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PSICOPEDAGOGIA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profa.Ms.Paloma Alinne A.Rodrigues Site:https://sites.google.com/site/palomaalinne/

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1 PSICOPEDAGOGIA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profa.Ms.Paloma Alinne A.Rodrigues Site:https://sites.google.com/site/palomaalinne/

2 O QUE DISCUTIMOS NAS ÚLTIMAS AULAS ?

3 R ELEMBRANDO... Introdução: História da educação inclusiva no sistema educacional mundial e brasileiro; Definição Educação Especial x Educação Inclusiva; Terminologias: Entre elas destacamos o conceito correto de Pessoa com Deficiência e não Portador de Deficiência; Leis relacionadas a Educação Especial:.

4 Legislação que regulamenta a Educação Especial no Brasil Constituição Federal de Educação Especial Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBN Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente - Educação Especial Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente Lei nº 8859/94 - Estágio Lei nº /94 - Acessibilidade Lei nº /02 - Libras Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência Lei n.º 8.899, de 29 de junho de Passe Livre Lei nº 9424 de 24 de dezembro de FUNDEF Lei nº , de 5 de março de Programa de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência Lei nº de 4 de junho de Direitos e proteção às pessoas acometidas de transtorno mental Plano Nacional de Educação - Educação Especial P RINCIPAIS MARCOS LEGAIS NO B RASIL

5 TIPOS DE DEFICIÊNCIA E SÍNDROMES Deficiência Adquirida x Deficiência Congênita Deficiência Física Deficiência Intelectual Deficiência Visual Deficiência Auditiva Síndrome de Down Autismo Superdotação Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH) Discalculia Dislexia

6 D E ACORDO COM O NOSSO CRONOGRAMA HOJE ABORDAREMOS.. Tecnologia Assistiva

7 V AMOS REFLETIR...

8 V AMOS REFLETIR.... Você gosta de ter autonomia? O que você sente quando uma pessoa diz que você não é capaz de realizar qualquer atividade, mesmo que seja a mais simples? Você valoriza as pequenas ações que desenvolve no cotidiano, como escovar os dentes, colocar uma colher na boca, digitar uma palavra no computador? Você gosta de utilizar qualquer tipo de tecnologia? Você acha que a pessoa com deficiência (física, visual, entre outras) pode utilizar as tecnologias?

9 INDEPENDÊNCIA Segundo o Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa (1999) independência é um estado ou condição de quem ou do que é independente, de quem ou do que tem liberdade ou autonomia. Independente é aquele que está livre de qualquer dependência ou sujeição, que é senhor das próprias decisões com autonomia. Autonomia é a faculdade de se governar por si mesmo, liberdade ou independência moral ou intelectual. Do ponto de vista ético é a propriedade pela qual o homem pretende poder escolher as leis que regem sua conduta. Autonomia significa autodeterminação.

10 T ECNOLOGIA A SSISTIVA

11 Vive-se um momento em que a tecnologia é altamente valorizada. O mundo atual funciona a partir de tecnologias cada vez mais sofisticadas e a crença na sua eficácia é significativa. Sem dúvida, os recursos técnicos podem facilitar a vida moderna do homem. No entanto, é importante estar atento ao fato de que ela pode não contemplar a totalidade das necessidades das pessoas. No campo da intervenção em reabilitação de pessoas com deficiências, incapacidades ou idosas, muitas são as expectativas dos profissionais em relação às contribuições que a tecnologia pode trazer para seus usuários a fim de proporcionar independência e autonomia. Gradativamente são feitos investimentos na direção de produzir e aplicar conhecimentos em produtos específicos para essa população, que passaremos a denominar de Recursos Tecnológicos (RT) ROCHA,et.al.,2005

12 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Os RTs especializados ou equipamentos de ajuda, estão sendo utilizados e produzidos com mais frequência nos últimos anos e se cunhou alguns termos que são utilizados ao se referir à essa produção. Várias são as terminologias utilizadas no Brasil para definir o que são os recursos tecnológicos: Tecnologia Assistiva (EUA), Tecnologia de Assistência (CIF/OMS) e Tecnologia de Apoio (Comissão Europeia/EUSTAT) e Ajudas Técnicas (Ministério da Saúde). A Tecnologia Assistiva proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade. ROCHA,et.al.,2005 Sartoretto & Bersch,2012

13 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Nos EUA, Tecnologia Assistiva foi definida em 1988, através de uma lei pública (Technology-Related Assistance for Individuals with Disabilities Act - Public ), como: qualquer item, peça de equipamento ou sistema de produtos, quando adquiridos comercialmente, modificados, ou feito sob medida, que é usado para aumentar, manter ou melhorar as habilidades funcionais do indivíduo com limitações funcionais (MELLO, 1997). Segundo Mello (1997), a tecnologia é considerada Assistiva quando é usada para auxiliar no desempenho funcional de atividades, reduzindo incapacidades para a realização de atividades da vida diária e da vida prática, nos diversos domínios do cotidiano. É diferente da tecnologia reabilitadora, usada, por exemplo, para auxiliar na recuperação de movimentos diminuídos.

