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Transformações sociais (Revolução Industrial e Revolução Francesa).

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Apresentação em tema: "Transformações sociais (Revolução Industrial e Revolução Francesa)."— Transcrição da apresentação:

1 Transformações sociais (Revolução Industrial e Revolução Francesa).

2 Mudanças ideológicas (Laicismo – educação exercida por leigos – Iluminismo o uso da razão como meio para satisfazer as necessidades do homem)

3 Portugal marcado pelo suntuoso reinado de Dom João VI (riquezas do ciclo do ouro das Minas Gerais).

4 Reformas do tirano Marquês de Pombal. Fundação das Arcádias com finalidade de combater o exagero do Barroco.

5 retorno ao equilíbrio clássico. o ideal de simplicidade, de naturalidade. o mito do bom selvagem de Rousseau. a linguagem clara e moderada. fingimento poético. retorno ao equilíbrio clássico. o ideal de simplicidade, de naturalidade. o mito do bom selvagem de Rousseau. a linguagem clara e moderada. fingimento poético.

6 temas: fugir da cidade, idealização do bucólico, viver o momento (o carpe diem). poesia encomiástica (bajulação). o burguês é o novo herói sem bravura nem aventura.

7 Manuel Maria Barbosa du Bocage, ingressou na marinha e foi para Goa e Macau. Sofreu enorme desgosto (Gertrudes e Gil Bocage). Sua poesia satírica e as idéias antimonárquicas levam-no à prisão. Apresenta traços pré-românticos nas suas obras líricas, afastando-se assim das convenções do Arcadismo.

8 TRISTE QUEM AMA... CEGO QUEM SE FIA... Nascemos para amar; a humanidade Vai tarde ou cedo aos laços da ternura. Tu és doce atrativo, ó formosura, Que encanta, que seduz, que persuade:... Enleia-se por gosto a liberdade; E depois que a paixão nalma se apura Alguns então lhe chamam desventura, Chamam-lhe alguns então felicidade... Bocage

9 O século XVIII, é considerado como século do ouro, graças à descoberta de ouro e pedras preciosas em Minas Gerais.

10 Pelos portos do Rio de Janeiro escoavam-se as riquezas brasileiras para Portugal.

11 Multiplicam-se as vilas e cidades formando-se em Vila Rica (atual Ouro Preto) um grupo que passou para a História por sua atuação em dois campos: a política e a literatura.

12 A atuação política, questionando os tributos cobrados pelo governo português e pregando a independência do Brasil, levou este grupo a participar da Inconfidência Mineira.

13 As obras do Arcadismo assumiram no Brasil características próprias. As paisagens da Antiguidade foram substituídas pela realidade brasileira.

14 Nascido em Mariana (MG), cursou a Faculdade de Direito em Coimbra. (pseudônimo – Glauceste Satúrnio) Retornou a Vila Rica, ocupou cargos administrativos foi um dos principais nomes da Inconfidência Mineira e suicidou-se na prisão em 1789.

15 Como primeiro árcade, escreveu poemas ainda próximos ao Barroco. Quanto aos temas, contemplou o amor, provocando o sofrimento e o desencontro. O eu-lírico é um pastor que tenta sensibilizar a pastora a quem ama (NISE). Como primeiro árcade, escreveu poemas ainda próximos ao Barroco. Quanto aos temas, contemplou o amor, provocando o sofrimento e o desencontro. O eu-lírico é um pastor que tenta sensibilizar a pastora a quem ama (NISE). OBRAS: Obras poéticas (1769) Vila Rica (1837)

16 Nascido em Portugal, Tomás passou parte da infância e da juventude no Brasil, depois se mudou para Portugal, onde se formou em Direito. (pseudônimo – Dirceu) Exerceu o cargo de ouvidor em Vila Rica e se apaixonou pela jovem Maria Dorotéia (Marília). Aderiu a Inconfidência Mineira, foi condenado ao degrado na África, onde se casou com Teresa. Exerceu o cargo de ouvidor em Vila Rica e se apaixonou pela jovem Maria Dorotéia (Marília). Aderiu a Inconfidência Mineira, foi condenado ao degrado na África, onde se casou com Teresa.

