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Paulo R. L. Lopes Ivan T. Pisa Claudia N. Barsottini Daniel Sigulem

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Apresentação em tema: "Paulo R. L. Lopes Ivan T. Pisa Claudia N. Barsottini Daniel Sigulem"— Transcrição da apresentação:

1 Paulo R. L. Lopes Ivan T. Pisa Claudia N. Barsottini Daniel Sigulem
Promoção e Desenvolvimento de Programas de Telemedicina na Universidade Federal de São Paulo Paulo R. L. Lopes Ivan T. Pisa Claudia N. Barsottini Daniel Sigulem Departamento de Informática em Saúde (DIS), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM), Brasil

2 plopes@dis.epm.br www.unifesp.br/dis/set
Resumo Telemedicina e Telessaúde são termos amplamente utilizados para representar o uso de tecnologias de telecomunicação e de informação para suportar serviços de assistência e cooperação remota em saúde. A essência dessa área é a oferta de serviços e informação em saúde para indivíduos em suas próprias comunidades excluindo a necessidade de locomoção para os centros de referência. Dessa maneira, Telemedicina e Telessaúde emergem como novas ferramentas significativas para transpor as barreiras culturais, socioeconômicas e geográficas entre centros urbanos e comunidades carentes. Seus benefícios incluem acesso local a especialistas, melhoria na assistência primária em saúde, o aumento da disponibilidade de recursos para a educação médica e informação em comunidades desprovidas de assistência em saúde. Esse artigo apresenta o Setor de Telemedicina (SET) do Departamento de Informática em Saúde (DIS) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM), com descrição de seus objetivos e projetos. Paulo Lopes

3 plopes@dis.epm.br www.unifesp.br/dis/set
Organização Introdução Objetivos Metodologias Projetos Parcerias Conclusões Desafios Paulo Lopes

4 plopes@dis.epm.br www.unifesp.br/dis/set
Introdução Setor de Telemedicina (SET) Departamento de Informática em Saúde (DIS) Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP/EPM) Desde 1999 Programas de assistência e cooperação remota em saúde Paulo Lopes

5 plopes@dis.epm.br www.unifesp.br/dis/set
Introdução Missão: criar um núcleo de excelência da UNIFESP na condução da pesquisa, desenvolvimento, ensino e extensão de tecnologias da informação para assistência e colaboração remota em saúde. Paulo Lopes

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Introdução Objetivos: Pesquisar novos sistemas de informação e conhecimento em saúde multiplataforma, que possam interoperar, através de padrões, com equipamentos médicos e outros sistemas e tecnologias de comunicação e informação, para desenvolver a infra-estrutura de programas de telemedicina. Capacitar o corpo docente e discente da UNIFESP na utilização de tecnologias e técnicas utilizadas em telemedicina. Divulgar conhecimentos tecnológicos e operacionais para o desenvolvimento de projetos e utilização de tecnologia no processo de saúde a distância. Analisar, planejar e implantar e incorporar programas de telemedicina. Desenvolver programas de telemedicina, mediados por computador, no processo de assistência em saúde extra-muros da UNIFESP, para ampliar as ações de profissionais de saúde e agentes comunitários e melhorar a assistência em saúde. Paulo Lopes

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Metodologia Para alcançar resultados o SET investiga novas tecnologias e soluções através desenvolvendo projetos e parcerias. Paulo Lopes

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Recursos Recursos Humanos Funcionário SPDM: Paulo Lopes Pós-DOC FAPESP: Ivan Voluntários: Douglas e Joceli Bolsa DTI-C (até mar/2005): Vago Colaboradores: Cláudia, Paulo Schor Recursos Físicos Compartilhamento da sala 2o andar do Ed. Acadêmico Pentium IV 2.1GHz 1GBRAM Equipamentos de Vídeoconferência Portal com ferramentas de colaboração Paulo Lopes

9 Laboratório de Telemedicina - LAT
Paulo Lopes

10 Laboratório de Telemedicina - LAT
Videoconferência Video streaming (ao vivo, VOD) Webconferência Paulo Lopes

11 Rede Piloto de Telessaúde em Oncologia Pediátrica
Paulo Lopes

12 Centro de Diagnóstico Virtual em Oftalmologia
Coordenação Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde (MS). Departamento de Oftalmologia Departamento de Informática em Saúde Atendimento oftalmológico Capacitação à distância em oftalmologia Segunda Opnião Assíncrona Triagem remota Transferência remota de dados, sinais e imagens médicas para a elucidação do diagnóstico, tratamento e o acompanhamento do paciente a distância. Paulo Lopes

13 Centro de Diagnóstico Virtual em Oftalmologia
Quanto mais estruturada for esta coleta de informações para o profissional não especialista (usuário), mais acurado se torna o processo de assistência remota pelo especialista (consultor). Formulário acessado através de um navegador de Internet , enviando uma mensagem com informações clínicas para um endereço de correio eletrônico representa uma solução simples, com alto grau de disponibilidade e fácil acesso tanto para o usuário como para o consultor. Paulo Lopes

14 Centro de Diagnóstico Virtual em Oftalmologia
Discussões de casos clínicos periodicamente com a Universidade da Califórnia em Davis e outras universidade brasileiras, através de videoconferências Paulo Lopes

