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Prof.Dr. MÁRCIO NOVAES COELHO

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Apresentação em tema: "Prof.Dr. MÁRCIO NOVAES COELHO"— Transcrição da apresentação:

1 Prof.Dr. MÁRCIO NOVAES COELHO
ECONOMIA DA PRODUÇÃO e ENGENHARIA FINANCEIRA Gestão Econômica de Processos/Atividades Prof.Dr. MÁRCIO NOVAES COELHO

2 A1. O PROBLEMA CENTRAL : Modelo de análise econômica da Empresa, para compreensão do resultado operacional e geração do valor criado, adequado à visão interna gerencial, através da formação dos custos dos produtos e serviços fabricados, a partir da REPRESENTAÇÃO adequada das operações de transformação, seus recursos, e processos vigentes, bem como da evolução da organização como um todo e dos novos métodos de gestão.

3 CONCEITOS APLICADOS AO MÉTODO - 1
Critérios de valoração : valor criado x custeio Valor Criado : Ponto de vista do produtor : valor de custo Ponto de vista do consumidor : valor percebido Ponto de vista do investidor : valor da empresa

4 Curva da Oferta x Demanda
Valor Percebido => demanda Valor de Custo => oferta oferta demanda Valor de troca preço Quantidade / período Quantidade de equilíbrio Capacidade instalada

5 MODELO ECONÔMICO DA EMPRESA
INVESTIMENTO Recursos 3º Mercado Cliente LUCRO OPERACIONAL Produtos / Serviços Dividendos Impostos Sócios Reservas Empréstimos de Terceiros Juros s/ Empréstimos Fornecedor Recebimentos Pagamentos Fontes Usos Processo Operacional Participação dos Funcionários Recursos Financeiros Caixa Corporativo Recursos próprios Resultado Governo Sistema Financeiro Lucros retidos Aumento dos Investimentos Funcionários contratos Capital ou Empréstimos Valor criado

6 ESTRUTURA FUNCIONAL DA ORGANIZAÇÃO
Unidade de Negócio A Unidade de Negócio B Unidade Corporativa Unidade Operacional 1 Unidade Operacional 2 Unidade Operacional 3 Centro 11 Centro 12 Centro 13 Centro 21 Centro 22 Centro 23 Unidade Operacional 4 Unidade Operacional 5 Centro 41 Centro 42 Centro 43 Centro 51 Centro 52 Centro 53 Unidade Operacional 6 Unidade Operacional 7 Centro 61 Centro 62 Centro63 Centro 71 Centro 72 Centro 73 Estabelecimento A Estabelecimento B Estabelecimento C Unidade Operacional : gestão dos processos operacionais

7 CONCEITOS APLICADOS AO MÉTODO - 2
A representação da Empresa e suas operações : A Organização e a Empresa : legal x gerencial Funções - competência e responsabilidade Processos - estruturas de ação Atividades - diretas, apoio e sustentação Produção: produtos e serviços , objetos de controle Recursos: pessoal, equipamentos, materiais, serv.3º

8 A Organização e a Empresa : Legal x Gerencial
Legal - Formal : Empresa : identidade jurídica, legal e fiscal Estabelecimento : identidade física da empresa Gerencial : Organização Unidades Organizacionais: Unidades Industriais, Unidades de Negócio e Unidade Corporativa

9 Funções - competência e responsabilidade
Funções: identificam as competências existentes na Organização, constituídas por tecnologia e recursos, são responsáveis por todas as ações operacionais. (conceito) Centros de responsabilidade: representam cada uma das funções em uma unidade organizacional. Cada centro de responsabilidade pertence a uma função principal da Organização.(modelo lógico)

10 FUNÇÕES E PROCESSOS - LORINO 1991
Esquema de funções e processos Funções Processos Saídas Comuns Saber Fazer Comum Atividades

