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COMITÊ TEMÁTICO REDE DE COMPETITIVIDADE. PRECISO DE INFORMAÇÕES SOBRE PESQUISAS ECONÔMICAS, SOCIAIS E OCUPACIONAIS – A QUEM OU ONDE PROCURAR? PRECISO.

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1 COMITÊ TEMÁTICO REDE DE COMPETITIVIDADE

2 PRECISO DE INFORMAÇÕES SOBRE PESQUISAS ECONÔMICAS, SOCIAIS E OCUPACIONAIS – A QUEM OU ONDE PROCURAR? PRECISO DE INFORMAÇÕES SOBRE FINANCIAMENTO - FONTES DE FOMENTO – A QUEM OU ONDE PROCURAR? PRECISO DE APOIO PARA AS AÇÕES PARA MELHORAR MINHA COMPETITIVIDADE – QUEM PODE AJUDAR? PRECISO DE INFORMAÇÕES SOBRE NORMAS TÉCNICAS E DE GESTÃO E SOBRE O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO?

3 Instituições de Pesquisas Econômicas, Sociais e Ocupacionais

4 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Principal provedor de dados e informações do país, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal. Oferece uma visão completa e atual do País, através do desempenho de suas principais funções: - Produção e análise de informações estatísticas; - Coordenação e consolidação das informações estatísticas; - Produção e análise de informações geográficas; - Coordenação e consolidação das informações geográficas; - Estruturação e implantação de um sistema da informações ambientais; - Documentação e disseminação de informações; - Coordenação dos sistemas estatístico e cartográfico nacionais.

5 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA A missão é elaborar estudos e pesquisas para subsidiar o planejamento de políticas governamentais. Entre suas atribuições, encontram-se: O Ipeadata é uma base de dados macroeconômicos sobre o Brasil organizada pelo IPEA. Contém mais de 5000 séries – sendo 2500 de uso público com acesso gratuito na Internet – abrangendo os seguintes temas: Balanço de Pagamentos, câmbio, comércio exterior, consumo e vendas, contas nacionais, economia internacional, emprego, finanças públicas, indicadores sociais, juros, moeda e crédito, população, preços, produção, salário e renda. São cerca de 1900 séries anuais, com início na década de quarenta, 900 trimestrais e 2600 mensais, retrocedendo até os anos setenta.

6 Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico- Sustentável Secretaria do Planejamento do Estado de Alagoas Secretaria de Estado do Planejamento do Governo do Amapá Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Estado do Amazonas Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia O Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal

7 Instituto de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento Jones dos Santos Neves Secretaria do Estado do Planejamento e Desenvolvimento Instituto de Estudos e Análises Socioeconômicas do Estado do Maranhão Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral Secretaria de Estado de Planejamento e de Ciência e de Tecnologia Fundação João Pinheiro

8 Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças do Estado do Pará Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual da Paraíba O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco Fundação Centro de Informações e Dados do Rio de Janeiro Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do RN Fundação de Economia e Estatística do Estado do RGS Secretaria de Estado do Planejamento Coordenação Geral e Administração

9 Secretaria de Planejamento e Orçamento de Roraima O Instituto de Planejamento e Economia Agrícola de Santa Catarina Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Secretaria de Estado do Planejamento e da Ciência e Tecnologia Secretaria do Planejamento e Meio Ambiente

10 Fundação Getúlio Vargas - FGV Sua missão é avançar nas fronteiras do conhecimento na área das Ciências Sociais e afins, produzindo e transmitindo idéias, dados e informações, além de conservá-las e sistematizá-las, de modo a contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico do país, para melhoria dos padrões éticos nacionais, para uma governança responsável e compartilhada e para a inserção do país no cenário internacional. FGVDADOS é o serviço de banco de dados de indicadores econômicos do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Além da produção estatística do IBRE - índices de preços, preços recebidos e pagos pelos produtores agrícolas, sondagens industriais - com suas séries históricas completas, o FGVDADOS reúne também um amplo e variado conjunto de indicadores, produzidos por instituições que desfrutam de grande credibilidade.

