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TEORIA DO CURRÍCULO? Pós-Estruturalismo: corrente de análise social e cultural; Pós-Estruturalismo: corrente de análise social e cultural; Teorias não.

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2 TEORIA DO CURRÍCULO? Pós-Estruturalismo: corrente de análise social e cultural; Pós-Estruturalismo: corrente de análise social e cultural; Teorias não se limitam a descobrir, descrever e explicar; Teorias não se limitam a descobrir, descrever e explicar; As teorias produzem objetos. Ao descrever um objeto, a teoria, de certo modo, inventa-o (é uma construção social). As teorias produzem objetos. Ao descrever um objeto, a teoria, de certo modo, inventa-o (é uma construção social). Visão da Teoria como Discurso ou Texto; Visão da Teoria como Discurso ou Texto;

3 Então: Um discurso sem currículo produz ou constrói uma visão particular de currículo. Então: Um discurso sem currículo produz ou constrói uma visão particular de currículo. Procura-se: uma compreensão da noção de teoria que nos mantenha atentos ao seu papel ativo na constituição daquilo que ela supostamente descreve. Procura-se: uma compreensão da noção de teoria que nos mantenha atentos ao seu papel ativo na constituição daquilo que ela supostamente descreve. Portanto: Não há uma definição pronta e acabada de currículo; um verdadeiro significado. Portanto: Não há uma definição pronta e acabada de currículo; um verdadeiro significado. TEORIA DO CURRÍCULO?

4 Tentativa de expressar idéias s/ currículo da forma como ele é definido por diferentes autores e teorias A questão da definição de currículo é: Menos ontológica: O que é currículo? Mais histórica: como, em diferentes momentos, em diferentes teorias, o currículo tem sido definido?

5 Quais as questões uma teoria do currículo buscaria responder? O que ensinar? Natureza da Aprendizagem Natureza Humana Natureza do conhecimento Cultura & Sociedade O que as pessoas devem saber??

6 Qual conhecimento ou saber é considerado importante/válido/essencial para merecer ser considerado parte do currículo? Critérios de seleção de conteúdos: Critérios de seleção de conteúdos: De um universo mais amplo de conhecimentos e saberes seleciona-se aquela parte que interessa ao currículo. De um universo mais amplo de conhecimentos e saberes seleciona-se aquela parte que interessa ao currículo. Portanto, a pergunta o que ensinar? nunca pode ser deslocada de outra pergunta fundamental: Portanto, a pergunta o que ensinar? nunca pode ser deslocada de outra pergunta fundamental: O que as pessoas devem ser? O que as pessoas devem ser? O que elas vão se tornar? O que elas vão se tornar? Devemos pensar o que ensinar a partir das pessoas que vamos formar e para quê formar. Devemos pensar o que ensinar a partir das pessoas que vamos formar e para quê formar.

7 Etimologia: Currículo curriculum No curso da corrida que é o currículo, o que nos tornamos? No curso da corrida que é o currículo, o que nos tornamos? Afinal: um currículo busca precisamente modificar as pessoas que vão seguir aquele currículo; Afinal: um currículo busca precisamente modificar as pessoas que vão seguir aquele currículo; Qual é o tipo de ser humano desejável para um determinado tipo de sociedade? Qual é o tipo de ser humano desejável para um determinado tipo de sociedade? Racional e Ilustrada: Modelos Humanistas; Racional e Ilustrada: Modelos Humanistas; Otimizadora e competitiva: Modelos Tecnicistas e Neoliberais; Otimizadora e competitiva: Modelos Tecnicistas e Neoliberais; Desconfiada e crítica dos arranjos sociais existentes: Modelos Críticos. Desconfiada e crítica dos arranjos sociais existentes: Modelos Críticos.

