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Jornada Pedagógica CURRÍCULO, LIVRO DIDÁTICO E O PAPEL DO PEDAGOGO Marlene Lucia Siebert Sapelli Unicentro/PRAdaptações/NRE-Apucarana.

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1 Jornada Pedagógica CURRÍCULO, LIVRO DIDÁTICO E O PAPEL DO PEDAGOGO Marlene Lucia Siebert Sapelli Unicentro/PRAdaptações/NRE-Apucarana Equipe Pedagógica/CGE

2 O Currículo expressa... Evolução e aperfeiçoamento; Evolução e aperfeiçoamento; Descontinuidades e rupturas; Descontinuidades e rupturas; Como se organiza o conhecimento escolar : dinâmico ou estático; Como se organiza o conhecimento escolar : dinâmico ou estático; Um processo social; Um processo social; Um conjunto de conhecimentos considerados socialmente válidos; Um conjunto de conhecimentos considerados socialmente válidos;

3 O Currículo expressa... Efeitos sobre as pessoas; Efeitos sobre as pessoas; O reflexo de interesses sociais determinados; O reflexo de interesses sociais determinados; preocupação com os determinantes sociais e políticos do conhecimento escolar. preocupação com os determinantes sociais e políticos do conhecimento escolar.

4 O QUE O CURRÍCULO OCULTA?

5 O Currículo oculta: A intencionalidade; A intencionalidade; A alienação; A alienação; A passividade; A passividade; A indiferença; A indiferença; A omissão; A omissão; O poder... O poder...

6 O currículo é a expressão de como concebemos o trabalho no interior da escola, porque o próprio currículo traz consigo um projeto pedagógico e social.

7 AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS TANTO REVELAM QUANTO MARCARAM A FORMA PELA QUAL A ESCOLA CONCEBE O CURRÍCULO

8 História do lenhadorHistória do lenhador. História do lenhador É dito que um vigoroso lenhador num dia conseguiu derrubar 70 árvores, ao passo que o máximo que haviam derrubado eram 72 árvores. No dia seguinte, querendo entrar para a história, acordou um pouco mais cedo, trabalhou duro, mas cortou apenas 68 árvores. No dia imediato, acordou ainda mais cedo, esforçou-se ainda mais, almoçou correndo e cortou apenas 60 árvores. Assim, desgostoso e desolado, sentou-se à beira do refeitório. Um velho lenhador, já sem vigor físico, mas experiente, ficou com pena do jovem e chegando ao seu lado, perguntou: É dito que um vigoroso lenhador num dia conseguiu derrubar 70 árvores, ao passo que o máximo que haviam derrubado eram 72 árvores. No dia seguinte, querendo entrar para a história, acordou um pouco mais cedo, trabalhou duro, mas cortou apenas 68 árvores. No dia imediato, acordou ainda mais cedo, esforçou-se ainda mais, almoçou correndo e cortou apenas 60 árvores. Assim, desgostoso e desolado, sentou-se à beira do refeitório. Um velho lenhador, já sem vigor físico, mas experiente, ficou com pena do jovem e chegando ao seu lado, perguntou: - Meu filho, quanto tempo você separou para afiar o machado?

9 COMO ANDAM NOSSAS CERTEZAS EM RELAÇÃO AO NOSSO TRABALHO?

10 O que mudamos na nossa prática tendo como referência as DCEs e os materiais didáticos disponíveis?

11 QUE OBJETIVOS PRETENDEMOS ALCANÇAR COM NOSSO TRABALHO NA ESCOLA? NÃO EXISTE NEUTRALIDADE AO DEFINIRMOS O CURRÍCULO ESCOLAR.

12 OBJETIVOS 1.Apropriar-se e socializar o conhecimento científico 2.Compreender dialeticamente a realidade 3.Comprometer-se com a realidade enquanto sujeito de pensamento e ação, posicionando-se diante da sociedade de classes.

13 QUAL A DIFERENÇA ENTRE MÉTODO E METODOLOGIA? QUE MÉTODO CONTRIBUIRIA PARA ALCANÇARMOS ESSES OBJETIVOS?

14 Método (do Grego methodos, met' hodos que significa, literalmente, "caminho para chegar a um fim"); delimita o modus da obtenção do conhecimento; teoria que orienta a prática; opção de abordagem; um procedimento racional e ordenado (forma de pensar).

15 Método... Caminho Teórico – Possibilita a interpretação da realidade posta. Não considerar a dimensão teórica da metodologia de ensino, por ela organizar a forma prática do trabalho educativo, é colaborar com a alienação dos envolvidos com a educação escolar.

