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12 Junho 2008 IRANI CARLOS VARELLA Assessor do Presidente Inovação, Sociedade e Sustentabilidade 42º FÓRUM QUALIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE (QPC)

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1 12 Junho 2008 IRANI CARLOS VARELLA Assessor do Presidente Inovação, Sociedade e Sustentabilidade 42º FÓRUM QUALIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE (QPC)

2 1 Introdução 2Conceito 4Planejamento Estratégico - MCT 5Recursos para a Ciência e Tecnologia 6 Marco Legal 7 Arcabouço Cultural Conclusão 8 3Inovação e Renda 9 Processo de Inovação

3 Introdução Objetivo Sustentabilidade Excelência em Gestão Abrangência dos Conceitos

4 Inovação Tecnológica no Brasil 30% das empresas industriais realizam algum tipo de inovação tecnológica - média européia é de 50%; 30% das empresas industriais realizam algum tipo de inovação tecnológica - média européia é de 50%; Menos de 4% das empresas lançam produto novo no mercado; Menos de 4% das empresas lançam produto novo no mercado; Menos de 3% introduzem processo novo no mercado; Menos de 3% introduzem processo novo no mercado; Inovação para adequação a padrões internacionais: Inovação para adequação a padrões internacionais: 23% das empresas que inovam e diferenciam produtos e 13% das empresas especializadas em produtos; padronizados realizaram inovação para se adequarem às normas e padrões internacionais. Fonte: IPEA – Glauco Arbix, Mar.2006 Introdução

5 Patentes e Investimento Empresarial em P&D: Brasil e Coréia BrasilCoréia Cortesia C.H. Brito-Cruz Introdução

6 Conceito Inovação Qualquer descoberta, criação, invento concreto ou abstrato que contribua com a evolução de uma sociedade.

7 Conceito Ciência / Pesquisa Científica Pesquisa Aplicada Piloto Protótipo MERCADOMERCADO SOCIEDADESOCIEDADE

8 Correlação entre o nível de renda de um país e investimentos em P&D ano base: 2004 países selecionados dados da OCDE e do MCT Inovação e Renda

9 Autor: C.H.Brito Cruz, 8/7/2003 (original) Tendências: Maior Investimento Total com Mais Investimento Empresarial 55% investimento público 45% investimento empresarial Brasil hoje: Pintec 2005 Inovação e Renda

10 Conhecimento, além de Capital e Trabalho Inovação e Renda

11 Brasil - Produtos da Indústria de Transformação por Intensidade Tecnológica - Balança Comercial (US$ Milhões FOB) Fonte: IEDI, June 2006 Inovação e Renda

12 Eixos estratégicos de atuação Eixos estratégicos de atuação Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de C,T&I Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de C,T&I Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Objetivos Estratégicos Nacionais Objetivos Estratégicos Nacionais C&T para a Inclusão e Desenvolvimento Social C&T para a Inclusão e Desenvolvimento Social Política Nacional de C,T&I Planejamento Estratégico - MCT

13 METAS 2010 O PLANO 400 Centros Vocacionais Tecnológicos 600 novos telecentros OBMEP: 24 milhões de alunos e bolsas 1,5 % PIB em P,D&I (1,02% em 2006) 0,64% governo federal 0,21% governos estaduais Investimento em P,D&I Inovação nasempresas 0,65 % dos investimento em P,D&I feitos pelo setor privado (0,51% em 2006) Formação de recursos humanos bolsas CNPq em 2006, foco nas engenharias e áreas relacionadas à PITCE, da CAPES C&T para o desenvolvimento social Prioriza a consolidação do sistema nacional de C,T&I e a ampliação da inovação nas empresas Consiste de 4 prioridades estratégicas, distribuídas em 21 linhas de ação Integra a PITCE Fase II e articula-se aos Planos de Desenvolvimento da Educação, da Saúde e da Agropecuária PACTI Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Planejamento Estratégico - MCT

