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ESTRATÉGIA INTERNACIONAL Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Vasconcelos Adriana Morgado Camila Schnabel de Barros Márcia Fernandes Sérgio Mendes.

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1 ESTRATÉGIA INTERNACIONAL Planejamento Estratégico Prof. Claudemir Vasconcelos Adriana Morgado Camila Schnabel de Barros Márcia Fernandes Sérgio Mendes Sonia R. de Oliveira Mariani

2 Estratégia do Oceano Azul

3 Estratégia Internacional A internacionalização não se limita somente ao Comércio exterior (importação & exportação); é operar na economia mundial, provando vantagens competitivas; deslocar os seus produtos ou serviços para os mercados mais atraentes; comprar e produzir nas localidades de menor custo e vender onde os consumidores valorizam mais a proposição de valor.

4 Internacionalização de Empresas Toda empresa que se internacionaliza passa a ter desafios novos, diferentes daqueles enfrentados em seu mercado nacional. Três fatores principais determinam a complexidade desses desafios: O grau de empenho da direção e de toda a organização no processo de internacionalização. A dimensão da própria empresa. A amplitude de seu plano de marketing.

5 Identificando Oportunidades Internacionais: Incentivos ao uso de uma Estratégia Internacional Principais motivos para a empresa implementar uma estratégia internacional: Os mercados internacionais produzem novas oportunidades potenciais; Garantir os recursos necessários. Fornecedores de matéria-prima (especialmente minerais e energia) são importantes em algumas indústrias;

6 Identificando Oportunidades Internacionais: Incentivos ao uso de uma Estratégia Internacional Principais motivos para a empresa implementar uma estratégia internacional: Garantir baixo custo de produção, como as indústrias de vestimentas, eletrônica, relojoaria que transferem parte de suas operações para o exterior; Ampliar o ciclo de vida do produto (CVP); A junção da internet e telefonia móvel facilita as transações comerciais no mundo.

7 INFORMAÇÕES DO POTENCIAL E OPORTUNIDADES INFORMAÇÕES DO POTENCIAL E OPORTUNIDADES OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DA EMPRESA OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DA EMPRESA INTERNACIONALIZAR?INTERNACIONALIZAR?DEVEMOS?DEVEMOS?PODEMOS?PODEMOS? ESTRATÉGIA: NÍVEL DE ENVOLVIMENTO SELEÇÃO MERCADOS SELEÇÃO MÉTODO DE ENTRADA Exportação Indireta Exportação Direta Contrato Licenciamento Marca Contrato Fabricação/Distribuição Exportação Indireta Exportação Direta Contrato Licenciamento Marca Contrato Fabricação/Distribuição Franquia Joint Venture/Aquisição Investimento Direto Comercialização Investimento Direto Manufatura Franquia Joint Venture/Aquisição Investimento Direto Comercialização Investimento Direto Manufatura COMPOSTO MARKETING E TÁTICAS MARKETING Produto / Preço Promoção / PDV MARKETING FINANÇAS Investimento / Riscos/ Xfer Price FINANÇAS OPERAÇÔES Import / Manuf MP / Estoques / CDs OPERAÇÔES Import / Manuf MP / Estoques / CDs TALENTOSExpatriados Nacionais / R&S TALENTOSExpatriados PLANO PARA CADA MERCADO PLANO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS CORPORATIVO PLANO PARA CADA PAÍS PROCESSO DECISÓRIO

8 Ampliação do tamanho do mercado As empresas podem ampliar o tamanho de seus mercados movendo-se para mercados Internacionais. Observar: Gostos e práticas de consumo ligados a valores culturais e tradições. Empresas que encontram grande concorrência em seu mercado doméstico podem seguir uma estratégia internacional.

9 Ampliação do tamanho do mercado A maioria das empresas prefere investir em países que possuem um maior conhecimento científico. O tamanho e o poder de mercado da empresa, NÃO GARANTEM SUCESSO.