16 Metodologia é a combinação entre recursos materiais e técnicas utilizados para realizar o trabalho pedagógico, é o modo de operacionalizar.

17 O novo nasce do velho; mas às vezes o novo só esconde o velho... Não precisamos abandonar tudo o que sabemos e fazemos

18 Na Teoria e no Método Dialético... - O novo nasce do velho - O novíssimo nasce do novo A prática educativa é uma prática em constante mudança.

19 Segundo Pires (1996, p. 86) compreender o método é instrumentalizar-se para o conhecimento da realidade. Definir o método é uma ação política, não existe neutralidade ao fazê-lo.

20 EM RELAÇÃO AS NOSSAS CONCEPÇÕES ? QUE SUJEITOS QUEREMOS FORMAR? PARA QUAL SOCIEDADE?

21 A águia que virou galinha Autor - James Aggrey Um camponês criou um filhotinho de águia junto com suas galinhas. Tratando-a da mesma maneira que tratava as galinhas, de modo que ela pensasse que também era uma galinha. Dando a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-a ciscar para complementar a alimentação, como se fosse uma galinha. E a águia passou a se portar como se galinha fosse. Certo dia, passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês: - Isto não é uma galinha, é uma águia! O camponês retrucou: - Agora ela não é mais uma águia, agora ela é uma galinha! O naturalista disse: - Não, uma águia é sempre uma águia, vamos ver uma coisa.. Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse: - Voa, você é uma águia, assuma sua natureza !

22 Mas a águia não voou, e o camponês disse: - Eu não falei que ela agora era uma galinha! O naturalista disse: - Amanhã, veremos... No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha. O naturalista levantou a águia e disse: - Águia, veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo, veja, todas estas nuvens podem ser suas. Desperte para sua natureza, e voe como águia que és... A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, ficou um pouco confusa no inicio, sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada. Então ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou devagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul. Criam as pessoas como se galinhas fossem, porém, elas são águias.

23 QUAL A INTENCIONALIDADE POSTA HOJE NO CURRICULO? - Educadores como classe trabalhadora? -Temos definido onde queremos chegar? -Damos conta de todo conhecimento? – recortes intencionais do conteúdo- caráter político do currículo. -Critérios –considerar a realidade como ponto de partida e ficar nela?

24 Diretrizes curriculares do Paraná Materialismo histórico dialético A análise parte da materialidade, da concreticidade (movimento do pensamento através da materialidade histórica da vida dos homens em sociedade) Categoria principal de análise – trabalho concreto abstrato – concreto pensado Síncrese – análise – síntese

25 É PELA CONTRADIÇÃO EXISTENTE NA ESCOLA QUE TEMOS QUE FALAR EM CURRÍCULO... COMEÇANDO POR ENTENDER A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA... DEVEMOS TER CLAREZA DO QUE CHEGA NAS ESCOLAS... O BANCO MUNDIAL FINANCIA MAS INTERFERE...

26 Trabalho como princípio educativo - traz para a educação a tarefa de educar pelo trabalho e não para o trabalho, isto é, para o trabalho amplo, filosófico, trabalho que se expressa na práxis (articulação da dimensão prática com a dimensão teórica, pensada) A própria consciência do homem é social, ou seja, é construída socialmente Análise a partir do contexto sócio-histórico de forma dialética (movimento, contradição, mudanças qualitativas e quantitativas); Autores: Marx, Engels, Gramsci, Saviani, Newton Duarte, Lígia Klein, Mészáros, Vygotsky, Lukács, Leontiev, Luria, Wallon, Lênin, Ricardo Antunes, José Claudinei Lombardi, José Luís Sanfelice, Pistrak, Makarenko...

27 Tu sabes, conheces melhor do que eu a velha história. Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na Segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. Tu sabes, conheces melhor do que eu a velha história. Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na Segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. (Eduardo Alves da Costa)

28 PARA FINALIZAR... QUANDO O CURRÍCULO EXPRESSA A CONCEPÇÃO DE MÉTODO DIALÉTICO...?

29 Quando nos percebemos como sujeitos históricos e percebemos que a prática social é concebida nas suas contradições internas e em seus condicionantes sociais, politicos, culturais, econômicos, históricos, que dialeticamente determinam quem somos ao passo em que também são determinados por nós: sujeitos que podemos e devemos perceber o mundo em suas contradições e coletivamente fazer história!!!

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