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Tópicos da Lei 11.638/07 Demonstração do Valor Adicionado(DVA) Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Ajuste a Valor Presente de Ativos e Passivos Profa.

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1 Tópicos da Lei /07 Demonstração do Valor Adicionado(DVA) Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Ajuste a Valor Presente de Ativos e Passivos Profa. Roberta Alencar / Julho/2008

2 Agenda Demonstração do Valor Adicionado –Conceito Econômico x Contábil –Modelos –Exemplos Demonstração dos Fluxos de Caixa –Conceitos –Métodos: Direto x Indireto –Exemplos Ajuste a Valor Presente

3 Demonstração do Valor Adicionado(DVA)

4 Demonstração do Valor Adicionado Evidencia a riqueza gerada pela empresa e sua distribuição, para: –Empregados –Governo –Fornecedores de Capital –Proprietários Obrigatória para as Companhias Abertas a partir do exercício findo em 2008.

5 Antecedentes Responsabilidade Social Foco nos stakeholders. –Em suas interações com clientes e fornecedores a empresa adiciona valor –E distribui para: Investidores, empregados, credores, governo

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7 DVA em outros países (Scherer, 2007) Surgimento Europa Primeira tentativa estruturada – Inglaterra (1975) EUA – Praticamente desconhecida Também publicam (não obrigatória): França Alemanha África do Sul Dinamarca Suíça Itália Reino Unido Holanda Suécia Noruega Cingapura

8 O que é Valor Adicionado? Conceito empregado pela Economia, relacionado ao cálculo do Produto Nacional Denomina-se valor adicionado em determinada etapa de produção, à diferença entre o valor bruto da produção e os consumos intermediários nessa etapa. Assim o produto nacional pode ser concebido com a soma dos valores adicionados em determinado período de tempo, em todas as etapas dos processos de produção do país. (Simonsen, 1975, p. 83)

9 Valor Adicionado – Exemplo (De Luca: 1998, p.30) Considere uma economia na qual as únicas transações ocorridas foram as seguintes: –Agricultor: venda de algodão em rama para a Indústria Têxtil por $ –Indústria Têxtil: venda de tecido de algodão para a Indústria de Confecções por $ –Indústria de Confecções: venda de camisas para os consumidores finais por $1.700 Qual foi o valor adicionado em cada operação?

10 Valor Adicionado (Aplicação em Empresas) Suponha-se que uma empresa venda toda sua produção em um certo período e obtenha receita total de $ ,00 para isto, a empresa efetuou compra de materiais de outras empresas no valor de $ ,00 e pagou $ ,00 a seus funcionários. – Qual o valor adicionado dessa empresa? – E se a empresa só vendesse a produção no período seguinte, haveria valor adicionado no período?

11 Valor Adicionado – Conceitos (MORLEY, 1979) Em que: RC = Resultado Contábil RV = Receita de Vendas de Mercadorias, Produtos ou Serviços M = Materiais e Serviços Consumidos S = Salários J = Juros e Aluguéis I = Impostos Dep = Depreciações, Amortizações e Exaustões RC = RV – M – S – J – I - Dep

12 Valor Adicionado – Conceitos (MORLEY, 1979) Em que: LR = Lucros Retidos RV = Receita de Vendas de Mercadorias, Produtos ou Serviços M = Materiais e Serviços Consumidos S = Salários J = Juros e Aluguéis I = Impostos Dep = Depreciações, Amortizações e Exaustões Div = Dividendos LR = RV – M – S – J – I – Dep - Div

13 Valor Adicionado – Conceitos (MORLEY, 1979) Reorganizando a Equação: LR+ S+ J+ I +Dep +Div = (RV – M) LR = RV – M – S – J – I – Dep - Div Temos: Ou: LR+ S+ J+ I +Div = (RV – M - Dep) Valor Adicionado Bruto Valor Adicionado Líquido

14 Distribuição do Valor Adicionado

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17 Impostos na DVA – Exemplo com ICMS Uma empresa comercial varejista sediada em Maceió (AL), adquiriu em 02 de janeiro, de uma empresa comercial atacadista situada em Vitória (ES) mercadorias para revenda no valor de R$ ,00. Sobre tais mercadorias incidiu ICMS à alíquota de 12%. O comerciante varejista revendeu, no mesmo mês, todas as mercadorias que havia comprado por R$ ,00, para um consumidor final residente na mesma cidade. O ICMS devido para tais operações, quando dentro do estado de Alagoas, é de 17%.

