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Infecção pelo Citomegalovírus e Epstein-Barr Vírus 2004 Prof. Luís Henrique Barbosa Borges.

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Apresentação em tema: "Infecção pelo Citomegalovírus e Epstein-Barr Vírus 2004 Prof. Luís Henrique Barbosa Borges."— Transcrição da apresentação:

1 Infecção pelo Citomegalovírus e Epstein-Barr Vírus 2004 Prof. Luís Henrique Barbosa Borges

2 Herpesvírus - Propriedades grande no de enzimas; síntese de RNA viral e a montagem do capsídeo ocorrendo no núcleo; produção de progene infeccioso c/ destruição da célula infectada; manutenção da latência em hosp. naturais, c/ limitada expressão dos genes virais.

3 Herpesvírus - Estrutura envelope tegumento capsídeo core DNA O CITOMEGALOVÍRUS é o maior vírus que infecta humanos

4 Herpesvírus Infecção latente (persistente) Síntese de algumas proteínas Reativação Doença grave em imunocomprometido ou oncogênese Tratamento específico/ profilaxia Infecção aguda quadro benigno auto-limitado (exceto infecção perinatal) Tratamentosintomático

5 Herpesvírus Vírus Infecção Recorrência Dça em primária imunodeprimido HVS-1 HSV-2 VVZ EBV CMV HHV-6 HHV-7 HHV-8 gengivo-estomatite herpes genital varicela mononucleose roséola infantun ? úlceras labiais, encefalite úlceras genitais zóster ? inf. disseminada leucopl pilosa/dça linfoproliferativa retinite/dça TGI / encefalite/hepatite ? sarcoma de Kaposi

6 Mononucleose Infecciosa Mononucleose Infecciosa Infecção pelo Epstein-Barr vírus

7 Mononucleose - Epidemiologia ambos sexos 2 ondas de soroconversão: –antes dos 5 anos-50% da população –metade da segunda década. países tropicais – infecção mais precoce. 90 a 95% da população adulta tem anticorpos anti-EBV incidência sem relação sazonal

8 Mononucleose - Epidemiologia Vias de Disseminação transmitido pela saliva (beijo, espirro, tosse ou fala) e transfusão persiste na faringe até 18m após a recuperação clínica o EBV encontra-se em 20% das orofaringes de pessoas sãs.

9 Período de incubação de 30 a 50 dias. Infecçãoinicial Mononucleose - Patogenia

10 primeiras semanas de infecçãoprimeiras semanas de infecção: – linfocitose mononuclear- linfóc. T função citotóxica supressora células NK. CD8 ativados são linfóc atípicos –supressão da síntese de Ig pela ação de Linf T – IL2, IL6, IL10 e TNF-alfa

11 Mononucleose - Patogenia Final da doençaFinal da doença –recuperação e presença de imunidade celular e humoral –EBV não é eliminado do hospedeiro –torna-se latente ou persistente no organismo

12 Mononucleose - Quadro Clínico Mononucleose clássicaMononucleose clássica –amigdalite, febre e linfadenopatia; Acs heterófilos –aparecimento transitório de Acs heterófilos; –hemograma c/ leucocitose - linfocitose atípica

13 Mononucleose - Quadro Clínico Mononucleose clássicaMononucleose clássica –Crianças –frequentemente assintom. 50% são Acs heterófilos negativos. –Crianças maiores - rash, neutropenia, pneumonia –Adolescentes – 90% c/ infecção aparente são heterófilos positivos

14 –início abrupto –pródromos – calafrios, suores, sensação de febre, anorexia e astenia. –Freqüentes: cefaleia retro-orbital,cefaleia retro-orbital, mialgia,mialgia, peso abdominalpeso abdominal Mononucleose - sintomas clínicos

15 –linfadenopatia –faringite com exsudato e amígdalas –febre – 38 a 39 o C – 10 a 14 dias –esplenomegalia e hepatomegalia –enantema do pálato –icterícia –rash macular, petequial ou urticariforme –reação à ampicilina Mononucleose - sinais clínicos

16 Tonsilite / Faringite

17 Mononucleose - Complicações HematológicasHematológicas –anemia hemolítica auto-imune (3%), síndrome hemofagocítica,trombocitopenia Rutura esplênicaRutura esplênica -rara NeurológicasNeurológicas – (<1%) –encefalite, meningite, mielite, Guillain-Barré, neurite óptica, HepáticaHepática 80-90%

18 Mononucleose - Complicações Infecção Crônica ou Persistente pelo VEB –Síndrome da Fadiga Crônica fadiga, disfunção cognitiva leve, dor de garganta títulos de anticorpos. –Associação c/ Linfoma de Burkitt e outros Linfomas e Carcinoma de Nasofaringe

