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AULA 4.

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Apresentação em tema: "AULA 4."— Transcrição da apresentação:

1 AULA 4

2 Desvantagem geográfica do Brasil

3 Atividades-Chave segundo Ballou
Serviços ao cliente (Marketing) - Identificar expectativas dos serviços logísticos - Estabelecer nível de serviço Transporte Internacional - Seleção de Modal - Consolidação de fretes Gerência de Estoques - Política de programação de estoques - Estratégia de armazenagem e Just in Time Processamento de Pedidos – Sistemas TI

4 Porque a logística é importante
Reduzir custos logísticos Aumentar os lucros da empresa Explicar clientes internos e externos Meios de aumentar os lucros das empresas: aumentar vendas e reduzir custos Elevar nível de atendimento ao cliente Agregar valor ao produto vendido

5 Interfaces com outros departamentos
Produção Programação Compras Contabilidade Recebimento Logística Internacional Fiscal Expedição Financeiro Informática Jurídico Engenharia Comercial

6 Integração com empresas e órgãos
Secex / Decex Infraero ANVISA Consultoria Agente de Carga Operadores Logísticos Transportadoras Fornecedores Ministério Agricultura Receita Federal Despachante Aduaneiro Cias. Aéreas Cias. Marítimas Seguradora Logística Internacional

7 Níveis de Serviço Conta do operador, risco para o cliente

8 Unitização no transporte aéreo

9 Até 45 Kg de 45Kg até 100Kg de 100Kg até 300Kg de 300Kg até 500Kg
Tarifa Consolidada Até 45 Kg de 45Kg até 100Kg de 100Kg até 300Kg de 300Kg até 500Kg Acima de 500Kg Tarifa da Consolidada

10 Taxas Acessórias – Modal Aéreo
Collect Fee % sobre o valor do frete Taxa de Desconsolidação Delivery Fee é a taxa p/ entrega dos documentos Nomes variados sempre com o objetivo de aumentar receita Security surcharge relacionado aos ataques terroristas de Set 2001 WAR RISK cobrada em algumas rotas na época da guerra do Iraque Security Surcharge Fuel Surcharge

11 Cálculo Frete Internacional
Definições e cálculo do frete aéreo Peso Bruto: peso propriamente dito Peso Cubado: peso da carga definido com base nas dimensões do volume Fator de Estiva: 1 M3 = 1/6 TON = 166 Kg

12 Cálculo Frete Internacional
Exemplo: 01 Volume, peso bruto 50 kg Dimensões : 100 cm x 50 cm x 40 cm (CLA) Peso Cubado = 100 x 50 x 40 = 33kg 6.000 Peso Bruto 50 kg > Peso Cubado 33 kg, logo, Peso Taxado = 50 kg

13 Cálculo Frete Internacional
Exemplo: Tarifa Miami para Viracopos: US$ 2,00 / Kg Frete Internacional = 50 kg x 2 = US$ 100,00 Collect Fee 2% , com mínimo de US$ 30,00 Collect Fee = US$ 30,00 Delivery Fee = US$ 20,00 Desconsolidação = US$ 20,00 Total Frete Internacional = US$ 170,00

14 Transporte Internacional - Marítimo
Órgãos e empresas intervenientes IMO – International Maritime Organization Secretaria dos Transportes Aquaviários Departamento dos Portos (Cia. Docas) Armador Agência Marítima NVOCC Agente de Cargas

15 Transporte Internacional - Marítimo
Tipos de Navios Porta-Container Navio de Carga Geral Graneleiro Navio-tanque Navio Frigorífico Navio Multicarga Navio Curral

16 Transporte Internacional - Marítimo Medidas dos Containers
Equipamentos H/C - High Cube

17 Transporte Internacional - Marítimo Capacidades dos Containers

18 Tipos de Containers Dry Box - adequado para cargas secas em geral
Bulk Container - Com escotilhas posicionadas para carregamento e descarga - granéis sólidos

19 Tipos de Containers Ventilated - com pequenas aberturas nas laterais - utilizado para cargas que requisitam ventilação natural Reefer - Unidade de refrigeração auto sustentável ou acoplável (ar ou força) - ideal para cargas perecíveis

20 Tipos de Containers OpenTop - para cargas com dificuldade de manuseio pelas portas Open Side, Flat Rack e Plataforma -Apresentam uma ou mais paredes móveis. Para facilidades de acesso ou para cargas ‘oversize’

21 Tipos de Containers Tank - Container - envolto por uma armação apropriada, trata-se de um tanque destinado ao transporte de líquidos em geral e perigosos

22 Tipos de Tarifas Marítimas
FCL – Full Container Loaded LCL – Less Container Loaded

23 Taxas Acessórias – Modal Marítimo
Bunker Extra Length Charge Port Congestion THC / Capatazia AFRMM representa 25% sobre o valor do frete Demurrage