18 Apuração do imposto pelo comerciante varejista: Entradas Base de C á lculoAl í quota ICMS R$ ,0012%R$ 1.440,00 Sa í das Base de C á lculoAl í quota ICMS R$ ,0017%R$ 3.060,00 Saldo a Recolher (R$ 3.060,00 – R$ 1.440,00) R$ 1.620,00 Impostos na DVA – Exemplo com ICMS

19 Registros contábeis ignorando a presença de outros impostos Impostos na DVA – Exemplo com ICMS

20 Aquisição de mercadoria para revenda: D é bito Estoque de MercadoriasR$10.560,00 D é bito ICMS a RecuperarR$1.440,00 Cr é dito FornecedoresR$12.000,00 Operação de Venda: D é bito Duplicatas a ReceberR$18.000,00 Cr é dito Receita de Vendas de MercadoriasR$18.000,00

21 ICMS incidente sobre a operação de venda: D é bitoImpostos e Contribui ç ões Incidentes sobre Vendas/ ICMS R$3.060,00 Cr é dito ICMS a RecolherR$3.060,00 Registro do Custo da Mercadoria Vendida: D é bito Custo da Mercadoria vendidaR$10.560,00 Cr é dito Estoque de MercadoriasR$10.560,00

22 Redução do montante a recuperar do imposto devido: D é bito ICMS a RecolherR$1.440,00 Cr é dito ICMS a RecuperarR$1.440,00

23 % RB Venda de Mercadorias R$ ,00 100,0 (-) ICMS s/ Vendas R$ 3.060,00 17,0 (=) Vendas Líquidas R$ ,00 83,0 (-) Custo M. Vendidas R$ ,00 58,7 (=) Lucro Bruto R$ 4.380,00 24,3 Demonstração de Resultado

24 Venda de Mercadorias R$ ,00 (-) Insumos adq. terceiros R$ ,00 (=) Valor Adicionado R$ 6.000,00 Distribuição do Valor Adicionado: Impostos, Taxas e Contribuições R$ 1.620,00 27% Lucros Retidos R$ 4.380,00 73% Impostos na DVA – Exemplo com ICMS Valor Adicionado e Distribuição

25 Valor Adicionado – na contabilidade Adaptação do conceito econômico: –produção x venda –conciliação com a DRE Alguns itens polêmicos ou adaptações: –Provisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa (PDD) –Depreciação –Contribuições à Seguridade Social incidentes sobre itens da Folha de Pagamento –Resultado de Equivalência Patrimonial

26 DVA – Existe um modelo? IASB - DVA não integra o conjunto de demonstrações de que trata o IAS 1 – Presentation of Financial Statements. Conselho Federal de Contabilidade - Resolução CFC nº 1.010/05 aprovou a NBC T 3.7 – Demonstração do Valor Adicionado. FIPECAFI –Exame Melhores e Maiores maiores_questionario.aspx

27 NBC T 3.7 Informações extraídas da contabilidade Base no princípio contábil da competência Consistente com a DRE e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade Demonstrações Contábeis ConsolidadasCaso a entidade elabore Demonstrações Contábeis Consolidadas, a Demonstração do Valor Adicionado deve ser elaborada com base nas demonstrações consolidadas, e não pelo somatório das Demonstrações do Valor Adicionado individuais.

28 NBC T 3.7 Apresentada de forma comparativa Em notas explicativas (não era obrigatória) Deve evidenciar : –receita bruta e as outras receitas; –os insumos adquiridos de terceiros; –os valores retidos pela entidade; –valores adicionados recebidos (dados) em transferência a outras entidades; –valor total adicionado a distribuir; e –distribuição do valor adicionado.

29 NBC T RECEITAS 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 3 - RETENÇÕES 4 -VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (1-2- 3) 5 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (4-5) 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados 7.2. Tributos 7.3. Financiadores 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício

30 NBC T RECEITAS 1.1. Vendas de mercadoria, produtos e serviços vendas de mercadorias, produtos e serviços (valor bruto) deduzidas as devoluções, os abatimentos incondicionais e os cancelamentos; outras receitas decorrentes das atividades afins 1.2. Provisão para devedores duvidosos constituição (reversão) de provisão para créditos duvidosos;

31 NBC T RECEITAS 1.3. Resultados não-operacionais resultados não-decorrentes das atividades-fim, como: ganhos ou perdas na baixa de imobilizado, investimentos, etc., exceto os valores adicionados recebidos (dados) em transferência a outras entidades

32 NBC T INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.1. Materiais consumidos materiais consumidos incluídos no custo dos produtos, mercadorias e serviços vendidos (incluídos tributos) 2.2. Outros custos de produtos e serviços vendidos demais custos dos produtos, mercadorias e serviços vendidos, exceto gastos com pessoal próprio e depreciações, amortizações e exaustões; (incluídos tributos)

33 NBC T INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.3. Energia, serviços de terceiros e outras despesas operacionais despesas operacionais incorridas com terceiros, tais como: materiais de consumo, telefone, água, serviços de terceiros, energia; (incluídos tributos) 2.4. Perda na realização de ativos valores relativos a perdas de ativos, como perdas na realização de estoques ou investimentos, etc.

34 NBC T RETENÇÕES 3.1. Depreciação, amortização e exaustão

35 NBC T VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 5.1. Resultado de equivalência patrimonial e dividendos de investimento avaliado ao custo resultado positivo ou negativo de equivalência patrimonial dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo

36 NBC T VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 5.2. Receitas financeiras aos valores registrados como receitas financeiras relativos a quaisquer operações com instituições financeiras, entidades do grupo ou terceiros, exceto para entidades financeiras que devem classificá-las no grupo das Receitas 5.3. Aluguéis e royalties quando se tratar de entidade que não tenha como objeto essa atividade.

