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ASPECTOS PARTICULARES DA MORTE. MORTE Cultura ocidental Silêncio/evitação Não é incluída como parte do ciclo da vida Desconhecido/Medo Religiosidade(+)

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Apresentação em tema: "ASPECTOS PARTICULARES DA MORTE. MORTE Cultura ocidental Silêncio/evitação Não é incluída como parte do ciclo da vida Desconhecido/Medo Religiosidade(+)"— Transcrição da apresentação:

1 ASPECTOS PARTICULARES DA MORTE

2 MORTE Cultura ocidental Silêncio/evitação Não é incluída como parte do ciclo da vida Desconhecido/Medo Religiosidade(+) Espiritualidade(-)

3 MORTE VIDA

4 ASPECTOS PARTICULARES DA MORTE ASPECTOS PARTICULARES DA VIDA

5 Princípios Básicos - Não Separatividade – todas as coisas estão interligadas -Multidimensionalidade

6 CLIENTE EQUIPE

7 Nosso trabalho como instrumento de desenvolvimento pessoal

8 Naqueles raros momentos em que a realidade profunda de uma pessoa encontra a realidade profunda de outra, dá-se a memorável relação eu- tu, como a chamaria Martin Buber. (Carl Rogers)

9 Um encontro pessoal dessa espécie, profundo e mútuo, não acontece com muita frequência; mas estou convencido de que, se ele não ocorre ocasionalmente, não somos humanos. (Carl Rogers)

10 Caminhei com passos mais lentos até o meu encontro assegurado e comecei a colocar o medo. (…) O diálogo era de ser para ser. (cliente)

11 EQUIPE CLIENTE

12 DOENÇA Sensação do inesperado Sinal - algo não vai bem. Inevitavelmente é acompanhada de um pensamento sobre a morte – mesmo que de forma não clara, não consciente.

13 DOENÇA Quando eu fiquei doente, eu não sabia. Não entendia nada.(…). Eu estava vivendo diante de uma dor quase que insuportável (cliente)

14 Eu chorava muito. Eu pedia o tempo todo e já nem sabia mais o que pedia, mas pedia. (cliente)

15 A forma mais eficaz de provocar o pensar sobre a morte é ameaçando o veículo através do qual estamos aqui presentes – o nosso corpo - é a ameaça à nossa integridade física que normalmente nos leva a pensar sobre possibilidade de morrer.

16 Sabia que minha pressão subia e, que mesmo tomando remédios, eu não conseguia controlar. Eu me sentia impotente e isso me dava um enorme desespero. Tinha medo de tudo. Nada era meu, nem eu. (cliente)

17 Fazemos nosso trabalho e várias vezes somos tocados pelo que está acontecendo com o outro. Refletimos sobre nossa própria vida.

18 Enquanto cuidamos da jornada do outro, podemos rever a nossa própria jornada. Pensar a vida a partir de pensar a morte.

19 Nossa vida é repleta de perdas diárias: mudança de planos, relacionamentos, desemprego, morte, separações, escolhas.

20 Como lidamos com nossas perdas?

21 Não nos damos conta de que são as nossas mortes do dia-a-dia. É o bardo natural da vida.

22 Como lidamos com nossa felicidade?

23 Viver e não ter a vergonha de ser feliz. (Gonzaguinha)

24 Vida e Morte Interdependência

25 Cuidar de nossa jornada na vida é pensar e preparar para nossa jornada na morte. Refletir sobre a morte pode ser uma forma de repensar nossa forma de viver.

26 CUIDAR DE NOSSA TRAVESSIA É INTERNALIZAR UMA COMPREENSÃO ESPERANÇOSA DA MORTE. (LEONARDO BOFF)

27 Nossa Travessia - Cuidar Multidimensiona- lidade(física, emocional, mental, espiritual, energética) Nossas relações Nosso ofício como veículo de transformação Do Presente De GAIA

28 Presente AGORA

29 Uma nova atitude começa a acontecer quando olhamos para ver que ontem era ontem e que, agora, ontem se foi; hoje é hoje e, agora, hoje é novo. É assim – cada hora, cada minuto está mudando. (Dzigar Kongtrul Rinpoche)

30 GAIA Tudo está interligado. O equilíbrio da terra está ameaçado. O equilíbrio humano também.

31 Somos parte da terra, e ela é parte de nós(…) O que acontece à terra acontece aos filhos da terra. (…) A terra não pertence ao homem. O homem pertence à terra. Todas as coisas estão interligadas(…) O homem não tece a teia da vida: ele é apenas um fio. O que ele faz para a teia, fá-lo para si mesmo. James Lovelock

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33 Mudanças Necessárias X Dificuldade Mudar Padrão

34 AUTOBIOGRAFIA EM CINCO CAPÍTULOS (Nelson Portia) 1) Ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada Eu caio. Estou perdido...sem esperança. Não é culpa minha. Leva uma eternidade para encontrar a saída. 2)Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Mas finjo não vê-lo. Caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda assim leva um tempão para sair.

35 AUTOBIOGRAFIA EM CINCO CAPÍTULOS 3) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele ali está. Ainda assim caio... é um hábito. Meus olhos se abrem. Sei onde estou. É minha culpa. Saio imediatamente. 4) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada Dou a volta.

36 AUTOBIOGRAFIA EM CINCO CAPÍTULOS 5) Ando por outra rua.

37 SÍNTESE

38 Ofício: temos o privilégio de acompanhar o outro em sua jornada vida-morte. Ampliar a compreensão do trabalho com a percepção da multidimensionalidade – do outro e minha.

39 Jornada pessoal no ciclo vida-morte - Pode ser enriquecida através de nosso trabalho. Atenção ao AGORA.

40 Suporte para a Equipe na jornada do outro e na jornada pessoal

41 Com infalível ternura, sua vida sempre lhe apresenta o que você necessita aprender. Quer você fique em casa ou trabalhe em um escritório, ou em outro lugar, o próximo professor vai aparecer bem na sua frente. (Charlotte Joko Beck)

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43 Hoje não só encontro comigo, como posso tocar no amor, na vida, na morte, no medo. Medo que, de tanto medo, pude conhece-lo melhor. Encontrei com meu amor. Encontrei com meu desamor. Encontrei com minha fé. Encontrei com minhas fraquezas. Encontrei com minhas imperfeições. Encontrei com minhas inseguranças.

44 Encontrei com minhas qualidades. Encontrei com tudo que eu tenho. Percebi tudo que não tenho. Percebi tudo que quero. Percebi tudo que não quero. Já sei quem sou e me gosto por isso. Com fé, carinho e coragem me tenho. O homem que sou sabe do meu corpo e quase tudo que há nele. (Carlos Alberto Cornélio)

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46 A família de....., em lembrança à ex-paciente , vem por meio desta agradecer à equipe desta instituição pelo carinho e responsabilidades creditados aos cuidados de nossa saudosa mãe. A saudade, ainda que grande, nos permite refletir e agradecer aqueles que com competência e empenho cumpriram com o juramento de zelo à vida. Devemos ressaltar que o trabalho oferecido, desde a direção, aos médicos, funcionários e enfermeiros abraçou-nos com grande conforto, suavizando, ainda que pareça impossível nossa dor. Esperamos que o futuro seja caminho sem violência, sem vícios, que o corpo seja respeitado como a casa da alma, pois nesse horizonte de surpresas inesperadas que é a vida, cada um de vocês representa exatamente isso: Médicos que curam o corpo, mas que acima de tudo transformam almas. Nosso muito e intenso obrigada! Deus abençoe vocês!


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