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Políticas de Internacionalização para a Educação Superior Brasileira

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Apresentação em tema: "Políticas de Internacionalização para a Educação Superior Brasileira"— Transcrição da apresentação:

1 Políticas de Internacionalização para a Educação Superior Brasileira
XX Reunião Anual do FAUBAI Abril de 2008 MINISTÉRIO DO TURISMO - EMBRATUR - BELTA

2 Acrescentar funções macro

3

4 Maio de 2005

5 EMBRATUR Benefícios alcançados com as ações de promoção:
● Possibilidade de dimensionar a educação internacional no Brasil e no mundo; ● Maior conhecimento dos sistemas de ensino mundiais e principais modalidades de cooperação e intercâmbio; ● Identificação de potenciais parceiros estrangeiros; ● Contribuição para o aperfeiçoamento profissional; ● Importância de ampliar a participação de representantes de instituições brasileiras; ● Oferecer uma visão mais geral sobre as oportunidades de estudos no Brasil; ● Visibilidade para os associados e parceiros do Bureau Brasileiro de Intercâmbio; ● Divulgação do Brasil como destino para estudos e intercâmbio (Study in Brazil);

6 EMBRATUR Pesquisa Embratur - entrada de turistas estrangeiros no Brasil. Motivo da viagem: Estudo ou cursos: – 1,6% = ,25 – 1,3% = ,21

7 BELTA E BUREAU BRASILEIRO DE INTERCÂMBIO
AÇÕES INSTITUCIONAIS- CONVÊNIOS EMBRATUR E MINISTÉRIO DO TURISMO PROMOÇÃO BELTA - Brazilian Education & Language Travel Association FAUBAI - Fórum das Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais PATROCÍNIO Ministério do Turismo EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo British Council/ Education UK SESC Vila Mariana APOIO INSTITUCIONAL Ministério da Educação CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Ministério das Relações Exteriores FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo São Paulo Convention & Visitors Bureau Embaixada da Austrália AEI - Australian Education International / AUSTRADE - Australian Government Embaixada da Nova Zelândia Education New Zealand Comissão Fulbright/ Education USA Embaixada da Espanha Centro Oficial de Turismo Espanhol São Paulo DAAD - Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico Embaixada do Canadá CEC - Centro de Educação Canadense Cendotec / Edufrance Empregos.com.br 1º ForBEI Local: Sesc Vila Mariana – São Paulo Data: 29 e 30 de março de 2006

8 Março de 2006

9 MINISTÉRIO DO TURISMO A segmentação é entendida como a forma de organizar o turismo para fins de planejamento, gestão e mercado. Os segmentos turísticos podem ser estabelecidos a partir de: Segmentação da Oferta: elementos de identidade da oferta Segmentação de demanda: características e variáveis da demanda

10 MINISTÉRIO DO TURISMO Traçadas as diretrizes

11 MINISTÉRIO DO TURISMO - Priorizações de ações 2008 – 2010
Resultado - Turismo de Estudo e Intercâmbio FGV atuou neste projeto como consolidadora metodológica do processo de avaliação e moderadora dos painéis com especialistas. Construção de Mapa Estratégico de Adição de valor para cada um dos segmentos; Priorização das ações da CGS (Coordenação-Geral de Segmentação) nos segmentos turísticos. Metodologia: dividida em três etapas, de modo participativo, com base em documentos já existentes na CGS. Metodologia GUT: consiste em avaliar as ações, segundo parâmetros de gravidade, Urgência e Tendência.