37 NBC T DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados (*) –Salários e encargos (exceto INSS) –Comissões sobre vendas –Honorários da diretoria –Participação dos empregados nos lucros –Planos de aposentadoria e pensão (*) Valores incluídos no Custo dos Produtos ou Serviços Vendidos, e Despesas

38 NBC T DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.2. Tributos (*) –Federais –Estaduais –Municipais –Menos: incentivos fiscais (destaque não mais necessário após Lei /07 (*)Valores devidos ou pagos menos impostos recuperáveis somados no item 2 – Insumos Adquiridos de Terceiros

39 NBC T DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.3. Financiadores Despesas financeiras relativas a quaisquer tipos de empréstimos e financiamentos com instituições financeiras, entidades do grupo ou outras e os aluguéis (incluindo os custos e despesas com leasing ) pagos ou creditados a terceiros, exceto para entidades financeiras que devem classificá-las como Insumo Adquirido de Terceiros

40 NBC T DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício Os juros sobre o capital próprio apropriados ou transferidos para contas de reservas no patrimônio líquido devem constar do item "Lucros retidos

41 Exemplos

42 Prestadora de Serviços (SANTOS:2003, p.56 a 63)

43 Exemplo 1 – Empresa de Prestação de Serviços Durante o exercício social de 20X1, realizou as seguintes operações: 1.Prestação de serviços por R$ ,00, com incidência de 5% de ISS 2.Parte do custo dos serviços prestados corresponde ao valor de R$ 4000,00 gastos com mão- de-obra e é composta por R$ 750,00 da parcela de contribuições devidas pela empresa ao INSS e R$ 3.250,00 relativos a salários, férias, 13º salário, FGTS, etc. 3.Despesas administrativas (água, energia elétrica e materiais de escritório ) no valor de R$ 1.500,00 4.Pagamento de aluguel de equipamentos (integrante do custo) no valor de R$ 600,00 5.O imposto de Renda e a Contribuição social são calculados à alíquota de 33% sobre o lucro líquido.

44 Exemplo 1 – Empresa de Prestação de Serviços

45 DEMONSTRA Ç ÃO DO VALOR ADICIONADO DO EXERC Í CIO DE 20X1 1-RECEITAS Vendas de mercadoria, produtos e servi ç os Provisão para devedores duvidosos 1.3. Resultados não-operacionais 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS Materiais consumidos 2.2. Outros custos de produtos e servi ç os vendidos 2.3. Energia, servi ç os de terceiros e outras despesas operacionais Perda na realiza ç ão de ativos 3 - RETEN Ç ÕES Deprecia ç ão, amortiza ç ão e exaustão 4 -VALOR ADICIONADO L Í QUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial e dividendos de investimento avaliado ao custo 5.2. Receitas financeiras 5.3. Alugu é is e royalties 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 8.500% 7 - DISTRIBUI Ç ÃO DO VALOR ADICIONADO ,0% 7.1. Empregados ,2% 7.2. Tributos ,9% 7.3. Financiadores 6007,1% 7.4. Juros sobre capital pr ó prio e dividendos -0,0% 7.5. Lucros retidos/preju í zo do exerc í cio ,8%

46 Empresa Comercial (SANTOS: 2003: p.72 a76)

47 Exemplo 2 – Empresa Comercial Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio L í quido Caixa/Bancos Capital Total Total

48 Exemplo 2 – Empresa Comercial Durante o exercício social de 20X1, realizou as seguintes operações: 1.Aquisição à vista de mercadorias no valor de R$ com incidência de 18% de ICMS. Assim, o valor do ICMS é de R$ e o das compras líquidas é de R$ Venda total das mercadorias por R$ , destacando-se, o ICMS (alíquota de 18%) de R$ 2.520, ou seja, o valor das vendas líquidas ´de R$ Gastos com pessoal no valor de R$ 2, Sendo R$ 390 referente a contribuições devidas ao INSS, e R$ referente a salários, férias, 13o. Salário, FGTS, etc. 5.Despesas administrativas correspondem ao consumo de energia elétrica, água e materiais de materiais de escritório no valor de R$ 600. \por simplificação, não será considerada a existência de impostos recuperáveis nesta operação 6.O Imposto de Renda e a Contribuição Social são calculados à alíquota de 33% sobre o lucro líquido.

49 Exemplo 2 – Empresa Comercial Demonstra ç ão de Resultado - 20x1R$ Receita Bruta (-) ICMS s/Vendas (2.520) (=) Vendas L í quidas (-) Custo das mercadorias vendidas (4.920) (=) Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais Sal á rios e encargos (2.400) Administrativas (600) (=) Lucro Antes do IR/CS (-) IR/CS (1.175) (=) Lucro L í quido Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Caixa/Bancos ICMS a pagar IR/CS a Pagar Patrimônio L í quido Capital Lucros Acumulados Total Total