11 Federação das Indústrias do Estado de Roraima Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Federação das Indústrias do Estado de Sergipe Federação das Indústrias do Estado do Tocantins Federação das Indústrias do Rio de Janeiro Publica, periodicamente a revista eletrônica Rio Econômico que traça um panorama da economia do Estado do Rio de Janeiro, abordando questões jurídicas, de infra- estrutura e de investimentos, além de fazer uma análise sintética da conjuntura do país. Disponível para download no formato PDF. Federação das Indústrias do Estado de Roraima Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Federação das Indústrias do Estado de Sergipe Federação das Indústrias do Estado do Tocantins

12 Federação das Indústrias do Estado do Acre Federação das Indústrias do Estado de Alagoas Federação das Indústrias do Estado do Amapá Federação das Indústrias do Estado do Amazonas Federação das Indústrias do Estado da Bahia Federação das Indústrias do Estado do Ceará Federação das Indústrias do Estado do Distrito Federal

13 Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo Federação das Indústrias do Estado de Goiás Federação das Indústrias do Maranhão Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais Federação das Indústrias do Estado do Pará

14 Federação das Indústrias do Estado da Paraíba Federação das Indústrias do Estado do Paraná Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco Federação das Indústrias do Estado do Piauí Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul Federação das Indústrias do Estado de Rondônia

15 Confederação Nacional da Indústria - CNI Exerce a representação da indústria brasileira de forma integrada com as federações estaduais e articulada com as associações de âmbito nacional, promovendo e apoiando o desenvolvimento do País de forma sustentada e equilibrada nas suas dimensões econômico-social e espacial. Confederação Nacional do Comércio - CNC É responsável pela criação, organização e administração, em âmbito nacional, do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), instituições privadas e sem fins lucrativos, reconhecidas por Decretos-leis. Juntas com a CNC, formam um sistema mantido integralmente pela classe empresarial do Comércio, sem ônus para os empregados ou para os cofres públicos.

16 Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - Ethos Organização não-governamental criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Produção de informação (pesquisa anual Empresas e Responsabilidade Social, produção e divulgação de conteúdo e um site de referência sobre o tema na internet, coleta e divulgação de dados e casos das empresas, promoção do intercâmbio com entidades internacionais líderes no tema da responsabilidade social).

17 Instituições de fomento à Competitividade - Desenvolvimento Econômico -

18 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Objetivo é apoiar empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do país. Financia grandes empreendimentos industriais e de infra-estrutura tendo marcante posição no apoio aos investimentos na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenas e médias empresas, e aos investimentos sociais, direcionados para a educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e ambiental e transporte coletivo de massa. Suas linhas de apoio contemplam financiamentos de longo prazo e custos competitivos, para o desenvolvimento de projetos de investimentos e para a comercialização de máquinas e equipamentos novos, fabricados no País, bem como para o incremento das exportações brasileiras. Contribui, também, para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais.

19 Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP É uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país. Está ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo. Desde 1962, com autonomia garantida por lei, a FAPESP concede auxílios à pesquisa e bolsas em todas as áreas do conhecimento e financia outras atividades de apoio à investigação, ao intercâmbio e à divulgação da ciência e da tecnologia em São Paulo.

20 Agência de Promoção de Exportações do Brasil – APEX-Brasil Estimular as exportações brasileiras, especialmente das empresas de pequeno porte. Para tanto, desenvolve parcerias com entidades de classe empresariais e outras instituições sem fins lucrativos para a implementação de programas de promoção comercial, estrategicamente definidos sob um conceito ampliado de promoção comercial. Além das ações clássicas de promoção comercial (feiras, missões, catálogos, degustações), apóia ações de adequação de produtos e preparação de empresas para a exportação.

21 Subprograma Projetos Demonstrativos (PDA) do meio Ambiente, Recursos Hídricos e Amazônia Legal Finalidade: Promover o aprendizado sobre a viabilidade de novos modelos de conservação e uso dos recursos naturais da Amazônia, da Mata Atlântica e de seus ecossistemas associados, buscando a melhoria da qualidade de vida da população local, por meio de experimentação de tecnologias, modalidades de manejo, organização social e gerenciamento de ações que conciliem a conservação dos recursos naturais com o desenvolvimento econômico, social e ambiental. Beneficiários: Pequenos produtores rurais e extrativistas da Amazônia e da Mata Atlântica organizados em associações, sindicatos, cooperativas e organizações não-governamentais de assessoria a este público. Ações Financiáveis: Componente Projeto Alternativas ao Desmatamento e às Queimadas – Padeq - Ações que eliminem ou reduzam o desmatamento e as queimadas e aumentem as áreas florestadas no Pará, Mato Grosso, Rondônia e Roraima, com foco na agricultura familiar e no uso integrado da propriedade rural.