24 Transporte Internacional - Marítimo
Definições Peso Bruto: peso propriamente dito Peso Cubado: peso da carga definido com base nas dimensões do volume Fator de Estiva: 1 M3 = 1 TON

25 Desembaraço Aduaneiro
Parametrização – Canal Verde Liberação Automática

26 Desembaraço Aduaneiro
Parametrização – Canal Amarelo Conferência Documental

27 Desembaraço Aduaneiro
Parametrização – Canal Vermelho Conferência Documental e Física

28 Desembaraço Aduaneiro
Parametrização – Canal Cinza Exame de valor aduaneiro + Exame Documental + Conferência Física + Lista de preços

29 Armazenagem Aeroportuária
ARMAZENAGEM AEROPORTUÁRIA INFRAERO PORTARIA DO COMANDO DA AERONÁUTICA NR. 219/GC5 de 27/03/2001 INFRAERO: empresa estatal do Ministério da Aeronáutica, responsável pela administração dos aeroportos brasileiros, assim como dos terminais de carga (TECA) e de passageiros Tarifação sobre VALOR CIF ou KG ATAERO – Adicional Tarifa Aeroportuária

30 Armazenagem Importação

31 Armazenagem Portuária
Portos e Terminais de carga Peculiaridade de Santos, margens de atracação Tarifação sobre VALOR CIF e períodos THC ou Capatazia – manuseio das cargas ISPS Code – aumento de custos

32 Armazenagem Secundária - Porto Seco
Terminal privado alfandegado, onde ocorre a movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias procedentes do exterior ou a ele destinadas, tendo como vantagens: Suspensão temporária dos tributos (Regimes Especiais) Tarifas menores que nas zonas primárias Maior agilidade na liberação de mercadorias Proximidade ao domicílio do importador

33 PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA
Incoterms PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA

34 PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA
CONTRATOS COMERCIAIS As transferências de mercadorias entre países, é uma atividade de risco, exigindo conhecimento abrangente das fases envolvidas no processo e cuidados especiais na sua realização; Uma das dificuldades encontra-se na fixação das bases dos contratos internacionais de venda de mercadorias, principalmente no tocante à divisão de responsabilidades, quanto a riscos e custos, entre o vendedor(exportador) e o comprador (importador); PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA

35 Internacional Commercial Terms
Conjunto de regras internacionais de forma a dar precisão nas interpretações dos termos utilizados nos contratos de vendas e compras no comércio exterior. Com o intuito de minimizar a ocorrência de mal entendidos e disputas judiciais, a Câmara Internacional de Comércio, desenvolveu os INCOTERMS, que atualmente encontram-se na sua 8ª edição (2010). As anteriores são de 1936, 1963, 1967, 1976, 1980 e 1990, 2000) Publicação ICC – International Chamber of Commerce - Paris CCI – Câmara de Comércio Internacional – Comitê Brasileiro – Rio de Janeiro

36 PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA
INCOTERMS DEFINEM: Embalagem Transporte / Seguro Interno Despesas com Exportação Despesa de Embarque Transporte Internacional Seguro Internacional Despesas de Descarga Despesas de Importação Direitos Transporte / Seguro Internos Incoterms 2000 PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA

37 INCOTERMS - Forma de Apresentação
GRUPO “E”: Partida EXW - Ex Works Transferência de Riscos no país de exportação, no estabelecimento do vendedor GRUPO “F”: Transporte Principal Não Pago FCA - Free Carrier FAS - Free Alogside Ship FOB - Free On Board Transferência de Riscos no país de exportação, quando os bens são entregues ao transportador (carregados ou não, SEM pagamento do transporte principal. GRUPO “C”: Transporte Principal Pago CFR - Cost and Freight CIF - Cost, Insurance and Freight CPT - Carriage paid to... CIP - Carriage and Insurance paid to... Transferência de Riscos no país de exportação, quando os bens são entregues ao transportador (carregados ou não, COM pagamento do transporte principal. GRUPO “D”: Chegada DAT - Delivered At Termina DAP - Delivered At Place DDP - Delivered Duty Paid Transferência de Riscos fora do país de exportação, quando os bens são entregues no exterior em porto, aeroporto ou qualquer local designado

38 Apresentação dos onze termos
PÓS-GRADUAÇÃO LOGÍSTICA

39 Se aplica a qualquer modal de transporte Dependências comprador
EXW – Ex Works Se aplica a qualquer modal de transporte EXW Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues nas dependências do vendedor (origem), sem o carregamento, e não desembaraçadas para a exportação. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

40 Se aplica a qualquer modal de transporte Dependências comprador
FCA – Free Carrier Se aplica a qualquer modal de transporte FCA Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues ao transportador designado pelo comprador, no local por este indicado, desembaraçados para a exportação e carregados, se o local for o domicílio do vendedor. Caso a entrega ocorrer em qualquer outro local, o vendedor não é o responsável pela descarga. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