8 Currículo & Identidades Toda essa questão passa por uma discussão sobre identidades. Por isso o currículo é também uma questão de identidade: indivíduo sociedade

9 TEORIAS DE CURRÍCULO TRADICIONAIS Ensino; Aprendizagem; Metodologia; Avaliação; Didática; Organização; Planejamento; Objetivos CRÍTICAS Ideologia; Reprodução Cultural e Social; Poder; Classe Social; Capitalismo; Relações Sociais de Produção; Conscientização; Emancipação e Libertação; Currículo Oculto e Resistência PÓS-CRÍTICAS Identidade, Alteridade, Diferença, Subjetividade, Significação e Discurso; Saber-Poder; Representação; Cultura; Gênero, Raça, Etnia, Sexualidade, Multiculturalismo

10 O começo da crítica: Final da década de 60 e anos 70-80: Movimentos contestadores e reivindicatórios; Livros, ensaios, teorizações que colocavam em cheque o pensamento e a estrutura educacional tradicional; Explosão da literatura crítica (70-80) Movimento mundial: EUA: Movimento de Reconceptualização (Pinar, Apple, Giroux) Inglaterra: Nova Sociologia da Educação (Michael Young); Brasil:Paulo Freire, Saviani, Libâneo França: Althusser, Bourdieu e Passeron; Baudelot e Establet

11 Conteúdo da crítica: Os modelos tradicionais não estavam preocupados em fazer qualquer tipo de questionamento relativamente aos arranjos: Sociais; Educacionais – vinculados a estrutura social vigente; Teorias Tradicionais: teorias de aceitação, ajuste e adaptação; Teorias Críticas: teorias de desconfiança, questionamento e transformação radical.

12 Quadro Resumo das tendências críticas: TendênciaReferênciasConceitos/InteressesRepresentantes Crítico- ReprodutivistaFrança Filosofia Marxista Sociologia Crítica EUA Ideologia e Educ./AIE Reprodução Cult/Violência Simb Escola Dualista Relações sociais na escola Louis Althusser Bourdieu e Passeron Baudelot e Establet Bowles e Gintis Movimento Reconceptualista Sociologia Crítica Neomarxismo Educação (EUA) Fenomenologia/Psicanálise Análise crítica do currículo Relação: estruturas econômicas e políticas e reprod. Cultural Michael Apple Henry Giroux Willian Pinar Pedagogias Dialéticas Marxismo humanista Fenomenologia Existen- cialista e Cristã Marxismo (Gramsci) Educação Bancária. Emancipação do indivíduo e sociedade oprimidas PHC emancipação/ Transf. Soc Paulo Freire Saviani Nova Sociologia da Educação Sociologia (Inglaterra) Crítica sociológica e histórica dos currículos existentes Quais interesses cercam o processo de seleção de currículos? (organização curric) Conexões:currículo & poder Michael Young Códigos e Reprodução CulturalInglaterra Teoria Sociológica do Currículo Códigos de conduta Noção de poder (Foucault) Códigos transmitidos no processo Basil Berstein

13 O currículo oculto O currículo oculto é geralmente associado as mensagens de natureza afetiva, como atitudes e valores, porém não é possível separar os efeitos destas mensagens das de natureza cognitiva. O currículo oculto é geralmente associado as mensagens de natureza afetiva, como atitudes e valores, porém não é possível separar os efeitos destas mensagens das de natureza cognitiva. Logo, o currículo oculto está junto com as normas de comportamento social como as de concepções de conhecimentos, que são ligadas as experiências didáticas. Logo, o currículo oculto está junto com as normas de comportamento social como as de concepções de conhecimentos, que são ligadas as experiências didáticas.

14 O currículo oculto está oculto para o estudante, no qual há uma intenção oculta, que é conhecida por quem a ocultou (o professor, o sistema, etc.). O currículo oculto está oculto para o estudante, no qual há uma intenção oculta, que é conhecida por quem a ocultou (o professor, o sistema, etc.). Muitos professores não são conscientes do currículo oculto. Eles estabelecem o contrato didático, o qual traduz os seus objetivos e não percebem que o currículo oculto é subjacente ao contrato didático. Muitos professores não são conscientes do currículo oculto. Eles estabelecem o contrato didático, o qual traduz os seus objetivos e não percebem que o currículo oculto é subjacente ao contrato didático. O currículo oculto