17 Obras : Cartas Chilenas (satírica) Marília de Dirceu (lírica) O poema Marília de Dirceu foi composto nos padrões árcades, em linguagem simples. Nos seus temas, existem a caracterização do poeta como pastor, a declaração de amor por Marília.

18 Características das Liras de Marília de Dirceu Obra: lírica que mais se comunica com o leitor. Há dois elementos não-convencionais da poesia árcade: O lirismo como expressão pessoal (subjetivismo na segunda parte das Liras). Características das Liras de Marília de Dirceu Obra: lírica que mais se comunica com o leitor. Há dois elementos não-convencionais da poesia árcade: O lirismo como expressão pessoal (subjetivismo na segunda parte das Liras).

19 A imitação direta da natureza de Minas (e não da natureza reproduzida pelos poetas clássicos). Preferências temáticas: ideal de vida simples, pastoralismo, bucolismo e carpe diem. Tudo isso se mistura à expressão de um ideal burguês.

20 Primeira Parte das Liras Época do noivado (convencional e neoclássica). Projetos de vida futura, os quadros descritivos amenos, expressão otimista e o narcisismo do poeta.

21 Segunda Parte das Liras Escrita no cárcere (aproxima-se dos escritos românticos). Momentos de revolta, desconsolo, amargura e solidão; mas o estilo é equilibrado preso ao clássico.

22 poema satírico Gonzaga = Critilo Ataca o governador de Minas D. Luís da Cunha Menezes. Cláudio Manoel da Costa = Doroteu Governador Cunha Menezes = Minésio, o Fanfarrão poema satírico Gonzaga = Critilo Ataca o governador de Minas D. Luís da Cunha Menezes. Cláudio Manoel da Costa = Doroteu Governador Cunha Menezes = Minésio, o Fanfarrão

23 Silva Alvarenga (Vila Rica, 1749 – Rio, 1814) - (pseudônimo Alcindo Palmireno). Obra – Glaura, exemplo perfeito do estilo rococó em nossa literatura. Com seus rondós e madrigais, envolvidos por intensa musicalidade. Alvarenga Peixoto (Rio, 1744 – Angola, 1792). Poesia encomiástica e, por vezes, assumiu uma posição crítica diante da política colonialista portuguesa. Atribui-se ao poeta o lema da bandeira da Inconfidência Liberdade, ainda que tardia.

24 José Basílio da Gama (Minas Gerais, 1741 – Lisboa 1795) Termindo Sipílio. Ficou órfão e foi para o Rio de Janeiro. Entrou em 1757 para a Companhia de Jesus. José Basílio da Gama (Minas Gerais, 1741 – Lisboa 1795) Termindo Sipílio. Ficou órfão e foi para o Rio de Janeiro. Entrou em 1757 para a Companhia de Jesus. Dois anos depois a ordem é expulsa do Brasil e o poeta foi para Portugal e depois para Roma, onde foi admitido na Arcádia Romana. De volta a Lisboa, foi condenando devido às suas ligações com os jesuítas; salvou-o um poema que dedicou à filha do Marquês de Pombal, que o indultou e protegeu.

25 Obra: O Uraguai – epopéia em cinco cantos, com versos brancos e estrofe livre.

26 PERSONAGENS: Herói do poema: General Gomes Freire de Andrade; Herói indígena: Cacambo, chefe indígena; Vilão da história: Pe. Lourenço Balda; Outras personagens: Cepê, Lindóia (esposa de Cacambo), Caitutu, Tanajura (velha feiticeira).

27 Narra o conflito entre os índios de Sete Povos das Missões e o exército luso-espanhol.

28 Não segue o modelo camoniano, é um caminho para paisagismo romântico, usa o sobrenatural e o indígena é tomado como herói, prenunciando o índio do Romantismo.