10 Retorno sobre o investimento Uma razão para se investir em mercados internacionais é o retorno do investimento acima da média. Mercados grandes representam oportunidades de Retornos sobre grandes investimentos, como por exemplo P&D e aparelhos eletrônicos.

11 Economias de Escala e Aprendizado Economias de escala –Diminuem o custo médio por meio do volume. Economia de aprendizagem –Vantagens resultantes do acúmulo de experiência e conhecimento.

12 Vantagens de Localidade Com instalações em outros países, as empresas diminuem custos dos bens e serviços que produzem tendo acesso mais fácil a mão-de-obra, energia e recursos naturais a um custo inferior.

13 Estratégias Internacionais Estratégia Internacional no Nível de Negócios Para se desenvolver uma estratégia de negócios fora do mercado doméstico é preciso conhecer a cultura do país onde a empresa pretende se instalar.

14 Estratégias Internacionais Estratégia Internacional no Nível Corporativo Multilocal - onde as decisões estratégicas e operacionais são descentralizadas. Global - o produto é padronizado e fornecido pelo escritório central.

15 Estratégias Internacionais Estratégia Internacional no Nível Corporativo Transnacional – é uma estratégia internacional por meio da qual a empresa procura obter eficiência global e responsividade local.

16 Exportação Indireta Exportação Direta Contrato Licenciamento Marca Contrato Fabricação/Distribuiç ão Exportação Indireta Exportação Direta Contrato Licenciamento Marca Contrato Fabricação/Distribuiç ão Franquia Joint Venture/Aquisição Investimento Direto Comercialização Investimento Direto Manufatura Franquia Joint Venture/Aquisição Investimento Direto Comercialização Investimento Direto Manufatura Intermediário ou Agregador Distribuidor, Atacadista ou Varejista Produtor ou Varejista Local, produto dele Empreend. Conjunto, otimizando Capital Tecnologia Conhecto. Mercado ou Empreend. Próprio Aluguel de Marca Estratégia Mercadológica e de Processos Produtor ou Varejista Local, produto da empresa Venda Direta de Produtos Trazidos do País de Origem Produtos Fabricados e Comercializados Localmente MÉTODOS DE ENTRADA

17 Tendências Ambientais Modo de entrada Internacional Exportação – os exportadores devem estabelecer alguns meios para comercializar e distribuir seus produtos e desenvolver acordos contratuais com empresas do país anfitrião. Licenciamento – um acordo de licenciamento permite que uma empresa estrangeira compre o direito de fabricar e vender os produtos de sua empresa dentro do país anfitrião.

18 Tendências Ambientais Modo de entrada Internacional. Alianças Estratégicas - permitem compartilhamento dos riscos e dos recursos necessários para entrar em Mercados internacionais. Geralmente feita com empresa do país anfitrião. Aquisições – podem se apresentar como a mais rápida e muitas vezes a maior expansão internacional inicial de qualquer uma das alternativas.

19 Tendências Ambientais Modo de entrada Internacional. Nova Subsidiária Integral - conhecido como greenfield venture – processo que proporciona um controle máximo à empresa, oferecendo maior potencial para obtenção de retornos acima da média.

20 Dinâmica do Modo de Entrada O método de entrada de uma empresa no mercado de trabalho é influenciado por uma série de fatores como: Exportação: não requer qualquer especialização em manufatura estrangeira apenas investimento em distribuição.

21 Dinâmica do Modo de Entrada Licenciamento: pode facilitar as melhorias no produto para entrar nos mercados estrangeiros. Alianças estratégicas: são populares porque permitem à empresa manter associações com uma empresa experiente.

22 Resultados da Competitividade Estratégica Uma vez selecionados a estratégia e modo de entrada, a empresa direcionará as atenções as questões de execução. A probabilidade de uma empresa obter sucesso empregando a estratégia internacional aumenta quando sua execução é eficaz.

23 A Complexidade da Administração de Empresas Multinacionais As empresas podem se beneficiar da adoção de uma estratégia internacional, mas também podem encontrar certas dificuldades: dificuldade em coordenar diversos pontos de vendas em diversos Países diferentes padrões contábeis e de relatórios utilizados em cada País. natureza altamente competitiva dos mercados globais ambientes culturais múltiplos mudanças bruscas da moeda e instabilidade de alguns governos.