15 o currículo oculto pode estar sendo utilizado na relação pedagógica sem que o professor perceba. Ele utiliza a sua experiência para transmitir o conteúdo da disciplina e esta experiência é uma forma de currículo oculto. o currículo oculto pode estar sendo utilizado na relação pedagógica sem que o professor perceba. Ele utiliza a sua experiência para transmitir o conteúdo da disciplina e esta experiência é uma forma de currículo oculto. O currículo oculto

16 Violência simbólica Forma invisível de coação que se apóia, muitas vezes, em crenças e preconceitos coletivos. A violência simbólica se funda na fabricação contínua de crenças no processo de socialização, que induzem o indivíduo a se enxergar e a avaliar o mundo seguindo critérios e padrões do discurso dominante. Forma invisível de coação que se apóia, muitas vezes, em crenças e preconceitos coletivos. A violência simbólica se funda na fabricação contínua de crenças no processo de socialização, que induzem o indivíduo a se enxergar e a avaliar o mundo seguindo critérios e padrões do discurso dominante.coaçãocrenças preconceitosviolência socializaçãoindivíduocoaçãocrenças preconceitosviolência socializaçãoindivíduo

17 A violência simbólica ou institucional: que se mostra nas relações de poder, na violência verbal entre professores e alunos, por exemplo. Segundo Bourdieu (2001), a violência simbólica se tece através de um poder que não se nomeia, que dissimula as relações de força e se assume como conivente e autoritário e; A violência simbólica ou institucional: que se mostra nas relações de poder, na violência verbal entre professores e alunos, por exemplo. Segundo Bourdieu (2001), a violência simbólica se tece através de um poder que não se nomeia, que dissimula as relações de força e se assume como conivente e autoritário e; Violência simbólica

18 TEORIAS PÓS-CRÍTICAS: TEORIAS PÓS-CRÍTICAS: processos culturais pós-modernos Multiculturalismo; Multiculturalismo; Questões de gênero e pedagogia feminista; Questões de gênero e pedagogia feminista; Narrativa étnica e racial; Narrativa étnica e racial; Teoria queer; Teoria queer; Pós-Modernismo; Pós-Estruturalismo; Pós-Colonialista; Estudos Culturais; Etc...

19 As relações de gênero e a pedagogia feminista. Há uma profunda desigualdade dividindo homens e mulheres, e estende-se a educação e ao currículo. Há uma profunda desigualdade dividindo homens e mulheres, e estende-se a educação e ao currículo. Há desigualdade do gênero com questões de acesso, sobretudo nos paises periféricos do capitalismo. Há desigualdade do gênero com questões de acesso, sobretudo nos paises periféricos do capitalismo.

20 O currículo como narrativa étnica e racial. As teorias críticas focalizadas na dinâmica da raça e da etnia se concentram em questões de acesso a educação ao currículo. As teorias críticas focalizadas na dinâmica da raça e da etnia se concentram em questões de acesso a educação ao currículo. A identidade étnica e racial está estreitamente ligada às relações de poder que opõem o homem branco europeu às populações dos países por ele colonizados. A identidade étnica e racial está estreitamente ligada às relações de poder que opõem o homem branco europeu às populações dos países por ele colonizados. Um curriculo multiculturalista desse tipo deixaria de ser folclórico para se tornar profundamente político. Um curriculo multiculturalista desse tipo deixaria de ser folclórico para se tornar profundamente político.

21 A teoria queer. Através da estranheza quer-se perturbar a tranqüilidade da normalidade. Através da estranheza quer-se perturbar a tranqüilidade da normalidade. O conceito de gênero foi criado para enfatizar o fato de que as identidades masculina e feminina são historicamente e socialmente produzidas. O conceito de gênero foi criado para enfatizar o fato de que as identidades masculina e feminina são historicamente e socialmente produzidas.

22 O pós-modernismo Para o pós-modernismo, o progresso não é algo necessariamente desejável ou benigno. Para o pós-modernismo, o progresso não é algo necessariamente desejável ou benigno. O pós-modernismo, inspirado no pós- estruturalismo, o sujeito não é o centro da ação social. Ele não pensa, fala e produze: ele é pensado, falado e produzido. O pós-modernismo, inspirado no pós- estruturalismo, o sujeito não é o centro da ação social. Ele não pensa, fala e produze: ele é pensado, falado e produzido.

