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Programas e Projetos 2º Semestre 2008. II Bienal Brasileira de Design > Cobertura expressiva da imprensa brasileira e de jornalistas internacionais da.

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1 Programas e Projetos 2º Semestre 2008

2 II Bienal Brasileira de Design > Cobertura expressiva da imprensa brasileira e de jornalistas internacionais da Itália, Espanha, Inglaterra e Portugal. > Total de 40 mil visitantes. Em 2006, a primeira edição da Bienal, realizada em São Paulo, atraiu 36 mil pessoas. >Mais de mil peças idealizadas por cerca de 400 designers brasileiros estiveram à mostra em Brasília. > Design Innovation Labs: 900 participantes; foram abordados os temas: Branding e Design, Gestão do Design, Design na Era globalizada e o Future Concept Labs. > Clínicas de Design:13 empresas que investem nas áreas de vestuário e mobiliário tiveram a oportunidade de obter orientações para aperfeiçoar seus produtos e solucionar dúvidas com dois designers do SENAI; De 08 de outubro a 05 de novembro de 2008

3 > Design Week Brasil: ações realizadas - Senac São Paulo com a terceira edição do Design Essencial e o evento da PUC-Rio, debates e palestras relacionados ao design no Brasil. > Destaque Design 2008: votação online: votos de mais de 175 cidades brasileiras, chegando a receber votos de países como Paraguai, Estados Unidos e França. > Ação Educativa: visitas guiadas com 969 estudantes de ensino fundamental, médio e graduação para acompanhar a II Bienal de perto, além do projeto Picasso Não Pichava, Centro de Orientação Sócio-Educativo (Cose) e instituições que representam projetos sociais. > O Projeto Imagem, realizado em parceria com a APEX-Brasil, convidou 10 jornalistas internacionais especializados e formadores de opinião com o propósito de divulgar o design Brasileiro na imprensa estrangeira. Dos seguintes países: Argentina, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, Itália, etc. > O workshop Circuito Design PVC integrou a programação da II Bienal divulgando a oficina Objetos com Ar que foi ministrada pelo designer carioca Cláudio Martins no restaurante do Museu Nacional de Brasília.

4 Programa Modernizando a Gestão Pública

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6 Resultados do Projeto

7 > Julho Apresentação do PMGP para o Governo do Ceará Assinatura do Termo de Parceria com Governos do Mato Grosso e Bahia > Agosto Reunião de Diagnóstico com o Governo do Piauí, Pará e Roraima Apresentação do PMGP para o Governo do Rio Grande do Norte > Setembro Lançamento do PMGP no Mato Grosso com assinaturas de Termos de Doação Apresentação do PMGP para a Prefeitura de Campo Grande-MS > Outubro Apresentação do PMGP para o Governo do Mato Grosso do Sul e Prefeitura de Goiânia-GO > Novembro Apresentação do PMGP para as Prefeituras de Goiânia, Aparecida de Goiânia- GO, Prefeitura de Salvador-BA, Prefeitura de Macaé-RJ, Prefeitura de Nerópolis- GO e Movimento Novo Sul (23 municípios do RS). Palestra sobre PMGP com prefeitos da Bahia em Porto Seguro Eventos PMGP entre julho e novembro de 2008

8 Pontos Críticos FatoCausaAçãoQuem Redução dos recursos disponíveis para o Programa; Crise financeira e retração das empresas; Diretoria Novas demandas têm surgido por parte de Prefeitos eleitos, de todos os tamanhos de cidade; Os resultados alcançados nos estados e a visibilidade do projeto. Ação de alguns governadores que participam do Programa Necessidade de pensar uma forma de dar enraizamento na melhoria de gestão Possibilidade dos ganhos alcançados se perderão após a conclusão dos projetos. As atuações em novos estados terão dificuldade de financiamento e de operação; Ano pré-eleitoral pode contaminar o programa e dificultar a operacionalização. Construir um modelo ação que possa ser replicado com custos mais baixos e descentralizado; Propor um plano de ação com prioridade em prefeituras para o período de 2009 e 2010; Definir uma abordagem que possa atuar em agrupamentos de municípios (micro-região); Propor um modelo de financiamento do programa de médio e longo prazo

9 Programa Gestão Ação Conjunta

10 Estado sem prêmio MPE Estado com prêmio MPE Estado em estruturação Prêmio de Competitividade MPE Cenário 2008

11 (2009*) meta geral estabelecida a partir das metas individuais dos estados participantes. Quantidade de empresas inscritas Quantidade de empresas auto-avaliadas Quantidade de estados participantes Inscritas: Aumento de 76% com relação a 2007 Resultados – Prêmio de Competitividade MPE