14 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Para Rocha, et.al. (2005) a Tecnologia Assistiva envolve tanto o objeto, ou seja, a tecnologia concreta (o equipamento ou instrumento), quanto o conhecimento requerido no processo de avaliação, criação, escolha e prescrição, isto é, a tecnologia teórica. Tem como áreas de aplicação: adaptações para atividades da vida diária; sistemas de comunicação alternativa; dispositivos para utilização de computadores; unidades de controle ambiental; adaptações estruturais em ambientes domésticos, profissionais ou público; adequação da postura sentada; adaptações para déficits visuais e auditivos; equipamentos para mobilidade; adaptações em veículos. O conceito de Tecnologia Assistiva tem como eixo centralizador a relação indivíduo e tecnologia, onde a segunda pretende aumentar, manter ou melhorar as habilidades da pessoa com limitações funcionais, em uma relação direta e circunscrita a esta dualidade.(ROCHA et.al.,2005)

15 T ECNOLOGIA A SSISTIVA É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey Assistive Technologies: Principles and Practices Mosby – Year Book, Inc., 1995). No Brasil, o Comitê de Ajudas Técnicas - CAT, instituído pela PORTARIA N° 142, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2006 propõe o seguinte conceito para a Tecnologia Assistiva: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" Sartoretto & Bersch,2012

16 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Os Recursos: são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente. Sartoretto & Bersch,2012

17 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Os Serviços: são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos. São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia Assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos. Os serviços de Tecnologia Assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como: Fisioterapia; Terapia ocupacional; Fonoaudiologia Educação; Psicologia; Enfermagem Medicina; Engenharia; Arquitetura Design; Técnicos de muitas outras especialidades Sartoretto & Bersch,2012

18 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Encontramos também terminologias diferentes que aparecem como sinônimos da Tecnologia Assistiva, tais como Ajudas Técnicas, Tecnologia de Assistência, Tecnologia de Apoio,Tecnologia Adaptativa e Adaptações. Ajudas Técnicas:segundo o Ministério da Saúde são os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade e possibilitar sua plena inclusão social.(ROCHA,et.al.,2005) Tecnologia de Assistência: apesar de sua definição estrita referir-se também à funcionalidade do indivíduo, está concebido numa abordagem ampliada de saúde proposta pela Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde que "engloba todos os aspectos da saúde humana e alguns componentes relevantes para a saúde relacionados ao bem-estar e os descreve em termos de domínios da saúde e domínios relacionados à saúde" (OMS, 2003, p. 18).

19 T ECNOLOGIA A SSISTIVA Tecnologia de Apoio: deve ser sempre considerado em conjunto com o conceito de desenho universal que propõe que os espaços sejam projetados de forma a atender à população, considerando as variações de idade, sexo, tamanho, peso, habilidades ou limitações das pessoas. Estão envolvidos com a Tecnologia de Apoio os utilizadores finais e outros agentes. São considerados utilizadores finais pessoas com deficiências, com incapacidades transitórias e os idosos, familiares, cuidadores pessoais e outros agentes - profissionais de reabilitação, prestadores de serviços de TA (TA como instrumento para a atividade profissional) fabricantes, fornecedores, consultores de TA. ROCHA,et.al.,2005

20 T ECNOLOGIA A SSISTIVA A Tecnologia de Apoio contribui com a ampliação do conceito de "Tecnologia" para além dos objetos/equipamentos de auxilio na independência pessoal, e da relação direta com o usuário, situando-a em relação aos fatores humanos e socioeconômicos. Localiza-a no âmbito dos contextos organizacionais, no de tecnologias que ajudem a ultrapassar as limitações funcionais dos seres humanos num contexto social, com propostas organizacionais e educativas da comunidade como um todo. Assim, a questão dos recursos tecnológicos deixa de ser uma questão específica da pessoa com incapacidade e pessoas próximas (familiares, terapeutas) e passa a situar-se no contexto ampliado da sociedade, envolvendo Legislação/Economia, Normalização/Qualidade, Recursos de informação, produtores, vendedores, prestadores de serviços, organização de sistemas públicos de educação, saúde, transporte etc. ROCHA,et.al.,2005

