A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Determinação do sexo. Função do sexo Reprodução ? Recombinação de genes ?

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Determinação do sexo. Função do sexo Reprodução ? Recombinação de genes ?"— Transcrição da apresentação:

1 Determinação do sexo

2 Função do sexo Reprodução ? Recombinação de genes ?

3 Importância da diferenciação sexual Reprodução / produção agrícola Características sexuais de interesse agrícola Entendimento da herança ligada ao sexo

4 Determinação genotípica do sexo Ocorre na maioria dos animais superiores, raramente nas plantas

5 Sistemas de determinação do sexo Os genes que determinam a diferenciação morfológica dos sexos estão localizados em um par de cromossomos, os cromossomos sexuais. Existem basicamente três mecanismos de determinação cromossômica do sexo: XY, ZW, XO Bovinos XY Gafanhoto XO Aves ZW

6 Sistema XY: Ex.: Cannabis sativa, Humulus lupulus, Melandrium album, Asparagus officinalis.

7 A sexo das plantas Nas plantas o órgão sexual feminino é o pistilo. O órgão sexual masculino é o androceu. As angiospermas, usualmente têm flores de três tipos sexuais: hermafroditas, femininas e masculinas. Noventa por cento das plantas possuem flores hermafroditas. As restantes são monóicas, ou seja, possuem tanto flores masculinas como femininas em uma mesma planta; ou dióicas, ou seja, existem plantas com flores masculinas e outras com flores femininas. Existem plantas com combinações destes tipos sexuais como: andromonoicas; ginomonoicas; poligamomonoicas. Sistema sexual Descrição Monóica Flores e Flores e na mesma planta Dióica Flores em uma planta (ginoica) e Flores em uma planta (ginoica) e em outra planta (andróica) Hermafrodita Flores com órgãos e Flores com órgãos e (bissexuais) Andromonoica Plantas individuais com flores hermafroditas e dominantes) Plantas individuais com flores hermafroditas e na mesma planta (flores dominantes) Ginomonoica Polígamas As estruturas masculinas, femininas, e hermafroditas estão todas presentes na mesma planta.

8 GenótipoSexo ff MM ou ff Mmmonóica FFMM ou FfMmginóica Ff mmandromonoica FF mmhermafrodita O sexo do pepino é controlado por dois lócus, cada um com dois alelos. No caso dos agricultores é interessante que todas as plantas sejam hermafroditas porque não precisariam manter e cuidar das masculinas para servirem como supridoras de grãos de pólen. Os produtores comerciais de sementes sabem disso e usam somente matrizes hermafroditas, para produzirem as sementes que são comercializadas, porque geram somente plantas hermafroditas (veja a tabela abaixo). Autossomos controlando o sexo Ex.: Pepino (Cucumis sativus)

9 Herança influenciada pelo sexo Ex.: Pelagens de bovinos da raça Ayrshire Genótipo autossômico Sexo (XX) (XY) M1 Acaju M1 M2AcajuVermelho-branco M2 Vermelho-branco

10 A determinação do sexo no mamoeiro

11 Cruzamentos de mamoeiro de diferentes sexos Proporções sexuais ViáveisInviáveis Cruzamentos Feminina (XX) Masculi na (XY) Hermafrodita (X Y 2 ) Y 2 YYYY2YY2 Masculina pistilada* (XY) Masculina (XY) Feminina (XX) Masculina (XY) Hermafrodita (X Y 2 ) Feminina (XX) Hermafrodita (X Y 2 ) Hermafrodita (X Y 2 ) Masculina (XY)

12 Genes masculinizantes ou feminilizantes existentes nos autossomo Genes autossômico que controlam a presença de chifres tem também efeito masculinizante recessivo, com penetrância completa em fêmeas e incompleta nos machos Penetrância: A porcentagem de indivíduos com um determinado genótipo que exibem o fenótipo associado ao genótipo Expressividade: Mede a extensão que um determinado genótipo se expressa em um indivíduo Tabela 1: Efeitos fenotípicos do gene P e a expressão sexual em caprinos PP (mocho)Pp (mocho) pp (chifru do) Fêmeas XX 100% estéreis (34% intersexo; 66% falso macho) 100% férteis Machos XY 60% estéreis 40% férteis 100% férteis (Rodrigues & Espeschit, 1987) Efeitos fenotípicos do gene P e a expressão sexual em caprinos

13 Ex.: Tilápia do Nilo (Sarotherodon) 3 cromossomos sexuais Y>W>X influenciam na masculinização e interagem com o alelo "A" no autossomo Cromossomos sexuais x alelos autossômicos = 18 constituições genéticas diferentes Genótipos AAAaaa YY WY XY WW WX XX 3 cromossomos sexuais Y>W>X influenciam na masculinização e interagem com o alelo "A" no autossomo. O alelo A masculinizante e o a feminilizante

14 A partir de 10 e 8 é possível serem feitos 80 acasalamentos diferentes com variáveis proporções sexuais Acasalamentos envolvendo machos AAYY produz descendência toda do sexo masculino, independente da fêmea usada. A aplicação de hormônios em machos AAYY os feminiliza. Vantagens de 100% de machos: Ganho de peso e evita superpopulação Proporções sexuais dos descendentes (fêmeas:machos) 100:075:2562,5:37,550:5043,8:56,237,5:62:525:750:100Total N. de acasala mentos