12 Pontos Críticos FatoCausaAçãoQuem Possível desmobilização da rede Sebrae (estadual) no apoio ao MPE Brasil Troca de gestores do sistema Sebrae (Estados) Conselho Superior Redução do apoio financeiro para as ações de 2009 (Cerimônia Nacional, 27 estados, 75 mil MPE e ciclo nacional) Retração financeira devido a Crise e concentração em apenas 3 parceiros nacionais. Diretoria Mobilização estadual restrita a poucos parceiros, tornando a participação muito concentrada em determinados setores ou regiões estaduais Rede de parceiros locais é frágil e a participação de entidades setoriais ainda é pequena. Conselho Superior Sensibilizar e mobilizar os gestores estaduais na primeira reunião do CDN de 2009 Buscar pelo menos mais 2 patrocinadores, que tenham atuação nacional Mobilizar as entidades empresariais para apoio na mobilização e suporte, especialmente o sistema CNI.

13 Programa Inativo Programa Ativo Em (re)estruturação Programas Estaduais de Qualidade Cenário 2008

14 Pontos Críticos – TODOS ESTADOS FatoCausaAçãoQuem Os programas estaduais, em geral, têm PROBLEMAS para mobilizar lideranças que se comprometam com a causa. A mensagem (comunicação) do movimento não tem mobilizado; Os resultados e as ações dos movimentos estaduais são pouco tangíveis; As ações dos movimentos estaduais são difusas e não há um clara visão do objetivo de um movimento estadual Conselho Superior Conselho das Partes Interes. Conselho Superior Conselho das Partes Interes. Diretoria A sustentabilidade dos programas estaduais tem sido um problema recorrente, devido a variação no comprometimento das instituições e lideranças locais, gerando falta de estrutura física, pessoal e financeira. A falta de parceiros nacionais, a exemplo do MPE Brasil, restringe a capacidade de operação dos movimentos estaduais; Dificuldade, em nível estadual, para a mobilização de recursos e parcerias com entidades, setor público etc; Parceiros locais têm restringido seu apoio, inviabilizando alguns programas. 1. Rever o posicionamento de marcar, imagem e comunicação do Movimento Nacional e o desdobramento estadual; 2. Construir um termos de referência dos objetivos, ações, indicadores e modo de operação dos movimentos estaduais em consenso com as lideranças estaduais; 3. Buscar um parceiro nacional, que tenha desdobramento estadual, a exemplo do Sebrae no MPE Brasil; 4. Criar uma sistemática de interlocução entre as lideranças nacionais e as lideranças estaduais do movimento; 5. Mobilizar uma rede de parceiros nacionais que viabilizem uma parcela da sustentabilidade financeira dos estados; 6. Integrar os movimentos estaduais nas ações regionais.

15 Programa Inovação >> 8 estados em 3 meses (Agosto/Setembro/ Outubro): AC, AL, MG, PB, PE, PR, SC e SE

16 > Dos 9 eventos, 4 cidades eram no interior > Público alvo: Micro e Pequenas Empresas > Público esperado: 800 participantes > Público atingido: 1700 participantes > 1600 Manuais de Inovação distribuídos > Índice de satisfação: 82% dos participantes marcaram SATISFEITOS com a realização do evento. > Um Comitê Estadual de Tecnologia e inovação formado (Maceió/AL) > 21 organizações e lideranças MOBILIZADAS: > Federações de Indústrias > Instituto Euvaldo Lodi (UF) > Programas da Qualidade e Competitividade. Fatos Relevantes

17 Pontos Críticos – PROGRAMA INOVAÇÃO FatoCausaAçãoQuem Demanda de novos seminários nos outros estados e em cidades do interior Os resultados foram positivos e mobilizaram várias instituições. Tanto programas estaduais como outras instituições têm solicitado o evento Diretoria Criação do Prêmio Nacional de Gestão da Inovação para micro e pequenas empresas A proposta foi aprovada na última reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia Diretoria Propor ao MCT a continuidade no projeto Mobilizar para Inovar 3, atendendo demandas do Pró-Inova Aprovar o Termo de Referência e o plano de trabalho junto ao MCT Mobilizar outros parceiros para o projeto como CNI, Sebrae e FNQ

18 Movimento Brasil Competitivo Claudio Leite Gastal Diretor-Presidente MBC Brasília / Brazil


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