21 C ATEGORIAS DE T ECNOLOGIA A SSISTIVA (TA)

22 C ATEGORIAS DE T ECNOLOGIA A SSISTIVA Temos as seguintes categorias de Tas: Auxílios de Vida Diária Adequação Postural Sistemas de Controle de Ambiente Auxílio de Mobilidade Órteses e Prótese Auxílios para surdos ou com déficit auditivo Auxílios para Cegos ou Visão Subnormal Audiodescrição Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) Informática Acessível

23 A UXÍLIO DA VIDA DIÁRIA

24 Materiais e produtos que favorecem desempenho autônomo e independente em tarefas rotineiras ou que facilitam o cuidado de pessoas em situação de dependência de auxílio, nas atividades como se alimentar, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais. No contexto educacional são exemplos os materiais escolares especiais ou adaptados: lápis, apontador,pincel, tesoura, livros de estórias sensoriais, virador de página, plano inclinado para apoio de livros, etc.

25 A UXÍLIO DA VIDA DIÁRIA

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27 A UXÍLIO DA VIDA DIÁRIA – M ATERIAL E SCOLAR

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29 ADEQUAÇÃO POSTURAL

30 Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros. Sartoretto & Bersch,2012

31 ADEQUAÇÃO POSTURAL

32 S ISTEMAS DE CONTROLE DO AMBIENTE

33 Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. Sartoretto & Bersch,2012

34 A UXÍLIOS DE M OBILIDADE

35 Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal. Sartoretto & Bersch,2012

36 Ó RTESES E P RÓTESE

37 Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos. Na terminologia médica atual considera-se prótese a peça ou dispositivo artificial utilizado para substituir um membro, um órgão, ou parte dele, como, por exemplo, prótese dentária, ocular, articular, cardíaca, vascular etc. Órtese tem um significado mais restrito e refere-se unicamente aos aparelhos ou dispositivos ortopédicos de uso externo, destinados a alinhar, prevenir ou corrigir deformidades ou melhorar a função das partes móveis do corpo. Sartoretto & Bersch,2012

38 Ó RTESES E PRÓTESE

39 A UXÍLIOS PARA SURDOS OU COM DÉFICIT AUDITIVO

40 Auxílios que inclui vários equipamentos, aparelhos para surdez, telefones com teclado teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros. Despertador Vibratório Lauden Sartoretto & Bersch,2012

41 A UXÍLIOS PARA SURDOS OU COM DÉFICIT AUDITIVO Telephone Device for Deaf (TDD), que permite a comunicação por meio de mensagens escritas

42 AUXÍLIOS PARA CEGOS OU COM VISÃO SUB-NORMAL

43 Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc. Sartoretto & Bersch,2012

44 O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

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46 Um dos softwares mais comuns entre os Deficientes Visuais (DV) é o Dosvox. O DOSVOX é um ambiente para microcomputadores para uso em ambiente Windows. Desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), que se destina a facilitar o acesso de deficientes visuais a microcomputadores no ano de Estima-se que atualmente este sistema seja usado por milhares de pessoas no Brasil e outros países de língua portuguesa (África e Europa), existindo também uma versão (simplificada) em espanhol, na intenção de atender uma crescente demanda advinda de outros países da América Latina. O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

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50 Sua grande aceitação junto ao público, principalmente brasileiro, dá- se basicamente pelos seguintes aspectos: Fala em português: foi o primeiro desenvolvimento para cegos no mundo cuja síntese de voz se dá em idioma português (o número de cegos brasileiros que dominam outros idiomas ainda é mínimo); Oferece um alto grau de interatividade; seu desenvolvimento está baseado no que chamamos de interface especializada, havendo a preocupação em reduzir ao máximo qualquer comprometimento técnico em grau elevado (o DOSVOX praticamente "conversa" com seus usuários); Seu custo: está disponível gratuitamente na Internet. Download: O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

51 O JAWS (Job Acess With Speech): é sem dúvida o principal leitor de telas do mercado. Desenvolvido pela Freedom Científico o software é considerado por muitos o melhor e mais completo leitor de telas para plataforma Windows. Atualmente na versão 12, o software permite aos usuários cegos ou com baixa visão acesso quase que total as principais funcionalidades do sistema, desde manipulação de pastas e arquivos, configuração e personalização do sistema, criação e edição de documentos no pacote de escritório Office, navegação em sites da internet, entre outras funcionalidades. Virtual Vision: Desenvolvido em 1997 pela empresa Brasileira Micropower, o Virtual Vision, atualmente na versão 6.0, é o único leitor de telas totalmente desenvolvido no Brasil. Esse leitor roda em ambiente Windows e é capaz de interagir com os principais programas normalmente utilizados em um computador, reconhecendo assim Word, Excel, Internet Explorer, Outlook, MSN, Skype, entre outros. O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