23 A crítica pós-estruturalista do currículo. Foucault: não existe saber que não seja a expressão de uma vontade de poder. Ao mesmo tempo, não existe poder que não se utilize do saber. Foucault: não existe saber que não seja a expressão de uma vontade de poder. Ao mesmo tempo, não existe poder que não se utilize do saber. Uma perspectiva pós-estruturalista sobre o currículo questionaria os significados transcendentais, ligados a religião, a pátria, a ciência, que povoam o currículo. Buscaria perguntar: onde, quando, por quem foram eles inventados. Uma perspectiva pós-estruturalista sobre o currículo questionaria os significados transcendentais, ligados a religião, a pátria, a ciência, que povoam o currículo. Buscaria perguntar: onde, quando, por quem foram eles inventados.

24 Uma teoria pós-colonialista do currículo. A análise pós-colonial busca examinar tanto as obras literárias escritas do ponto de vista dominante, quanto àquelas escritas por pessoas pertencentes às nações dominadas. A análise pós-colonial busca examinar tanto as obras literárias escritas do ponto de vista dominante, quanto àquelas escritas por pessoas pertencentes às nações dominadas. Uma perspectiva pós-colonial exige um currículo multicultural que não separe questões de conhecimento, cultura e estética de questões de poder, política e interpretação. Uma perspectiva pós-colonial exige um currículo multicultural que não separe questões de conhecimento, cultura e estética de questões de poder, política e interpretação.

25 Os Estudos Culturais e o currículo. Os Estudos Culturais concebem a cultura como campo de luta em torno da significação social. A cultura é um jogo de poder. Os Estudos Culturais concebem a cultura como campo de luta em torno da significação social. A cultura é um jogo de poder. Os Estudos Culturais estão preocupados com questões que se situam na conexão entre cultura, significação, identidade e poder. Os Estudos Culturais estão preocupados com questões que se situam na conexão entre cultura, significação, identidade e poder. Nessa perspectiva, a instituição do currículo é uma invenção social como qualquer outra, o conteúdo do currículo é uma construção social. Nessa perspectiva, a instituição do currículo é uma invenção social como qualquer outra, o conteúdo do currículo é uma construção social.

26 Os Estudos Culturais e o currículo. Não há uma separação rígida entre o conhecimento tradicionalmente considerado como escolar e o conhecimento cotidiano das pessoas envolvidas no currículo, ambos buscam influenciar e modificar as pessoas, estão ambos envolvidos em complexas relações de poder. Não há uma separação rígida entre o conhecimento tradicionalmente considerado como escolar e o conhecimento cotidiano das pessoas envolvidas no currículo, ambos buscam influenciar e modificar as pessoas, estão ambos envolvidos em complexas relações de poder.

27 Com as teorias pós-criticas do currículo a análise do poder é ampliado para incluir os processos de dominação centrados na raça, na etnia, no gênero, na sexualidade, na cultura colonialista. Estas teorias rejeitam a idéia de consciência coerente e centrada, questionam a idéia de subjetividade dizendo que ela é social. Para elas não existe um processo de conscientização e libertação possível. Com as teorias pós-criticas do currículo a análise do poder é ampliado para incluir os processos de dominação centrados na raça, na etnia, no gênero, na sexualidade, na cultura colonialista. Estas teorias rejeitam a idéia de consciência coerente e centrada, questionam a idéia de subjetividade dizendo que ela é social. Para elas não existe um processo de conscientização e libertação possível.

28 Quais conhecimentos são considerados válidos? A visão pós-estruturalista, dentre as varias teorias pós-criticas do currículo, é a que nos parece possibilitar uma maior reflexão para a construção de currículo dentro de uma educação inclusiva, tratando o currículo como prática cultural e como prática de significação. Por esse motivo vale o esforço de compreender os conceitos que ela traz. A visão pós-estruturalista, dentre as varias teorias pós-criticas do currículo, é a que nos parece possibilitar uma maior reflexão para a construção de currículo dentro de uma educação inclusiva, tratando o currículo como prática cultural e como prática de significação. Por esse motivo vale o esforço de compreender os conceitos que ela traz.