29 Nos olhos Caitutu não sofre o pranto, E rompe em profundíssimos suspiros, Lendo na testa da fronteira gruta De sua mão já trêmula gravado O alheio crime e a voluntária morte. Nos olhos Caitutu não sofre o pranto, E rompe em profundíssimos suspiros, Lendo na testa da fronteira gruta De sua mão já trêmula gravado O alheio crime e a voluntária morte.

30 E por todas as partes repetido O suspirado nome Cacambo. Inda conserva o pálido semblante Um não sei quê de magoado e triste, Que os corações mais duros enternece. Tanta era bela no seu rosto a morte! E por todas as partes repetido O suspirado nome Cacambo. Inda conserva o pálido semblante Um não sei quê de magoado e triste, Que os corações mais duros enternece. Tanta era bela no seu rosto a morte!

31 Frei José de Santa Rita Durão - (Minas Gerais, 1722 – Lisboa, 1784) Também pronunciava os elementos românticos. Obra: Caramuru, poema épico, que segue o modelo Camoniano Poema que narra o naufrágio, o salvamento e as aventuras de Diogo Álvares Correia, o Caramuru.

32 Fragmento Perde o lume dos olhos, pasma e treme, Pálida a cor, o aspecto moribundo, Com mão já sem vigor, soltando o leme, Entre as salsas escumas desce ao fundo: Mas na onda do mar, que irado freme, Tornando a aparecer desde o profundo: Ah! Diogo cruel! disse com mágoa, E sem mais vista ser, sorveu-se nágua. Fragmento Perde o lume dos olhos, pasma e treme, Pálida a cor, o aspecto moribundo, Com mão já sem vigor, soltando o leme, Entre as salsas escumas desce ao fundo: Mas na onda do mar, que irado freme, Tornando a aparecer desde o profundo: Ah! Diogo cruel! disse com mágoa, E sem mais vista ser, sorveu-se nágua.

33 Fragmento Choraram da Bahia as ninfas belas, Que nadando a Moema acompanhavam; E vendo que sem dor navegam delas, À branca praia com furor tornavam: Nem pode o claro herói sem pena vê-las, Com tantas provas, que de amor lhe davam; Nem mais lhe lembra o nome de Moema, Sem que ou amante a chore, ou grato gema. Fragmento Choraram da Bahia as ninfas belas, Que nadando a Moema acompanhavam; E vendo que sem dor navegam delas, À branca praia com furor tornavam: Nem pode o claro herói sem pena vê-las, Com tantas provas, que de amor lhe davam; Nem mais lhe lembra o nome de Moema, Sem que ou amante a chore, ou grato gema.

34 Revolução Industrial, 1750 produção artesanal X industrial; proletariado – mudança. Revolução Francesa, 1789 ideais revolucionários (liberdade, igualdade e fraternidade); ideais da burguesia recém chegada ao poder; nova perspectiva estética.

35 Cultura Clássica imitação da natureza; razão, ordem, equilíbrio, harmonia, impessoalidade. Arte Agora aspectos tumultuosos e pessoais da existência como paixão, amor, sonho, o devaneio, a loucura, o tédio, a morbidez, a rebeldia.

36 Romantismo renovou a língua, com neologismos e uma linguagem mais acessível ao gosto da burguesia.

37 1 – A ruptura com a disciplina clássica Liberdade à extensão do poema aos temas e às formas. 2 – A mescla de gêneros Poesia + tom coloquial da prosa. 3 – O Subjetivismo Romantismo = particularismo da pessoa, emoção, linguagem exclamativa, dupla pontuação, metáforas e carregada de adjetivos.

38 4 - Nacionalismo Desenvolve a cor local / Manifestações nacionais e populares. 5 – O idealismo e o escapismo Rebeldia dos poetas escondiam-se, ou melhor, refugiavam sua frustração na boêmia, na solidão, morbidez, desejo de morrer, na evasão no tempo (negação do presente); na evasão no espaço (lugares longínquos e exóticos).