52 O JAWS (Job Acess With Speech): é sem dúvida o principal leitor de telas do mercado. Desenvolvido pela Freedom Científico o software é considerado por muitos o melhor e mais completo leitor de telas para plataforma Windows. Atualmente na versão 12, o software permite aos usuários cegos ou com baixa visão acesso quase que total as principais funcionalidades do sistema, desde manipulação de pastas e arquivos, configuração e personalização do sistema, criação e edição de documentos no pacote de escritório Office, navegação em sites da internet, entre outras funcionalidades. Virtual Vision: Desenvolvido em 1997 pela empresa Brasileira Micropower, o Virtual Vision, atualmente na versão 6.0, é o único leitor de telas totalmente desenvolvido no Brasil. Esse leitor roda em ambiente Windows e é capaz de interagir com os principais programas normalmente utilizados em um computador, reconhecendo assim Word, Excel, Internet Explorer, Outlook, MSN, Skype, entre outros. O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

53 O NVDA (Non Visual Desktop Access ) : é um leitor de telas gratuito e de código aberto, ou seja, é um software totalmente livre de custos, indo pela contramão do JAWS e Virtual Vision, onde o valor da licença é inacessível à grande parte da população. O projeto foi iniciado em meados de 2006, pelo jovem australiano Michael Curran, mas ainda está um pouco aquém dos seus principais concorrentes comerciais nos quesitos de funcionalidades e interação com o sistema, no entanto o leitor está evoluindo a passos largos. Uma característica que garante um grande diferencial ao NVDA é o fato dele não precisar ser instalado no sistema, podendo ser levado em um pendrive, cd ou qualquer outro disco removível. O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

54 O Orca : é um software gratuito e de código aberto. O diferencial aqui é que ele roda em Sistema Operacional Linux. O Orca além de leitor de telas é também um ampliador de telas, possibilitando ao deficiente visual a utilização de apenas um programa para tornar o sistema acessível. O Orca já vem instalado como recurso de acessibilidade padrão em algumas distribuições Linux, permitindo assim que o deficiente visual instale o sistema sem o auxílio de um vidente. O DEFICIENTE VISUAL E A T ECNOLOGIA

55 AUDIODESCRI ÇÃO

56 A audiodescrição consiste na transformação de imagens em palavras para que a informações-chave transmitidas visualmente não passem desapercebidas e possam também ser acessadas por pessoas cegas ou com baixa visão. (FRANCO & SILVA,2010) A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, o que abre muitas janelas para o mundo para as pessoas com deficiência visual.(MOTTA,2010) Com este recurso, é possível conhecer cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus e exposições. (MOTTA,2010)

57 A audiodescrição traz a formalidade para algo que era, anteriormente, feito informalmente, graças à sensibilidade e boa vontade de alguns. Isso acontece e acontecia quando as pessoas com deficiência visual, mais curiosas, começavam a fazer perguntas, tirar dúvidas, durante o filme, peças de teatro e outros tipos de espetáculo. Entretanto, nem todas as pessoas que os acompanham estão preparadas para prestar esse tipo de serviço, e, além disso, essas pessoas também querem assistir o filme ou espetáculo e, ter que dar informações adicionais, pode fazer com que a pessoa perca o fio da meada, deixe de entender determinadas coisas e cenas. Como uma atividade formal, ligada às artes visuais e ao entretenimento, entretanto, é algo bem mais recente, tendo início nos anos 80 nos Estados Unidos e Inglaterra. AUDIODESCRIÇÃO (MOTTA,2010)

58 Nos Estados Unidos, teve início em 1981, em Washington DC, no Arena Stage Theater, como resultado do trabalho de Margaret e Cody Pfanstiehl. Eles fundaram um serviço de audiodescrição que promoveu a descrição de peças de teatro e até o final dos anos 80, mas de 50 casas de espetáculo já tinham em sua programação algumas apresentações com descrição. Na Inglaterra, essa prática data também dos anos 80, tendo início em um pequeno teatro chamado Robin Hood, onde as primeiras peças foram narradas. Hoje, há 40 teatros no Reino Unido que oferecem, regularmente, apresentações com audiodescrição. É o país líder nesse setor, seguido pela França, com 5 teatros. No Brasil, a primeira peça comercial a contar com o recurso de audiodescrição foi O Andaime, no Teatro Vivo, em março A segunda peça com audiodescrição, A Graça da Vida, estreiou em junho do mesmo ano, também no Teatro Vivo. O teatro dispõe de aparelhos de tradução simultânea e a audiodescrição é feita pelos voluntários do Instituto Vivo. AUDIODESCRIÇÃO (MOTTA,2010)