50 Demonstração do Valor Adicionado Exemplo 2 – Empresa Comercial DEMONSTRA Ç ÃO DO VALOR ADICIONADO DO EXERC Í CIO DE 20X1 1-RECEITAS Vendas de mercadoria, produtos e servi ç os Provisão para devedores duvidosos 1.3. Resultados não-operacionais 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS Materiais consumidos 2.2. Outros custos de produtos e servi ç os vendidos Energia, servi ç os de terceiros e outras despesas operacionais Perda na realiza ç ão de ativos 3 - RETEN Ç ÕES Deprecia ç ão, amortiza ç ão e exaustão 4 -VALOR ADICIONADO L Í QUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial e dividendos de investimento avaliado ao custo 5.2. Receitas financeiras 5.3. Alugu é is e royalties 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 7.400% 7 - DISTRIBUI Ç ÃO DO VALOR ADICIONADO ,0% 7.1. Empregados ,2% 7.2. Tributos ,6% 7.3. Financiadores -0,0% 7.4. Juros sobre capital pr ó prio e dividendos -0,0% 7.5. Lucros retidos/preju í zo do exerc í cio ,2%

51 Empresa Comercial (SANTOS: 2003: p.76 a 80)

52 Exemplo 3 – Empresa Comercial Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio L í quido Caixa/Bancos Capital Estoques Lucros Acumulados Total Total

53 Exemplo 2 – Empresa Comercial Durante o exercício social de 20X1, realizou as seguintes operações: 1.Aquisição à vista de mercadorias no valor de R$ com incidência de 18% de ICMS. Assim, o valor do ICMS é de R$ e o das compras líquidas é de R$ Venda de 70% dos estoques por R$ , destacando-se, o ICMS (alíquota de 18%) de R$ 2.160, ou seja, o valor das vendas líquidas de R$ Gastos com pessoal no valor de R$ Sendo R$ 276 referente a contribuições devidas ao INSS, e R$ referente a salários, férias, 13o. Salário, FGTS, etc. 4.Despesas administrativas correspondem ao consumo de energia elétrica no valor de R$ 800. Por simplificação, não será considerada a existência de impostos recuperáveis nesta operação 5.O Imposto de Renda e a Contribuição Social são calculados à alíquota de 33% sobre o lucro líquido.

54 Exemplo 2 – Empresa Comercial Demonstra ç ão de Resultado - 20x1R$ Receita Bruta (-) ICMS s/Vendas (2.160) (=) Vendas L í quidas (-) Custo das mercadorias vendidas (5.166) (=) Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais Sal á rios e encargos (1.700) Administrativas (800) (=) Lucro Antes do IR/CS (-) IR/CS (717) (=) Lucro L í quido Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Caixa/Bancos ICMS a pagar Estoques IR/CS a Pagar 717 Patrimônio L í quido Capital Lucros Acumulados Total Total

55 Exemplo 2 – Empresa Comercial Movimentação da conta Estoque Vr BrutoICMSVr L í quido Saldo Inicial (+) Compras (=) Dispon í vel para venda (-) CMV (70%) (=) Saldo Final Valor a ser adicionado ao CMV para evidenciação no Item 2 da DVA

56 Exemplo 3 – Empresa Comercial

57 Empresa Industrial (SANTOS: 2003: p.86 a 89)

58 Exemplo 3 – Empresa Industrial Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio L í quido Caixa/Bancos Capital Total Total

59 Exemplo 3 – Empresa Industrial Durante o exercício social de 20X1, realizou as seguintes operações: 1.Aquisição a vista de matéria prima no valor total de R$ 1.650, destacando-se o IPI (alíquota de 10%) de R$ 150 e o ICMS (18%) de R$ 270. Assim, o valor líquido de impostos é de R$ Aquisição a vista de materiais para produção por R$ 330, com incidência de ICMS (18%) e IPI (10%), ou seja: R$ 54 de ICMS, R$ 30 de IPI e R$ 246 o valor da matéria prima líquida de impostos. 3.Gastos com mão de obra direta (parte integrante do CPV) no valor de R$ Sendo R$ 650 referente a contribuições devidas ao INSS, e R$ referente a salários, férias, 13o. Salário, FGTS, etc. 4.Aluguel de máquinas (integrante do CPV) R$ Todo o estoque de materiais adquirido foi utilizado noa produção 6.Venda de total dos estoques por R$ a vista, com incidência de 18% de ICMS e 10% de IPI, 7.O Imposto de Renda e a Contribuição Social são calculados à alíquota de 33% sobre o lucro líquido

60 Exemplo3 – Empresa Industrial Demonstração de Resultado - 20x1 R$ Faturamento Bruto (-) IPI s/Vendas (1.500) (-) ICMS s/Vendas (2.700) (=) Vendas Líquidas (-) Custo do Produtos Vendidos (6.676) Mão de Obra Direta4.000 Matéria Prima1.230 Materiais 246 Aluguel de Máquinas1.200 (=) Lucro Antes do IR/CS (-) IR/CS (1.856) (=) Lucro Líquido 3.768

61 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DO EXERCÍCIO DE 20X1 1-RECEITAS Vendas de mercadoria, produtos e serviços Provisão para devedores duvidosos 1.3. Resultados não-operacionais 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS Materiais consumidos Outros custos de produtos e serviços vendidos Energia, serviços de terceiros e outras despesas operacionais 2.4. Perda na realização de ativos 3 - RETENÇÕES Depreciação, amortização e exaustão 4 -VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial e dividendos de investimento avaliado ao custo 5.2. Receitas financeiras 5.3. Aluguéis e royalties 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR % 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO ,0% 7.1. Empregados ,1% 7.2. Tributos ,7% 7.3. Financiadores ,3% 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos -0,0% 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício ,0%