22 Continuação....Ações Financiáveis: Componente Consolidação - Integração dos aspectos ambientais, sociais e econômicos e complementação de ações de projetos anteriores; recuperação de áreas de preservação permanente e reserva legal; sistematização de experiências e disseminação de resultados e lições aprendidas; capacitação de técnicos e produtores como difusores e prestadores de assessoria a outros projetos; mobilização social. Componente PDA Mata Atlântica - Em nível nacional: implantação de programa de monitoramento participativo da Mata Atlântica; capacitação em gestão de Unidades de Conservação; estudos para identificação, valoração e regulamentação dos serviços ambientais da Mata Atlântica; desenvolvimento de mecanismos financeiros inovadores; implantação de corredores ecológicos. - Em nível local e regional: elaboração de planos de manejo; implantação e ampliação de Unidades de Conservação; estudos para medidas mitigadoras de impactos em áreas críticas de expansão urbana; implantação de microcorredores ecológicos; restauração e recuperação da cobertura vegetal nativa e outras medidas mitigadoras; recarga de aqüíferos; eco-turismo sustentável. Informações:

23 Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID Apoio a programas sociais, no desenvolvimento de instituições econômicas, sociais, educacionais e de saúde, na promoção da integração regional e no apoio direto ao setor privado, incluindo microempresas. O BID trabalha nas seguintes áreas prioritárias: - Incentivo à competitividade, mediante o apoio a políticas e programas que aumentem o potencial de desenvolvimento de um país numa economia aberta e globalizada; - Modernização do Estado, pelo fortalecimento da eficiência e transparência das instituições públicas; - Investimento em programas sociais que expandam as oportunidades para os pobres. Finalidade: Promover o desenvolvimento dos países da América Latina por meio de financiamento de investimentos em projetos prioritários, estabelecidos segundo as políticas dos países membros. Beneficiários: Governos federal, estaduais e municipais, bancos de desenvolvimento e setor privado. Informações:

24 Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP Promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa e outras instituições públicas ou privadas, mobilizando recursos financeiros e integrando instrumentos para o desenvolvimento econômico e social do País.

25 Fundos Setoriais Os fundos setoriais são uma nova proposta de financiamento à infra-estrutura, ao desenvolvimento e à pesquisa científica e tecnológica, selecionando setores e projetos estratégicos, dando estabilidade ao financiamento e aplicando os recursos por meio de uma gestão compartilhada. - CT-Petro – Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural; - CT-Infra – Fundo Setorial de Infra-Estrutura; - CT-Energ – Fundo Setorial de Energia; - CT-Hidro – Fundo Setorial de Recursos Hídricos; - CT-Mineral – Fundo Setorial de Recursos Minerais; - CT-Transpo – Fundo Setorial de Transportes Terrestres; - CT-Verde e Amarelo – Fundo de Interação Universidade-Empresa; - CT-Espacial – Fundo Setorial Espacial; - CT-Info – Fundo Setorial para Tecnologia da Informação; - Funttel – Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações; - CT-Biotecnologia – Fundo Setorial de Biotecnologia; - CT-Agronegócio – Fundo setorial do Agronegócio; - CT-Aeronáutico – Fundo Setorial Aeronáutico; - CT-Saúde – Fundo Setorial de Saúde; -CT-Amazônia – Fundo Setorial da Amazônia.

