A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Dia 21 de junho de 2008 Afranio Kritski – UFRJ/Rede-TB Ações de controle de TB e HIV em hospitais e prisões: diagnóstico, laboratório de micobactéria,

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Dia 21 de junho de 2008 Afranio Kritski – UFRJ/Rede-TB Ações de controle de TB e HIV em hospitais e prisões: diagnóstico, laboratório de micobactéria,"— Transcrição da apresentação:

1 Dia 21 de junho de 2008 Afranio Kritski – UFRJ/Rede-TB Ações de controle de TB e HIV em hospitais e prisões: diagnóstico, laboratório de micobactéria, biossegurança, e sistema de informação III Encontro Nacional de Tuberculose

2 Tópicos TB em hospitais TB em prisões Atividades de controle de TB em hospitais Atividades de controle de TB em prisões Perspectivas e prioridades Comentários finais

3 Ampliar a estratégia de tratamento supervisionado (TS- DOTS) Controlar a co-infecção TB/HIV e a TB-MDR Contribuir para o fortalecer sistema de saúde Envolver todos os provedores de saúde (públicos e privados) Estimular a mobilização dos doentes e comunidades Fomentar e promover pesquisas A Estratégia OMS

4 PERGUNTA: QUAL O LOCAL DE MAIOR OCORRÊNCIA DE: TB-MDR TB-XDR ÓBITO POR TB

5 RESPOSTA LOCAIS ONDE NÃO EXISTAM AÇÕES DE CONTROLE DE TUBERCULOSE HOSPITAIS PRISÕES

6 TB- MDR em nível mundial – 2001 ANÁLISE DA OMS Período: em 58 regiões TB-MDR primária 1.a maioria dos países – 1% 2.hot spots: Estonia (14%), China (10%); Latvia (9,0%), Russia (9,0%), Irã (6%) As maiores taxas de TB-MDR ocorreram em hospitais e prisões. Espinal MA et al. NEJM 2001; 344 (17): 1294 Cut-off: 3%

7 Emergência da TB de resistência extensiva – TB XDR Dos casos TB MDR: (% de XDR) USA 4% Latvia 19% Coréia do Sul 15% TB XDR – elevada mortalidade Africa Sul associado ao HIV – surto em hospitais

8 Metanálise de TB entre Prof saúde em países em desenvolvimento 42 artigos indexados PubMed Incidência TB ativa: /100,000 PPD +: 54% (33% - 79%) Viragem PPD: 7,2% (3,9% - 14,3%) Risco anual infecção Africa: 2,5% a 3,5% Favelas no RJ: 2,5% Joshi et al. PLoS Medicine. 2006; 3 (12) e

9 Metanálise de TB entre Prof saúde em países em desenvolvimento 42 artigos indexados PubMed Fatores de risco para TB Local onde se interna paciente com TB Laboratório de TB Área de Medicina Interna/Enfermaria Unidade de Emergência Radiologia Enfermeiro Joshi et al. PLoS Medicine. 2006; 3 (12) e

10 MDR TB outbreak Hospital Muñiz, Buenos Aires,

11 TB – MDR em hospitais – Países em desenvolvimento Taxa de TB-MDR ( ) Adquirida: 5,1% a 22% - Primária: 2,4% a 12,4%. Guatemala. Harrow EM, et al. Chest 1998; 113: Brasil. Fandinho,FCO; et al. Mem Inst Oswaldo Cruz. 1999; 94 (4): ; Tailandia. Punnotok J, et al. Int J Tuberc Lung Dis Jun;4(6): Etiopia. Lindtorn B and Madebo T. Trop Doct Jul;31(3):132-5 Tailandia. Reechaipichitkul W. Southeast Asian J Trop Med Public Health 2002; 33 (3): Argentina. Palmero D, et al. Emerg Infect Dis Aug;9(8): Taiwan. Liu CE et al. J Microbiol Immunol Infect Oct;37(5): Africa do Sul. Lin J, et al. Int J Tuberc Lung Dis 2004; 8 (5): Turquia. Senol G et al. J Infect 2005; 50: Moçambique. Nunes EA, et al. In J Tuberc Lung Dis 2005; 9 (5):

12 TB - Droga Resistência no Brasil Inquérito Nacional Amostragem representativa para o país casos ambulatoriais - nunca tratados e retratados Inquérito Nacional Amostragem representativa para o país casos ambulatoriais - nunca tratados e retratados

13 II Inquérito Nacional de Resistência em Tuberculose (20/06/2008) Em 6 Estados do Brasil Pacientes sem tratamento anterior (n=2894) MDR: 1,3% (IC 95%: 0,90-1,80) Pacientes com tratamento anterior (n=478) MDR: 7,9% (IC 95%: 5,04-10,7) Hospitais? Prisões?