62 Em resumo..... Demonstração mais democrática Obrigatória apenas para as Companhias Abertas Melhor de demonstração da carga tributária suportada pela empresa Consistente com a DRE e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade

63 Duvidas?

64 Referências Bibliográficas CFC. Resolução CFC nº 1.010/05. Aprova a NBC T 3.7 – Demonstração do Valor Adicionado. DE LUCA, Márcia M. M. Demonstração do valor adicionado: docálculo da riqueza gerada pela empresa ao valor do PIB. São Paulo: Atlas,1998. MORLEY, Michael. The Value Added Statement in Britain. The Accounting Review, v 54. pag Sarasota: SANTOS, Ariovaldo. Demonstração do Valor Adicionado: Como Elaborar e Analisar a DVA. São Paulo: Atlas, SCHERER, Luciano M. Valor Adicionado: Análise empírica de sua relevância para as companhias abertas que publicam a Demonstração do Valor Adicionado. Tese (Doutorado em Ciências Contábeis) FEA-USP. São Paulo: 2007 SIMONSEN, Mário Henrique. Macroeconomia. Rio de Janeiro: APEC, p.83.

65 Demonstração dos Fluxos de Caixa(DFC)

66 Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstra o efeito das transações que afetaram o caixa e equivalentes de caixa classificando-as em: –Atividades Operacionais; –Atividades de Investimento; e –Atividades de Financiamento Obrigatórias para: –Companhias abertas –Companhias fechadas com Patrimônio Líquido superior a 2 milhões de reais na data do Balanço.

67 Antecedentes Por que a Demonstração dos Fluxos de Caixa substituiu a DOAR?

68 Utilidade Permite aos investidores, credores e outros usuários avaliar: –a capacidade de gerar fluxos futuros de caixa; –a capacidade de saldar obrigações e pagar dividendos; –a flexibilidade financeira da empresa; –a taxa de conversão do lucro em caixa;

69 Utilidade Permite que investidores, credores e outros usuários avaliem: –o desempenho operacional de diferentes empresas, por eliminar efeitos de critérios contábeis distintos para um mesmo tipo de transação ou evento; –O grau de precisão das estimativas passadas de fluxos futuros de caixa; –Os efeitos sobre a posição financeira da empresa, das transações de investimento e financiamento.

70 Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC 03 – encerrada audiência pública. IASB – IAS 7 Banco Central – ainda sem regulamentação. IBRACON – NPC no. 20 DFC – Posição dos Órgãos reguladores

71 DFC – Visão Geral Definições: –Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis. –Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. –Fluxos de Caixa são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.

72 DFC – Visão Geral Definições: –Atividades Operacionais são as principais atividades geradoras de receita da entidade e outras atividades diferentes das de financiamento e investimento. –Atividades de investimento são as referentes a aquisição e venda de ativos de longo prazo e investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa. –Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no tamanho e na composição do capital próprio e endividamento da entidade.

73 DFC – Visão Geral Movimentos entre caixa e equivalentes de caixa –Não são atividades operacionais, de investimento ou financiamento. –Não saõ apresentados na DFC, pois representam políticas de gerenciamento da liquidez (caixa) da empresa: Ex: A empresa retira R$ 10 milhões da sua conta bancária e aplica em Títulos de Curto Prazo

74 DFC – Visão Geral Equivalentes de Caixa: –Títulos de longo prazo – em função da data de aquisição –FASB - Evidenciação, em Notas Explicativas, dos critérios considerados pela empresa na definição de suas aplicações em equivalentes-caixa. –IASC - Descrição das próprias aplicações em Notas Explicativas.

75 DFC – Visão Geral ATIVO Caixa Caixa Ativos Circulantes Ativos Circulantes Ativos Não Circulantes Ativos Não Circulantes PASSIVO Passivos Circulantes Passivos Não Circulantes PATRIMÔNIO LÍQUIDO LÍQUIDO Caixa + AC + ANC = PL + PC + PNC Caixa = PL + PC + PNC - AC - ANC Então, Caixa = PL + PC + PNC - AC - ANC LL – dividendos + aumento de capital

76 DFC- Visão Geral Atividades operacionais – Pagamento a fornecedor – Recebimento de clientes – Pagamento de Salários, etc Atividades de Investimento – Compra/Venda de Imobilizado – Aplicações Financeiras de Longo Prazo – Compra/Venda de Investimento em Coligada, etc Atividades de Financiamento – Empréstimos/Financiamentos de Longo Prazo obtidos – Emissão de Debêntures – Aumento de capital em dinheiro, etc Ativos Operacionais Passivos Operacionais Ativos Financeiros de LP e Ativos Permanentes Passivos Financeiros Patrimônio Líquido

77 DFC – Visão Geral (forma de apresentação) Empresa Exemplo S/A Demonstração dos Fluxos de Caixa XX a XX Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Entradas e saídas de caixa provenientes das operações Pode ser demonstrado por dois métodos: direto e indireto Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Entradas e saídas de caixa originadas de ativos de longo prazo e investimento Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Entradas e saídas de caixa oriundas dos financiamentos (=) Variação Líquida de Caixa (+) Saldo inicial de Caixa (=) Saldo final de Caixa