11 FUNÇÕES E PROCESSOS - LORINO 1991
Desdobramento das necessidades do cliente pelo processo e suas atividades Atributos - contribuições internas à satisfação do cliente Fatores de satisfação do Cliente A1 A2 A3 A4 Saída ou Objeto de controle PROCESSO A figura acima permite visualizar essas idéias : ao ligar a gestão por processos à criação de valor na organização, Lorino mostra que o processo desdobra as necessidades e desejos do cliente (o valor percebido do produto ou serviço) pelos meandros da unidade de negócio através das atividades que o compõem, fazendo com que se tornem aparentes as ligações existentes entre o trabalho de cada equipe, mesmo estando ela distante da venda, com a solicitação do cliente final. O processo, assim concebido, permite uma visão integrada da criação de valor pela cadeia de atividades, permitindo a todos os responsáveis focar sua atenção na saída final, não se perdendo nas interfaces intermediárias. A relação cliente - fornecedor deve existir somente entre o processo e o cliente da saída global comum. Entre as atividades de um mesmo processo deve haver trabalho de equipe com um único objeto : o final e que deve estar ligado diretamente com o cliente real da empresa.

12 PROCESSOS DA LOGÍSTICA:
Coleta – Entrega: eventos de uma viagem Manipulação em plataforma: cargas/descarga Transferência entre plataformas: viagens Armazenagem Picking e operações para o Cliente Informação e documentação Apoio administrativo e financeiro

13 Atividades - diretas, apoio e sustentação
Modelagem das atividades, como elemento de representação de uma ação relevante, foco da atenção do responsável e equipe executora: Quanto ao conhecimento e responsabilidade: cada atividade pertence a uma função principal da Organização. Quanto à natureza do valor criado: diretas , de apoio e de sustentação de função - destino de sua saída (ou objeto de controle). Quanto às tipo de saída para o objeto de controle (custeio): unitárias, serviços, lotes, cargas, externas, temporal - relativo ao volume dos recursos utilizados em relação ao objeto de controle.

14 PRODUÇÃO : saídas das atividades - objetos de controle
Saída da atividade  produção, mede a quantidade do produto ou serviço fabricado em cada atividade, (objetos de controle gerencial). Vetor da atividade  volume de trabalho executado em cada atividade e permite atribuí-la aos objetos de controle (nos USA: activity-driver ou Lorino: l’unité d’ouvre d’une activité) . O vetor da atividade deve ser homogêneo em relação ao objeto de custeio, deve ser sua melhor representação quanto ao trabalho executado e estar de acordo com sua finalidade. O vetor da atividade, além de quantificável, deve ser : => homogêneo - ao aplicá-lo em cada produto, deve ser equivalente ao esforço de trabalho consumido em cada um. Peças complexas e peças simples: o número de peças não é um bom vetor => a melhor representação do trabalho realizado, para concentrar a atenção da equipe responsável em uma informação significativa. => de acordo do a finalidade da atividade, para focalizar os esforços da equipe na direção correta.

15 RECURSOS : representação e custeio
Relevância para o planejamento e controle técnico e econômico : Controlados - quantidade e valor Não Controlados - só valor Facilidade de custeio : Simples - um ou poucos elementos de custo, fácil apuração (materiais, serviços de terceiros, energia) Complexos - vários elementos de custo, apuração complexa (recurso humano, máquinas, utilidades)

16 Modelo de análise econômica dos Produtos:
Modelo econômico detalhado da operação: LUCRO OPERACIONAL INVESTIMENTO OPERACIONAL Capital de Giro Investimento Fixo Estoques Contas a Receber Contas a Pagar Caixa Instalações Equipamentos Projetos e ferramental R e c u r s o F n d C l i t P U S T O V E N D A Linhas de Fabricação : Processos de Apoio Fluxo dos recursos financeiros $$ $ Recursos próprios DESPESAS RECEITAS Processos Atividades Operações Ordens de fabricação Produtos em processo Projetos em desenvolvimento Capacidade

17 Análise econômica dos Produtos: Resultado - Produtividade
Lucro x Margem de Contribuição: Empresa = Lucro Unidade de Negócio = Margem de Contribuição Produtos = Margem de Contribuição Equação da Produtividade Total: EPT = margem de contribuição investimento EPT = [margem]*[ vendas ]*[investimento fixo]*[ capacidade] vendas capacidade investimento total invest.fixo MCMU = [margem] = [receitas] - [custo total] vendas vendas vendas