24 Os Riscos em um Ambiente Internacional Riscos Políticos Guerra Combate incessante entre Países Instabilidade no Governo Riscos Econômicos Fracasso da economia Existência de muitas autoridades legais conflitantes e de corrupção.

25 Os dez erros mais freqüentes apontados por estudiosos do setor 1.Não realizar quaisquer estudos/análises de mercado. 2.Falta de comprometimento com o mercado inicial. 3.Má escolha de agentes, representantes e distribuidores. 4.Mau relacionamento com os intermediários envolvidos. 5.Ambição desmedida, sem aguardar tempo de maturação. 6.Prioridades mal definidas, quando o mercado interno melhora ou se evolui mais rapidamente que o externo. 7.Práticas empresariais inconsistentes com padrões mundiais e hesitação/demora em adaptar produtos. 8.Sérias deficiências em idiomas, gerando erros em documentos, problemas fiscais e mal entendidos gerais. 9.Falta de know-how e postergação demasiada da decisão de contratar administradores habilitados, transitários de carga experientes, despachantes e outros especialistas. 10.Excesso de individualismo, deixando passar oportunidades de parceiras estratégicas, trocas de tecnologia e valiosas oportunidades comerciais.

26 Os dez fatores críticos de sucesso no processo de internacionalização 1.Contrate especialistas, mesmo como autônomos. 2.Pense estrategicamente, a longo prazo. 3.Reconheça a complexidade e enfrente as dificuldades de frente, sem desvios ou contornos. 4.Seja ético, honesto, íntegro. Tenha apenas uma palavra. 5.Seja profissional, no pensamento e nas ações. 6.Seja diligente e persistente. Competições são vencidas por aqueles que perseveram no próprio passo. 7.Seja minucioso. É nos pequenos detalhes – hoje negligenciados - que residem as fontes de grandes problemas, no amanhã. 8.Estude, conheça e respeite as diferenças culturais. Faça delas fonte de oportunidades, não objeto de críticas. 9.Disponibilize tempo suficiente para que as sementes plantadas germinem, cresçam e frutifiquem. 10.Baseie toda sua vida em princípios, suas decisões em valores e suas ações no respeito à diversidade.

27 História O JBS foi a primeira empresa a atuar no ramo de atividades de frigorífico no Brasil, em 1953, em Anápolis, Goiás abatendo na época cinco vacas por dia. Em 1970, a família Batista adquiriu uma nova planta que aumentou sua capacidade. Entre 1993 e 2005, a empresa adquiriu 12 firmas de processamento no Brasil, tornando-se um dos mais importantes produtores do país.

28 Processo de Internacionalização A visão estratégica, com foco na política de expansão, iniciou a internacionalização da companhia, em Com a abertura de capital em 2007, a JBS reforçou o pioneirismo, sendo a primeira companhia no setor frigorífico a negociar suas ações em bolsa de valores. Modos de EntradaAnoPaís Exportações 1997Início 2007Para mais de 110 países. Aquisições 2005Argentina Swift Armour 2005Argentina CEPA 2006EUA, Austrália - SB Holdings 2007EUA, Austrália - Swift Food 2007Consig. Rurales 2007Argenvases 2009Pilgrims Pride 2007Frig. Car S.A. Alianças Extratégicas 2007Itália 2009Bertin Fonte: Pozzobon (2008)

29 Cadeia produtiva JBS CadeiaJBS Confinamento Austrália, Australia Meat Holdings Pty Limited Cria, recria, engorda Argentina, AB&P a campo EmbalagemArgentina, Argenvases TransporteBrasil, Divisão Transportes Distribuição Eua, SB Holdings Itália, Inalca Chile Egito Estados Unidos Inglaterra Rússia ComercializaçãoItália, Montana Fonte: Pozzobon (2008)

30 Internacionalização


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