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Amanda de Souza, Drake Nova, Felipe Santos, Isabelle Simões e Maiara Lemos 3ºB.

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1 Amanda de Souza, Drake Nova, Felipe Santos, Isabelle Simões e Maiara Lemos 3ºB

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3 Objetivos: mostrar, analisar, discutir e explicar a questão do Tibete e sua autonomia. Analisaremos sua situação através de seu contexto histórico e futuro possível. O Tibete é caracterizado por planícies amplas, diversificadas por trechos montanhosos. Seu planalto é composto pelo Hymalaia, cordilheira com as montanhas mais altas do mundo e pelo Kunlun, sendo conhecido como teto do mundo. O ponto culminante é o Monte Everest, a metros de altura. A região também possui grande potencial econômico, vários recursos minerais em mais de 70 milhões de dólares, como cobre e cromo, fora a riqueza em urânio. Desde o século XVII a China influencia a região, exercendo soberania e interferindo diretamente no país. Mas, a partir de 1950, o Tibete assume-se comunista, ressaltando a questão da coletivização de terras e a reforma agrária que contrariaram os interesses da elite budista enquanto o Dalai-Lama se exila junto ao governo em Dharamshala, no norte da Índia. Atualmente, o Tibete vem lutando pela dissociação da China, gritando por autonomia. Mas esta não a cede /05/tibet_map_2.jpg Monte Everest

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5 Capital: Pequim Cidade mais populosa: Xangai - 9,5 milhões de habitantes Língua oficial: Mandarim Governo: República Comunista População: 1,3 bilhões de habitantes Densidade demográfica 136 hab/km² Per capita – dólares IDH: 0,755 – Médio Moeda: Renminbi (yuan)

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8 A Revolução Chinesa de 1949; A instalação do comunismo liderado por Mao Tsé-tung; 1911 – independência política preservada; massacre na Praça da Paz Celestil Entrega do Prêmio Nobel ao Dala Lama; Hoje em dia as autoridades tibetanas vivem em exílio na cidade de Dharamshala, região norte da Índia. Governo chinês defende a intervenção no território argumentando a favor do progresso. Autoridades tibetanas temem a inflexibilidade do regime e a possível perda de sua cultura e tradições. Censura chinesa – Olimpíadas de Pequim Repressão violenta aos protestos no Tibete Protesto pela autonomia do Tibet

9 bxhUjBDI/AAAAAAAAEsI/Oc4P TU8OghU/tibet_india.jpg Protestos, repressão e as consequências da luta pela autonomia do Tibete

10 História do Budismo Prática de Fé do Budismo Missões do Budismo 0444/news-graphics-2007-_444483a.jpg Monges tibetanos

11 O título Dalai Lama, " Oceano de Sabedoria", foi dado por um imperador ao monge Sönam Gyatso em Para os tibetanos, os Dalai Lamas são emanações do Buda da Compaixão. O poder temporal, religioso e político do Tibete passou a ser exercido pelos Dalai Lamas a partir do século XVII, com S.S. o "Grande" Losang Gyatso. O Décimo-quarto Dalai Lama, Tenzin Gyatso, nasceu no dia 6 de julho de 1935, na vila de Takse, no leste do Tibet. E hoje vive exilado na Índia. Dalai Lama

12 1. Qual o interesse da China no Tibete? 2. Como se deu o domínio chinês sobre a região? 3. Quantos tibetanos já morreram devido à opressão externa? 4. Qual a importância do Dalai Lama para os tibetanos? 5. Como ele exerce a função de chefe de estado? 6. Qual a reivindicação do líder tibetano junto ao governo chinês? 7. O que detonou a atual crise na região? 8. Qual a posição da ONU diante dos conflitos no Tibete? 9. Qual a posição da comunidade internacional? 10. Há alguma possibilidade de a China conceder independência ao Tibete?

13 A cultura, língua e recursos naturais tibetanos estão sendo corroídos pela China. O meio-ambiente é ameaçado pelos chineses através da mineração, deposição de lixo nuclear e desmatamento intensivo. O desenvolvimento do Tibete beneficiou a maioria chinesa e não os tibetanos. A China investe em militarização pesada, permitindo que assim continue mantendo o Tibete como um estado político. O grande fluxo migratório de chineses para o Tibete estão tornando os tibetanos minoria. Embora a China alegue que o Tibete sempre fora parte de seu território, sua ocupação foi mais uma das demonstrações de imperialismo agressivo que os chineses acusam outras potências de exibi-lo. A Região Autônoma do Tibete não é o Tibete, nem ao menos autônoma. Apesar da China dizer que a tortura é proibida, esta é utilizada como arma para suprimir os protestos tibetanos. Grande parte da população precisa esconder sua devoção ao dalai lama para não sofrer violência e repressões.