18 Análise econômica dos Produtos: Resultado - Produtividade
Decomposição da Margem de Contribuição Média Unitária da Unidade de Negócios: Custo Total = Custo Direto + Custo Estrutural Efeito do custeio ABC: Custo Estrutural  Custo Direto Decompondo pelos produtos vendidos: MCMU = {[(preçoUnit - (coef.técnico*custo recurso)ativ)*(vendaProd i) } + vendas totais - (atividades estruturais) vendas MCMU = { [(margem contribuição unit)*(vendaProd i) ]} - (atividades estruturais) vendas vendas

19 Análise Econômica de Produtos: Receita - Custo - Lucro
Empresa tradicional : custo - lucro - receita custo total receita total custo variável custo fixo valores totais capacidade efetiva quantidade/período área de lucro

20 Análise Econômica de Produtos: Receita - Custo - Lucro
Linha de produtos : custo - margem - receita custo direto total do mix de venda receita total da linha Custo direto variável Custo direto fixo valores totais capacidade efetiva da linha quantidade/período margem de contribuição da linha

21 Análise Econômica de Produtos: Receita - Custo - Lucro
Unidade de Negócios : custo estrutural - margem custo estrutural da Unidade de Negócios valores totais  capacidades efetivas das linhas "quantidade"/período  margens de contribuição das linhas Nível de vendas atual da Unidade margem de contribuição da Unidade

22 Análise Econômica de Produtos: Receita - Custo - Lucro
Empresa - nova visão : Lucro Operacional  margens de contribuição das Unidades custo estrutural Corporativo valores totais capacidade efetiva total "quantidade"/período área de lucro operacional

23 CONCEITOS DE CUSTEIO APLICADOS À EMPRESA E SEUS PRODUTOS
Custeio : determinação do valor de obtenção de um objeto ou serviço - objetos de custeio. Critérios de Custeio : Custeio por absorção : atividades diretas + atividades de apoio + sustentação, ligadas de alguma forma ao objeto de custeio. Custeio direto : só as atividades diretas.

24 Critérios de Custeio : Custeio Tradicional  conhecer o custo do produto fabricado, disponível no estoque  2 etapas. Recursos (elementos de custo)  Centros de Custo Centros de Custo  Produtos

25 Critérios de Custeio : Custeio por Atividades  conhecer a composição dos produtos, e seus custos, considerados todos os processos (desenvolvimento - fabricação - logística - comercialização)  3 etapas. Recurso  Centro de Controle Centro de Controle  Atividade Atividade  Produto/Serviço

26 Fluxo do Custeio por Absorção:
Custos da função produção Funções Administrativas e Comerciais Custos do período Materiais diretos Custos diretos de manufatura Custos indiretos de manufatura Custos administrativos Custos comerciais Estoque de materiais Estoques em processo ou Custo diferido Estoque de produtos acabados ou Custos diferidos Custo dos produtos vendidos Despesas do período Resultado do Período Custo dos serviços vendidos

27 Fluxo do Custeio Direto:
Custos diretos de transformação Atividades Diretas Custos estruturais Atividades de Apoio ou Sustentação Materiais diretos Pessoal direto Equipamentos Custos administrativos Custos comerciais Estoque de materiais Estoques em processo ou Custo diferido Estoque de produtos acabados ou Despesas do período Resultado do Período Serviços diretos Custos Industriais Custo dos produtos vendidos Custo dos serviços vendidos

28 Custeio por Atividades - modelo CAM-I
Recursos Centros de Recursos Atividade B Objetos de Custeio vetores de recursos (resource drivers) atribuição direta vetores das atividades (activity drivers) Determinantes (Cost Drivers) Medidas de Desempenho Visão dos processos Despesas do Período Atividade C Atividade A Visão do custeio

29 Critérios de Custeio : Custeio do Método de Gestão Econômica  conhecer a composição e custos dos recursos, nas atividades e nos produtos, abrangendo todos os processos envolvidos: desenvolvimento - fabricação - logística - comercialização  5 etapas. Elementos de custo  Recursos Recursos  Centros de Responsabilidade Centros Responsabilidade  Centros de Trabalho Centros de Trabalho  Atividades Atividades  Objetos de Custeio