59 Também o cinema vem se beneficiando com a audiodescrição, em vários países europeus. No Reino Unido, Chapter Arts Center, em Cardiff, foi o primeiro a fazer uso do recurso com tradutores ao vivo. Na França, a Fundação Valentin Haüy também começou a oferecer esses serviços. Na Europa e nos Estados Unidos, já são muitos os filmes que contam com o recurso. No Brasil, o primeiro filme, no circuito comercial, com audiodescrição foi Irmãos de Fé, do Padre Marcelo, lançado em Outras iniciativas têm sido feitas, como o Clube do Silêncio, em Porto Alegre, que produziu alguns filmes curta-metragem com audiodescrição, além de trabalhos de pesquisadores, como a professora Dra. Eliana Franco, da Universidade Federal da Bahia, e o professor Dr. Francisco Lima, da Universidade Federal de Pernambuco. AUDIODESCRIÇÃO (MOTTA,2010)

60 AUDIODESCRIÇÃO Na televisão, o primeiro episódio envolvendo a audiodescrição aconteceu em 1983, na rede japonesa NTV. Nos anos 80, algumas experiências também foram feitas na Espanha, mas foi nos Estados Unidos que a audiodescrição decolou com programação produzida desde 1990 pela Media Access Group, o Descriptive Video Service. Esse serviço é patrocinado por doações e fundações, produzindo cerca de 6 a 10 horas de programação com audiodescrição por semana, que fica disponível em 50% das residências nos Estados Unidos. Estas transmissões são possíveis devido à presença de um canal secundário de áudio, a tecla SAP (secondary audio programme). (MOTTA,2010)

61 Para Motta (2010), a evolução da televisão digital e outras tecnologias do gênero mudarão o modo como as pessoas irão acessar a informação. À medida que as tecnologias vão abrindo novas portas, outras poderão se fechar para as pessoas cegas e com baixa visão, caso não sejam dados passos que assegurem meios alternativos de navegação e a acessibilidade nesse novo ambiente. Em breve a televisão disponibilizará serviços interativos, educacionais, comerciais, e de entretenimento para lares, salas de aula, locais de trabalho e a acessibilidade para todos é um fator que precisa ser levado em consideração. AUDIODESCRIÇÃO (MOTTA,2010)

62 Os audiodescritores precisam de um curso de formação específico sobre o recurso que contemple informações sobre a deficiência visual, definição, histórico e princípios da audiodescrição, noções de sumarização e, principalmente, atividades práticas. Precisam, também, assistir a peça, filme ou espetáculo, algumas vezes, antes de fazer a audiodescrição, para se familiarizar com o tema, personagens, figurino, vocabulário específico, autor e cenários. Outro aspecto importante é a elaboração de script para audiodescrição, um roteiro com tudo o que será inserido entre os diálogos, que, no teatro, costuma ser aprovado pelo diretor da peça, o qual verifica a coerência e fidelidade ao tema e linguagem da obra. O feedback das pessoas com deficiência visual que já experimentaram o recurso comprova a sua utilidade e eficácia – há um aumento significativo do entendimento, o que contribui para a inclusão social e cultural destas pessoas, ampliando, e muito, suas opções de lazer e cultura. AUDIODESCRIÇÃO (MOTTA,2010)

63 Audiodescrição como direito: No Brasil, a primeira definição legal foi estabelecida na Portaria Nº 310, de junho de 2006, segundo a qual a audiodescrição corresponde a uma locução, em língua portuguesa, sobreposta ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e demais informações que não poderiam ser percebidos ou compreendidos por pessoas com deficiência visual (BRASIL, 2006). Essa portaria previa que as emissoras de TV passassem a veicular, dentro de até dois anos, duas horas diárias de programação acessível em sua grade, com Libras, closed caption e audiodescrição. AUDIODESCRIÇÃO DAVID,et.al.,2012

64 Em 2008, ao final desse prazo, as emissoras recorreram, argumentando que a quantidade de profissionais especializados em audiodescrição era insuficiente para suprir tal demanda. O Ministério das Comunicações lançou, então, a Portaria Nº 466, que concedia mais 90 dias para a qualificação desses profissionais e a implementação dos recursos de acessibilidade. Antes do término desse novo prazo, o Ministério das Comunicações suspendeu novamente a obrigatoriedade, até 30 de janeiro de 2009, para a realização de uma nova consulta pública. Mas, em 26 de novembro desse mesmo ano, o Diário Oficial da União publicou a minuta de uma futura portaria alterando a Norma Complementar nº 1/2006, que reduziu de duas horas diárias para duas horas semanais a exigência de transmissão de programas audiodescritos. AUDIODESCRIÇÃO DAVID,et.al.,2012

