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Rotações e Translações PIAGET, Jean. Abstração Reflexionante. Capítulo 17 Apresentado por Flávia Rizzon e Paula Pecker Professor Fernando Becker Universidade.

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1 Rotações e Translações PIAGET, Jean. Abstração Reflexionante. Capítulo 17 Apresentado por Flávia Rizzon e Paula Pecker Professor Fernando Becker Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Educação Programa de Pós-Graduação em Educação

2 Introdução Problema da abstração do papel da rotação em comparação com a translação, ações muito diferentes em seus conteúdos. Duas técnicas: desenho do retângulo com três cores; o percurso de esquadros com rotações e translações em um cercado de madeira com painéis horizontais munidos de portas. (p. 253, 254).

3 Estágio I (5 a 6 anos) (...) permanecem no estado de constatações mal interpretadas, portanto, de abstrações empíricas despojadas do quadro reflexionante que seria necessário para orientá-las e precisá-las. (p. 256). Por esse motivo não compreendem as rotações como necessárias, mesmo que tenham conseguido êxito nas suas ações utilizando-se delas. Conceber a necessidade das rotações e conseguir antecipá-las seria próprio de abstração ainda não elaborada. Ex: MAR (5;2) passará pela primeira (mas não pelas outras) porque lá (segunda) é uma porta menor do que lá (primeira). (p. 255).

4 Subestágio IIA (7 a 8 anos) É caracterizado por uma compreensão rápida do papel das direções e, em conseqüência, da necessidade das rotações. Quanto a rotação que permite obter êxito na passagem da terceira porta depois da segunda, os sujeitos do nível IIA descobrem-na, mas sem explicação, nem generalização necessária (p. 256). Ex: LEM (9;6) Lembra-se bem, no seu resumo, que entre a segunda e a terceira porta eu o girei, mas poder-se-ia fazer sempre com a grande e sempre com a pequena. (p. 257).

5 Então... Para acontecer a abstração reflexionante é necessário que compreenda a necessidade das rotações e uma coordenação entre os aspectos direcionais e dimensionais. As abstrações em parte empíricas (por constatações sucessivas) e em parte reflexionantes (tiradas das coordenações de ações necessárias às rotações) permitem notar, nas comparações, a inversão que é comum. Porém, ela não é depreendida das centrações sobre o objeto.

6 Nível IIB (9 e 10 anos) As coordenações entre os fatores dimensionais e direcionais, ou entre as rotações e as translações, efetuam-se progressivamente. Ex: COR (8;10) É necessário saber manobrar as extremidades. (p. 258).

7 Estágio III (11 anos) Não há muita diferença do nível anterior, mas aqui há a constatação de que a posição das portas em relação às paredes implica na necessidade das rotações. Também distinguem que a alternância das extremidades passadas pelas portas é independente da escolha absoluta de partida. Ex: JAN (12;3) está muito na extremidade da borda: não há meio de girar o ângulo. Quando está sobre a borda, tem a parede que estorva, para girar o ângulo de diferentes maneiras (p. 259).

8 Conclusões (i) A abstração reflexionante apresenta-se numa evolução de ações que inicialmente correspondem mais às abstrações empíricas. Por esse motivo os sujeitos do primeiro nível não encontram semelhança entre o retângulo e o esquadro, por exemplo.

9 Conclusões (ii) No decorrer dos estágios I a III a coordenação de ações do sujeito é responsável por uma progressiva intervenção de um quadro assimilador, resultando na generalização das tentativas de rotação e, posteriormente, na constituição de um sistema de referência relativo ao espaço de manobra. Por fim, engloba todas as ligações do sistema considerado em seu conjunto.

10 Conclusões (iii) No nível IIA constata-se que, mesmo havendo a tomada de consciência da ação principal (rotações), pode haver também uma referência aos conteúdos e não unicamente pela forma das ações efetuadas. Isso porque a rotação parece não ocupar ainda uma posição central no pensamento do sujeito. Ex: eu passo três portas e há três cores.

11 Conclusões (iv) No nível IIB a comparação entre cartolina e esquadro é fundada sobre a rotação com correspondências mais ou menos justificadas, tornando-se precisas no estágio III.


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