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III Encontro Nacional de Tuberculose Identificação e tipagem molecular de cepas de MCR isoladas de infecções em procedimentos invasivos no Pará e em outros.

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1 III Encontro Nacional de Tuberculose Identificação e tipagem molecular de cepas de MCR isoladas de infecções em procedimentos invasivos no Pará e em outros estados do Brasil Cristina Viana-Niero

2 Grupo M. chelonae-abscessus Micobactérias de crescimento rápido, Amplamente distribuídas na natureza, Patógenos oportunistas. M. abscessus (Kusunoki, S., and T. Ezaki. 1992; Lévy-Frébault et al., 1986) M. chelonae (Kusunoki, S., and T. Ezaki. 1992; Lévy-Frébault et al., 1986) M. immunogenum (Wilson et al.,2001; Sampaio et al., 2006) M. massiliense (Adékambi et al., 2006; Simmon et al., 2007) M. bolletii (Adékambi et al., 2006)

3 Procedimentos no. de isolados Cirurgias laparoscópicas58 (2 mamoplastias e 1 liposucção) Injeção intra muscular Mesoterapia 1818 Surto envolvendo 311 pacientes submetidos a diferentes procedimentos invasivos em 16 hospitais e clínicas em Belém, PA (2004 e 2005) No. de isolados

4 Amostras isoladas no Instituto Evandro Chagas, Belém, PA PRA-hsp65 m B H BstEII [bp] (235, 210) HaeIII [bp] (200, 70, 60, 50) M. abscessus 2, M. massiliense e M. bolletii (Devallois et al., 1997; Adékambi et al., 2004 e 2006) Características fenotípicas: tempo de crescimento (< 7 dias e ausência de pigmentação) Identificação molecular inicial: PRA-hsp65 (PCR-Restriction Enzyme Analysis)

5 IsoladosDiferenças de nucleotídeos na seqüência do gene hsp65 posição M. massiliense CIP C G T M. abscessus 2 ATCC T C C M. bolletii CIP T C C Análise por seqüenciamento do gene hsp65

6 Seqüenciamento do gene hsp65 11 isolados obtidos após cirurgias laparoscópicas e 1 após injeção Número de acesso GenBank CepasNo. de nucleotídeos idênticos/total Índice de similaridade (%) AY596465M. massiliense CIP / AY859675M. bolletii CIP /40199,25 DQ869273M. abscessus 2 ATCC /40199,25 AY458075M. abscessus 1 CIP /40198,75 AY458082M. chelonae ATCC /40192,5 DQ288262M. immunogenum 2 F /40192,26 AY458081M. immunogenum 1 CIP /40191,52 < 97% de similaridade espécies diferentes McNabb et al., 2004

7 < 1,7% de divergência mesma espécie > 3% de divergência espécies diferentes

8 Número de acesso GenBank CepasNo. de nucleotídeos idênticos/total Índice de similaridade (%) AY593981M. massiliense CIP /71199,29 AY859692M. bolletii CIP /71198,45 DQ288264M. immunogenum 2 F /65197,23 AY262739M. immunogenum 1 CIP /71197,18 AY147164M. abscessus 1 CIP /71196,48 AY262740M. chelonae ATCC /71195,49 NDM. abscessus 2 < 1,7% de divergência mesma espécie > 3% de divergência espécies diferentes Adékambi et al., 2003 ND não disponível Seqüenciamento do gene rpoB 11 isolados obtidos após cirurgias laparoscópicas Injetável: 4 nucleotídeos de diferença em relação as amostras de cirurgia (99,37%)

9 Seqüenciamento do gene rpoB 8 isolados obtidos após mesoterapia Número de acesso GenBank CepasNo. de nucleotídeos idênticos/total Índice de similaridade (%) AY859692M. bolletii CIP / (2 cepas) 710/71199,85 (3 cepas) 709/71199,56 (3 cepas) Espécie diferente procedimento diferente surto distinto

10 EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR isolados de uma mesma espécie são iguais ou diferentes? Isolados clínicos previamente identificados Tipagem molecular por PFGE (Pulsed Field Gel Electrophoresis)

11 Captura de imagem e análise de dados Eletroforese em campos alternados Suspensão bacteriana Mix: bactéria e agarose = plug Lise bacteriana (liberação de DNA) PFGE Pulsed Field Gel Electrophoresis Critério de interpretação (Tenover et al., 1997) Digestão enzimática

12 Resultado de PFGENo. de bandas diferentes Correlação epidemiológica relacionada0Isolado é parte do surto Fortemente relacionada2-3Isolado é provavelmente parte do surto Possivelmente relacionada4-6Isolado é possivelmente parte do surto Não relacionada> 7Isolado não pertence ao surto Critérios de interpretação

13 mesoterapia

14 59 isolados - PA 18 isolados - GO 22 isolados - ES 30 isolados - RJ 9 isolados - RS 5 isolados - PR

15 PFGE Pulsed Field Gel Electrophoresis

16 Conclusões Os casos de infecção após mesoterapia, ocorridos em Belém, foram causados por M. bolletii e divididos em três grupos por rpoB e PFGE. O isolado obtido após uso de injetável foi identificado como M. massiliense mas apresentou seqüência do gene rpoB e perfil de PFGE diferente dos isolados provenientes de cirurgias. Os casos de infecção após cirurgias em diferentes estados brasileiros foram causados por uma única cepa de M. massiliense, sugerindo uma única fonte de infecção. A identificação de espécies estreitamente relacionadas exige a realização de vários testes fenotípicos e moleculares.

17 Cristina Viana-Niero Michelle Christiane da Silva Rabello Sylvia Cardoso Leão Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, UNIFESP Universidade Federal de São Paulo, SP Rafael da Silva Duarte Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ Moisés Palaci Universidade Federal do Espírito Santo, ES Maria Cristina Lourenço Fundação Osvaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ André Kipnis Universidade Federal de Goiás, GO Marta Osório Ribeiro IPB Lacen Rio Grande do Sul, RS


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