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Fabiana, Késia, Maria José, Raquel e Thalyta 1º FAE – Maio 2006.

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1 Fabiana, Késia, Maria José, Raquel e Thalyta 1º FAE – Maio 2006

2 Origem do trabalho Na sociedade Pré-industrial não havia distinção nítida entre o lar e trabalho. A invenção de alguns instrumentos foram feitas para tentar adaptar os membros humanos e seu ritmo de trabalho. A primeira evolução do trabalho:concorrência entre o braço humano e as maquinas. A segunda foi a concorrência da maquina de calcular pelo cérebro humano.

3 Karl Marx Karl Marx,nasceu na Alemanha ( ) Grande crítico do capitalismo Ambicionava uma grande transformação política, social e econômica Luta das classes( luta do homem por interesses opostos) Sua obra mais conhecida foi: O Capital

4 Linhas de pensamentos e concepções sobre o trabalho. Taylorismo: O taylorismo é baseado nos estudos de Frederick Taylor,homem de formação puritana e princípiosO taylorismo é baseado nos estudos de Frederick Taylor,homem de formação puritana e princípios rígidos. Acreditava que o trabalho merecia uma atenção sistematizada,realçado com um método científico de organização do trabalho Tinha a idéia que o trabalhador teria que produzir muito em uma determinada quantidade de tempo.Essa é a manifestação concreta do tempo transformado em mercadoria

5 Fordismo Henry Ford foi o criador do fordismo e seguiu a mesma trilha aberta por por Taylor,mecanizando o trabalho e o trabalhador. Lançou a linha de montagem que permitiu a padronização do trabalho

6 Experiência humana com o tempo Mostrou que a automatização total de uma fabrica continua inviável,porque apesar de os empresários tentarem não depender do saber pratico do homem,o capitalismo só tem possibilidade de funcionar com a contribuição da atividade humana.

7 Trabalho na Era Vargas: Foram criadas leis trabalhistas,que incluía o direito ao salário mínimo Foi a era de industrialização do país. Criação de empresas estatais e infra-estrutura para o país. O Brasil passou a ser um país agrícola e industrial.

8 "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da produção veloz, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz em grande escala, tem provocado a escassez. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade; mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura! Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido." (Charles Chaplin, em discurso proferido no final do filme O grande ditador).

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10 Da obrigação à conseqüência Trabalho como obrigação humana Duplo sentido: Pejorativo e Sublime Pejorativo em destaque TRIPALIUM – Trabalho em latim

11 Regulação pública do trabalho Sociedades agrárias – 70% do tempo da vida humana Sociedades industriais – 45% do tempo da vida humana

12 Programa renda familiar mínima Programa bolsa trabalho: Bolsa trabalho cursinho Bolsa trabalho estágio Bolsa trabalho emprego Programa operação trabalho Programa começar de novo Começar de novo emprego

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14 EMPREGO É a função e a condição das pessoas que trabalham, em caráter temporário ou permanente, em qualquer tipo de atividade econômica.

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17 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES DESEMPREGO - condição ou situação das pessoas incluídas na faixa das "idades ativas" (em geral entre 14 e 65 anos), que estejam, por determinado prazo,sem realizar trabalho em qualquer tipo de atividade econômica.

18 TIPOS DE DESEMPREGO Desemprego estrutural: Explica-se pelo excesso de mão-de-obra empregada na agricultura e atividades correlatas e pela insuficiência dos equipamentos de base que levariam à criação cumulativa de emprego. Desemprego tecnológico: Resulta da substituição do homem pela máquina e é representado pela maior procura de técnicos e especialistas e pela queda, em maior proporção, da procura dos trabalhos meramente braçais.

19 Desemprego conjuntural: Quando os bancos retraem os créditos, desestimulando os investimentos, e o poder de compra dos assalariados cai em conseqüência da elevação de preços. Desemprego friccional: Motivado pela mudança de emprego ou atividade dos indivíduos. É o tipo de desemprego de menor significação econômica. Desemprego temporário: Forma de subemprego comum nas regiões agrícolas, motivado pelo caráter sazonal do trabalho em certos setores agrícolas.

20 DESEMPREGO NA AMÉRICA LATINA: Calcula-se que nos países menos desenvolvidos de 25 a 30% do potencial de trabalho seja perdido por meio do desemprego e do subemprego. No entanto, a taxa de crescimento demográfico extremamente alta não é a principal causa de subutilização da força de trabalho. O problema se deve basicamente a graves desequilíbrios e inadequações nos sistemas econômicos e sociais desses países. Entre esses fatores, aponta-se a má distribuição de renda.

21 Desemprego no Brasil O Brasil tem 7,6 milhões de desempregados segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 1999 (PNAD-1999). Ele fica em terceiro lugar em número de desempregados no mundo. Acima dele estão a Índia, com quase 40 milhões, e a Rússia com 9,1 milhões, segundo cálculo foi feito pelo economista Márcio Pochmann da Unicamp. Em agosto de 2000, a taxa média de desemprego foi de 7,15%. Esse cálculo é feito pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país e serve como indicativo da taxa global do Brasil.

22 Taxas de Desemprego no Brasil Em 1990 – 4,06% Em 1998 – 7,80% Em 2000 – 7,65% O fator que mais contribui para o aumento do desemprego é o baixo ritmo de crescimento econômicos do país.

