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PROJETO CONECTA ESCOLA Escola Estadual Professora Joelina de Almeida Xavier Campo Grande – MS, 02 de setembro de 2011 Disciplina: Geografia Professora:

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1 PROJETO CONECTA ESCOLA Escola Estadual Professora Joelina de Almeida Xavier Campo Grande – MS, 02 de setembro de 2011 Disciplina: Geografia Professora: Ana Cristina Ferreira Piccini STE: Prof. Luiz Antônio Turma: 2ª Fase – E. J. A. Aluno (a):

2 QUILOMBO

3 COMUNIDADES QUILOMBOLAS Caros Alunos, Neste trabalho vamos estudar sobre os territórios quilombolas de Mato Grosso do Sul. Trataremos de suas origens, localização, cultura, tradições. Iniciaremos com um breve histórico sobre os quilombos e sobre a Comunidade Furnas do Dionísio, em Mato Grosso do Sul. O quilombo representa um instrumento vigoroso no processo de reconhecimento da identidade negra brasileira para uma maior auto- afirmação étnica e nacional. [...] Beatriz Nascimento

4 BREVE HISTÓRICO No período de escravidão no Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam com outros em igual situação em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.africana Fonte: /http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/quilombos /

5 REFLEXÕES Os quilombos nos remetem a vários tempos e espaços históricos: em primeiro lugar, à África do século XVII. A palavra Kilombo é originária da língua banto umbando, que diz respeito a um tipo de instituição sociopolítica militar conhecida na África Central, mais especificamente na área formada pela atual República Democrática do Congo (Zaire) e Angola. Apesar de ser um termo umbundo, constituía-se em um agrupamento militar de jovens guerreiros, composto pelos jaga ou imbangala (de Angola) e os lunda ( do Zaire) (MUNANGA, 1996: p ).

6 A idéia de território quilombola, para alguns, traz subjacente a imagem de segregação e isolamento. Todavia, em comunidades quilombolas a terra avança este caráter, não se constituindo apenas condição de fixação, sendo, sobretudo, condição para existência do grupo e de continuidade das referências simbólicas. O território quilombola se constitui enquanto um agrupamento de pessoas que se reconhecem com a mesma ascendência étnica, que passam por inúmeros processos de transformações culturais como formas de adaptação resultantes do caminhar da história, mas se mantêm, se fortalecem e redimensionam as suas redes de solidariedade. (RATTS, 2003ª; 2004).

7 Áreas Tituladas dos Quilombolas

8 QUILOMBO EM MATO GROSSO DO SUL Nome da Comunidade: Furnas do Dionísio Estado: MS Município: JARAGUARI Número de famílias: 92 Estimativa populacional: 460 Área (ha): 1.301,8905 Descrição: Formas de Ocupação Territorial: Furnas de Dionísio figura como um povoado identificado como terra dos Dionísio (terra de sua descendência), como localidade de negros. A ocupação da área por Dionísio e seus descendentes remonta à segunda metade do século XIX. A comunidade ocupa a área permanentemente, desde o final do século XIX. As furnas (altos morros que se destacam do maciço de Maracaju), são identificadas pelos nomes dos troncos familiares da comunidade e em cuja base ou proximidade localizam-se as moradias de seus descendentes. As furnas do Mangue e do Boa Vista são dos Martins e dos Abadio. Há ainda a furna dos Silva, vertente do Rochedinho, e furnas do Lajeadinho dos Abadio e Martins.

9 Caracterização Sócio-econômica e Cultural A atividade econômica básica é a agricultura. A maioria dos chefes de família planta sua roça para garantir o sustento, apesar da pressão capitalista. Não usam a queima. Plantam arroz, milho, feijão e mandioca. - Cultivam grandes hortas para comercialização dos produtos em Campo Grande (neste empreendimento há uso de máquinas agrícolas e agrotóxicos). - Produzem produtos com grande aceitação no mercado, como a rapadura, a rapadura de massa e a farinha de mandioca. - Algumas famílias criam poucas reses de gado, alguns cavalos ou burros. A maioria cria porcos e galinhas. - Os mais novos preferem trabalhar como peões nas fazendas vizinhas, apesar do baixo rendimento monetário. - A atividade de coleta ainda é significativa.Em expedições de coleta, em geral, lideradas por mulheres mais experientes, jovens e crianças catam guabiroba, macaúba entre outros frutos das matas. - Estrutura social segmentária, assumindo a forma clânica. - Características patriarcais - ênfase na autoridade do pai e do avô.

10 Religião Há duas religiões oficiais: Católica e Assembléia de Deus (mais recente). A religião dominante é a católica. O santo de devoção da comunidade é Santo Antônio. Cultuam também São Benedito, Nossa Senhora do Rosário, Santa Luzia, Santa Bárbara, São João, São Sebastião. Com o trabalho missionário foi introduzido o culto a Nossa Senhora Aparecida. - Cultuam os mortos. Os cemitérios são locais sagrados. O culto envolve crenças e ritos, há oferendas de comida e bebida nos cemitérios.Crêem que os mortos transformam-se em espíritos que devem ser cuidados pelos vivos. Esses ritos são acompanhados de cantos especiais. - O nascimento também é acompanhado por ritos e crenças. Há cantos para nascer. Além de ritos de defumação, de neutralização da bruxa, entidade malévola que costuma chupar a vida do recém-nascido pelo umbigo. - Presença de rezadores (as) e benzedeiros (as). - Há a dança do engenho novo, do catira, a capoeira e a cobrinha. A festa tradicional é a festa de Santo Antônio, que é padroeiro da comunidade.

11 Diante dos textos apresentados, responda a questão abaixo. Você já ouviu falar de comunidades quilombolas? Justifique sua resposta.

12 Responda Você sabe o que é etnia?

13 De acordo com seus conhecimentos, como surgiu os quilombos no Brasil? Em que período eles começaram a surgir?

14 Além da comunidade Furnas do Dionísio, você já ouviu falar de outro quilombo em Mato Grosso do Sul?

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