14 Considerando os fatos relatados, a ONU e a Comunidade Internacional tem feito muito pouco para acabar com a ocupação ilegal da China no Tibete. A China representa um grande mercado consumidor com mão-de- obra barata que muitos resistem em não mudar, além de ser a 3ª maior economia do mundo. Em novembro de 2008, a ONU concordou com as alegações da campanha Free Tibet (Liberte o Tibete) sobre as torturas cometidas aos tibetanos, comprovando que esta é generalizada e rotineira no Tibete. Diante de tantos impasses, os tibetanos tem o direito de decidir pelo seu próprio futuro e o fim da ocupação chinesa no Tibete é a única maneira para que os direitos humanos fundamentais dos tibetanos sejam respeitados.

15 Dalai-lama pede ajuda do presidente Lula Em entrevista ao 'Estado', líder tibetano diz que o Brasil precisa falar com vigor sobre democracia com Pequim Jamil Chade - O Estado de S. Paulo Sexta-feira, 7 de agosto de 2009, 07:19 A notícia fala sobre o pedido de ajuda de Dalai-Lama para o Brasil: falar sobre democracia e liberdade com a cúpula chinesa. A matéria apresente uma critica forte à China feita por Dalai-Lama. Diz que o país precisa manter sua imagem no mundo como a superpotência que é, porém, para isso, não é certo contar só com os lucros, mas também com a verdade e a transparência.Dalai-Lama nota que grande parte da corrupção hoje é cometida por membros do Partido Comunista. E afirma que esse fator faz a China perder boa parte de sua confiança perante o resto do mundo. Impotente, Dalai-Lama pede ajuda ao Brasil, que segundo ele, com sua democracia formada e com o peso que tem no mundo, o país sul-americano precisa manter essa imagem, além de afirmar que o Tibete não quer sua independência da China.

16 Trechos da matéria Vídeo no YouTube reacende tensão entre China e Tibete 25/03/ :49 - BBC Brasil youtube+reacende+tensão+entre+china+etibete ht mlhttp://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/03/25/video+no+ youtube+reacende+tensão+entre+china+etibete ht ml Acessado em 24/08/2009 De acordo com os representantes do Dalai Lama, as imagens foram feitas em março do ano passado durante os confrontos entre a população e forças do governo. Um oficial do partido comunista no Tibete, que não teve o nome divulgado, disse à agência de notícias estatal Xinhua que o trecho de 47 segundos teria sido "fabricado" através da edição de diferentes vozes e imagens. As imagens "confirmam nossos maiores medos a respeito da horrível dor e sofrimento que tibetanos experimentaram nas mãos das autoridades chinesas em meio ao levante do ano passado", disse Lhadon Tethong, diretor executivo da organização pró-independência Estudantes por um Tibete Livre em um comunicado veiculado à imprensa. A autenticidade do vídeo não tem como ser verificada independentemente. O governo chinês não concede vistos ao Tibete para jornalistas estrangeiros interessados em cobrir a situação política da região. No entanto, de acordo com o governo tibetano no exílio, as imagens são genuínas e "mostram claramente a agressão de tibetanos detidos, mesmo depois de eles estarem algemados e amarrados, uma violação das normas internacionais", disse Tseten Samdup Chhoekyapa, representante do Dalai Lama. O suposto oficial do partido comunista citado pela Xinhua afirmou que o vídeo é uma montagem. "Especialistas em tecnologia descobriram que o vídeo foi editado de lugares diferente, épocas diferentes e pessoas diferentes", afirmou. O governo chinês disse que os confrontos causaram a morte de cerca de 20 pessoas. Todas as vítimas seriam da etnia Han e teriam sido mortas pelos manifestantes tibetanos. O governo tibetano no exílio, no entanto, afirma que pelo menos 220 pessoas morreram e 1300 ficaram feridos ou foram detidos.

17 Vestibular ESPM 2009, Questão html Almanaque Abril 2009, 35º edição.

18 1) (ESPM 2009) Guias distribuídos pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos forneceram a visão do governo da China sobre temas espinhosos do noticiário internacional a respeito do país. Quanto a esses temas, leia os dois textos que se seguem: As atividades separatistas são o maior desastre contra a soberania e a integridade territorial do Estado, o maior obstáculo contra o desenvolvimento das relações e a maior ameaça à paz e à estabilidade na região do estreito. A fé e a religião de todo o antigo território eram, na realidade, um fenômeno social anormal causado pelo regime de integração dos poderes político e religioso e constituía uma forma de violação dos direitos humanos durante o governo da servidão feudal. Os textos devem ser relacionados respectivamente com quais temas espinhosos para o governo da China: a) Taiwan e Tibet b) Taiwan e Macao c) Tibet e Taiwan d) Tibet e Hong Kong e) Macao e Hong Kong