19 Mononucleose - Diagnóstico Diferencial Infecção pelo citomegalovírusInfecção pelo citomegalovírus Toxoplasmose agudaToxoplasmose aguda Hepatite aguda viralHepatite aguda viral RubéolaRubéola CaxumbaCaxumba Reação à drogaReação à droga Amigdalite estreptocócicaAmigdalite estreptocócica Infecção aguda pelo HIVInfecção aguda pelo HIV

20 Mononucleose - Diagnóstico HemogramaHemograma –linfocitose + monocitose- 60/70% dos leucócitos –linfocitose atípica- > 10% –neutropenia absoluta e relativa Função hepáticaFunção hepática –TGO/TGP/DHL alterados em 90% dos casos

21 Mononucleose - Diagnóstico Anticorpos heterófilosAnticorpos heterófilos –90% dos casos- Acs que aglutinam hceas de carneiro. –título - mais alta diluição do soro em que hceas de carneiro são aglutinadas, após absorção do soro testado em rim de cobaia

22 Mononucleose - Diagnóstico Anticorpos específicos anti-EBVAnticorpos específicos anti-EBV –Acs anti-VCA IgM / IgG – 90% de positividade –Anticorpos anti-EBNA Cultura do VírusCultura do Vírus –cultivo do lavado de orofaringe ou linfócitos circulantes (80-90% dos caso)

23 Mononucleose - Tratamento SuporteSuporte –aspirina ou acetaminofem, higiene oral com água salgada morna CorticóideCorticóide ?? - para as complicações –insuficiência respiratória, trombocitopenia grave,anemia hemolítica. Antiviral EspecíficoAntiviral Específico –sem benefícios comprovados

24 Infecção pelo Citomegalovírus (CMV)

25 Citomegalovírus Infecção comum na população humana –60 a 70% em centros urbanos –100% em algumas partes da África Doenças relacionadas: –síndrome congênita fatal –mononucleose em indivíduos saudáveis –doença grave em imunodeprimido

26 CMV - Epidemiologia Importância O citomegalovírus é o agente mais comum causando infecção oportunística, c/ alta morbidade e mortalidade

27 CMV - Epidemiologia Transmissão Transmissão: geralmente sem fonte óbvia beijo, contato sexual e transfusãotransmissão por beijo, contato sexual e transfusão

28 CMV - Quadro Clínico AssintomáticoAssintomático –maioria dos casos e as crianças Mononucleose por citomegalovírusMononucleose por citomegalovírus –21% dos casos de Mononucleose –teste do Ac heterófilo é negativo Síndrome tifoídicaSíndrome tifoídica –febre, LN e esplenomegalia LinfocitoseLinfocitose > 50%, c/ atipia > 10%

29 CMV - Complicações pneumonia intersticialpneumonia intersticial hepatitehepatite síndrome de Guillain-Barrésíndrome de Guillain-Barré meningoencefalitemeningoencefalite miocarditemiocardite trombocitopenia e anemia hemolíticatrombocitopenia e anemia hemolítica

30 CMV em Imunodeprimido Paciente com Aids Paciente com Aids (CD4 < 50 céls/mm 3 ) retinite, colite, esofagite, acometimento SNC Paciente c/ transplante medula óssea pneumonia intersticial

31 Retinite pelo CMV em paciente com AIDS

32 Esofagite pelo CMV em paciente com AIDS

33 CMV em Imunodeprimido Pacientes c/ transplante hepático hepatite Pacientes c/ transplante renal síndrome do CMV rejeição do rim transplantado hepatite,...

34 CMV - Infecção Congênita Ocorre em 0,5 a 22% dos nascidos vivos Doença de inclusão citomegálica fulminante:Doença de inclusão citomegálica fulminante: –icterícia –hepatoesplenomegalia –rash petequial –envolvimento de vários órgãos –SNC: microcefalia, coriorretinite, calcificações cerebrais

35 CMV - Diagnóstico Detecção de AnticorposDetecção de Anticorpos –IgG e IgM Detecção de AntígenosDetecção de Antígenos –antigenemia –antigenorraquia Detecção do DNA por PCRDetecção do DNA por PCR Cultivo viralCultivo viral

36 CMV - Diagnóstico Anátomo-patológicoAnátomo-patológico –inclusão citomegálica

37 CMV - Tratamento Indicado p/ paciente imunocomprometido –Ganciclovir –Foscarnet –CidofovirPrevenção –Pacientes com Aids –Transplantados Seleção do doador Transfusão de sangue anti-CMV negativo

38 Infecção pelo Citomegalovírus e Epstein-Barr Vírus Prof. Luís Henrique Barbosa Borges


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