15 Ambientes de Colaboração Síncrona na Saúde
Implantação e avaliação de um ambiente controlado de colaboração baseado em videoconferência para a teleconsulta e segunda opinião em saúde. Investigando o comportamento dos profissionais e as mudanças de processos originados pela adoção das tecnologias de colaboração síncrona, para então propor e treinar os profissionais da saúde para utilização em ambientes reais de atenção em saúde Dois consultórios do Centro Alfa de Humanização do Ensino em Saúde equipados com computadores e sistemas de videoconferência utilizados por médicos preceptores e estudantes de medicina colaboração durante a consulta dos pacientes Três modelos de interação: Supervisão - o preceptor é um observador de cena, avaliando as circunstancias da interação do paciente com o aluno, e depois o preceptor discute com o aluno o atendimento, sem que o paciente note a presença do preceptor. Ensino - o preceptor atende um paciente e um conjunto de alunos  na outra sala observam os procedimentos básicos e pastorais inicias, novamente sem que o paciente note a presença de um grande número de alunos. Assistência - o aluno e o preceptor colaboram por áudio e vídeo para um maior entendimento e solução dos problemas durante a consulta, evitando a presença física do preceptor na sala do atendimento. Paulo Lopes

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Outros projetos Ambientes de Colaboração Assíncrona na Saúde - MedMail Ambientes de Colaboração P2P para o Atendimento Ambulatorial Ambientes de Computação Móvel na Saúde Aplicações de Telemática na Assistência em Saúde - ATENAS Telemedicina na Pastoral da Criança Telerreabilitação Cognitiva e Inclusão Digital para Idosos Sistema de Apoio à Decisão Médica Lepidus Sistema de Apoio à Decisão Médica em Oftalmologia - Lepo Sistema Distribuído de Imagens Médicas - MIDster Telerrobótica na Saúde Projeto de Telerradiologia da UNIFESP - Saúde Digital Projeto de Televisão de Digital para a Saúde - TVDSaúde Paulo Lopes

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Pesquisa Exploração e Construção Novas Plataformas Novos Sistemas Novos Padrões Elaboração de Modelos Colaboração Projeto Programa Econômicos Saúde Avaliação Avaliação “Científica” de Programas Paulo Lopes

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Parcerias Internos: Setor de Rede de Computadores (http://www.unifesp.br/dis/lrc); Setor de Tecnologia de Informação (http://www.disacad.unifesp.br); Laboratório de Educação a Distância (http://www.virtual.unifesp.br); Centro Alfa de Humanização do Ensino em Medicina (http://alfa.epm.br); Departamento de Oftalmologia (http://www.unifesp.br/doftalmo); Departamento de Diagnóstico por Imagem (http://www.unifesp.br/ddi); Externos: Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), Escola Politécnica, Universidade de São Paulo (USP) (http://lsi.usp.br); Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), Universidade de São Paulo (USP) (http://www.incor.usp.br); Departamento de Física e Matemática (DFM), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), Universidade de São Paulo (USP) (http://dfm.ffclrp.usp.br), em particular, os grupos de pesquisa Laboratório de Computação de Imagens Médicas (ImagCom) e Laboratório de Sistemas Neurais (SisNe). Paulo Lopes

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Recomendações Telemedicina envolve um processo, não um produto Cuidado com o entusiasmo O processo é adequado para telemedicina? O processo utilizando telemedicina é efetivo? O serviço de telemedicina tem custo-efetividade? Analise os Requisitos e Especifique as Necessidades Utilize tecnologia apropriada, baseada em padrões abertos Simplicidade minimiza os requisitos de treinamento e amplia a sua utilização Avalie e re-inicie o ciclo Paulo Lopes

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Conclusão Telemedicina e Telessaúde emergem como novas ferramentas significativas para transpor as barreiras culturais, sócio-econômicas e geográficas para os serviços e informação em saúde em centros urbanos remotos e comunidades carentes. Benefícios incluem acesso local a especialistas, melhoria na assistência primária em saúde e o aumento da disponibilidade de recursos para a educação médica e informação em saúde em comunidades desprovidas de recursos. Paulo Lopes

21 plopes@dis.epm.br www.unifesp.br/dis/set
Conclusão Na prática do processo de atendimento remoto de saúde somente serão amplamente alcançados seus objetivos se a Telemedicina deixar de ser um experimento laboratorial, de mera aplicação de tecnologia, e tornar-se uma ferramenta incorporada ao processo completo de saúde, como recomenda a Organização Mundial de Saúde e a União Internacional de Telecomunicações. É necessário investimento em recursos humanos para a produção e difusão do conhecimento em Telemedicina, além do domínio sobre a infra-estrutura para o desenvolvimento das aplicações e execução das ações dos programas de assistência remota nos serviços atuais de assistência em saúde. É necessário propor e avaliar soluções reais que não gerem falsas expectativas, considerando que se trata de uma mudança que se realiza em longo prazo e que deve contar com o apoio lento e gradual dos atores do processo. Elaboração de modelos de serviços e de distribuição para Telemedicina que seja prático, auto-sustentado e disponível para tantas pessoas quanto possível, considerando os diversos níveis do sistema de saúde, no qual a universalização dos recursos tecnológicos melhore minimamente a coleta de informações, o seu processamento, análise e distribuição, para uso correto da informação e para melhoria da qualidade da assistência em saúde. Paulo Lopes

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Agradecimentos Aos parceiros pelas contribuições ao trabalho interdisciplinar e colaborativo Aos colaboradores do DIS-UNIFESP pela infra-estrutura e apoio as atividades do SET À organização e comitê científico do CBIS’2004 pela oportunidade Paulo Lopes

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Questões ? Paulo Lopes


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