39 6 – Ilogismo Negação da lógica da razão / Atitudes antiéticas (conflito). 7 – Idealização da mulher Anjo / demônio. Poder – leva o homem à loucura.

40 Invasão napoleônica – Bloqueio Continental (1807 – 1811). Fuga da família real para o Brasil. Invasão napoleônica – Bloqueio Continental (1807 – 1811). Fuga da família real para o Brasil.

41 Independência do Brasil (1822). Guerra civil entre absolutistas e liberais (1828 – 1834). Independência do Brasil (1822). Guerra civil entre absolutistas e liberais (1828 – 1834).

42 Almeida Garrett Alexandre Herculano Antônio Feliciano de Castilho fortes ressonâncias neoclássicas medievalismo Almeida Garrett Alexandre Herculano Antônio Feliciano de Castilho fortes ressonâncias neoclássicas medievalismo Obra de início do Romantismo português: Camões (1825) de Almeida Garrett Obra de início do Romantismo português: Camões (1825) de Almeida Garrett

43 Poema narrativo (composição e publicação de Os Lusíadas) Romântico: personagem nacional paisagem noturna amor irresistível tradições ânsia de liberdade Romântico: personagem nacional paisagem noturna amor irresistível tradições ânsia de liberdade personagem nacional paisagem noturna amor irresistível tradições ânsia de liberdade personagem nacional paisagem noturna amor irresistível tradições ânsia de liberdade

44 João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799 – 1854) Iniciou-se neoclássico. Conheceu por diversas vezes o exílio (militante da Revolução Liberal). Conheceu o individualismo melancólico de Byron, o homem de Rousseau. João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799 – 1854) Iniciou-se neoclássico. Conheceu por diversas vezes o exílio (militante da Revolução Liberal). Conheceu o individualismo melancólico de Byron, o homem de Rousseau.

45 Poesia: Camões (1825) Dona Branca (1826) Folhas Caídas (1853) Prosa: Viagens na minha terra (1843) Poesia: Camões (1825) Dona Branca (1826) Folhas Caídas (1853) Prosa: Viagens na minha terra (1843)

46 São fatos importantes de sua vida o exílio na Inglaterra e na França e uma polêmica que travou com o clero, ambos decorrentes de sua participação nas lutas liberais. Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo (1810 – 1877), nasceu em Lisboa, não cursou nenhuma faculdade.

47 Na ficção de Herculano predomina o caráter histórico dos enredos, voltados para a Idade Média, enfocando as origens de Portugal como nação e também muitos temas de caráter religioso.

48 Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco (1825 – 1890). Transição entre medievalismo e a observação da realidade. Fase ultra-romântica. Novelas passionais.

49 Amor de Perdição (romance – 1862); Amor de Salvação (1864) A queda de um anjo (1866)

50 Júlio Dinis (pseudônimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho (1839 – 1871) – prosa. Antecipação do Realismo; Romance de costume, atitude crítica dos realistas. Antecipação do Realismo; Romance de costume, atitude crítica dos realistas.

51 As Pupilas do Senhor Reitor (1867) o romance mais popular de Júlio Dinis. Margarida e Clara acima, as personagens principais da obra que se passa numa aldeia portuguesa.

52 família real no Rio de Janeiro independência do Brasil (1822) longo Período de Regência o orgulho nacional despertado pela independência.

53 Principais Autores: Gonçalves de Magalhães Gonçalves Dias ( ) Obra de início : SUSPIROS POÉTICOS E SAUDADES de Gonçalves de Magalhães.

54 Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Gonçalves Dias Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Gonçalves Dias

55 Fragmento de I – JUCA PIRAMA Gonçalves Dias Tu choraste em presença da morte? Na presença de estranhos chorastes? Não descende o cobarde do forte; Pois choraste, meu filho não és! Possas tu, descendente maldito De uma tribo de nobres guerreiros, Implorando cruéis forasteiros, Seres presa de vis Aimorés.