78 DFC – Visão Geral (forma de apresentação) Souza Cruz R$ Milhões Resumo da Demonstração dos Fluxos de Caixa Fluxos de Caixa das Operações 854, ,3 2. Fluxos de Caixa dos Investimentos (160,4) (170,9) 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos (864,5) (1.719,7) 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) (170,2) (758,3) 5. Caixa e Equivalentes no Início do Período 1.547, ,7 6. Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) 1.377,7 619,4

79 DFC – Visão Geral (forma de apresentação) Vale R$ Milhões Resumo da Demonstração dos Fluxos de Caixa Fluxos de Caixa das Operações Fluxos de Caixa dos Investimentos (37.496) (18.777) 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos (9.220) 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) (7.650) 5. Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5)

80 Classificação das Operações Os normativos permitem tratamento alternativo em relação a alguns itens (ex: juros pagos podem ser classificados como atividades de financiamento ou operacional ) A empresa deve escolher com cautela as categorias de classificação A classificação deve ser consistente de ano para ano Uma única transação pode originar duas classificações diferentes para os fluxos de caixa dela decorrentes: –Ex: o pagamento de dívidas pode ter dois componentes: Pagamento de principal Atividade de Financiamento Pagamento de Juros Atividade de Financiamento ou Operacional

81 Classificação das Operações Juros e Dividendos: –IAS 7 (Norma Internacional) Juros e dividendos recebidos podem ser classificados nas atividades operacionais ou de investimento. Juros e dividendos pagos podem ser classificados nas atividades operacionais ou de financiamento.

82 Classificação das Operações Juros e Dividendos: –FAS95 (Norma norte-americana) Juros e dividendos recebidos são classificados nas atividades operacionais Juros pagos são classificados nas atividades operacionais, mas quando capitalizados são classificados nas atividades de financiamentos. Dividendos pagos são classificados nas atividades de financiamento.

83 Classificação das Operações Juros e Dividendos: –CPC 03 Segue a norma internacional (IAS7) Tratamento dos Juros sobre Capital Próprio é idêntico aos dividendos.

84 Classificação das Operações Impostos: –Normalmente classificados como atividades operacionais. –Quando for possível identificar diretamente com atividades de financiamento ou investimento, o fluxo de impostos pagos poderá ser classificado nestas atividades.

85 Classificação das Operações Transações de financiamento e investimento que afetaram a posição patrimonial da empresa, mas não tiveram impacto no fluxo de caixa : –Detalhadas em Notas Explicativas (IAS7 e CPC 03) Ex: –Integralização de capital em bens –Conversão de dívida em PL

86 Classificação das Operações Empresa A: Capital integralizado de R$ em dinheiro e aquisição à vista de terreno por R$ Empresa B: Capital Integralizado de R$ , sendo R$ em dinheiro e R$ em terreno. As DFCs dessas duas empresas devem ser iguais?

87 Classificação das Operações Resumo da Demonstração dos Fluxos de Caixa Empresa AEmpresa B 1. Fluxos de Caixa das Operações Fluxos de Caixa dos Investimentos (10.000) 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) Caixa e Equivalentes no Início do Período - 6. Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) A empresa B deverá detalhar em NE a integralização de capital com terreno

88 Notas Explicativas Devem constar em Notas Explicativas: –Transações de financiamento e investimento que afetaram a posição patrimonial da empresa, mas não tiveram impacto no fluxo de caixa. –Saldos de caixa e equivalentes de caixa que não estejam disponíveis para uso pelo grupo, em demonstrações consolidadas. –Linhas de crédito obtidas, mas não utilizadas, que podem estar disponíveis para futuras atividades operacionais e para satisfazer compromissos de capital, indicando restrições, se houver, sobre o uso de tais linhas de crédito.

89 Métodos de Elaboração Diz respeito à apresentação do fluxo de caixa das atividades operacionais: –Método direto Descreve recebimentos e pagamentos Mais simples de ser entendido Recomendado pelo IAS7 e CPC03 Não exige conciliação do lucro com o caixa operacional –Método indireto fluxo de caixa das atividades operacionais calculado a partir do resultado (lucro ou prejuízo) ajustado para evidenciar a geração de caixa no período

90 Método direto Classes principais de recebimentos e pagamentos: – Caixa recebido de clientes – Juros e dividendos recebidos – Pagamentos a empregados e fornecedores – Juros pagos – Impostos pagos – Outros recebimentos e pagamentos operacionais em caixa. Pode ser tratado como Atividades de Investimento Pode ser tratado como Atividades de Financiamento

91 Método Indireto fluxo de caixa líquido das atividades operacionais é determinado a partir do resultado (lucro ou prejuízo) do período Objetivo: demonstrar qual a parcela do resultado que teve impacto financeiro Como?

92 Método Indireto Resultado Líquido do Exercício (+/-) Despesas/Receitas que não representam saídas/entradas de caixa – Ex: depreciação, Resultado da Equivalência Patrimonial (+/-) Variações de Ativos e Passivos Operacionais – Ex: (-) aumento de duplicatas a receber (+) diminuição de estoques (+) aumento de fornecedores (+/-)Despesas/Receitas classificadas como Atividades de Financiamento/Investimento.

