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História da Música IV CMU 351 Módulo VIII Música orquestral Sinfonias e concertos Prof. Diósnio Machado Neto.

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1 História da Música IV CMU 351 Módulo VIII Música orquestral Sinfonias e concertos Prof. Diósnio Machado Neto

2 A orquestra clássica A lenta padronização –A padronização das seções das orquestras ocorreu paulatinamente. Somente a partir do final do século XVIII, as orquestras contavam com clarinetes e um naipe de metais completo (com exceção da tuba) –A média das orquestras nos meados do século era de 30 músicos Conjunto de cordas a 4 vozes (violoncelo e contrabaixo tocavam a mesma linha até Mozart); 2 oboés e 2 flautas (executados geralmente pelo mesmo instrumentista); fagote (de 1 a 2) e trompa (2) –A orquestra da capela de Mannheim era uma das mais completas 22 violinos; 4 violas; 4 violoncelos; 1 cb / 2 fl; 2 ob; 2 cl; 2 fg / 2 trompas; 2 trompetes / 2 tímpanos. –Em Paris, a orquestra dirigida por Gossec ( ) – orquestra de La Poupelinìere – também foi importante para a consolidação da chamada orquestra clássica. A evolução de Haydn a Beethoven –Haydn trabalha em Eszterhaz e Viena com uma disposição menos (2 trompas e 2 oboés); flauta aparece esporadicamente a partir de 1780; somente nas sinfonias Londres incorpora o clarinete. Recorre ao acoplamento em oitavas de fagote/flauta/oboe (uníssono vienense) –Mozart varia a disposição instrumental segundo a ocasião e o local. Sinfonia Haffner (1782) ganhou flauta e clarinete para sua execução em Viena, em 1783 Na Sinfonia Júpiter separa o violoncelo do contrabaixo –Beethoven amplia consideravelmente a orquestra 3 trompas na 3ª sinfonia; 1 flautim, 1 contrafagote e 3 trombones na 5ª sinfonia A nona sinfonia usa os instrumentos da 5ª mais 4 trompas, triangulos, pratos e bumbo.

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4 Sinfonias de Haydn primeiro período Primeiras sinfonias ( ) –Flexibilidade no número de movimentos: Geralmente 3, algumas com minueto –Haydn incorporou definitivamente essa dança na estrutura das suas sinfonias a partir de 1765 –Estilo concertante, chegando até mesmo recorrer à fórmula do concerto grosso barroco Período Esterhazy (primeira fase – até a sinfonia nº31) –A produção sinfônica sistemática de Haydn inicia-se quando assume o mestrado da capela do príncipe Eshterhazy Inicia seu trabalho em No ano seguinte, Nicholas sucede a Paul e inicia-se a construção de um grande estabelecimento musical. –Títulos programáticos Sinfonias 6,7 e 8, por exemplo, Le Matin, Le midi, Le Soir. –Uso de solos instrumentais – Nesse período destaca-se a sinfonia nº31 (Sinfonia da Caça) Formação orquestral inusual –4 French horns usados como solistas, tal qual no estilo do concerto grosso barroco Esboço de uma organização cíclica –Os compassos da abertura do primeiro movimento retornam no final

5 Década de 1770 Sturm und Drang Uma crise artística decorrente da influência de C.P.E. Bach –Desejo de compor música séria livre das demandas socias a que era submetido. Sinfonia representativas –Sinfonia 42 (1771) Uso da técnica de desenvolvimento temático –Sinfonia No. 45, f# menor (Sinfonia do Adeus) Forma inusual: –Mvt I: depois do exposto o tema segue para um período no quinto grau menor. Um novo tema surge no desenvolvimento em D maior; esse tema não retorna na recapitulação –Mvt II: modulações insólitas que dão um caráter introspectiva à música, distante do movimento lento do galante com suas melodias graciosas –Mvt IV: movimento duplo: forma sonata seguida por um final lento onde os músicos calam paulatinamente (Adeus) –Sinfonia 49 (La Passione) Última sinfonia no estilo da sonata de chiesa barroca (adagio-allegro-- minueto-finale (presto)