12 Janeiro de 2008

13 PILOTO PROBEI – ESTRUTURAÇÃO E ARRANJOS LOCAIS
Diagnosticar a competitividade e levantar as demandas da cidade para o segmento de Turismo de Estudos e Intercâmbio Identificar potencialidades que estimulem a formação de programas/cursos; Formar uma rede de cooperação posicionando o destino escolhido como localidade pioneira na composição entre instituições de ensino, órgãos locais, Governo Federal e empreendedores do setor e afins. Capacitar o Destino e os empreendedores locais para receber os estudantes estrangeiros. Orientar no desenvolvimento e implementação de programas/roteiros do turismo de estudos e intercambio. Entendendo um Programa/roteiro como: "conjunto de atrativos, informações, experiências organizadas de forma a atender o conteúdo de um intercâmbio". Capacitar empreendedores locais para que possam alcançar maior eficácia e eficiência na promoção dos seus programas; Criar materiais de promoção e divulgação dos programas/roteiros desenvolvidos, assim como materiais de orientação e de apoio aos serviços de receptivo. Difundir os resultados das ações para o público interessado no segmento.

14 SÃO JOÃO DEL REI- MINAS GERAIS JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO
O Estado de Minas Gerais já possui demanda para o turismo de estudo e intercâmbio; São João del Rei - Capital Brasileira da Cultura em 2007; Possui infra estrutura turística para receber a demanda emergente; Posição geográfica privilegiada e oferece vôos regulares; O município está situado numa região de grandes atrativos, onde se encontram importantes referências do patrimônio material e imaterial como a cidade de Tiradentes, parte das Serras do Lenheiro e São José e ainda, está contemplada pelas ações do Ministério do Turismo no que tange a meta de estruturar 65 destinos turísticos com padrão de qualidade internacional.

15 ETAPA 1 ETAPA 4 PILARES DO PROJETO ETAPA 2 ETAPA 3
Reunião com parceiros públicos e privados para apresentação e envolvimento da comunidade; Realização do Diagnóstico; Levantamento da lista de demandas; Elaboração do Plano Estratégico; Construção do Grupo Gestor; ETAPA 4 Realização do II FORBEI PILARES DO PROJETO ETAPA 2 Elaboração do Manual Técnico Criação de Roteiros Turísticos e Programas Educacionais; Seminário de Apresentação para a comunidade; ETAPA 3 Elaboração do Material Informativo Promocional Capacitação para acesso ao mercado Seminário de Resultados

16 GARGALOS IDENTIFICADOS
Falta de conhecimento da cultura; Brasil ainda não é conhecido como destino de estudos; Falta de divulgação; Ausência de instituição de promoção da Língua Portuguesa; Pouco interesse pelo idioma português; Distância do Brasil dos países emissores; Preço dos vôos ( inclusive domésticos); Falta de Sistema de Inteligência; Entraves burocráticos (Vistos – Polícia Federal); Demora na emissão de vistos; Trâmites consulares; Documentos para emissão de vistos/permissão para trabalho/estudo/voluntariado; Falta de informação sobre legislação; Problemas na Polícia Federal; Legislação para programas de receptivo de estudantes; Problemas de segurança; Despreparo do receptivo; Acomodação; Capacitação; Infra-estrutura; Falta de produtos formatados; Falta de atrativos / Facilitação para recepção; Dificuldade para precificar os programas e serviços; Inexistência de cultura de receptivo / capacitação / profissionalização; Credenciamento e seleção de empresas receptivas ( estágio, trabalho, voluntariado); Plano de treinamento para estagiários, elaboração e regulamentação; Ausência de “ Selo de Qualidade” de programas e cursos; Falta certificação para cursos livres oferecidos a estrangeiros; Ausência de boas ofertas para estágio e trabalho voluntário; Pouca gente fala língua estrangeira; Insegurança; Prever intercâmbio no planejamento das IES; Desequilíbrio de fluxo na mobilidade acadêmica; Inexistência de cursos de Português para estrangeiros; Informações desencontradas.

17 Comissão Inter-Ministerial

18 “A Arte da conversação consiste no exercício de duas qualidades superiores: você deve estabelecer contato e deve simpatizar, deve possuir ao mesmo tempo o hábito de comunicar e o hábito de ouvir. A União é rara mas irresistível.” Benjamim Disraeli Tatiana Visnevski Mendes Presidente BELTA - Av. Paulista, cj São Paulo, SP – Brazil CEP.: Tel: (5511) Fax: (5511)


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