56 mal do século morte, tédio, dúvida Escapismo, Pessimismo Excessos do subjetivismo Spleen (melancolia byroniana)

57 LEMBRANÇA DE MORRER Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro

58 SAUDADES Nas horas mortas da noite Como é doce meditar Quando as estrelas cintilam Nas ondas quietas do mar;

59 temas sociais e políticos liberdade tom declamatório condoreirismo

60 Antônio Frederico de Castro Alves, conhecido como poeta dos escravos, nasceu em Curralinho (BA) em Morre com o agravamento da doença pulmonar em Obras Espumas flutuantes (1870); Vozes dÁfrica e Navio Negreiro (1880);

61 ... Senhor Deus dos desgraçados Dizei-me vós, Senhor Deus! Se é loucura... se é verdade Tanto horror perante os céus Senhor Deus dos desgraçados Dizei-me vós, Senhor Deus! Se é loucura... se é verdade Tanto horror perante os céus...

62 Ó mar! por que não apagas Coa esponja de tuas vagas De teu manto este borrão?... Astros! Noite! Tempestades! Rolai das imensidades! Varrei os mares, tufão!... Ó mar! por que não apagas Coa esponja de tuas vagas De teu manto este borrão?... Astros! Noite! Tempestades! Rolai das imensidades! Varrei os mares, tufão!...

63 Joaquim de Sousa Andrade (Sousândrade), nasceu em Guimarães no Maranhão, em 1832, e morreu em São Luís, em Grande viajante percorreu a Amazônia, boa parte da América Latina e da Europa. Sua obra mais importante O Guesa, tem uma visão crítica do capitalismo norte-americano e da situação dos povos sul e centro- americanos.

64 burguesia classe dominante. público sem bagagem cultural, buscava emoções fortes, herói com heroína e um final feliz. nasce o folhetim, a matriz da prosa romântica. A divisão entre personagens bons e maus, o enredo linear com temas de mistérios, de revelações surpreendentes inspiraram as populares telenovelas.

65 HISTÓRICO Inspiração no passado histórico. Clima da época. URBANO Vida na corte. Luxo da burguesia. Tipos humanos detalhados. INDIANISTA o índio como marca nativista. Rousseau (mito do bom selvagem). O indígena corrompido pelo progresso. REGIONALISTA os sertanejos simbolizando a nacionalidade. Costumes registrados como um documento.

66 O folhetim diariamente nos jornais, semelhante às telenovelas atuais, teve grande popularidade. Captava os costumes da época, exteriorizando uma visão superficial da vida.

67 Teixeira e Souza – cronologicamente o primeiro romancista, com O Filho do Pescador, Romance de início: A Moreninha, 1844 Diplomou-se em medicina, foi professor do Colégio Pedro II, exerceu duas vezes o cargo de deputado, foi também poeta, jornalista e historiógrafo.

68 A Moreninha Uma novela ingênua e sentimental de Joaquim Manuel de Macedo, publicada em 1844, foi o nosso primeiro best seller. A trama folhetinesca, os amores de Carolina e Augusto, a retratação da paisagem e dos costumes do Rio de Janeiro.

69 Augusto e Carolina, o par romântico, formava um belo casal. A inconstância de Augusto e a meninice de Carolina mostram que os dois se guardam para o verdadeiro amor. Carolina, uma mocinha cheia de vida e de opiniões próprias, atrai a atenção de Augusto.

70 Nasceu em Mecejana no Ceará em 1829, e morreu no Rio de Janeiro em Um romântico incorrigível, José de Alencar é considerado o maior escritor em prosa do Romantismo brasileiro. Consolida o romance nacional, compondo um painel do Brasil.

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72 Ceci era a cópia física das heroínas românticas européias e Peri, o índio alto de beleza selvagem, retratava o perfeito cavaleiro medieval apaixonado, sempre pronto para servir sua senhora. Protagonistas: PERI – Cacique dos goitacás, rapaz alto, cabelo preto, dentes Alvos e rosto oval de beleza selvagem. Apaixonado por Ceci. CECI – Com olhos azuis e longos cabelos louros, Ceci tinha 18 anos e obedecia à severa educação dos pais. Sonhava com um príncipe encantado protetor e se apaixona por Peri.