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24 Há 30 anos, não existia uma Lei do exercício profissional de enfermagem. ENFERMEIRO-PADRÃO (profissional com formação em nível superior). PARTEIRA E OBSTETRIZ (com formação específica em nível superior). AUXILIARES DE ENFERMAGEM (formados em cursos profissionalizantes após concluírem o antigo Ginásio). TÉCNICOS DE ENFERMAGEM (formados ao nível do atual ensino médio). ATENDENTES DE ENFERMAGEM (leigos, formados em cursos-relâmpago).

25 COREN-SP O Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo. Foi fundado em 18 de agosto de 1975 o COREN-SP. Uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério do Trabalho. Órgão fiscalizador e regulamentador dos enfermeiros, técnicos e auxiliares

26 OBJETIVO: Tendo por princípio a necessidade de orientar o profissional quanto aos possíveis deslizes éticos e legais decorrentes do mau exercício da enfermagem antes de efetivamente puni-lo.

27 Até então, ninguém poderia dizer com precisão quantos eram e onde estava cada um dos profissionais atuantes no Estado. Criou uma estrutura de cadastramento de todos os profissionais de São Paulo Fiscalizar e afastar leigos na assistência ao paciente. Seminários que estimulou as denúncias sobre o exercício ilegal da profissão ou procedimentos que não estivessem de acordo com a ética e a legislação da enfermagem.

28 Mesmo 21 anos após o início do Conselho havia cerca de 60 mil atendentes atuando na assistência ao paciente. Com a intensificação da fiscalização, eles foram afastados e estimulados a buscarem a profissionalização. A categoria de auxiliares de enfermagem apresentou um crescimento sensível a partir daquele ano, representando hoje a maior dentre as três categorias da enfermagem.

29 Após 2003 a formação do auxiliar de enfermagem foi considerada apenas como uma etapa para a habilitação como técnico de enfermagem. Diminuição da categoria de auxiliares, aumentando a inscrição de técnicos de enfermagem. A fiscalização tornou-se ao longo dos anos o coração do COREN-SP, garantindo a qualidade de quem cuida, para oferecer um cuidar com qualidade.

30 A enfermagem cresce no interior do estado O interior de São Paulo possui cerca de 119 mil profissionais cadastrados, o que corresponde a 44% dos inscritos no COREN-SP Aumento acontece também devido ao aumento do número de instituições de ensino no estado.

31 Hoje, o COREN-SP é a garantia à sociedade de que em cada uma das instituições de saúde públicas e privadas de São Paulo, os pacientes estão sendo assistidos por profissionais de verdade

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33 Nos anos 80: Baixa autonomia Pouca inserção em postos de direção Emprego formal e forte assalariamento

34 Na atualidade: Maior visibilidade profissional Aumento da autonomia Diversificação das formas de vinculação ao trabalho Inserção em postos de direção, principalmente no setor público A profissão ainda é predominantemente feminina

35 Média salarial Espírito Santo – R$1450,35 Rio de Janeiro – R$1251,00 Minas Gerais – R$1339,33 São Paulo – R$1690,73 Média nacional – R$1408,34

36 Mercado de trabalho Região Sudeste: 45% dos enfermeiros são incorporados ao PSF através de contrato temporário Com as demais formas flexíveis de contrato de trabalho, 58% dos enfermeiros não possuem garantias jurídicas e direitos trabalhistas na região

37 Condições de Trabalho As condições de trabalho dos enfermeiros nos hospitais há muito tempo tem sido consideradas inadequadas devido as especificidades do ambiente e das atividades insalubres executadas.

38 O desgaste físico e emocional, a baixa remuneração e o desprestígio social são fatores associados às condições de trabalho do enfermeiro, que vem refletindo negativamente na qualidade da assistência prestada ao cliente, levando ao abandono da profissão e conseqüentemente a escassez de profissionais no mercado de trabalho.

39 Segundo pesquisa do USA TODAY em 2006, em quatro de cinco países, 40% dos enfermeiros disseram estar insatisfeitos com seu trabalho atual e um em cada cinco enfermeiros, em todas as faixas etárias, afirmou que pretendia deixar o trabalho no período de 1 ano.

40 Sendo o cuidado de enfermagem o objeto de nosso trabalho, não podemos aceitar tal situação. Para tanto devemos nos mobilizar para melhorar nossas condições de trabalho e continuar executando uma assistência de enfermagem de qualidade cumprindo assim nosso real papel profissional.

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42 A história da enfermagem revela que ela é formada por batalhas. O profissional de enfermagem é aquele que menos retorno recebe em relação ao seu trabalho. O trabalho na sociedade contemporânea é o eixo central da vida de uma pessoa. Muitos enfermeiros se sentem deprimidos devido ao não- reconhecimento da sua função.

43 Fatores que atrapalham o crescimento da enfermagem Carência de veículos de publicação científica Poucos recursos para realização de pesquisas Cursos de graduação pouco qualificados Perda do atendimento personalizado para o impessoal Falta de confiança dos profissionais em si mesmos e na profissão.

44 A enfermagem tem ocupado a cada dia uma posição de destaque na equipe de saúde. Ousadia, aprendizado contínuo, capacitação profissional, pesquisa e busca por novas áreas. A enfermagem brasileira tem conseguido elevar seus conhecimentos ao status de referência em saúde

45 Acreditar no trabalho da enfermagem é procurar meios para valorizá-la em meio à sociedade.


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