41 FAS – Free Alongside Ship
Se aplica ao transp. marítimo e por águas internas FAS Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues quando o vendedor coloca ao lado (ao longo do costado) do navio, no porto de embarque designado, desembaraçados para a exportação. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

42 FOB – Free On Bord Se aplica ao transp. marítimo e por águas internas FOB Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues pelo vendedor a bordo do navio, no porto de embarque designado, desembaraçados para exportação. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

43 CFR – Cost and Freight CFR R C
Se aplica ao transp. marítimo e por águas internas CFR Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues pelo vendedor a bordo do navio, no porto de embarque, desembaraçados para exportação, com o transporte principal pago até o porto de destino designado. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

44 CIF – Cost, Insurance and Freight
Se aplica ao transp. marítimo e por águas internas CIF Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues pelo vendedor a bordo do navio, no porto de embarque, desembaraçados para exportação, com o transporte principal e o seguro pagos até o porto de destino designado. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

45 Se aplica a qualquer modal de transporte Dependências comprador
CPT – Carriage Paid to... Se aplica a qualquer modal de transporte CPT Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues ao transportador designado pelo comprador, no local por este indicado, desembaraçados para exportação, com o transporte principal pago até o local de destino designado. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

46 CIP – Carriage and Insurance Paid to...
Se aplica a qualquer modal de transporte CIP Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues ao transportador designado pelo comprador, no local por este indicado, desembaraçados para exportação, com o transporte principal pago até o local de destino designado. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

47 DAT – Delivered At Terminal
Se aplica a qualquer modal de transporte DAT Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga R C Os bens são entregues pelo vendedor em um terminal, tanto portuário quanto aeroportuário, ponto de fronteira, porto seco, desembarcada do veículo transportador, desembaraçados para a exportação. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

48 DAP – Delivered At Place
Se aplica a qualquer modal de transporte DAP Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues pelo vendedor em um local que não seja um terminal, inclusive no porto ou navio, pronta para ser desembarcada. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

49 DDP – Delivered Duty Paid
Se aplica a qualquer modal de transporte DDP Dependências comprador Vendedor Alfândega origem Terminal de carga Terminal de carga Alfândega destino R C Os bens são entregues pelo vendedor no local de destino designado, desembaraçados para importação, com todos os direitos pagos, porém sem descarregá-los do veículo transportador. Esse local poderá ser o domicílio do comprador ou outro local designado. R = Risco C = Custo Vendedor Comprador

50 Nova Linha Azul - Habilitação
Idoneidade fiscal (certidões negativas) Manter controle contábil informatizado Ampla AUDITORIA dos processos da empresa Patrimônio líquido igual ou superior a R$ ,00 Mínimo de cem operações de comércio exterior, somando ao menos, US$ ,00 ao ano

51 LOGÍSTICA Operador Logístico

52 Diferencial Competitivo e Logística
O gerenciamento logístico eficiente, que pode proporcionar reduções expressivas de custo e agregação de valor a produtos e serviços é, na atualidade, um dos fatores estratégicos para a obtenção de diferencial competitivo.

53 Terceirização da Logística
Muito embora a logística constitua hoje um fator estratégico de sucesso, diversas empresas dos setores industrial, comercial e de serviços têm optado por terceirizar parte ou o todo de suas atividades logísticas.

54 Conceito de Operador Logístico
Operador Logístico é uma empresa prestadora de serviços, especializada em gerenciar e executar todas ou parte das atividades logísticas nas várias fases da Cadeia de Abastecimento, que agrega valor aos produtos e serviços de seus clientes e que tenha competência para, no mínimo, prestar simultaneamente serviços de gestão de estoques, armazenagem e gestão de transportes. Fonte: "O Conceito de Operador Logístico". ABML – Associação Brasileira de Movimentação e Logística, Janeiro de 1999.

55 Outras Competências dos Operadores Logísticos
Apurar sistematicamente os indicadores de desempenho adequados a cada fase de seus serviços. Competências adicionais constituem-se nos diferenciais entre os diversos operadores logísticos.

56 Fonte: COPPEAD

57 Atividades Relevantes na Gestão de Estoques
Estabelecer a política de estoques com o cliente. Controlar e responsabilizar-se por quantidades. Utilizar técnicas modernas para acompanhar a evolução dos estoques em termos de quantidade e localização. Emitir relatórios periódicos. Garantir a rastreabilidade dos produtos.

58 Atividades Relevantes na Armazenagem
Dispor de instalações adequadas com equipamentos de movimentação, armazenagem e outros. Receber e expedir. Dispor de Sistema de Administração de Armazéns (WMS), preferencialmente envolvendo código de barras, leitoras óticas e rádio frequência. Realizar controle de qualidade nos processos. Possuir apólice de seguros para instalações e materiais. Cumprir exigências legais.