6 Minueto A partir de 1765, Haydn incorpora o minueto como movimento das suas sinfonias –Aparecem como contraste entre um movimento lento e um vivo Características –Fórmula de compasso ¾. Em Haydn e Mozart eles possuem andamento moderado. Beethoven modifica o caráter. Forma –A B A. No entanto a execução segue determinados padrões Trio –As formas de dança são geralmente seguidas por um trio. Schöenberg afirma que o trio nada mais é do que um segundo minueto que realiza um contraste rítmico-melódico Forma Minueto com Trio || a: || b: || Trio [ c:|| d:] || a || b||

7 Sinfonias a partir de 1780 Características gerais –Melodias mais distinguíveis: recuo no estilo das melodias triádicas Mas os temas são montados, capazes de serem separados em pequenos motivos que são desenvolvidos individualmente. –Cor orquestral mais viva, não pelo isolamento individual dos instrumentos concertinos,mas pelo emprego de uma textura orquestral na qual o material temático é confiado a todos, inclusive às madeiras. Possíveis intercâmbios com Mozart. –Na década de 1780 estabelece um fraternal convívio com Mozart. Sua música irá refletir essa relação. –Algumas obras empregam longos, mas líricos temas, essa é uma clara influência de Mozart. –Outra influência pode ser o emprego do contraponto livre. –Uso do cromatismo empregado melodicamente (depois da morte de Mozart essa prática declinou) Princípios formais –A mistura de sonata com rondó (rondó-sonata) é freqüentemente usado, especialmente nos finais. –Algumas inovações: Reverte o papel da recapitulação com o desenvolvimento, como na Sinfonia No. 89, em Fá M. Desenvolvimento motívico penetra cada vez mais por todo o movimento –A coda é estendida; –Chega a realizar uma segunda seção de desenvolvimento.

8 Sinfonias Paris (dec.1780) e Londres (1790) A partir da década de 1780 Haydn realiza algumas viagens pela Europa –Sua fama se consolida. Recebe convites para escrever obras, entre outros, para os Concerts de la Loge Olympique, de Paris Sinfonias Paris, nº82 a 87 Sinfonias Londres –Entre e , Haydn esteve em Londres à convite de J.P. Salomon O compositor foi convidado a dirigir suas obras nos "Salomon concerts" Haydn compôs suas últimas 12 sinfonias, nesse período. –Características gerais Compostas para grande orquestra –Partes importantes para as madeiras, especialmente nos mov. Lentos. –trps independentes das trompas; o timpano tem uma destacada parte na Sinfonia Militar. –As partes do cello são separadas do contrabaixo e recebem importantes melodias –Os solos não mais são tratados no estilo concertante. O 1º Mvt é usualmente mais longo e mais complexo. –Forma nas sinfonias Londres –As introduções lentas são típicas; algumas vezes se relacionam motivicamente com a seção allegro. –Mvts lentos: forma sonata modificada; temas com variação; romanza ou forma ternária (com a seção central em menor) –Minuetos: algumas danças folclóricas; outras em forma em forma de scherzo; –Ocasionalmente usa relações tonais inusitadas entre o minueto e trio. –Últimas obras são conhecidas pelo brilhantismo (nº104) e efeitos orquestrais –Discontinuidade, frases assimétricas, tratamento elaborado (freqüentemente fugado) de simples temas folclóricos e uso de humor.

