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Tudo começa com a percepção crítica de uma REALIDADE VIVENCIADA pela sociedade. Sociedade essa que marginaliza e exclui uma grande maioria, dos benefícios.

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1 Tudo começa com a percepção crítica de uma REALIDADE VIVENCIADA pela sociedade. Sociedade essa que marginaliza e exclui uma grande maioria, dos benefícios comuns da organização social, e assim conhecedores críticos desse chocante quadro de contrastes sociais atuam promovendo o bem estar de pessoas desfavorecidas. A promoção humana tem sua razão de ser no dia-a-dia da realidade vivenciada.

2 REALIDADE VIVENCIADA: É um conjunto de situações, ocorrentes, fatos, normas e atos, inter-relacionados dentro de um momento especifico da sociedade. PERCEPÇÃO: É a percepção crítica que vai além das aparências, pois discerni as forças que interagem na configuração da realidade (Forças sociais, políticas, econômicas, e culturais). Isto nos leva a perguntar: como são dirigidas essas normas de poder que dão rumo à sociedade?

3 VALORAÇÃO: Conduz a percepção da realidade, para além do ponto de vista próprio, penetrando assumindo o ponto de vista do outro. Entrar na pele do outro. ATUAÇÃO: É a resposta pragmática que se dá às necessidades percebidas na vida dos carentes, interpretadas pela valoração.

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6 Na assistência, o pobre-indigente recebe o peixe de ajuda material do agente compadecido. Enquanto dar o peixe irradia caridade, gera também assistencialismo no agente, dependência desumanizante no pobre e inércia na sociedade. (Carlos Queiroz)

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12 Os grupos não surgem subitamente, vão se formando e construindo sua caminhada com altos e baixos, sucessos e fracassos, com toda uma história passada e uma história por construir.

13 Caminham sempre na direção de uma participação justa na sociedade.

14 O agente comprometido tem por objetivo conscientizar os marginalizados de que embora sendo classe marginalizada, têm o direito de se tornarem sujeitos de sua própria experiência e o dever de intervir nas estruturas sociais.

15 Se manifesta por motivações, aspirações e julgamentos (de altruísmo, de humanismo, de religiosidade, de fé, etc.) que levam a percepção crítica da realidade e ao compromisso de solidariedade e a uma intervenção social. A inspiração da promoção humana de participação vem da prática da fé.

16 A realidade de marginalização é percebida à luz do valor básico da justiça, manifestada nos princípios dos direitos humanos como elementos norteadores da sociedade que se organiza socioeconômica e politicamente.

17 Se dá em duas dimensões: o mutirão que abrange o esforço do grupo de mobilizar, de partilhar responsabilidade de cultivar união. A reivindicação que abrange experiências de intervenção social que procuram pressionar as estruturas sociais a cederem espaços à participação dos marginalizados nos sistemas de produção e distribuição de bens.

18 É verificar os sucessos e os fracassos da ação específica e ao mesmo tempo refletir sobre o porquê de todo o fluxo de participação.

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21 A atuação de promoção humana transcorre em processo contínuo, saindo da realidade vivenciada de opressão para culminar, a cada volta, numa intervenção transformativa das relações sociais. A intervenção transformativa de contestação e construção influencia as relações oprimido-opressor que compõem as estruturas da realidade vivenciada.

22 A percepção crítica fundamenta-se em dois pressupostos: 1) As relações sociais têm que ser visceralmente reordenadas a fim de mudar o rumo do desenvolvimento que oprime os pobres e marginalizados; 2) São os pobres que vão ser o estopim dessa reordenação.

23 A valoração, que inspira a promoção humana de transformação, procede do aprofundamento da fé e do reconhecimento da justiça. Pois focaliza o ser mais, segundo o chamado de Deus a todos para a realização da dignidade humana. E, a fé renova a esperança na atuação de transformação.

24 Na promoção, os sujeitos do processo são todos os que procuram co-responsavelmente, e de modo sistemático, questionar, desafiar, descobrir e acompanhar um processo espiral de transformação libertadora da sociedade, pela experiência de participação solidária e reivindicatória. TRANSFORMADO TRANSFORMAR É na interação entre esses dois momentos que o oprimido conquista seu espaço para intervir na sociedade.

25 O sujeito-oprimido tem seu papel próprio, de revelar, denunciar e lutar contra as conseqüências vivenciadas das relações sociais injustas. O sujeito- agente outro papel, de facilitar a abertura de espaço para núcleos da base influírem sobre os sistemas dominados, a fim de reinventar a sociedade a partir de relações sociais justas.

26 A intervenção transformativa procede da abertura de espaço para pressionar as estruturas opressoras. É um espaço para ser, conquistado pelo ter, saber a fazer, através de contestação solidária e reivindicatória.

27 A promoção humana de transformação confronta estruturas profundas e inflexíveis que ultrapassam as fronteiras nacionais. A atuação é reprimida. A descoberta de opções de construção de relações sociais justas é incipiente e desarticulada. Pois, uma sociedade justa não é um estado fixo, estático. É a articulação entre relações sociais de economia, política e cultura, em vias de se tornarem mais justas na prática. Essa articulação exige uma renovação contínua do espiral de transformação. A caminhada segue com avanços e retrocessos.

28 QUEM PROMOVE QUEM NA TRANSFORMAÇÃO? Ninguém transforma ninguém, mas, juntos os oprimidos e seus opressores abrem caminhos para a transformação da sociedade, criando relações sociais justas. Esses sujeitos-oprimidos são os marginalizados, os atrasados, os necessitados, que enfrentam sua exclusão da sociedade a partir de um complexo quadro de relações sociais que traça a participação de cada um. Os sujeitos-agentes das práticas transformativas são os corajosos criativos, que ousam desafiar o status quo e idealizam a construção de uma sociedade justa.


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