30 Fases de Custeio do Método :
Elementos de custo Recursos Centros de Responsabilidade Centros de Trabalho Atividades Objetos de Custeio

31 Materiais fornecidos por terceiros Equipamentos Serviços de Terceiros
Recursos : São obtidos em 5 módulos principais : Recursos Humanos Materiais fornecidos por terceiros Equipamentos Serviços de Terceiros Serviços Internos

32 Centros de Responsabilidade
Pertencem a uma função da Organização, agrupam seus recursos, evidenciando a capacidade/disponibilidade existentes. São os “provedores de recursos” para as atividades operacionais e é também o responsável pelo destino dos recursos porventura ociosos. Compõem o custo total da função na empresa, que através dos processos são atribuídos aos objetos de controle e custeio. Representam as áreas de conhecimento ou competência da organização.

33 Centros de Trabalho Representam as equipes executoras das atividades, ou os locais, físicos ou lógicos, onde as ações são realizadas. Utilizam os recursos fornecidos pelos centros de responsabilidade nas atividades que executam. Representam a visão do Planejamento e Controle da Produção/Transporte – a atividade em que a operação é planejada e controlada, ao ser executada nos processos operacionais, assim como os volumes produzidos são medidos e registrados .

34 Atividades Representam o nível de detalhe com que as ações operacionais serão planejadas e controladas, tanto do ponto de vista técnico como o econômico. O volume de trabalho executado é medido pelo vetor da atividade, que por sua vez a liga ao objeto de custeio - saída da atividade.

35 Informações do Processo Operacional
Atividade 1 Operação 1 Informação relevante criada Interface física = saída da atividade = objeto de controle Atividade 2 Produto ou serviço produzido Fluxo físico Fluxo de informações recebidas e criadas Interface física interna Operação n Operação gargalo Informação recebida Fluxo de tempo – durações / datas Ponto de Controle

36 Matérias primas e materiais controlados
RECURSOS SIMPLES Matérias primas e materiais controlados Determinar o custo unitário a partir do custo de obtenção - custo médio em estoque ou custo de reposição (commodities) custo de aquisição = preço de aquisição + frete custo material direto = preço de aquisição + frete - IPI - ICMS Serviços de terceiros Energia Despesas diversas

37 Critérios de valoração dos objetos de controle
Custeio dos recursos - complexos : Recursos Humanos : Funcionários Verbas ou eventos (elementos de custo) Funcionários + verbas → custo do funcionário Serviços internos Centros de serviço Centros de serviço + recursos → custo do serviço Centro de trabalho + recursos → custo do serviço

38 RECURSOS HUMANOS Cálculo do Custo Mensal Total: os elementos de custo componentes são obtidos dos dados da folha de pagamentos e controle dos encargos e benefícios concedidos, consolidados por funcionário, representando seu custo de obtenção no mês. São agrupados em três categorias: salários, encargos sociais e benefícios sociais Salários: todos os valores pagos diretamente para o funcionário - salário base, horas extras, adicionais noturno, insalubridade, periculosidade, prêmios, abonos, etc. .

39 encargos reais : 35,70% s/ total salários
RECURSOS HUMANOS Encargos Sociais: valores devidos por lei, calculados como percentuais do salário total: 76,55% sal.total encargos reais : ,70% s/ total salários Fundo de garantia - FGTS = 8,5 % s/ total salários Previdência social - INSS = 20,0 % " Contribuição para SENAI / SESI = 5,2 % " Seguro Acidente do Trabalho = 2,0 % " encargos provisões : 40,85% s/ total salários Provisão de férias = 12,121% (1,33/11meses) s/ total salários Abono Pecuniário = 1,816% {(0,333/11) x 60% : 60%pessoas} Provisão 13° sal = 9,091% (1/11meses) “ Grupo A s/ 13° sal = 3,245% (35,7% x 9,1%) “ Grupo A s/ férias = 4,327% (35,7% x 12,1%) “ Aviso Prévio = 6,250% (rotação =16 meses : 1/16) FGTS adicional = 4,000% (50% saldo do FGTS : 8% x 50%)

40 RECURSOS HUMANOS Benefícios sociais: valores dos serviços concedidos aos funcionários - refeições, assistência médica, creche, transporte urbano - normalmente aplicados em base “per capta” no custo mensal. Os custos das atividades de apoio, relacionadas com os funcionários (Setor de Administração de Pessoal, Recrutamento, Serviço Social), não devem ser “rateadas” como custo mensal do funcionário, pelo critério do custeio direto.