73 PRINCIPAIS PERSONAGENS Dom ANTÔNIO – pai de Ceci. Dona LAURIANA – mãe de Ceci. Dom DIOGO – filho do casal, irmão de Ceci Dona ISABEL – sobrinha do casal Antônio e Lauriana. ÁLVARO DE SÁ – o cavaleiro de confiança de Dom Antônio. LOREDANO – Ex-frade italiano que desistiu do hábito por ganância.

74 Iracema > anagrama de América. Iracema a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

75 Relação amorosa entre Iracema e Martim metáfora da história da colonização da América. CAPÍTULO I Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes Mares, que brilhais, como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensolaradas de coqueiros; Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas. (...) CAPÍTULO I Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes Mares, que brilhais, como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensolaradas de coqueiros; Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas. (...)

76 PRINCIPAIS PERSONAGENS IRACEMA – a índia de cabelos negros e longos. MARTIM – o guerreiro branco de olhos azuis. POTI – amigo de Martim. ARAQUÉM – pajé tabajara; pai de Iracema. IRAPUÃ – cacique tabajara.

77 Este romance retrata as contradições da sociedade urbana brasileira do séc. XIX. A trama gira em torno de amor e dinheiro. A divisão do livro em O preço, Quitação, Posse e Resgate, comprova a importância financeira da burguesia.

78 FERNANDO SEIXAS: salário baixo e vida de rico: era assim que Fernando se mostrava para a sociedade era ambicioso e bonito, o grande amor de Aurélia. AURÉLIA CAMARGO: moça recatada, bonita e inteligente heroína sem defeito, fiel ao seu primeiro amor Fernando. ADELAIDE AMARAL: a moça por quem Fernando trocou Aurélia na adolescência. TIO LEMOS: tio de Aurélia, chegou a propor à sobrinha pobre que se tornasse prostituta de luxo e ele, seu rufião. PRINCIPAIS PERSONAGENS

79 Aurélia e Fernando dançam a valsa dos casados. O contato físico entre eles faz com que Aurélia desmaie. CENA IMPERDÍVEL

80 Nos romances regionalistas, José de Alencar, descreveu a pátria brasileira, em sua diversidade, destacando a sociedade rural: O Gaúcho (1870) O Sertanejo (1875) Til (1872) O Tronco do Ipê (1872)

81 Em seus romances urbanos, exercita seu conhecimento a respeito da psicologia feminina e da sociedade fluminense: Cinco Minutos (1856) A Viuvinha (1857) A Pata da Gazela (1870) Sonhos dOuro (1872) Encarnação (1877) Diva (1864) Lucíola (1862) SENHORA (1875) Cinco Minutos (1856) A Viuvinha (1857) A Pata da Gazela (1870) Sonhos dOuro (1872) Encarnação (1877) Diva (1864) Lucíola (1862) SENHORA (1875)

82 Pseudônimo de um brasileiro. Criou o anti-herói numa época de idealizações. Retratou a classe popular, seus costumes. Não agradou por ser absolutamente inovador. Manuel Antônio de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, filho de pais humildes. Estudante de Medicina, publica a obra Memórias de um Sargento de Milícias em, folhetins semanais.

83 LEONARDO PATACA: português, que na vinda para o Brasil conhece Maria da Hortaliça. MARIA DA HORTALIÇA: camponesa bonitona, portuguesa rude que se casou com Pataca, mãe de Leonardo. LEONARDO (Leonardinho): Sempre irresponsável, veio ao mundo para se divertir. É o tipo do malandro que se deu bem na vida – apesar das encrencas. BARBEIRO: padrinho de Leonardinho.

84 A COMADRE: madrinha de Leonardinho. MAJOR VIDIGAL: representava a justiça. LUISINHA: sem graça, magra e sem ação. VIDINHA: um caso de Leonardinho. DONA MARIA: tia de Luisinha. JOSÉ MANUEL: marido de Luisinha.

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