65 PRIMEIRO COMERCIAL COM AUDIODESCRIÇÃO - NATURA

66 COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA

67 A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever. (SARTORETTO & BERSCH,2012) Comunicação alternativa é uma área clínica que se propõe a compensar temporária ou permanentemente, por incapacidade ou deficiência, as dificuldades de indivíduos com dificuldade severa de comunicação (Jensen, 2000; Clarke et al., 2001; Downey e Hurting, 2003). Vários são os estudos que apresentaram a eficácia do uso da comunicação alternativa para melhorar a comunicação de indivíduos com necessidades especiais (Basil et al., 1994; Watson, 1995; Boose e Stinnett, 1999; Bondy e Frost, 2001; Liddle, 2001; Sanchis, 2001; Vasconselos, 2001; Charlop-Christy et al., 2002; Kravits et al., 2002; Pires e Limongi, 2002; Santos e Marquezine, 2003).

68 COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA A CA pode acontecer sem auxílios externos: ela valoriza a expressão do sujeito, como gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, dinheiro, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano. Mas para ampliar o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário.

69 COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA O termo Comunicação Aumentativa e Alternativa foi traduzido do inglês Augmentative and Alternative Communication - AAC. Além do termo resumido "Comunicação Alternativa", no Brasil encontramos também as terminologias "Comunicação Ampliada e Alternativa - CAA" e "Comunicação Suplementar e Alternativa - CSA".

70 Para a confecção de recursos de comunicação alternativa como cartões de comunicação e pranchas de comunicação são utilizados os sistemas de símbolos gráficos. Esses símbolos gráficos são uma coleção de imagens gráficas que apresentam características comuns entre si e foram criados para responder a diferentes exigências ou necessidades dos usuários. Existem diferentes sistemas simbólicos, sendo os mais importantes: PCS, Blissymbols, Rebus, PIC e Picsyms. COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA Sartoretto & Bersch,2012

71 O sistema Bliss de Comunicação foi desenvolvido de 1942 a 1965 por Charles K.Bliss e baseava-se na filosofia de Leibinitz, buscava criar uma linguagem que ultrapassasse diferenças de línguas. Em 1971 Mcnaughton utilizou–o com indivíduos com severos distúrbios de linguagem, adaptando o sistema e alguns de seus símbolos. O sistema é composto por símbolos gráficos, coloridos e derivado de um número básico de figuras geométricas. COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA DELIBERATO,2000

72 COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA Pictográficos: Semelhança com o objeto que representam. Ex.: cadeira, casa.

73 O sistema picto-ideográfico PIC - Picture Ideogram Communication foi criado no Canadá e tornou-se muito popular nos Estados Unidos e Canadá, nos países nórdicos como a Noruega e a Dinamarca e em Portugal. Este sistema surgiu pelo fato de pessoas com deficiência não terem conseguido uso efetivo de comunicação por meio da semantografia Bliss, como no caso de usuários com retardo cognitivo. É um sistema organizado por meio de figuras icônicas, ou seja, símbolos gráficos com representação mais imediata, o torna indicado para deficientes mentais, afásicos e paralisados cerebrais com baixo desempenho cognitivo (CAPOVILLA et al., 1997). COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA

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75 O Sistema de Comunicação por Intercâmbio de Figuras (PCS) é um sistema de comunicação alternativa que foi descrito por Frost e Bondy (1996), como manual de treinamento de comunicação alternativa para aumento progressivo das habilidades de comunicação interpessoal, principalmente de pessoas com dificuldades severas de comunicação. Foi desenvolvido no Delaware Autistic Program e inicialmente, utilizado com crianças autistas, que não se comunicavam oralmente (Bondy e Frost, 1994). Este sistema de troca de figuras é aplicado, com a apresentação de fases, sendo que cada uma delas é composta por objetivos específicos, arranjo ambiental, instruções e procedimentos de treinamento (Frost e Bondy, 1996), podendo ser utilizado de forma individual ou em grupo, em vários lugares como em casa, na sala de aula ou na comunidade. Sua principal vantagem diz respeito ao baixo custo (Bondy e Frost, 1994; 1998; Frost e Bondy, 1996). COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA (ALMEIDA et.al.,2005)