29 A cultura é produção A cultura é um campo de luta em torno da construção e da imposição de significados sobre o mundo social. Cultura numa visão dinâmica é produção e não produto, é criação, é trabalho. A cultura é um campo de luta em torno da construção e da imposição de significados sobre o mundo social. Cultura numa visão dinâmica é produção e não produto, é criação, é trabalho.

30 A cultura e as relações de poder Em vez de seu caráter final, concluído, o que fica ressaltado nessa outra concepção é sua produtividade, sua capacidade de trabalhar os materiais recebidos, numa atividade constante, por um lado, de desmontagem e de desconstrução e, por outro, de remontagem e de reconstrução....Em vez de seu caráter final, concluído, o que fica ressaltado nessa outra concepção é sua produtividade, sua capacidade de trabalhar os materiais recebidos, numa atividade constante, por um lado, de desmontagem e de desconstrução e, por outro, de remontagem e de reconstrução....

31 ...Além disso, nessa perspectiva, esse trabalho de produção da cultura se dá num contexto de relações sociais, num contexto de relações de negociação, de conflito e poder. (Silva, 2001b, p.17)...Além disso, nessa perspectiva, esse trabalho de produção da cultura se dá num contexto de relações sociais, num contexto de relações de negociação, de conflito e poder. (Silva, 2001b, p.17) A cultura e as relações de poder

32 O currículo tal como a cultura é compreendido como: 1. Uma prática de significação – no seu texto há uma trama de significados que analisado como discurso é visto como prática discursiva. 1. Uma prática de significação – no seu texto há uma trama de significados que analisado como discurso é visto como prática discursiva. 2. Uma prática produtiva - nesta prática discursiva há uma produção de significações produzida na tensão entre o fechamento da significação e na produção de sentidos. 2. Uma prática produtiva - nesta prática discursiva há uma produção de significações produzida na tensão entre o fechamento da significação e na produção de sentidos.

33 O currículo tal como a cultura é compreendido como: 3. Uma relação social – a produção de significação se dá na relação com outros indivíduos e com outros grupos sociais. Neste processo construímos nossa posição de sujeito e nossa posição social, a identidade cultural e social de nosso grupo, e procuramos constituir as posições e as identidades de outros indivíduos e de outros grupos. 3. Uma relação social – a produção de significação se dá na relação com outros indivíduos e com outros grupos sociais. Neste processo construímos nossa posição de sujeito e nossa posição social, a identidade cultural e social de nosso grupo, e procuramos constituir as posições e as identidades de outros indivíduos e de outros grupos.

34 O currículo tal como a cultura é compreendido como: 4.Uma relação de poder – produz significados e sentidos que queremos que prevaleçam sobre outros significados e sentidos produzidos por outros indivíduos e grupos. A luta por domínio de significado se resolve no terreno das relações de poder. 4.Uma relação de poder – produz significados e sentidos que queremos que prevaleçam sobre outros significados e sentidos produzidos por outros indivíduos e grupos. A luta por domínio de significado se resolve no terreno das relações de poder.

35 A construção da identidade Uma prática que produz identidades sociais – a diferença e portanto a identidade é produzida no interior das práticas de significação, em que os significados são contestados, negociados, transformados. Ela é estabelecida de forma hierarquizada a partir de posições do poder. A identidade é uma relação e um posicionamento. Uma prática que produz identidades sociais – a diferença e portanto a identidade é produzida no interior das práticas de significação, em que os significados são contestados, negociados, transformados. Ela é estabelecida de forma hierarquizada a partir de posições do poder. A identidade é uma relação e um posicionamento.