9 Mozart As primeiras sinfonias –Escritas no estilo de ópera bufa (p.ex., três seções sem interrupção) e sinfonia concerto (3 movimentos separados) –Tipicamente em Stile Galant : poucas tonalidades menores; mínimo uso de madeiras Influências de J.C. Bach, Johann Schobert, Sammartini, J. Haydn –Sinfonia em G menor, K. 183 Mvts. I, III, IV mostra inusual intensidade e unidade temática –Agitação através de figuras sincopadas, acordes dramáticos, grande variedade dinâmica –Possível influência do estilo "Sturm und Drang" de Haydn. –Sinfonia em A maior, K. 201 –Tratamento contrapontístico de alguns temas que fugia ao típico estilo galante –Mostra a tendência mozartiana de compor temas autosuficientes, individuais, ao contrário da técnica que tende à fragmentação motívica para o desenvolvimento posterior –Frequentemente mais lírico e em longas frases –Mozart geralmente é mais convencional no tratamento do tema secundário; raramente emprega o monotematismo de Haydn. –Também é mais convencional nas seções de recapitulação

10 Sinfonias vienenses Trabalhos da maturidade (ca. 1782) –A seis últimas sinfonias são as mais executadas Características gerais –Intercâmbio com Haydn A influência em Mozart pode ser vista através de modulações abruptas e ocasional uso de monotematismo nos movimentos de sonata –Novas abordagens estilísticas Uso extensivo de contraponto em alguns dos últimos movimentos demonstram o interesse na música de Bach (especialmente no Cravo bem temperado) e Haendel (faz arranjo do Messias) –A sinfonia nº41, último mov., é um exemplo desse emprego da textura contrapontística Todas as partes instrumentais participam ativamente na textura musical –O estilo contrapontístico favorece essa abordagem –A forma sonata aparecem nos movimentos lentos, assim como nos primeiros e últimos. A forma sonata é, no entanto, modificada, como, por ex., ocorrer um pequeno desenvolvimento na recapitulação. –Desenvolvimento pode ser focado em motivos originalmente pouco significativos (por ex. o conseqüente do tema na Sinfonia Júpiter No. 41) –Os movimentos lentos caracterizam-se pelos expressivos solos de sopros e por algumas inusuais progressões –Os minuetos podem tanto conter o humor da música de baile vienense até o caráter enérgico, como no minueto da sinfonia 40 –Finales: A forma sonata é a preferida; freqüentemente uma série de pequenos temas – claramente distinguidos Grupos de temas no lugar dos convencionais temas principal e secundário. A textura contrapontística tem um especial papel nos finales –Na sinfonia. No. 41 (Júpiter), uma série de temas são tratados em forma de fuga; na coda, todos são combinados em uma fuga a cinco vozes.

11 Diferenças entre Haydn e Mozart Haydn independe do melos operístico. – Temas de origem popular distantes do padrão melódico das canções populares. –Haydn utiliza o folclore diretamente, Mozart o filtra. A Natureza, ao contrário do que ocorria na música de Haydn, não encontra traduções na música de Mozart. Tonalidades –Mozart é mais cuidadoso na escolha das tonalidades. Haydn mais audacioso até mesmo nas relações internas. Temas –Mozart tem como característica a superabundância de idéias temáticas, que aos seus contemporâneos parecia exagerada. Temas eloqüentes que contrastam com os temas rítmicos e caracterizados de Haydn. –Uso do contraste de dois temas, ao contrário do monotematismo de Haydn. Forma –Mozart compreende, mais do que nenhum outro, a importância dos contrastes tonais na forma sonata aplicada à orquestra. Apego ao cromatismo. A três últimas sinfonias de Mozart foram escritas em seis semanas. –Ápice do gênero até então. Exemplo de dramaticidade e densidade expressiva. Ampliação da seção de sopros, contando com solos individuais. –Transformação da promiscuidade tímbrica da música barroca em caracterização individualizada das idéias temáticas. –As últimas sinfonias de Mozart apontam o futuro das sinfonias românticas. » Nelas o centro de gravidade se desloca para o andamento final; a construção do andamento de apoteose.