59 Atividades Relevantes na Gestão de Transportes
Contratar ou realizar transportes. Manter valores de fretes competitivos. Qualificar e homologar transportadoras. Negociar o nível de serviço com a transportadora. Conferir e realizar o pagamento de fretes. Medir e controlar o desempenho das transportadoras. Emitir relatórios periódicos sobre nível de serviço.

60 Razões para Terceirizar Atividades Logísticas
Manter foco no negócio principal (core business). Aumentar a flexibilidade do processo logístico. Reduzir custos. Aumentar a cobertura geográfica. Ingressar em canais e mercados não familiares ou ainda não conquistados. Substituir área de armazenagem por área de produção. Melhorar o atendimento ao cliente.

61 Critérios Básicos para a Seleção de um Operador Logístico
Estabilidade financeira. Experiência e consistência. Equipamentos e instalações físicas. Métodos operacionais. Tecnologia de informação. Potencial de crescimento. Custos.

62 Formação dos Preços A forma de cobrança dos operadores logísticos pode ser: Porcentual sobre o valor das mercadorias operadas, que é de fácil execução pois não exige controle e registro das operações efetuadas. O operador trabalha com uma média dos seus custos; Soma de preços unitários, pré-acordados com o cliente, de todas as operações realizadas num determinado período. Essa forma exige o controle e registro das operações realizadas, sendo mais justa, porém mais complexa.

63 Atividades Logísticas ao Longo da Cadeia de Abastecimento
Previsão de Vendas Planejamento da Produção Fornecedor Administração de Materiais Manufatura Distribuição Comércio Consumidor Atividades Logísticas Próprias da Administração de Materiais Atividades Logísticas da Administração de Materiais Junto à Manufatura Atividades Logísticas da Distribuição Junto à Manufatura Atividades Logísticas Próprias da Distribuição Atividades Logísticas da Distribuição Junto ao Cliente Atividades Logísticas da Distribuição Junto ao Consumidor

64 Formação do Contrato de Terceirização
O sucesso da terceirização em logística depende fortemente de contratos cuidadosamente elaborados, que caracterizem de antemão as obrigações essenciais que cada que uma das partes deverá cumprir. Muito embora contratos, na sua forma final, devam ser preparados por advogados, é importante que as condições e características técnicas dos mesmos sejam elaborados por pessoal que estará diretamente envolvido com as operações e seu controle.

65 Pontos Essenciais na Formação do Contrato de Terceirização
Características dos itens a serem operados e cuidados com os mesmos Quantidades envolvidas Freqüência das operações Nível de serviço exigido Preços e forma de cobrança Penalidades pelo não cumprimento das cláusulas Seguros

66 SISTEMAS DE CUSTOS LOGÍSTICOS

67 A LOGÍSTICA MOVIMENTA US$ 2,1 TRILHÕES, OU 16% DO PRODUTO BRUTO GLOBAL

68 CUSTOS LOGÍSTICOS – Fonte IMAM (2004)
CUSTO BRASIL 17,0 % do PIB CUSTO EUA ,4 % do PIB SENDO : 39% TRANSPORTE 23% ARMZENAGEM 27% MANUTENÇÃO DE ESTOQUES 11% OUTROS

69 EUA – ESTOQUE MILITAR = 7 MILHÕES DE ITENS EQUIVALENTE
US$ 900 BILHÕES = 2 VEZES PIB BRASIL

70 ATENÇÃO FINAL, O PRODUTO PODE SOFRER DE 14 A 18 MANUSEIOS OU MAIS.
O BRASIL AINDA É UM PAÍS COM ELEVADO ÍNDICE DE MANUSEIO DE PRODUTOS NA CADEIA LOGÍSTICA DA INDÚSTRIA AO CONSUMIDOR FINAL, O PRODUTO PODE SOFRER DE 14 A 18 MANUSEIOS OU MAIS. ATENÇÃO

71 CUSTOS LOGÍSTICOS PEDIDOS EDI REPOSIÇÃO CONTÍNUA EMBALAGENS PALET
AGENDAMENTO PACK LIST VOLUMES COM BARRAS DOCAS CONFERÊNCIA ROMANEIO DE GRADE ARMAZENAGEM ENDEREÇO ELETRÔNICO PICKING TRANSPORTE LOGÍSTICOS

72 “SATISFAÇÃO DOS CLIENTES”
CONCLUINDO: Logística deve ter por objetivo criar vantagens competitivas e maximizar resultados através da “SATISFAÇÃO DOS CLIENTES”

73 AULA 5

74 APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

75 SUCESSO jcmendonca@pratesmendonca.com.br Consultoria - (11) 5549-3223
Celular (11)


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