93 Exemplos

94 Exemplo 1 Ativox0x1 Circulante Disponível Duplicatas a Receber Total Passivo + PL x0 x1 Patrimônio Líquido Capital Lucros Acumulados Total Demonstração do Resultado Receita de Serviços (-) Custo dos Serviços Prestados (1.470) (=) Lucro Líquido 30

95 Exemplo 1 Entradas e Saídas de Caixa Entradas (provenientes de): Recebimento de Serviços Aumento de Capital 40 Total das Entradas Saídas (pagamentos): Gastos relativos a serviços prestados Total das Saídas Aumento de Caixa 20 (+) Saldo Inicial 100 (=) Saldo Final 120

96 Exemplo 1 DFC – Método Direto 1. Fluxos de Caixa das Operações Recebimentos de Serviços Gastos relativos aos serviços prestados (1.470) Caixa Gerado (consumido) nas Atividades Operacionais (20) 2. Fluxos de Caixa dos Investimentos 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos Aumento de Capital 40 Caixa Gerado (consumido) nas Atividades de Financiamento 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) 120

97 Exemplo 1 DFC – Método Indireto 1. Fluxos de Caixa das Operações Lucro do Período 30 (-) Aumento de Duplicatas a Receber (50) Caixa Gerado (consumido) nas Atividades Operacionais (20) 2. Fluxos de Caixa dos Investimentos 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos Aumento de Capital 40 Caixa Gerado (consumido) nas Atividades de Financiamento 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) 120

98 Exemplo 2 Ativox0x1 Circulante Disponível Duplicatas a Receber Total Passivo + PL x0 x1 Passivo Circulante Fornecedores Patrimônio Líquido Capital150 Lucros Acumulados Total Demonstração do Resultado Receita de Serviços (-) Custo dos Serviços Prestados (990) (=) Lucro Líquido 10

99 Exemplo 2 Entradas e Saídas de Caixa Entradas (provenientes de): Recebimento Vendas Total das Entradas Saídas (pagamentos): Pagamentos de Compras (Fornecedores) (880) Total das Saídas (880) Aumento de Caixa 120 (+) Saldo Inicial 100 (=) Saldo Final 220

100 Exemplo 2 DFC – Método Direto 1. Fluxos de Caixa das Operações Recebimentos de Serviços Gastos relativos aos serviços prestados (880) Caixa Gerado (consumido) nas Atividades Operacionais Fluxos de Caixa dos Investimentos 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) 220

101 Exemplo 2 DFC – Método Indireto 1. Fluxos de Caixa das Operações Lucro do Período 10 (+) Redução de Estoques 70 (+) Aumento de Fornecedores 40 Caixa Gerado (consumido) nas Atividades Operacionais Fluxos de Caixa dos Investimentos 3. Fluxos de Caixa dos Financiamentos 4. Aumento/diminuição de caixa e equivalentes (1+2+3) Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período (4+5) 220

102 Exemplo completo

103 Relembrando.... Ajustes ao Lucro Líquido –Provisões para perdas em crédito de liquidação duvidosa –Depreciações e Amortizações –Ajuste ao valor de mercado de TVM –Resultado da Equivalência Patrimonial –Juros de longo prazo apropriados –Lucros/Prejuízos na venda de imobilizado e/ou investimento

104 Balanço 31/12/200631/12/2007Variação Caixa Bancos Aplicações Financeiras Duplicatas a Receber (-) PDD (1.000) (1.500) (500) Estoques Despesas pagas antecipadamente (seguros) Imobilizado (-) Depreciação Acumulada (6.000) (4.500) Total do Ativo Fornecedores IR e CSLL a pagar (700) Salários a pagar (7.000) Empréstimo Capital Reservas Total do Passivo + PL

105 Demonstração das Mutações do PL CapitalLPAReservasTotal Saldo em 31/12/ Aumento de Capital Lucro Líquido Dividendos Pagos (1.500) Destinação para reservas (2.400) Saldo em 31/12/

106 DRE Vendas Custo das mercadorias vendidas (20.000) Lucro Bruto Despesa de Salários (14.000) Depreciação (1.500) Despesas Financeiras (1.000) Despesa PDD (1.000) Despesas com Seguros (600) Receitas Financeiras 300 Lucro na venda de Imobilizado Lucro antes do IR/CSLL IR e CSLL (1.300) Lucro Líquido 3.900

107 Outras Informações: Imobilizado vendido: –Custo de Aquisição –Depreciação acumulada (3.000) –Valor Contábil despesas financeiras foram pagas no período créditos considerados incobráveis foram baixados contra a conta de PDD aplicações financeiras correspondem a Fundos de Investimento com liquidez diária.