26 CT-Petro - Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural Finalidade: Contribuir para o desenvolvimento do setor, por meio de apoio financeiro à pesquisa científica e ao desenvolvimento tecnológico aplicados à indústria do petróleo e gás natural, visando ao aumento da produção e da produtividade, à redução de custos e de preços, à melhoria da qualidade dos produtos e da qualidade de vida de todos quantos possam ser afetados por seus resultados. Beneficiários: Universidades e centros de pesquisa públicos, ou privados sem fins lucrativos, do País. Empresas públicas ou privadas podem participar técnica e financeiramente da execução dos projetos. Os projetos que contarem com participações empresariais terão preferência com relação aos demais. Ações Financiáveis: Estudos, projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico que se enquadrarem em: Pesquisa Básica Dirigida; Pesquisa Aplicada, Desenvolvimento Experimental; Engenharia Não-Rotineira; Tecnologia Industrial Básica; Serviços de Apoio Técnico; Bolsas de Estudo; Eventos (congressos, seminários, workshop, entre outros). Informações:

27 CT-Infra - Fundo Setorial de Infra-Estrutura Finalidade: Recuperar e ampliar a infra-estrutura. Beneficiários: Universidades públicas e institutos de pesquisa. Ações Financiáveis: Projetos de implantação e recuperação de infra-estrutura de pesquisa (instalações e equipamentos) nas instituições públicas de ensino superior. Informações:

28 CT- Verde e Amarelo - Fundo de Interação Universidade-Empresa Finalidade: Intensificar a cooperação tecnológica entre universidades, centros de pesquisa e setor produtivo em geral, contribuindo para a elevação significativa dos investimentos em C&T no País, além de apoiar ações e programas que reforcem e consolidem uma cultura empreendedora e de investimento de risco. Deve priorizar setores ou cadeias produtivas que não dispõem de Fundo Setorial específico. Beneficiários: - Instituições públicas de ensino superior e pesquisa e instituições públicas de pesquisa, representadas, ou não, por fundações de apoio criadas para tal fim ou por entidades sem fins lucrativos voltadas para a pesquisa, o ensino ou o desenvolvimento institucional, científico e tecnológico; - Organizações sociais dirigidas à pesquisa científica e ao desenvolvimento tecnológico que tenham firmado Contrato de Gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia ou com o Ministério da Educação. Ações Financiáveis: Fatores sistêmicos para a inovação ou a melhoria da infra-estrutura tecnológica: - Capacitação de recursos humanos para a inovação; - Desenvolvimento e difusão de tecnologias de gestão e comercialização (comércio eletrônico); - Estímulo à propriedade intelectual;

29 Ações Financiáveis: cont...Fatores sistêmicos para a inovação ou a melhoria da infra-estrutura tecnológica:- Tecnologia industrial básica e serviços tecnológicos para inovação e competitividade (metrologia, normalização e regulamentação técnica e avaliação da conformidade, propriedade intelectual e informação tecnológica) e serviços tecnológicos (prototipagem rápida, design e outros); - Informação em ciência, tecnologia e inovação (informações patentárias, indicadores nacionais e internacionais de C, T&I, identificação e localização de capacitação em C, T&I e outros); - Estudos para apoio à obtenção de subsídios à política de C, T&I e à organização de sistemas de inovação e seus componentes, análises prospectivas e avaliação; - Eventos relacionados aos temas que integram o escopo do Fundo. Cooperação tecnológica para a inovação: - Projetos mobilizadores pré-competitivos realizados com a articulação entre empresas ou consórcios de empresas e instituições de ensino superior e pesquisa, a partir de demandas empresariais de P&D; - Projetos cooperativos para inovação em empresa, cadeias produtivas ou setores estratégicos para a competitividade empresarial ou relevantes para o desenvolvimento nacional; - Criação de tecnologias, processos e metodologias-modelo para minimização de problemas sociais; - Pesquisa cooperativa em rede com o setor produtivo para avanço do conhecimento científico aplicado e desenvolvimento tecnológico; - Cooperação internacional em pesquisa e inovação. Empreendedorismo de base tecnológica e sistemas locais de inovação: - Apoio à criação de empresas com diferenciais advindos de inovações tecnológicas; - Fortalecimento da competitividade das micro, pequenas e médias empresas; - Apoio às micro e pequenas empresas exportadoras; - Apoio ao surgimento e à consolidação de incubadoras de empresas e parques tecnológicos; - Fortalecimento de arranjos ou aglomerados produtivos locais. Informações:

30 BNDES – Capitalização de Empresas O BNDES atua no mercado de capital de risco por meio dos programas de: 1. Apoio direto a empresas fechadas; 2. Participação em Fundos de Investimento. Programas de apoio direto a empresas fechadas Contec – Programa de Capitalização de Empresas de Base Tecnológica Público Empresas privadas com as seguintes características: - Faturamento líquido anual de até R$ 15 milhões no último exercício; - Produtos ou processos tecnologicamente diferenciados; - Atuação em nichos de mercado promissores; - Vantagens competitivas em seu mercado; - Perspectiva de rápido crescimento e elevada rentabilidade; - Gestão idônea e eficiente. Objetivo Apoiar MPEs de base tecnológica, nos estágios de concepção, start-up, expansão e desenvolvimento, evitando que essas empresas, pelo risco que oferecem, não consigam recursos para seus investimentos. Informações:

31 Entidade de incentivo à Competitividade - Desenvolvimento Econômico -

32 Movimento Brasileiro Competitivo – MBC Tem como objetivo alavancar a competitividade e melhorar a qualidade de vida do país. Fundação Nacional da Qualidade – FNQ Disseminar os fundamentos da excelência em gestão para o aumento de competitividade das organizações e do Brasil. Fórum Nacional dos Programas de Qualidade Produtividade e Competitividade - FQPC É uma parceria entre os setores público, privado e terceiro setor, que visa a mobilização, capacitação e o reconhecimento das organizações de um determinado estado, de forma democrática, oportunizando a promoção e o aprimoramento dos produtos e serviços da economia regional, com isto melhorando a qualidade de vida da população. Esta parceria se dá pelo compromisso de governo, empresários, trabalhadores e consumidores com as modernas técnicas e sistemas de gestão, para o aumento da competitividade e qualificação dos produtos e serviços disponibilizados à sociedade.

33 Federação das Indústrias do Estado do Acre Federação das Indústrias do Estado de Alagoas Federação das Indústrias do Estado do Amapá Federação das Indústrias do Estado do Amazonas Federação das Indústrias do Estado da Bahia Federação das Indústrias do Estado do Ceará Federação das Indústrias do Estado do Distrito Federal

34 Federação das Indústrias do Estado de Goiás Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco Federação das Indústrias do Estado de Piauí Federação das Indústrias do Maranhão Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais

35 Federação das Indústrias do Estado da Paraíba Federação das Indústrias do Estado do Paraná Federação das Indústrias do Rio de Janeiro Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul Federação das Indústrias do Estado de Rondônia Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo

36 Federação das Indústrias do Estado de Roraima Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Federação das Indústrias do Estado de Sergipe Federação das Indústrias do Estado do Tocantins Federação das Indústrias do Estado do Pará

37 Confederação Nacional da Indústria - CNI Exerce a representação da indústria brasileira de forma integrada com as federações estaduais e articulada com as associações de âmbito nacional, promovendo e apoiando o desenvolvimento do País de forma sustentada e equilibrada nas suas dimensões econômico-social e espacial. Confederação Nacional do Comércio – CNC É responsável pela criação, organização e administração, em âmbito nacional, do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), instituições privadas e sem fins lucrativos, reconhecidas por Decretos-leis. Juntas com a CNC, formam um sistema mantido integralmente pela classe empresarial do Comércio, sem ônus para os empregados ou para os cofres públicos.

38 Normalização e Certificadoras

39 Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO É uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).

40 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT É um Organismo Nacional que oferece credibilidade de âmbito internacional. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais, de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997, e as auditorias são realizadas atendendo a norma ABNT NBR ISO 19011:2002, garantindo um processo reconhecido e seguro. A ABNT conta ainda com um quadro de técnicos capacitados e treinados para realizar avaliações uniformes, garantindo maior rapidez e confiança nos certificados. Comitês Técnicos de Normalização Todo o trabalho dos Comitês Brasileiros e Organismos de Normalização Setorial é orientado para atender ao desenvolvimento da tecnologia e participação efetiva na normalização internacional e regional. Comissão de Estudo Especial Temporária (CEET) é uma Comissão de Estudo vinculada à Gerência do Processo de Normalizacão da ABNT, com objetivo e prazo determinados, para tratar do assunto não coberto pelo âmbito de atuação dos Comitês Técnicos. Comitês Técnicos de Certificação São órgãos colegiados responsáveis pelos procedimentos técnicos setoriais e pela análise dos processos de certificação, compostos por membros designados pela Diretoria.