14 Resistência aos fármacos antituberculose no total de isolados examinados em seis hospitais RJ Geral =595TA n =156VT n =433 Resistência SIM n (%) Classificação Sensível493 (83%)112 (72%)376 (86,8%) DR102 (17%)44 (28%)57 (13,1%) R + H44 (7,4%)27 (17,3%)17 (3,9%) Tese Doutorado- Brito R. UFRJ, 2008

15 Primary multidrug-resistance in TB patients attended in 6 hospitals in Rio de Janeiro. Period

16 Associação entre TB/HIV e Óbito nos 57 municípios estudados, Resultados TB/HIV Óbito RR IC 95% Valor de p Sim n= Não n= Positivo ,174,92 – 5,43< 0,01 Negativo Dados preliminares do PNCT/MS, 2008) Maioria de óbito ocorreram em Hospitais/Prisões

17 HISTÓRICO Década de 70-80: 1. Tratamento com esquema de curta duração de elevada eficácia (cura > 95%) 2. Programa de controle de TB: atendimento ambulatorial sob a gerência das esferas federal e estadual. 3.Sistema Único de Saúde (SUS): descentralização; prioridade em ações na Atenção Básica 4.PCT municipais: responsabilidade sobre controle ambulatorial da TB.

18 HISTÓRICO RESULTADO Impacto negativo nas ações de controle da TB: 1.Planejamento inadequado 2.Financiamento das ações sem direcionamento para integração dos diferentes níveis de complexidade 3.PCT municipais : sem gerência sobre ações de controle da TB em hospitais e em prisões

19 EVIDÊNCIAS Número elevado de notificações em TB em hospitais: 20 a 52% RJ ( ): 28 a 33%; São Paulo: 42% HIV+ em TB: 15% a 45% Mortalidade: 30% versus 4-5% nas UBS/PSF Número elevado de TB em prisões –incidência 8 a 38 vezes maior que população geral –Prevalência de TB: 4,6% a 8,6% –HIV+ em TB: 6,6%- 20% Intersetorialidade deficiente / ausente Mortalidade alta em hospitais e em prisões pela TB Gerenciamento das atividades de TB em hospitais e em prisões dissociado dos PCT estaduais, municipais e federais

20 Viragem de PPD - Estudos brasileiros Categoria % Muzy Souza, G, 2002 Prof saúde -UFRJ8,7% Grupo risco14,2% Silva, V, 2002Alunos Medicina-UFRJ 3,9% Internato7,2% Costa PA,2001Alunos Medicina-UFF Internato7,8% Ferreira M, 1996Internas em prisão- SP29% Vale J, 1986População favela- RJ2,5% Ruffino-Netto, 1981 População Geral 0,8%

21 Ações de controle da TB Detecção de casos – Prisões Busca passiva de TB: 9/9 UF Busca ativa NÃO realizada na rotina Investigação diagnóstica extra-muros (SUS) com deslocamento do detento e/ou de escarro (8/9 UF) (cotas para realização de BAAR, transporte, etc) Teste de sensibilidade as drogas RARAMENTE DISPONÍVEL Informações fornecidas: 19/06/08 Sanches A, III Encontro Nacional TB

22 Principais dificuldades operacionais nas Prisões Carência de profissionais de saúde nas UP Agendamento em serviços extra-muros Má aceitação de detentos na rede pública Falta de transporte e de escolta Descontinuidade após a transferência Descontinuidade do tratamento após o livramento Acesso a baciloscopia de controle (disponibilização, transporte, resultado)

