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Especialização em Segurança da Informação Segurança em Aplicações 2. Processo de Desenvolvimento Márcio Aurélio Ribeiro Moreira

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Apresentação em tema: "Especialização em Segurança da Informação Segurança em Aplicações 2. Processo de Desenvolvimento Márcio Aurélio Ribeiro Moreira"— Transcrição da apresentação:

1 Especialização em Segurança da Informação Segurança em Aplicações 2. Processo de Desenvolvimento Márcio Aurélio Ribeiro Moreira Pós-SI – 4ª Turma – 2008

2 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 2 Fatores críticos de sucesso Visão de Negócio (direção, gestão, administração) Qualidade Pessoas (CHA) Infra- estrutura TI/comunicaçã o Gestão de Projetos Processos Clientes

3 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 3 Processos de desenvolvimento MSF – Microsoft Solutions Framework Fases: visão, planejamento, estabilização e instalação Disciplinas: projeto, riscos e competência Mais ágil e menos formal que o RUP RUP – Rational Unified Process Desenvolvido pela Rational (hoje da IBM) Processo mais utilizado atualmente XP – Extreme Programming Atividades: planejamento, projeto, codificação e teste Gera sensação de produtividade constante Processos

4 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 4 RUP – Rational Unified Process

5 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 5 Questionamentos Qual a melhor forma de obter requisitos? Informal, fluxos de dados, DER ou casos de uso O que é mais importante para o cliente? Saber logo se o projeto é viável e factível ou Começar a ver telas do software funcionando O que é mais fácil gerenciar? 6 projetos de 30 dias ou 1 projeto de 6 meses Qual construção durará mais tempo? Uma feita com base na expertise de um mestre de obras especialista ou Uma feita com projeto estrutural considerando as necessidades atuais e futuras do prédio

6 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 6 Pilares do RUP Dirigido por casos de uso Centrado em arquitetura Iterativo e incremental Fases e iterações Casos de Uso Guia Arquitetura Dirige

7 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 7 Fases do RUP Concepção Escopo e viabilidade Elaboração Factibilidade e arquitetura básica (versão-alfa) Construção Desenvolvimento gerando versão-beta Transição Testes de aceitação e entrega do produto Implantação (fase não coberta pelo RUP)

8 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 8 Iterações do RUP São mini-projetos: Tem escopo, objetivos, etc. Vantagens: Redução de riscos Percepção antecipada Quebra da complexidade Facilitação do gerenciamento Trabalho com parte dos requisitos Construção de builds executáveis Evolução incremental do sistema pela evolução iterativa e incremental de seus componentes

9 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 9 Disciplinas: Modelagem de Negócios Descrição da Estratégia Engenharia de Processos Processos Papéis e Responsabilidades Informações (entrada e saída) Objetivos e Metas Estratégicos Métricas Táticas e Operacionais Processos (o quê, quando, porquê) Indicadores Estratégicos De Desempenho Visão de Negócio Realidade Atual

10 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 10 Modelagem do negócio Avaliar a situação atual Descrever o negócio Identificar os processos Refinar os processos Desenhar as realizações Papéis e responsabilidades Explorar a automação de processos Desenvolver o Modelo de Domínio

11 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 11 Requisitos: questão de comunicação?

12 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 12 Requisitos do RUP Para que servem os requisitos? Acordo entre os desenvolvedores e o cliente sobre o que deve ser feito Definir as fronteiras do sistema Elucidar os riscos do projeto Subsidiar a estimativa de esforços Subsidiar o planejamento do projeto Subsidiar o estudo de retorno Tangibilizar os benefícios do sistema Facilitar a gestão do escopo do sistema

13 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 13 Tipos de Requisitos – FURPS+ Funcionality:Funcionalidade Usability:Usabilidade Reliability:Confiabilidade Performance:Desempenho Suportability:Suportabilidade +: Restrições de projeto Requisitos de: implementação, físicos e interface

14 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 14 Análise e Projeto do RUP Prova de conceito arquitetural Definir uma arquitetura candidata Refinar a arquitetura Analisar o comportamento Projetar componentes Projetar o banco de dados

15 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 15 Implementação Implementação do código-fonte Fazer Modelo de Implementação Planejar a integração Codificar os componentes Integrar subsistemas Integrar o sistema

16 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 16 Testes do RUP Conceito: É a execução controlada do software visando revelar falhas (bugs). Falha:Desvio de comportamento Erro:Origem da falha Testes não provam que o software está livre de falhas. Eles minimizam este risco e aumentam a confiança. Agregam valor ao produto. São partes integrantes da qualidade.

17 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 17 Níveis de testes Quanto às pessoas: Desenvolvedores Testes independentes Entidades verificadoras e certificadoras Profissionais chaves do cliente Quanto a granularidade: Testes de unidade (desenvolvedores) Testes de integração (ambos) Testes de sistema (ambos) Testes de aceitação (cliente)

18 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 18 Tipos de testes Quanto à visão do sistema: Caixa preta (por fora do sistema) Caixa branca (por dentro do sistema) Quanto às dimensões da qualidade: DimensãoUnidadeIntegraçãoSistema Funcionalidade Usabilidade Confiabilidade Performance Suportabilidade

19 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 19 Distribuição Planejar a distribuição Desenvolver manuais de suporte Gerenciar testes de aceite Produzir a unidade de distribuição Liberar versão-beta Empacotar o produto Providenciar site de download

20 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 20 Gestão de configuração e mudanças Planejar o controle de mudanças do projeto Gerenciar as requisições de mudança Criar o ambiente de configuração e mudança Monitorar e reportar a situação das mudanças Mudar e entregar itens de configuração Gerenciar baselines e releases

21 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 21 Gestão de projetos (GP) PMI – Project Management Institute: Project Management Body of Knowledge (PMBOK) Metodologia mais utilizada atualmente Prince2 – Metodologia do governo inglês: Adotada em vários países europeus TenSetp Processo de uma multinacional americana que é representante do PMI Agile Resultante de um manifesto feito por 17 especialistas em Fevereiro de 2001 em Utah – USA ISO 10006: A International Standards Organization tomou o PMI como base e fez uma simplificação Gestão de Projetos

22 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 22 Grupos de processos de GP do PMI Iniciação Planejamento Execução Controle Encerramento Gerência Integrada do Projeto

23 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 23 Disciplinas de GP do PMI Aquisições Custo Tempo Qualidade Escopo Recursos Humanos Humanos Riscos Comunicação Integração

24 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 24 Disciplinas de GP do PMI Aquisição:Compras para o projeto Escopo:O que faz parte do projeto Tempo:Gestão do prazo do projeto Custo:Gestão dos custos Qualidade:Gestão da qualidade Recursos:Gestão dos talentos humanos Riscos:Gestão dos riscos do projeto Comunicação:Interna e externa ao projeto Integração:Integração de todas as disciplinas

25 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 25 Ambiente Preparar o ambiente do projeto Preparar o ambiente da iteração Suportar o ambiente durante a iteração

26 Segurança em AplicaçõesMárcio MoreiraUnidade 2 – Processo de Desenvolvimento – Slide 26 Ambientes Desenvolvimento Estação de trabalho dos desenvolvedores Testes Ambiente para testar a integração das unidades desenvolvidas Homologação Ambiente similar ao de produção utilizado para realizar os testes de aceitação Produção Ambiente real de produção da aplicação Dev1 Dev2DevN Testes Homologação Produção


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