76 No Brasil ele foi traduzido como PCS - Símbolos de Comunicação Pictórica. O PCS possui como características: desenhos simples e claros, de fácil reconhecimento e adequados para usuários de qualquer idade, facilmente combináveis com outras figuras e fotos para a criação de recursos de comunicação individualizados, extremamente úteis para criação de atividades educacionais. O sistema de símbolos PCS está disponível no Brasil por meio do software Boardmaker. Board significa "prancha" e maker significa "produtor". O Boardmaker é um programa de computador que foi desenvolvido especificamente para criação de pranchas de comunicação alternativa. Ele possui em si a biblioteca de símbolos PCS e várias ferramentas que permitem a construção de recursos de comunicação personalizados. COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA Sartoretto & Bersch,2012

77 COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA Sartoretto & Bersch,2012

78 TECNOLOGIA E A DEFICIÊNCIA

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80 INFORMÁTICA POTENCIALIZANDO A INCLUSÃO EDUCACIONAL

81 O BJETOS DE APRENDIZAGEM (OA) Os OAs, são recursos pedagógicos digitais, lúdicos e dinâmicos, que podem ser utilizados e reutilizados contribuindo para o enriquecimento dos ambientes de aprendizagem. Para o Ministério da Educação, os OAs devem oportunizar o aprimoramento da educação presencial e/ou à distância, incentivando a pesquisa e a construção de novos conhecimentos para melhoria da qualidade, eqüidade e eficiência dos sistemas públicos de ensino e a incorporação didática das TIC na escola. Classificação por área de conhecimento, focado em conceitos de uma área especifica (Matemática, Português, Geografia, História, entre outras).

82 Entretanto possui conceitos transversais que podem ser utilizados por outras disciplinas que não necessariamente sejam aquelas a qual o OA foi confeccionado. Um único OA pode ser utilizado interdisciplinarmente por professores de diferentes disciplinas. O BJETOS DE APRENDIZAGEM (OA)

83 PARA SUBSIDIAR A UTILIZAÇÃO DO OA: Guia do Professor: trás orientações, sugestões e dicas, para que o educador trabalhe os conceitos implícitos e explícitos no OA norteando o professor em sua prática didática. Permite orientar os professores a trabalhar interdisciplinarmente. Manual do Usuário: utilizado tanto pelo professor, quanto ao aluno, pois através desse material o usuário pode identificar de que forma pode usufruir e utilizar os recursos disponíveis no OA na realização das atividades, bem como aprender a interagir com o mesmo.

84 O BJETOS DE APRENDIZAGEM (OA)

85 C ONHECENDO OS O BJETOS DE APRENDIZAGEM NA PRÁTICA

86 CONCLUSÃO

87 Os recursos de tecnologia assistiva estão muito próximos do nosso dia-a-dia. Ora eles nos causam impacto devido à tecnologia que apresentam, ora passam quase despercebidos. Para exemplificar, podemos chamar de tecnologia assistiva uma bengala, utilizada por nossos avós para proporcionar conforto e segurança no momento de caminhar, bem como um aparelho de amplificação utilizado por uma pessoa com surdez moderada ou mesmo veículo adaptado para uma pessoa com deficiência. (MANZINI, 2005, p. 82) È fundamental compreender que, a aplicação da Tecnologia Assistiva na educação vai além de simplesmente auxiliar o aluno a fazer tarefas pretendidas. Nela, encontramos meios de o aluno ser e atuar de forma construtiva no seu processo de desenvolvimento (BERSCH, 2006, p. 92).

88 Diante disso, Mantoan pontua que: O desenvolvimento de projetos e estudos que resultam em aplicações de natureza reabilitacional tratam de incapacidades específicas. Servem para compensar dificuldades de adaptação, cobrindo déficits de visão, audição, mobilidade, compreensão. Assim sendo, tais aplicações, na maioria das vezes, conseguem reduzir as incapacidades, atenuar os déficits: Fazem falar, andar, ouvir, ver, aprender. Mas tudo isto só não basta. O que é o falar sem o ensejo e o desejo de nos comunicarmos uns com os outros? O que é o andar se não podemos traçar nossos próprios caminhos, para buscar o que desejamos, para explorar o mundo que nos cerca? O que é o aprender sem uma visão crítica, sem viver a aventura fantástica da construção do conhecimento? E criar, aplicar o que sabemos, sem as amarras dos treinos e dos condicionamentos? Daí a necessidade de um encontro da tecnologia com a educação, entre duas áreas que se propõem a integrar seus propósitos e conhecimentos, buscando complementos uma na outra (MANTOAN, 2005). CONCLUSÃO