23 Política Nacional para controle de Tuberculose em prisões Normas do PNCT Resolução nº 11, 2006 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária Diretriz Básica para Detecção de casos de Tuberculose entre ingressos no Sistema Penitenciário nas Unidades da Federação Incorporação da informação sobre a população prisional ao Sistema Nacional de Informação de TB (SINAN)

24 População indígena Incidência 4 vezes maior Presidiários Incidência 40 vezes maior Moradores de rua Incidência 60 vezes maior Populações mais vulneráveis (em relação à população geral) Prioridade atual do Ministério da Saúde

25 Ações Programadas Implantação do PCT com exame sistemático de ingressos Adequação de área física do Presídio Central Aquisição de equipamentos (Rx, processadora, microscópio) Implantação de Laboratório de baciloscopia Capacitação de profissionais de saúde Capacitação de agentes penitenciários Estratégia de envolvimento de toda a comunidade carcerária nas ações de controle Incluir TB como tema transversal nas escolas das UPs e na Escola Gestão Penitenciária, oficinas com professores e agentes religiosos, treinamento de detentos

26 Inquérito sobre TB em 63 hospitais DIAGNÓSTICO DE CASOS SISTEMA DE REFERÊNCIA/ CONTRA REFERÊNCIA SISTEMA DE INFORMAÇÃO MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA Informações fornecidas: 20/06/08 Andrade MK, III Encontro Nacional TB

27 Inquérito da Tuberculose em Hospitais do Brasil Hospitais participantes por Estado RJ BA RS PA MA CE SP PE AM MG Estados Número de hospitais

28 Inquérito da Tuberculose em Hospitais do Brasil Unidades hospitalares que realizam busca ativa de casos de tuberculose, por Estado BARJRSSPPECEMAAMMGPA Estados Número de hospitais Busca ativa Não Sim Não realizam: 25/63 (40%)

29 Inquérito da Tuberculose em Hospitais do Brasil Unidades hospitalares que realizam cultura para BK, por Estado RJBARSCEPAMGSPPEAMMA Estados Número de hospitais Cultura para BK Não Sim Não realizam: 27/63 (43%)

30 RESULTADOS

31 RESULTADOS: MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA Não foi avaliado a qualidade e efetividade das medidas administrativas e de engenharia

32 Resultados –Detecção de casos não dispõe de cultura (43%) –Sistema de informação deficiente –Sistema de referência e contra-referência deficiente –Biossegurança inadequada Conclusões –Inexistência de ações efetivas de controle de TB em hospitais, que representam 30% dos casos das grandes metrópoles

33 População indígena Incidência 4 vezes maior Presidiários Incidência 40 vezes maior Moradores de rua Incidência 60 vezes maior Populações mais vulneráveis (em relação à população geral) Prioridade atual do Ministério da Saúde

34 População indígena Incidência 4 vezes maior Presidiários Incidência 40 vezes maior Moradores de rua Incidência 60 vezes maior População atendida em hospitais Mortalidade 10 vezes maior Populações mais vulneráveis (em relação à população geral) Revisão da Prioridade do Ministério da Saúde

35 Política Nacional para controle de Tuberculose em Hospitais Normas do PNCT Resolução nº ???, 2008 do Conselho ??????? Diretriz Básica para Detecção de casos de Tuberculose entre ingressos no Sistema Hospitalar nas Unidades da Federação Estabelecendo Compromisso político dos gestores das esferas federal, estadual e municipal Ações de vigilância epidemiológica, diagnóstico, tratamento, prevenção Criação de Comissão Municipal/Estadual/Federal de TB em Hospitais públicos e privados para coordenar as ações de Controle de TB. Elaboração de Manual de Recomendações técnicas de ações de Controle de TB em hospitais e Serviços de Urgência/Emergência Incorporação de sistema de informação que agilize o fluxo de informações entre Hospitais, Laboratórios e Unidades Básicas de Saúde

36 OBRIGADO PELA ATENÇÃO Referência Tuberculosis book is now online. Enjoy it at


Carregar ppt "Dia 21 de junho de 2008 Afranio Kritski – UFRJ/Rede-TB Ações de controle de TB e HIV em hospitais e prisões: diagnóstico, laboratório de micobactéria,"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google