14 O desenvolvimento industrial no Brasil foi feito sem conexão com a política de C&T Conseqüências C&T concentradas nas universidades e centros de pesquisa Poucas empresas com P&D Papel limitado para os institutos tecnológicos Planejamento Estratégico - MCT

15 I. Expansão e consolidação do Sistema Nacional de C,T&I: Expandir, integrar, modernizar e consolidar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação II. Promoção da inovação tecnológica nas empresas: Intensificar as ações de fomento para a criação de um ambiente favorável à inovação nas empresas e o fortalecimento da PITCE III. P,D&I em áreas estratégicas: Fortalecer as atividades de pesquisa e inovação em áreas estratégicas para a soberania do País IV. C,T&I para o desenvolvimento social: Promover a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a difusão de tecnologias para a inclusão e o desenvolvimento social Prioridades Estratégicas Planejamento Estratégico - MCT

16 7. Áreas portadoras de futuro: Biotecnologia e Nanotecnologia 8. Tecnologias da Informação e Comunicação 9. Insumos para a Saúde 10. Biocombustíveis 11. Energia elétrica, hidrogênio e energias renováveis 12. Petróleo, gás e carvão mineral 13. Agronegócio 14. Biodiversidade e recursos naturais 15. Amazônia e Semi-Árido 16. Meteorologia e mudanças climáticas 17. Programa Espacial 18. Programa Nuclear 19. Defesa Nacional e Segurança Pública III- P,D&I em Áreas Estratégicas Principais Linhas de Ação Planejamento Estratégico - MCT

17 Orçamento MCT Executado ( ) e Projetado ( ) Notas: não inclui as despesas financeiras e obrigatórias, pessoal e encargos; inclui somente as despesas de OCC (Outros Custeios e Capital) e os recursos da UO (Recursos sob supervisão do FNDCT) no FNDCT. Recursos para a Ciência e Tecnologia

18 Recursos do MCT e de outras fontes federais, 2007 a 2010 Fonte: LOA 2007, PLOA 2008 e PPA Elaboração: ASCAV/MCT. Notas: 1) inclui recursos sob a supervisão do FNDCT; 2) não inclui pessoal, encargos sociais e despesas financeira e obrigatórias; 3) estimativas BNDES, sujeitas a modificação anual. MME/Petrobras/Eletrobras MCT/outras ações do PPA(2) Recursos para a Ciência e Tecnologia

19 Instrumentos e Mecanismos Governamentais de Apoio à C,T&I Recursos não reembolsáveis ( Fundos Setoriais ) Recursos não reembolsáveis ( Fundos Setoriais ) Financiamentos Financiamentos Capital de Risco Capital de Risco Subvenção Econômica Subvenção Econômica Incentivos Fiscais (Lei do Bem) Incentivos Fiscais (Lei do Bem) Formação e Capacitação de Recursos Humanos Formação e Capacitação de Recursos Humanos Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Lei de Inovação Lei de Inovação Recursos para a Ciência e Tecnologia

20 Chamada Pública MCT/FINEP - 01/2006 Subvenção Econômica à Inovação Valor do Edital: R$ 300 milhões Demanda: projetos - R$ 1,9 bilhão Resultado: 147 propostas aprovadas- R$ 273,7 milhões - 12% N/NE/CO aplicações/software 15,6% biotecnologia4,5% nanotecnologia 4,5% aeroespacial 31,6% bens de capital 13,6% fármacos e medicamentos 11,3% TV digital 10,7% cerâmico 1,3% agronegócio 4,2% biomassa/energias alternativas 2,7% % valores aprovados por tema Recursos para a Ciência e Tecnologia

21 Chamada Pública MCT/FINEP Subvenção Econômica à Inovação Valor do Edital: R$ 450 milhões Demanda: propostas - R$ 4,9 bilhões Resultado: 174 propostas (59% MPE) - R$ 313,7 milhões - 30% N/NE/CO TIC e Nanotecnologia Biodiversidade, Biotecnolgia e Saúde Programas Estratégicos Desenvolvimento Social Biocombustível e Energia % valores aprovados por tema Recursos para a Ciência e Tecnologia

