redor aproveitamento racional (mais ricas); Mais pobres ou maiores (frente e fundo); Mais pobres ou maiores (frente e fundo); Supremacia de nativas sobre exóticas (Burle Marx); Supremacia de nativas sobre exóticas (Burle Marx); Roberto Cardozo (Influência Norte-americana), rompimento com a influência européia; Roberto Cardozo (Influência Norte-americana), rompimento com a influência européia; Waldemar Cordeiro (original, sem influência importadas) Waldemar Cordeiro (original, sem influência importadas)

50 O PAISAGISMO DE ROBERTO CARDOZO Início da déc – Fac. Arquit. E Urbanismo – FAO – disc. Arquitetura paisagística; Início da déc – Fac. Arquit. E Urbanismo – FAO – disc. Arquitetura paisagística; Jardins emolduram as edificações; Jardins emolduram as edificações; Uso de plantas nativas e mosaicos português (pisos complexos); Uso de plantas nativas e mosaicos português (pisos complexos); História natural e reflexão artística (adaptação de cada projeto a um caso particular); História natural e reflexão artística (adaptação de cada projeto a um caso particular); Exata combinação de espaços vegetados e construídos; Exata combinação de espaços vegetados e construídos; Árvores para controlar o clima; Árvores para controlar o clima; Geometrização (retas, ângulos e polígonos em meio a semicírculos e curvas estudadas) Geometrização (retas, ângulos e polígonos em meio a semicírculos e curvas estudadas) Pisos, muretas e bancadas em meio a forrações, arbustos e árvores Pisos, muretas e bancadas em meio a forrações, arbustos e árvores

51 O PAISAGISMO DE WALDEMAR CORDEIRO Paisagismo original Paisagismo original Artista plástico passou a paisagista Artista plástico passou a paisagista Trabalhava mais volume e cor (como na pintura); Trabalhava mais volume e cor (como na pintura); Segunda fase trabalha mais a volumetria, Contrastes volumétricos de textura. Jogos cromáticos entre a grama comum (verde clara) e a grama japonesa (verde escura); Segunda fase trabalha mais a volumetria, Contrastes volumétricos de textura. Jogos cromáticos entre a grama comum (verde clara) e a grama japonesa (verde escura); Poucas obras (200 projetos) Poucas obras (200 projetos) Fortemente conceitual Fortemente conceitual


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