36 O currículo como espaço de significação produz identidades sociais. A tradição crítica em educação nos ensinou que o currículo produz formas particulares de conhecimento e de saber, que o currículo produz dolorosas divisões sociais, identidades divididas, classes sociais antagônicas. As perspectivas mais recentes ampliam essa visão: o currículo também produz e organizam identidades culturais, de gênero, identidades raciais, sexuais...A tradição crítica em educação nos ensinou que o currículo produz formas particulares de conhecimento e de saber, que o currículo produz dolorosas divisões sociais, identidades divididas, classes sociais antagônicas. As perspectivas mais recentes ampliam essa visão: o currículo também produz e organizam identidades culturais, de gênero, identidades raciais, sexuais...

37 O currículo como espaço de significação produz identidades sociais. Dessa perspectiva, o currículo não pode ser visto simplesmente como um espaço de transmissão de conhecimentos. O currículo está centralmente envolvido naquilo que somos, naquilo que nos tornamos, naquilo que nos tornaremos. O currículo produz, o currículo nos produz. (Silva, 2001b, p.27) Dessa perspectiva, o currículo não pode ser visto simplesmente como um espaço de transmissão de conhecimentos. O currículo está centralmente envolvido naquilo que somos, naquilo que nos tornamos, naquilo que nos tornaremos. O currículo produz, o currículo nos produz. (Silva, 2001b, p.27)

38 O que estamos formando? Se no currículo se forja a nossa identidade é preciso nos perguntar o que estamos formando e se é isto o que queremos. Se no currículo se forja a nossa identidade é preciso nos perguntar o que estamos formando e se é isto o que queremos. Os alunos não aprendem apenas a partir das interações entre professores e alunos; grande parte do que é aprendido na escola é aprendido através das interações entre os alunos. Os alunos não aprendem apenas a partir das interações entre professores e alunos; grande parte do que é aprendido na escola é aprendido através das interações entre os alunos.

39 Críticas ao Currículo seqüenciado padronizado: Aulas ministradas pelo professor e os alunos lendo livros didáticos e preenchendo folhas de atividades para aprender e exercitar os termos, conceitos e habilidades essenciais à matéria; Aulas ministradas pelo professor e os alunos lendo livros didáticos e preenchendo folhas de atividades para aprender e exercitar os termos, conceitos e habilidades essenciais à matéria; Se a criança não consegue aprender o currículo através desse tipo de abordagem, ela falhou, e, em alguns casos, é excluída das turmas de educação regular; Se a criança não consegue aprender o currículo através desse tipo de abordagem, ela falhou, e, em alguns casos, é excluída das turmas de educação regular;

40 Críticas ao Currículo seqüenciado padronizado: A falta de adaptação à diversidade, inerente às experiências passadas e à velocidade de aprendizagem, aos estilos e os interesses de todos os alunos; A falta de adaptação à diversidade, inerente às experiências passadas e à velocidade de aprendizagem, aos estilos e os interesses de todos os alunos; Um currículo padronizado é muitas vezes pré- definido por indivíduos tais como consultores das secretarias de educação e especialistas em currículo que compilam por exemplo, leituras básicas e livros didáticos de matemática e história. Um currículo padronizado é muitas vezes pré- definido por indivíduos tais como consultores das secretarias de educação e especialistas em currículo que compilam por exemplo, leituras básicas e livros didáticos de matemática e história.

41 Depois das teorias críticas e pós-críticas do currículo torna-se impossível pensar o currículo simplesmente através de conceitos técnicos como os de ensino e eficiência ou de categorias psicológicas como as de aprendizagem. Depois das teorias críticas e pós-críticas do currículo torna-se impossível pensar o currículo simplesmente através de conceitos técnicos como os de ensino e eficiência ou de categorias psicológicas como as de aprendizagem. Nas teorias pós-críticas o conhecimento não é exterior ao poder, não se opõe ao poder, é parte inerente do poder. Nas teorias pós-críticas o conhecimento não é exterior ao poder, não se opõe ao poder, é parte inerente do poder.

42 Referências Bibliográficas: SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, TEIXEIRA, P. M. M. Educação científica e movimento CTS no quadro das tendências pedagógicas no Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 3., n. 1, 2003.


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