15 A determinação do sexo nos mamíferos A presença do cromossomo Y determina o sexo. As células de uma fêmea contêm dois cromossomos X, e as células de um macho contêm um cromossomo X e um Y. Ocasionalmente nascem indivíduos sem um dos cromossomos sexuais, e o sexo destes indivíduos é sempre determinado pela presença ou ausência do cromossomo Y. Então, os indivíduos com o cariótipo 47,XXY e 47,XYY são masculinos, enquanto os indivíduos com o cariótipo 45,X e 47,XXX são femininos. O cromossomo Y possui uma região com um gene chamado de SRY (vindo do inglês Sex-determining Region Y / Região-determinante do Sexo Y) que desencadeia a formação dos testículos. Até a sétima semana de idade do embrião esta região se encontra inativa, e as gônadas do embrião podem se desenvolver em testículo ou ovário. Há indivíduos com defeitos no gene SRY que, embora sejam XY, acabam tendo o seu desenvolvimento morfológico como mulher

16 A determinação do sexo nas moscas-das-frutas O cromossomo Y não interfere tanto na determinação sexual, porque indivíduos diplóides XXY são femininos e diplóides XO são masculinos. De fato, a determinação sexual das drosófilas é determinada pela relação entre cromossomos X e autossomos. Número de cromossomos X Grupos de cromossomos autossômicos (A) Número total de cromossomo s Relação X/ASexo 3291,5Metafêmea 43131,33Fêmea 44161,00Fêmea 33121,00Fêmea 2281,00Fêmea 1141,00Fêmea 23110,67Intersexo 1270,50Macho 13100,33Metamacho

17 Interação genótipo ambiente Ha o cromossomo sexual, mas a falta de um genoma é que regula o sexo, mas a sua expressão é regulada pelo ambiente Ex.: Abelha europa (Apis melifera) NN = N = O sistema de fertilização e o ambiente como "moldadores"do sexo

18 O sexo na abelha doméstica (Apis melífera melifera)

19 Determinação sexual dependente da temperatura Padrão Ia. Baixas temperaturas de incubação produzem machos e altas temperaturas fêmeas; as fêmeas adultas são maiores que os machos. É exclusivo e o mais comum para tartarugas; Padrão Ib. Baixas temperaturas de incubação geram fêmeas e altas temperaturas machos; os machos são maiores que as fêmeas. É conhecido em lagartos e crocodilianos; Padrão II. Apresenta duas temperaturas pivotais, sendo que baixas e altas temperaturas de incubação geram fêmeas e temperaturas intermediárias machos; machos e fêmeas adultos têm, aproximadamente, o mesmo tamanho. Ocorre em todos os grupos de répteis. Maiores temperaturas fêmeas Ex. Atlantic silverside (Menidia menidia)

20 A determinação do sexo nas garoupas O indivíduo dominante (geralmente o mais corpulento) é funcionalmente macho e os dominados são fêmeas. Quando o dominante desaparece, a fêmea mais corpulenta do grupo se torna macho. Existem outras espécies de peixes em que este sistema é inverso

21 Uma inusitada forma de determinação do sexo Na ginogênese ou hibridogênese todos os indivíduos são femininos mas acasalam com machos, de outra espécie, que servem de doadores do espermatozóide. Os indivíduos formados tem em suas células somáticas o material genético de ambas as espécies. No entanto, quando os óvulos são produzidos, estes não contêm o material genético do pai (o doador), apenas os cromossomos da sua mãe. O conjunto de cromossomos do pai é sempre descartado. Em condições especiais, ocorre a troca de pedaços de cromossomos entre as espécies envolvidas pelo fenômeno do crossing-over, o que gera variabilidade nas populações. Mas usualmente, é como se as mães fizessem um clone de si, através de um embrião induzido pelo empréstimo de um esperma de uma outra espécie. Esta forma de reprodução é visto em alguns peixes do gênero Poeciliopsis, bem como no sapo Rana esculenta. Poecilia latipinna

22 Uma outra inusitada forma de determinação do sexo Hamlets são peixes do gênero Hypoplectrus fam. Serranidae. Eles são hermafroditas síncronicos: Têm órgãos sexuais masculino e feminino, ao mesmo tempo mas não praticam auto-fertilização. No ato sexual, o par define qual se comportará como masculino e qual será o feminino e se revezam nos cruzamentos múltiplos, que geralmente ocorrem ao longo de várias noites. Hypoplectrus sp.

23 Herança ligada ao sexo

24 Herança ligada ao sexo ou herança ligada ao cromossomo X Hemizigose: Somente um alelo de um para está presente Pseudodominância: Quando um recessivo é expressado com a presença de apenas um alelo em hemizigose

25 A plumagem barrada é um gene ligado ao cromossomo Z Sexo ZB WZB WZB WZB Wcarijó Zb WZb WZb WZb Wcinza ZB ZBZB ZBZB ZBZB ZBcarijó ZB ZbZB ZbZB ZbZB Zbcarijó Zb ZbZb ZbZb ZbZb Zbcinza

26 O olho White em drosófilas Na foto (A) o aspecto do selvagem ou normal, que tem os olhos vermelhos. Na foto (B), o mutante que tem o olho branco. O nome usual deste mutante é White daí ter sido usado o w para identificá-lo. Para genes que existem somente no cromossomo X, os cruzamentos recíprocos não dão o mesmo resultado. Para compreender, acompanhe os cruzamentos envolvendo uma fêmea selvagem com olhos vermelhos (WW), com um macho mutante com olhos brancos (ww) na esquerda; e uma fêmea mutante (ww) com um macho selvagem (WW), na direita. a) Mutante de Drosofila melanogaster olho White (w).


Carregar ppt "Determinação do sexo. Função do sexo Reprodução ? Recombinação de genes ?"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google