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COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Bonito 16 de Abril de 2008.

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1 COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Bonito 16 de Abril de 2008

2 CAPES CAPES - Fundação pública vinculada ao Ministério da Educação. Responsável pela promoção e avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Responsável pelo desenvolvimento da educação superior, ciência e tecnologia, juntamente com outros organismos governamentais.

3 Financia 60% das bolsas de pós-graduação oferecidas pelo Governo Brasileiro, representando concessões no Brasil e no exterior. Avalia e fomenta mais de cursos de pós- graduação em diferentes áreas. São matriculados anualmente novos estudantes no SNPG ( alunos no total). Aproximadamente 700 projetos em andamento na Cooperação Internacional.

4 PRINCIPAIS AÇÕES: Avaliação da pós-graduação brasileira (programas de pós-graduação stricto sensu). Fomento à qualificação de recursos humanos de alto nível no Brasil e no exterior. Acesso e difusão de informações científicas. Apoiar a Educação Básica (presencial e a distância) a partir de Promoção da cooperação internacional.

5 Diretoria de Relações Internacionais (DRI) OBJETIVOS: Desenvolver as atividades da pós- graduação brasileira no contexto mundial. Apoiar os grupos de pesquisa brasileiros, principalmente por meio do intercâmbio internacional, buscando a excelência da pós-graduação no país.

6 CAPES NOVA ESTRUTURA:

7 DIRETORA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS (DRI)

8 Diretoria de Relações Internacionais (DRI) PROGRAMAS: Projetos Conjuntos de Pesquisa (CGPCI). Parcerias Universitárias (CGPCI). Bolsas e Auxílios Individuais (CBE e CGPCI). Escola de Altos Estudos (CGPCI).

9 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA CAPES + agência similar ou universidade. Ações simétricas e simetria orçamentária. Projetos centrados em um tema de pesquisa comum. Principais objetivos: Inserção internacional, formação de recursos humanos e produção científica. Pareceres feitos pelos pares e avaliação bi-nacional. Projetos financiados por 4 anos (avaliação após 2 anos de projeto). Financiamento de Missões de Trabalho (professores doutores: 2 por ano, por projeto). Financiamento de Missões de Estudo (doutorado sanduíche ou pós-doutorado: 2 por ano, por projeto).

10 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA

11 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA - por região

12 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA Ano Número de projetos

13 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA - por área

14 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS CAPES + agência similar ou universidade. Ações simétricas e simetria orçamentária. Objetivos dos programas: modernização curricular e formação de estudantes - dupla diplomação. Pareceres feitos pelos pares e avaliação bi-nacional. Projetos financiados por 4 anos (avaliação após 2 anos de projeto). Financiamento de Missões de Trabalho. Financiamento de Missões de Estudo (graduação sanduíche, doutorado sanduíche e pós-doutorado – em alguns programas mais de 10 missões/projetos/ano).

15 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS

16 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS – por região

17 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS – por área

18 COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - por região (PROJETOS CONJUNTOS + PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS)

19 COOPERAÇÃO INTERNACIONAL – por área (PROJETOS CONJUNTOS + PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS)

20 BOLSAS E AUXÍLIOS INDIVIDUAIS Colégio Doutoral Franco-Brasileiro Colégio Doutoral Argentino-Brasileiro PEC-PG (Países de Língua Portuguesa na África, Ásia, e América Latina) Cátedras SEED/Univ. Londres CAPES/FULBRIGHT Prof. Visitante Estrangeiro - PVE Timor Leste (PQDELP) MES/Docente Programa de Formação Cientifica de Moçambique CAPES/IESALQ (Cátedras) Balcão

21 COLÉGIO DOUTORAL FRANCO-BRASILEIRO Concessão de bolsas de estudo de doutorado- sanduíche. Participantes: consórcio de instituições francesas/ todos os cursos de doutorado brasileiros. 75% dos créditos concluídos. Modalidades: co-orientação (bolsa de até 12 meses) co-tutela (bolsa de até 18 meses) necessidade de convênio anterior entre as instituições brasileira e francesa; duplo diploma.

22 COLÉGIO DOUTORAL ARGENTINO-BRASILEIRO Concessão de bolsas de estudo de doutorado- sanduíche. Participantes: consórcio de instituições argentinas/ cursos de doutorado brasileiros nas áreas de engenharias, computação, informática e agronomia. 75% dos créditos concluídos. Modalidades: co-orientação (bolsa de até 12 meses) co-tutela (bolsa de até 18 meses) necessidade de convênio anterior entre as instituições brasileira e francesa; duplo diploma.

23 PEC-PG Programa de Estudante Convênio de Pós-Graduação Concessão de bolsas de doutorado para estudantes de países com os quais o Brasil mantém Acordo de Cooperação Cultural ou Educacional. Bolsa de até 48 meses, valor igual a do estudante brasileiro no país, auxílio instalação e auxílio tese. Passagem de retorno pelo Min. Relações Exteriores. Inscrição na Embaixada Brasileira do país de origem. Aprovação no CELPE-Bras. Participantes na América do Sul: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

24 ESCOLA DE ALTOS ESTUDOS Financia a participação de professores estrangeiros de altíssimo nível em instituições de ensino superior brasileiras (pós-graduação). Após aprovação, outras instituições podem participar do curso (enviando estudantes e professores aos cursos). Os cursos devem ser acreditados pelo programa proponente (devem contar créditos aos estudantes). Tradução simultânea. Cursos disseminados via internet. Todo o material do curso é registrado (CDs, DVDs e livros). Valor máximo financiado por projeto R$ 150 mil

25 CURSOS BRASILEIROS NO EXTERIOR Fomento a cursos de pós-graduação stricto sensu no exterior, no modelo MINTER e DINTER. Fortalecimento da pós-graduação no país receptor. Cursos em módulos, com a participação de professores brasileiros. Temática adequada à realidade do país receptor. Diplomas expedidos pela universidade receptora. Programas piloto: UFRGS – UNICV (Cabo Verde): 3 cursos de Mestrado (Planejamento Territorial, Tecnologia em Edificações e Ciências Sociais). FIOCRUZ – Univ. Agostinho Neto (Angola): Mestrado em Saúde Pública.

26 DESAFIOS DA COOPERAÇÃO Ampliar o apoio à comunidade acadêmica brasileira. Internacionalizar mais a universidade brasileira (participar ativamente dos programas de cooperação internacional; receber mais estudantes estrangeiros). Fortalecimento das Assessorias Internacionais nas universidades. Avaliação das ações da cooperação.

27 Ações Recentes da CGCI Acordo Índia (financiamento de missões de trabalho e de estudo Pós-doc), Eramus/Mundus, University of Parma, Fórum de Reitores Brasil/Japão, Fórum IBAS, Mercosul/Paraguai, Timor Leste (Edital para selecionar 50 profissionais primeiro semestre), Acordo Venezuela, (assinado, recepção de 2 mil estudantes venezuelanos) Acordo México (SRE e CONACYT) Acordo British Academy (áreas de ciências sociais)

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30 DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS (DRI) DIRETOR: Sandoval Carneiro Junior ( Sérgio Avellar Analista em Ciência e Tecnologia (


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