12 Concertos com orquestra de Mozart Nos concertos de Mozart está a mais perfeita realização sinfônica do século XVIII – Vocabulário harmônico é tão rico quanto das sinfonias 1ª fase: concertos galantes, influenciados por J. C. Bach – Forma em três tempos. Solista em oposição e alternância com a orquestra, que era limitada a acompanhar e encorpar a obra. Década de 1780 foi fecunda para a produção dos concertos. –Compôs cerca de doze concertos, Mozart escreveu seus concertos para a sua interpretação, era uma forma de sustento. O público era reticente, nesse gênero, a modificações que alterassem o sentido do virtuosismo fácil e da melodia clara. –A grande inovação de Mozart foi fazer a orquestra participar ativamente do discurso musical, contrastando e dialogando com o solista. Mozart, ademais, explorou as propriedades do piano, como o fraseio ligado, os contrastes dinâmicos, e a variedade de coloridos sonoros. – Escrita contrapontística que enlaça orquestra e solo. Isso torna peculiar a escrita para concertos de Mozart Um estilo híbrido na superação da escrita de concerto barroco –Apresentação do primeiro material temático pela orquestra, seguido de uma nova apresentação pelo solista (na dominante), onde, ademais, surgem novos elementos temáticos. Essa é uma característica da forma sonata de Mozart, nos concertos: a abundância de materiais temáticos. A orquestra joga um papel importante na consolidação da simetria nesse esquema de multiplicidade temática, compartindo ou até mesmo fragmentando um tema com o solista, como no K.466 (ré menor). –Não existe uma seqüência padrão para a divisão de partes tutti e solo.

13 Serenatas e Divertimentos Ambos escritos para festas, celebrações ou concertos informais para patronos –Geralmente não é sutil, sofisticada ou elaborada como a música para câmara ou sinfonias –Ambas variam no que diz respeito ao número e tipos de movimentos (de 3 a 10) O mais comum são 6 movimentos, com dois minuetos. –Combinação variada de cordas e sopros. Em concertos ao ar livre, os sopros são preferidos –Algumas são mais elaboradas e sérias: Serenade em C menor, K. 388, chegando a um certo dramatismo. –Outras, K. 522, é uma paródia sobra a má composição Destacáveis: –"Haffner" Serenade (1776) Claro exemplo do estilo da sinfonia-concerto –"Eine Kleine Nachtmusik" K. 525 (orig. para quarteto de cordas)

14 Beethoven Beethoven, já na década de 1820, era considerado pelos seus contemporâneos como um músico ultrapassado. –Apesar disso, sua música era considerada como um monumento e o seu legado influenciou as gerações seguintes, como no caso de Schumann e Brahms. – Beethoven não tem um desvio radical do estilo de Haydn e Mozart, se comparado com a ruptura feita por Chopin e Schumann. Primeira fase é marcada por obras classicista, ou seja, baseadas em modelos de Mozart, principalmente. –Nos seis quartetos op. 18 (1798 – 1800) surge o uso do motivo concentrado, anteriormente usado por Haydn –Já nos quartetos op.29, usa uma relação tonal (relação de mediante) entre os temas que será fundamental para a primeira geração romântica –O estilo passional de algumas obras (sonata patética, p.e.) era recorrente ao Sturm und Drung desenvolvidos por Haydn e Mozart Lentamente começam aflorar algumas licenças pessoais no tratamento da forma e da gramática tonal clássica –Abertura da Sinfonia nº1: (D7) S - S – (D7) Tr – D7 – D –IV movimento da segunda sinfonia: rondó com dramáticas mudanças de dinâmicas, tema com notas com grandes intervalos etc Ao redor de 1804 suas composições começam a ser criticadas pela rudeza e falta de continuidade –Sinfonia nº3, marco do segundo período Trabalho mais revolucionário até aquele ponto Grande dimensão com uma profusão de temas (um terceiro tema no desenvolvimento) –Sinfonia nº6 Princípio de sinfonia programática (inova no número de movimentos) –Bagatelles (Ops. 119, 126): precursora das pequenas peças características da geração de Schumann. Último período é marcado principalmente pela 9ª sinfonia, a Missa Solemnis, os cinco último quartetos e as sonatas para piano –Preocupação com a exaustão do potencial do material temático Uso do Tema com variações (por ex. 9ª sinf. IV mvt) Do contraponto imitativo –Inovações na forma musical Divisão imprecisa entre seções e movimentos Interpenetração de movimentos (temas que aparecem em outros movimentos – 9ª sinfonia) –Modificação das convenções da forma clássica Quarteto Op. 131 dividido em 7 movimentos: I Fuga (Adagio); II Sonata (Allegretto); III "Recitative"; (Allegro- 11 meas.); IV Tema com Variações (Andante); V Rondo (presto); VI Andante