89 Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis (RADABAUGH, 1993) CONCLUSÃO

90 B IBLIOGRAFIA ALMEIDA, Maria Amélia; PIZA, Maria Helena Machado; LAMONICA, Dionísia Aparecida Cusin. Adaptações do sistema de comunicação por troca de figuras no contexto escolar. Pró-Fono R. Atual. Cient., Barueri, v. 17, n. 2, ago Disponível em. acesso em 22 maio BERSCH, R., Introdução à Tecnologia Assistiva. Disponível em Acesso em 22 maio BERSCH, R. Tecnologia assistiva e educação inclusiva. In: Ensaios Pedagógicos, Brasília: SEESP/MEC, p , DOSVOX. Disponível em: Acesso em 22 maio RANCO, E. P. C. e SILVA, M. C. C. C. Audiodescrição:Breve passeio histórico. In MOTTA, L.M.V. e ROMEU FILHO, P. (orgs): Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras. Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, MANTOAN, M. T. E. A tecnologia aplicada à educação na perspectiva inclusiva. mimeo, MANZINI, E. J. Tecnologia assistiva para educação : recursos pedagógicos adaptados. In: Ensaios pedagógicos: construindo escolas inclusivas. Brasília: SEESP/MEC, p , MELLO, M. Tecnologia assistiva. In: GREVE, J. M. D.; AMATUZZI, M. M. Medicina de reabilitação aplicada à ortopedia e traumatologia. São Paulo: Manole, MOTTA, L.M.V. e FILHO,P.R. (orgs): Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras. Secretaria dosDireitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, MOTTA, L.M.V. Audiodescrição – recurso de acessibilidade para a inclusão cultural das pessoas com deficiência visual. Disponível em Acesso em 22 maio OMS - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde [Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde para a Família de Classificações Internacionais, org.; coordenação da tradução Cássia Maria Buchalla]. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, RADABAUGH, M. P. Study on the Financing of Assistive Technology Devices of Services for Individuals with Disabilities - A report to the president and the congress of the United State, National Council on Disability, Março Disponível em Acesso em 22 maio 2012 ROCHA, Eucenir Fredini; CASTIGLIONI, Maria do Carmo. Reflexões sobre recursos tecnológicos: ajudas técnicas, tecnologia assistiva, tecnologia de assistência e tecnologia de apoio. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, São Paulo, v. 16, n. 3, set Disponível em. Acesso em 22 maio SARTORETTO,M.L;BERSCH,R. Disponível em: Acesso em 22 maio 2012.http://www.assistiva.com.br/ca.html

91 ORIENTAÇÃO PARA O WORKSHOP Definição dos grupos Obs: Quem faltou pode fazer sozinho ou em dupla, basta escolher qualquer recurso que possa ser adaptado e levar para a sala para explicar aos colegas.

92 G RUPOS Recurso pedagógico para pessoas com baixa visão Grupo:Ana Paula Campelo; Ana Paula Louro; Andrelaine

93 Materiais escolares adaptados Grupo: Jocasta; Francisca;Ivana;Rosana;Andreza;Monica;Claudia Beatriz;Danielle; Laís, Thamíris G RUPOS

94 Audiodescrição Gabriela Bono; Renata Bono; Rosangela; Patrícia; Camila G RUPOS

95 Comunicação Alternativa Vídeo - Grupo; Célia;Eliane; Elseny;Nadja;Marineide G RUPOS

96 Engrossador de lápis Danielle Silva; Roberta; Vilma G RUPOS

97 Soroban Adaptado Grupo: Ariana dos Santos; Ariana Marchi;Juliana;Janaina G RUPOS

98 A RTIGOS DA AULA DO DIA 22/06

99 o Desenvolvimento de um software de autoria para alunos com deficiências motoras e sem oralidade no conto e reconto de histórias - Manzini et.al. – (capítulo de livro) Fontes de Informação sobre Tecnologia Assistiva para Indivíduos com necessidades Educacionais especiais – Lauand e Mendes - (capítulo de livro) Acessibilidade de um cadeirante em uma instituição pública do ensino superior: rotas e rotinas (artigo) Audiodescrição de filmes:experiência, objetividade e acessibilidade cultural – David et.al. (artigo) Uso de sistemas de comunicação suplementar e alternativa na Educação Infantil: percepção do professor (artigo) Avaliação do Nível de Conhecimento dos Alunos do Ensino Médio da cidade de João Pessoa com Deficiência Visual sobre as Grafias Química e Matemática Braille (artigo) Aplicação de recursos de acessibilidade eminformática para alunos com baixa visão (artigo)


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