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Avaliação do desempenho dos serviços de saúde no controle da tuberculose: vínculo entre profissional de saúde e doente no processo de atenção à tuberculose.

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1 Avaliação do desempenho dos serviços de saúde no controle da tuberculose: vínculo entre profissional de saúde e doente no processo de atenção à tuberculose em Ribeirão Preto – SP ( ) Adoeci! Nem eu sei como lhe conto o triste caso destes tristes dias... Adoeci! Nem eu sei como lhe conto o triste caso destes tristes dias...

2 AVALIAÇÃO DAS DIMENSÕES ORGANIZACIONAIS E DE DESEMPENHO DOS SERVIÇOS DE ATENÇÃO BÁSICA NO CONTROLE DA TUBERCULOSE EM CENTROS URBANOS DO BRASIL CNPq Edital MCT/CNPq/MS- SCTIE-DECIT N° 25/2006 DIMENSÕES DA ATENÇÃO BÁSICA ACESSO VÍNCULO ELENCO DE SERVIÇOS ENFOQUE NA FAMÍLIA ORIENTAÇÃO PARA A COMUNIDADE COORDENAÇÃOFORMAÇÃO PROFISSIONAL

3 Vínculo Nas estratégias de melhoria de acesso e desenvolvimento de práticas integrais, se reconhece o acolhimento, o vínculo e a responsabilização como práticas integrais (Pinheiro, 2002). o princípio e o motor da ação têm origem no vínculo existente entre os membros da organização ou entre a associação da pessoa ajudada (Godbout, 1999). A noção de vínculo nos faz refletir sobre a responsabilidade e o compromisso em saúde (Merhy, 1994). Para assegurar a qualidade do cuidado e a legitimação dos serviços públicos, é preciso de vínculo de acolhida e de responsabilização da equipe pelo cuidado (Campos, 1994).

4 Analisar o vínculo no processo de atenção à tuberculose no município de Ribeirão Preto – SP no período de julho de 2006 a julho de OBJETIVO

5 CENÁRIO Ribeirão Preto situa-se no Nordeste do Estado de São Paulo, a 313 km da capital. População habitantes (IBGE, 2007). Um dos maiores municípios do Estado de São Paulo e do Brasil. Os SS públicos incluem 14 hospitais e 31 unidades básicas de saúde e 05 ambulatórios de referência. Pioneiro na implantação da Estratégia DOTS (Terapia Diretamente Observada de Curta Duração), proposta pela Organização Mundial de Saúde, em Cobertura = 76,1%. Baixa cobertura de PSF (23%).

6 Organização da Rede Básica de Saúde do Município de Ribeirão Preto A assistência à saúde é organizada em 05 regiões, denominadas Distritos de Saúde. Atenção à TB organizada nos ambulatórios de referência regionalizadas em distritos de saúde e com equipes de PCT. Norte – Distrito Quintino II Sul – Distrito de Vila Virgínia Leste – Distrito de Castelo Branco Oeste – Distrito do Sumarezinho Região Central – Distrito Central A B C D

7 Composta pelos pacientes diagnosticados e/ou iniciaram o tratamento nos serviços A, B, C e D, no período de julho de 2006 até julho de 2007 (100 doentes). O levantamento destes pacientes: consultas ao banco de dados da vigilância epidemiológica e de dados secundários (livro de registros de casos de tuberculose). Identificação de endereço e telefone do doente A coleta de dados foi realizada durante os meses de junho e agosto de Agendamento da entrevista por telefone ou através dos próprios profissionais do serviço. POPULAÇÃO

8 Indicadores construídos para o estudo Preocupação dos profissionais com outros problemas de saúde do doente; Compreensão dos profissionais com outros problemas de saúde do doente; Esclarecimentos das dúvidas dos doentes pelos trabalhadores de saúde que tratam da TB; Disponibilidade de escuta do doente por parte dos profissionais de saúde; Registro das queixas dos doentes pelos profissionais de saúde; Profissional como referência para o doente no caso de alguma necessidade; Opinião do doente sobre a equipe que o atende.

9 I ETAPA Análise de freqüência II ETAPA Análise de Variância ANÁLISE DOS DADOS

10 RESULTADOS

11 Gráfico 1. Distribuição de doentes de TB segundo freqüência de conversa do trabalhador de saúde sobre outros problemas (que não TB) nos diferentes ambulatórios de referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: Questionário doentes 2007

12 Gráfico 2. Distribuição de doentes de TB segundo tempo necessário ao esclarecimento de dúvidas nos diferentes Ambulatórios de Referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: Questionário doentes 2007

13 Gráfico 3. Distribuição dos doentes segundo a freqüência com que procuram o MÉDICO por condição que não a queixa de TB em diferentes ambulatórios de referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: Questionário doentes 2007

14 Gráfico 4. Distribuição dos doentes segundo freqüência com que procuram o ENFERMEIRO por condição que não a queixa de TB, em diferentes centros de referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: Questionário doentes 2007

15 Gráfico 5. Distribuição dos doentes segundo freqüência com que procuram o AUXILIAR DE ENFERMAGEM em diferentes centros de referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: questionário doentes 2007.

16 Gráfico 6. Percepção do doente sobre a atenção prestada pela equipe do Programa de Controle da TB em diferentes ambulatórios de referência, Ribeirão Preto ( ). Fonte: Questionário doentes 2007

17 COMPARANDO AS UNIDADES DE SAÚDE QUANTO ÀS VARIÁVEIS QUE AVALIAM O VÍNCULO

18 VariáveismédiadpTeste F ou H 14. Freqüência de conversa do trabalhador de saúde sobre outros problemas (que não TB) nos diferentes ambulatórios de referência 4,091,49Teste F P = 0, Doentes cujo trabalhador de saúde questiona sobre a ingesta de outros medicamentos (que não da TB), de Referência. 4,411,36Teste F P = 0, a. Distribuição dos doentes segundo a freqüência que procuram o MÉDICO por condição que não a queixa de TB em diferentes ambulatórios de referência.4,251,45 Teste H P < 0, b. Distribuição dos doentes segundo freqüência com que procuram o ENFERMEIRO por condição que não a queixa de TB, em diferentes centros de referência.1,611,30 Teste H P < 0, c. Distribuição dos doentes segundo freqüência que procuram o AUXILIAR DE ENFERMAGEM em diferentes centros de referência. 2,361,82Teste F P = 0, Percepção do doente sobre a atenção dispendida pela equipe do Programa de Controle da TB em diferentes ambulatórios de referência. 4,700,52Teste F P = 0,612324

19 Bom desempenho na geração e manutenção do VÍNCULO Avaliação positiva da equipe de saúde. Interesse e disponibilidade para a escuta das dúvida e problemas do paciente Interesse por outros problemas não relacionados à TB CONCLUSÕES


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