41 Avaliação da conformidade: Sistemas de gestão Certificação NBR ISO Sistema de Gestão Ambiental Certificação NBR ISO Sistema de Gestão Ambiental FIRJAN - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Certificação NBR ISO Sistema de Gestão Ambiental Certificação Setorial - Transporte e Logística: SASSMAQ - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade Certificação Setorial - Transporte e Logística: SASSMAQ - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química Certificação Setorial - Transporte e Logística: SASSMAQ - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade Certificação setorial - Tecnologia da Informação: ISO (em inglês) ISO - International Standart Organization Certificação setorial - Tecnologia da Informação: ISO (em inglês) ISO - International Standart OrganizationCertificação setorial - Tecnologia da Informação: ISO (em inglês)Certificação setorial - Tecnologia da Informação: ISO (em inglês) PQSP - Programa da Qualidade no Serviço Público PQSP - Programa da Qualidade no Serviço Público Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão PQSP - Programa da Qualidade no Serviço Público Mecanismos de Avaliação da Conformidade Mecanismos de Avaliação da Conformidade Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Mecanismos de Avaliação da Conformidade PBAC - Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade PBAC - Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial PBAC - Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade PBQP-H - Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat PBQP-H - Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat Ministério das Cidades PBQP-H - Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat

42 Avaliação da conformidade: Produtos, processos e serviços Certificação de Produtos e Serviços Certificação de Produtos e Serviços INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Etiquetagem de produtos têxteis Etiquetagem de produtos têxteis INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Declaração da conformidade pelo fornecedor Declaração da conformidade pelo fornecedor INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Etiquetagem de produtos eletro-eletrônicos Etiquetagem de produtos eletro-eletrônicos INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Etiquetagem: produtos com verificação de desempenho Etiquetagem: produtos com verificação de desempenho INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inspeção - Avaliação da Conformidade pela observação e julgamento acompanhados, conforme apropriado, por medições, ensaios ou uso de calibres Inspeção - Avaliação da Conformidade pela observação e julgamento acompanhados, conforme apropriado, por medições, ensaios ou uso de calibres INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial

43 Avaliação da conformidade: Produtos, processos e serviços Ensaios - Mecanismos de Avaliação da Conformidade Ensaios - Mecanismos de Avaliação da Conformidade INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Cesta de alimentos e similares - Programa que visa melhorar as condições nutricionais dos trabalhadores Cesta de alimentos e similares - Programa que visa melhorar as condições nutricionais dos trabalhadores INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial PIF - Produção Integrada de Frutas PIF - Produção Integrada de Frutas INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial CERFLOR - Certificação Florestal CERFLOR - Certificação Florestal INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial

44 Avaliação da conformidade: Pessoal Inspetor de ensaios não destrutivos Inspetor de ensaios não destrutivos ABENDE - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção Inspetor de Soldagem Inspetor de Soldagem FBTS - Fundação Brasileira de Tecnologia de Soldagem Manutenção Manutenção ABRAMAN - Associação Brasileira de Manutenção Inspetor de controle dimensional Inspetor de controle dimensional Petrobras

45 Entidades Certificadoras: Sistemas de gestão FCAV - Fundação Carlos Alberto Vanzolini ABS – Quality Evaluations Inc. UCIEE – União certificadora ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas BVQI do Brasil Sociedade Certificadora Ltda BSI Brasil SGS ICS Certificadora Ltda

46 Entidades Certificadoras: Sistemas de gestão Det Norske Veritas Ltda BRTÜV Avaliações da Qualidade Ltda IQA – Instituto da Qualidade Automotiva DQS do Brasil Ltda TECPAR – Instituto de Tecnologia do Paraná Ltda CTA/IFI – Centro Técnico Aeroespacial – Instituto de Fomento e Coordenaão Industrial SAS Certificadora Ltda

47 Entidades Certificadoras: Sistemas de gestão CCB – Centro Cerâmico do Brasil GLC – Germanischer Lioyd Certification South America Ltda LIoyds Register do brasil Ltda ACTA – Supervisão Técnica Independente TÜV Rheinland Brasil Certa – Certificadores Associados Ltda Associação NCC Certificações do Brasil

48 Entidades Certificadoras: Sistemas de gestão RINA – Societá per Azioni ICQ Brasil – Instituto de Certificação Qualidade Brasil UL Underwriters Laboratories Inc. Bureau Acta de Certificação-QS


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