108 Método Direto Atividades Operacionais Recebimento de Clientes Recebimento de Juros 300 Pagamentos a Fornecedores (10.000) Pagamentos a Empregados (21.000) Prêmios de seguros pagos antecipadamente (2.600) Pagamento de impostos (2.000) Pagamento de Juros (1.000) Caixa Líquido consumido nas atividades operacionais (1.800) Atividades de Investimento Recebimento pela Venda de Imobilizado Pagamento pela Compra de Imobilizado (20.000) Caixa Líquido consumido nas atividades de investimento (5.000) Atividades de Financiamento Aumento de Capital Empréstimo Pagamento de Dividendos (1.500) Caixa Líquido gerado nas atividades de investimento Aumento Líquido das disponibilidades

109 Método Indireto Atividades Operacionais Lucro Antes do IR e CSLL Mais: depreciação Mais: despesas de juros Menos: lucro na venda de imobilizado (3.000) Aumento em Duplicatas a Receber (líquido de PDD) (4.500) Aumento em Estoques (3.000) Aumento em Despesas pagas antecipadamente (2.000) Aumento em Fornecedores Redução em Salários a pagar (7.000) Impostos pagos (2.000) Juros pagos (1.000) Caixa Líquido consumido nas atividades operacionais (1.800) Atividades de Investimento Recebimento pela Venda de Imobilizado Pagamento pela Compra de Imobilizado (20.000) Caixa Líquido consumido nas atividades de investimento (5.000) Atividades de Financiamento Aumento de Capital Empréstimo Pagamento de Dividendos (1.500) Caixa Líquido gerado nas atividades de investimento Aumento Líquido das disponibilidades

110 Em resumo..... Utilidade.... Limitações Diferença entre métodos

111 Duvidas?

112 Referências Bibliográficas Comitê de Pronunciamentos Contábeis. CPC03 (em fase de análise) Disponível em FIPECAFI - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade das sociedades por ações. 7. ed. São Paulo : Atlas, FIPECAFI - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade das sociedades por ações (suplemento) São Paulo : Atlas, 2008.

113 Ajuste a Valor presente de ativos e passivos

114 Ajuste a Valor Presente Art No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: VIII – os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante Art No balanço, os elementos do passivo serão avaliados de acordo com os seguintes critérios: III – as obrigações, encargos e riscos classificados no passivo exigível a longo prazo serão ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.

115 Valor Presente x Valor Futuro Empréstimo de R$ 100, com taxa de juros de 10% a.m., ao final do segundo mês o saldo devedor será:

116 Valor Presente é.... O valor equivalente na data presente, de um montante a receber no futuro, utilizando-se uma determinada taxa de desconto.

117 Valor Presente de um fluxo futuro O valor equivalente na data presente, de montantes a receber no futuro, em datas diferentes, utilizando-se uma determinada taxa de desconto.

118 Como ficam o Balanço / DRE? Balan ç o Patrimonial - 20X0 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio L í quido Caixa/Bancos Capital Total Total Venda de Serviços para recebimento a Longo Prazo – 15 meses na data do balanço de 31/12/x1 – R$ Gastos com serviços prestados (pagos à vista) R$ 9.000

119 Balanço / DRE antes dos ajustes Balanço Patrimonial - 20X1 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio Líquido Caixa / Bancos Capital Realizável a L.Prazo Lucros Acumulados Duplicatas a Receber Total Total Demonstração do Resultado Receita de Serviços (-) Custo dos Serviços Prestados(9.000) (=) Lucro Líquido11.000

120 Cálculo do Ajuste a valor presente Taxa de desconto? –1% a.m. Cuidado: taxa e prazo têm de estar na mesma medida Ajuste a valor presente: R$ (R$20.000,00 – )

121 Balanço / DRE após ajustes (extra-contábeis) Balanço Patrimonial - 20X1 AtivoR$Passivo + PLR$ Circulante Patrimônio Líquido Caixa / Bancos Capital Realizável a L.Prazo Lucros Acumulados8.227 Duplicatas a Receber Ajuste a VP2.773 Total Total Demonstração do Resultado Receita de Serviços Ajuste a Valor Presente(2.773) (-) Custo dos Serviços Prestados(9.000) (=) Lucro Líquido8.227

122 O conceito de valor presente também fundamenta... Registro de bens arrendados Teste de recuperabilidade de valor de ativos (impairment) Cálculo do valor justo de títulos e valores mobiliários destinados à negociação imediata ou disponíveis para venda futura

123 Qual taxa de desconto usar? Pronunciamento CPC 01: –A taxa (ou as taxas) de desconto deve(m) ser a taxa (ou as taxas) antes dos impostos, que reflita(m) as avaliações atuais de mercado: do valor da moeda no tempo; e dos riscos específicos do ativo para os quais as futuras estimativas de fluxos de caixa não foram ajustadas. –Uma taxa que reflita avaliações atuais de mercado do valor da moeda no tempo e os riscos específicos do ativo é o retorno que os investidores exigiriam se eles tivessem que escolher um investimento que gerasse fluxos de caixa de montantes, tempo e perfil de risco equivalentes àqueles que a entidade espera extrair do ativo.

124 Qual taxa de desconto usar? Pronunciamento CPC 01: –Como ponto de partida para realizar essa estimativa, e apenas para iniciar o estudo da taxa de desconto a utilizar, a entidade pode começar a análise pelas seguintes taxas: o custo de capital médio ponderado da entidade, apurado por meio de técnicas como o Modelo de Avaliação de Ativos Financeiros a taxa de empréstimo incremental da entidade outras taxas de empréstimo de mercado.

125 Duvidas?

126 Contato:


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