19 2) Para tibetanos, Tibet pode sumir sem dalai-lama 26/04/2006 TIM LUARD da BBC Brasil Muitos tibetanos acreditam que apenas o dalai-lama pode salvar o Tibet da extinção. Mas até mesmo o dalai-lama é mortal. E eles estão profundamente ansiosos sobre o que vai acontecer quando o líder espiritual morrer. Para os tibetanos, dalai-lama [...] não é apenas um monge budista, um deus e um rei (o mais recente na longa linha centenária de regras espirituais), mas um símbolo de uma civilização sem precedentes que vai além da vida. [...]Muitos temem que sua morte acabe com a última chance de independência genuína. Outros prevêem caos e sangue. Tibetanos extremistas poderão se sentir livres a recorrer ao terrorismo, dando espaço para que Pequim intervenha de forma mais dura. Phuntsog Wangyal, da Fundação Tibet, baseada em Londres, acha que o carisma do atual dalai-lama será difícil de ser substituído. "Quem assumirá o seu manto? Não há ninguém equivalente a ele. Não acredito que qualquer pessoa possa ter a autoridade que ele tem", diz. Vácuo O dalai-lama fugiu para a Índia em 1959 em meio a uma tentativa frustrada de combate à ocupação chinesa, que havia começado nove anos antes. Desde então o líder espiritual tem sido a cara do Tibet na comunidade internacional. Ele já ganhou o Prêmio Nobel da Paz, já obteve apoio público de astros do cinema e apoio privado de presidentes e primeiros-ministros. Mas nenhum país reconheceu o governo exilado do Tibet. Samdhong Rinpoche foi o primeiro premiê eleito no governo exilado. Ele foi escolhido em 2001 por membros da diáspora tibetana como parte de uma tentativa para democratizar um movimento que, durante anos, ficou em volta do carisma pessoal, da força espiritual e da alta reputação do dalai-lama. "Institucionalizando a continuidade da liderança, os arranjos estão agora prontos para evitar um vácuo e fazer o povo tibetano não tão dependente do dalai-lama", afirmou Rinpoche à BBC. O dalai-lama disse esperar que o seu sucessor seja encontrado em um "país livre". A China quer que o próximo dalai-lama seja escolhido sob a sua supervisão. Em 1995, o dali-lama reconheceu, no Tibet, um garoto de seis anos de idade como sendo o sucessor do 10º dalai- lama, Panchen Lama, que morreu em A China prendeu o menino e escolheu um outro em seu lugar. O garoto original nunca mais foi visto. html Acessado em 24/08/2009 Baseado na matéria acima responda: Por que a questão separatista do Tibet é tão conhecida no mundo ocidental? Justifique.

20 3) Acessado em 24/08/2009 De acordo com a imagem acima, como os protestos pró-separatistas são vistos pela Comunidade Internacional? Justifique e exemplifique.

21 1) Alternativa A 2) O principal motivo da questão do Tibete ser conhecida no mundo ocidental, apesar de ainda ser vista em segundo plano, é o Dalai-Lama. Após seu exílio na Índia, de ganhar o Prêmio Nobel da Paz e de viajar o mundo revelando o Tibete a todos, já ganhou apoio de um grande leque de personalidades, desde astros de cinema até presidentes e primeiros-ministros. Com passagens inclusive pelo Brasil, o Dalai-Lama tem sido a peça fundamental para a disseminação mundial da causa tibetana. Uma vez que a China proíbe acesso de jornalistas estrangeiros à região e pouco se sabe sobre o que acontece lá de fato, o Dalai- Lama, junto com o governo exilado na Índia tem se apresentado praticamente como o único meio de mostrar ao mundo o que se passa no Tibet. 3) A partir da imagem acima, pode-se perceber que os protestos ocorridos no Tibete são vistos pela Comunidade Internacional com um certo descaso. Primeiramente, o protestante que não é nem tibetano, está vestido como turista e carrega uma bandeira dos EUA que, assim como todo o resto, é Made In China (Feito na China). Através disso, a única beneficiada é a China que tem seus produtos consumidos mesmo para algo que vai contra ela mesma. A charge critica a visão plastificada do mundo ocidental pela causa dos tibetanos, que ainda não encara seriamente os protestos. Isso pode ser percebido pelo fato de que, durante os Jogos Olímpicos de Pequim, muitas pessoas de diferentes partes do mundo aderirem à multidão que protestava nas ruas, sem nem saber exatamente pelo o que estavam gritando. As revoltas foram desencadeadas em 1954, contra a reforma agrária proposta pelo governo. Sendo assim, as revoltas são elitistas, pois vão contra algo que beneficiaria a população.


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