41 RECURSOS HUMANOS Cálculo do Custo Horário: obtido o custo total de cada funcionário  horas trabalhadas e horas planejadas Horas trabalhadas anuais e mensais: corresponde aos dias de turno efetivamente trabalhados. Horas disponíveis-ano = {174 horas/mês}x{11 meses} = horas/ano Deduzindo feriados e faltas : (-) Feriados: 10 dias : 80 horas /ano (-) Faltas abonadas: 2 dias : 16 horas / ano (=) Total : 96 horas/ano Horas efetivamente trabalhadas no ano = ( ) = horas/ano Horas médias trabalhadas por mês = 165 horas /mês Horas pagas-mês = 165Trab+34,9DSR+8,7Feriados = 208,6 horas/mês Relação pagas / trabalhadas = 208,6 /165 = 126,43% Custo horário total : 176,55% x 1,2643 = 223,20% s/ salário horário

42 RECURSOS HUMANOS Horas diretas planejadas: considera a taxa de utilização (coeficiente de eficiência) do pessoal por centro de responsabilidade em trabalhos diretos, reduzindo a base de cálculo para as horas diretas trabalhadas = horas diretas planejadas custo horário = (custo total mensal)  (horas diretas trabalhadas) ou custo horário = (custo total mensal)  (horas diretas planejadas) Conceito: “hora à disposição – planejada – não custa”

43 Critérios de valoração dos objetos de controle e análise
Equipamentos Elementos de custo : Depreciação Custo de oportunidade do investimento Manutenção padrão Energia Materiais auxiliares Operador - opcional Parâmetros de utilização da unidade operacional Parâmetros de utilização dos processos Equipamento + elementos de custo

44 Depreciação = perda do valor intrínseco da máquina Desgaste Físico
CUSTO DE MÁQUINAS Depreciação = perda do valor intrínseco da máquina Desgaste Físico Obsolescência Oportunidade de uso Definem a vida útil da máquina para efeito do custo de sua utilização: tempo decorrido entre a aquisição e o término da utilização - valor residual. Depreciação = Valor Aquisição - Valor Residual Depreciação unitária = Depreciação/Vida Útil

45 Depreciação: Custo Mensal - Linear :
CUSTO DE MÁQUINAS Depreciação: Custo Mensal - Linear : Depreciação mensal = (valor aquisição - valor residual) / vida útil Depreciação horária = (depreciação mensal) ÷ (horas planejadas) Valor de Aquisição Depreciação Valor Residual períodos

46 Amortização: depreciação + custo de oportunidade do capital
CUSTO DE MÁQUINAS Amortização: depreciação + custo de oportunidade do capital Amortização mensal = depreciação + juros = = (Vaq-Vres) x (K) + Vres x i Amortização horária = (amortização mensal) ÷ (horas planejadas) Valor de Aquisição Depreciação Valor Residual períodos $

47 CUSTO DE MÁQUINAS Manutenção: recuperação da condição de trabalho original, seu custo ocorre após o desgaste  criar uma provisão para o reparo futuro. manutenção padrão horária = (manutenção anual estimada)  (horas anuais planejadas) coeficiente horário = (manutenção padrão horária)  (valor reposição)

48 CUSTO DE MÁQUINAS Energia: combustível, elétrica, térmica - determina-se um coeficiente de consumo horário ou por quilômetro, aplicado ao custo de obtenção da energia. Em alguns casos podemos ter vários coeficientes associados ao padrão do trabalho realizado: leve, normal, pesado, por exemplo. Materiais auxiliares: também determinado por coeficiente. Operador: também adotado um coeficiente aplicado ao seu custo hora


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