22 Carta-Convite MCT/FINEP - 03/2006 Subvenção Econômica - Pesquisador na Empresa Fase I (10 rodadas): Demanda propostas, R$ 34,4 milhões - cerca de 450 pesquisadores Selecionadas propostas em 15 estados, R$ 28,7 milhões (média de 3,4 pesquisadores por projeto) Fase II: em análise para contratação dos projetos selecionados - Valor do Edital - R$ 60 milhões Recursos para a Ciência e Tecnologia

23 FINEP/FNDCT – Projetos de C&T contratados (Instituições sem fins lucrativos) : projetos : projetos (+30% em 3 anos) Recursos para a Ciência e Tecnologia

24 : R$ 920,4 milhões : R$ 2.033,2 milhões (+121% em 3 anos) FNDCT/ Fundos Setoriais Execução Financeira (R$ milhões) Projetado Recursos para a Ciência e Tecnologia

25 Marco Legal LEI DO MEC - Nº , de 15 de julho de 2007 Acrescenta o Art. 19-A na Lei do Bem para incluir novo incentivo à inovação tecnológica nas ICT financiadas por empresas. LEI DO BEM - Nº , de 21 de novembro de 2005 Capítulo III - dos incentivos à inovação tecnológica - art. 17 a 26 atendendo ao disposto no Art. 28 da Lei de Inovação, fortalecendo o novo marco legal para apoio ao desenvolvimento tecnológico e inovação nas empresas brasileiras. LEI DE INOVAÇÃO - Nº , de 2 de dezembro de 2004 Incentivo à inovação tecnológica e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, organizada em 3 vertentes: ambiente propício às parcerias estratégicas estímulo à participação de ICT no processo de inovação incentivo à inovação na empresa

26 Lei nº , de 2 de dezembro de 2004 Decreto nº 5.563, de 11 de outubro de 2005 A Lei de Inovação apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica, com um esforço concentrado na pesquisa, desenvolvimento e inovação que contribuem para aumentar a competitividade das empresas nos mercados interno e externo e o melhor aproveitamento do capital intelectual do País Lei de Inovação Marco Legal

27 Inovação: introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico NIT: núcleo ou órgão constituído por uma ou mais ICT com a finalidade de gerir sua política de inovação Lei de Inovação Marco Legal

28 As três vertentes da Lei de Inovação são: 1 - a constituição de ambiente propício às parcerias estratégicas entre as ICT e empresas; 2 - o estímulo à participação de ICT no processo de inovação; e 3 - o incentivo à inovação na empresa Lei de Inovação Marco Legal

29 I - Inovação Tecnológica: concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado II - Atividades de Pesquisa Tecnológica e Desenvolvimento de Inovação Tecnológica: a) pesquisa básica dirigida: objetivo de adquirir conhecimentos quanto à compreensão de novos fenômenos, com vistas ao desenvolvimento de produtos, processos ou sistemas inovadores b) pesquisa aplicada: objetivo de adquirir novos conhecimentos, com vistas ao desenvolvimento ou aprimoramento de produtos, processos e sistemas Lei do Bem algumas definições 1/3 Marco Legal

30 c) desenvolvimento experimental: parte de conhecimentos pré- existentes, visando a comprovação ou demonstração da viabilidade técnica ou funcional de novos produtos, processos, sistemas e serviços ou, ainda, um evidente aperfeiçoamento dos já produzidos ou estabelecidos d) tecnologia industrial básica: aferição e calibração de máquinas e equipamentos; projeto e confecção de instrumentos de medida específicos; certificação de conformidade, inclusive os ensaios correspondentes; normalização ou a documentação técnica gerada; e patenteamento do produto ou processo desenvolvido e) serviços de apoio técnico: indispensáveis à implantação e à manutenção das instalações ou dos equipamentos destinados, exclusivamente, à execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento ou inovação tecnológica, bem como à capacitação dos recursos humanos a eles dedicados Marco Legal Lei do Bem algumas definições 2/3