15 Sinfonias Segue a tradição de Haydn –Conteúdo e forma se ampliam, os movimentos crescem até formar um ciclo. –O scherzo substituiu o minueto –O finale ganha em importância 1ª fase – clássica –Sinfonias nº1 e 2 Grande influência de Haydn –No I mvt da sinf. 1, por exemplo, o desenvolvimento centra-se na estrutura rítmica e triádica do tema principal 2ª fase –Sinfonia nº3 Primeiramente dedicada a Bonaparte, porém retirou a homenagem ao militar se auto coroar imperador, em maio de 1804 A sinfonia heróica é um marco na transformação da música de Beethoven –Extremamente longa para os padrões da época e difícil de ser ouvida –Profusão de temas no primeiro mvt »Novo tema é introduzido no desenvolvimento (retomado na coda) »Essa sinfonia demonstra a capacidade de Beethoven para organizar um largo e contrastante material dentro de um mesmo movimento. –Sinfonia nº5 Pensamento cíclico –As três notas do motivo dominam inteiramente ó 1º mvt e são requeridos (em formas variadas) no Scherzo e Finale. »Demonstração a capacidade de articulação e exploração motívica (melodia e rítmo) –Sinfonia nº6 - Pastoral Beethoven a descreve como expressão de sentimentos, porém isso não a invalida como obra programática. Cinco mvts no lugar de quatro –Sinfonia no. 7 em A maior Considerada como transição para o último período –Primeiro movimento é monotemático –Preocupação com o ritmo como elemento motívico especial » Principalmente no segundo movimento (tema com variações) »O Scherzo tem uma relação entre a seções em terças (mediante) »Essa relação de mediantes ocorre também entre os movimentos (A - a - F- A) »Finale é uma forma sonata com uma longa coda – Sinfonia no. 8 em F maior Ela representa uma recuperação do sentido clássico

16 Sinfonia nº 9 Sinfonia Coral –Para solistas, coro e orquestra –Beethoven esboçou-a por um largo período Mvt I: –Abertura austera (pianissimo) no acorde de dominante sem a terceira Sentido de construção desde um material primogênito –O tema se constrói em arpejos enérgicos na tonalidade de D menor Mvt II: Scherzo em forma sonata com constante manipulação do pé métrico. Mvt III –Uma dupla variação extremamente lírica Mvt IV: –Forma única que combina características do tema com variações e fuga Baseado na ode de Schiller Na die Freude –Introdução (Presto – Recitativos – Evocação de temas anteriores) Uma breve dissonância anuncia a recapitulação dos temas dos movimentos anteriores Recitativo instrumental que recorda os temas anteriores –Tema com variações Introdução do tema principal com variações contrapontísticas e melódicas –Exposição orquestral das quatro estrofes, com coda Retorno da dissonância da introdução 1ª variação (marcha com tenor e coro) –Exposição pelo coro e orquestra do tema, incluindo a variação em marcha turca »Essa variação é exemplo da ironia romântica 2ª variação (Luta: fugato orquestra) –Interlúdio em forma de fuga dupla 3ª variação (Triunfo: coro) Intermédio religioso, com novo tema (fé) –Orquestra e coro 4ª variação – Allegro enérgico: fusão de ambos temas (alegria e fé) – Fuga orquestral com dois temas –Complexa coda, incluindo o retorno triunfante do tema da Alegria


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