31 III - Pesquisador Contratado: pesquisador graduado, pós- graduado, tecnólogo ou técnico de nível médio, com relação formal de emprego com a pessoa jurídica que atue exclusivamente em atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica IV - Pessoa Jurídica nas Áreas de Atuação das Extintas Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste - SUDENE e Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM: situada na área de atuação da respectiva autarquia, matriz ou não, no qual esteja sendo executado o projeto de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica Marco Legal Lei do Bem algumas definições 3/3

32 64% promoveram debates sobre a Lei 56% criaram/adaptaram estruturas administrativas ou programas visando adequar a instituição aos termos da Lei 82% possuem NIT. Antes da Lei existiam em 36% das ICT 64% têm patentes concedidas. Antes, apenas 27% tinham 82% prestam serviços à instituições públicas ou privadas, voltados para inovação ou para o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica, no ambiente produtivo. Antes eram 27% 64% já participaram de projetos visando promover a inovação em micros e pequenas empresas. Antes, 9% participavam As ICT após a Lei da Inovação Fonte: I Encontro FORTEC Renato Nunes - UNIFEI Marco Legal

33 Política de C&T Brasil: Indústria sem P&D Grandes empreendimentos estatais Substituição de importações Tecnologia externa Não política Apoio individual para estudos e pesquisa CNPq e CAPES Tempo integral nas universidades e institucionalização da pesquisa e da PG FUNTEC/BNDE;MEC/CAPES; FINEP e CNPq Esgotamento da Política Colapso do FNDCT e do fomento do CNPq Falta de sustentação do sistema de C&T Política industrial Arcabouço Cultural

34 Coréia Japão EUA Brasil Arcabouço Cultural

35 2- Artigos científicos do Brasil Comparação com países selecionados Na comparação com 8 países desenvolvidos, o Brasil passou do último lugar em 1980 para 1 o em 2005 Arcabouço Cultural

36 Evolução - Sociedade X Produção Social Produção EconômicoProdução Social Produção + Econômico Arcabouço Cultural

37 O ColonizadorO NegroO Índio Arcabouço Cultural

38 A Inversão Fundamental (e Fatal !) SubjetivoObjetivo InformaçãoDeformação InspiraçãoImitação De Dentro para ForaDe Fora para Dentro CRIAÇÃO APROPRIAÇÃO O Custo da Cópia Arcabouço Cultural

39 Processo de Inovação

40 Questões estratégicas Processo de Inovação Construção da Subjetividade Social Brasileira Consolidação de referências nacionais Percepção da necessidade

41 Processo de Inovação Questões Operacionais Pesquisa Operação Não errar Desconhecido Singular / Específico Não parar Conhecido Rotina / Geral

42 Ciência / Pesquisa Científica Pesquisa Aplicada Piloto Protótipo MERCADOMERCADO SOCIEDADESOCIEDADE Conclusão

43 Estimular a comunicação e interação entre instituições, através de redes locais de inovação. Desenvolver o P.E. da inovação alinhado ao P.E. do estado e políticas de inovação do governo federal. Definir governança, metas e acompanhamento sistemático. Usar técnicas de gestão para a percepção e consolidação de valores.

44 Ciência / Pesquisa Científica Pesquisa Aplicada Piloto Protótipo Sociedade / Mercado Conclusão

45 Não me preocupam as coisas que sei que não sei. Me preocupam as coisas que não sei que não sei. O que separa umas das outras é a percepção. (IRANI VARELLA) Conclusão

46 Uma Questão de Abrangência e Profundidade ABRANGÊNCIA SOCIEDADE (%) PROFUNDIDADEPROFUNDIDADE GRAU DE EVOLUÇÃO LINHA DO DESENVOLVIMENTO


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