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Tivemos por objetivos: Promover experiências estéticas, visando discutir nossas necessidades, desejos e fantasias, que, basicamente é o que nos caracteriza.

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1 Tivemos por objetivos: Promover experiências estéticas, visando discutir nossas necessidades, desejos e fantasias, que, basicamente é o que nos caracteriza como humanos. Propiciar através do conhecimento artístico uma articulação dos sentidos, na dinâmica sensível de quem aprende e reaprende com experiências que permitam transformar o vivido. Compreender o processo de criação de escultura no início do século XX. Proporcionar situações para que os alunos pensem sobre a arte que vem sendo produzida ao longo da história e na transformação que este conhecimento pode fazer na sua produção. Fornecer dados que possibilitem a realização do diálogo com o mundo para o ler, compreender, refletir e fazer. Possibilitar o conhecimento do grande escultor moderno Auguste Rodin (1840 – 1917) que desenvolveu um estilo próprio com base no modelo vivo. Conhecer a aluna, modelo e amante de Rodin, a escultora Camille Claudel. Ter contato com a alma criadora e conflituosa no processo de uma criação artística. Possibilitar o conhecimento do processo manual da construção de uma escultura. Da busca da matéria prima (barro) até a produção final em bronze ou mármore. Propiciar o descobrir, colocando a mão no barro, dando resposta a um problema (tema). Como você faria o O Pensador de hoje, obra escolhida para se fazer uma releitura. Estabelecer critérios para a produção artística. Esse projeto foi desenvolvido em 05 aulas: iniciou com a apreciação da obra O Pensador, O beijo de Auguste Rodin e algumas obras de Camille Claudel, as quais foram analisadas pelos alunos. Em seguida os alunos foram assistir ao filme Camille Claudel e discutiram os seguintes aspectos do filme: Qual o sentimento que o filme causou? Como era a sociedade naquele período? Qual era o processo de criação de Rodin? Qual era o processo de criação de Camille? Como eles lidavam com seus sentimentos? Como tratar com o valor em dinheiro, de uma obra de arte? Os alunos realizaram uma pesquisa bibliográfica de cada um dos escultores e fizeram associações entre as biografias e o filme. Discutiram os vários aspectos observados e as questões morais daquela época, retratadas no filme. A partir deste momento, eles realizaram um esboço de escultura para, em seguida, trabalharem na sua peça tridimensional final, com reflexão sobre o processo criativo e apreciação coletiva dos trabalhos. Esse momento foi possível a revisão de conceitos, dúvidas e problemas durante o processo e experiências individuais sobre o trabalho com a argila. O uso do filme possibilita grande oportunidade de conhecimento, portanto o cinema atua como um elemento de aprimoramento cultural e intelectual dos docentes como também dos discentes. E, ao mesmo tempo, problematiza para além da ciência, da história, da arte o uso do cinema no campo da educação. O recurso áudio-visual do cinema é a representação que nos permite apreciar e estudar as produções culturais nas diversas linguagens (música, dança, representação e a imagem em movimento). Ele talvez seja a manifestação da arte mais completa, porque por ele passa todas as formas de manifestação artística, propiciando que a escola possa fazer um uso mais adequado acerca deste recurso. As produções oferecem grandes momentos de apreciação e são referências valiosas da trajetória da humanidade. Este projeto reforça a percepção da importância da apreciação fílmica, na relação da Arte-Educação com o ensino. O filme como um todo deve ser observado nas entrelinhas da obra, o diálogo expresso na história e no conjunto dos elementos que o compõe (como cenário, sonoplastia, climas e temas musicais) e aqui especificamente a escultura. Quando fazemos a apreciação de um filme devemos observar também o argumento, o roteiro, a edição, portanto, observar todas as partes do filme e do produto acabado como um todo. Através do uso do filme pudemos chegar ao conhecimento da escultura, como se dá sua elaboração e a amplitude de tudo que a envolve. O filme propiciou a percepção tridimensional da forma, e o esforço para a elaboração de esculturas. Reconhecendo a utilidade do áudio-visual, a nossa intenção não era o mero exercício do cinema, a sua linguagem. Mas, o objetivo principal foi a demonstração do uso do cinema para se chegar à construção das esculturas, bem como conhecer um pouco da história da escultura moderna e dos artistas abordados. Portanto, o cinema na escola necessita de um estudo consistente e aplicável. E a tarefa de exibir filmes na escola, modificando a prática pedagógica do ensino e da aprendizagem, é um fato em processo e uma tarefa que deve ser coletiva de educadores de todas as áreas do conhecimento. CINEMA E ENSINO DE ARTE – APRECIAÇÃO E MEIO PEDAGÓGICO PARA O ENSINO DA ESCULTURA Ms. Miguel Luiz Ambrizzi – - CEPAE-UFG / Edmária Pereira Gomes – - Colégio Paroquial Nossa Senhora DAbadia - Buriti Resumo: O cinema tem a possibilidade de trazer informações sobre todas as outras expressões artísticas. Buscamos levar aos docentes a possibilidade de trabalho com a imagem do cinema. Tivemos por objetivo construir alicerces para o uso de recursos áudios-visuais, especificamente o Cinema, no Ensino Médio, voltado para os docentes em Arte; estabelecer métodos para uso e discussão na sala de aula que propicie uma forma do pensar e agir crítico e também elaborar material com sugestões de filmes para o uso na sala de aula, contribuindo assim para que se faça um melhor uso de tal ferramenta. Pretendemos utilizar o cinema (Filme Camille Claudel) como meio para se chegar ao ensino da escultura. Através do uso do filme pudemos chegar ao conhecimento da escultura, como se dá sua elaboração e a amplitude de tudo que a envolve. O filme propiciou a percepção tridimensional da forma (percepção limitada quando utilizamos reproduções impressas) e o esforço para a elaboração de esculturas. Portanto, ele talvez seja a manifestação da arte mais completa, porque por ele passa todas as formas de manifestação artística, propiciando que a escola possa fazer um uso mais adequado acerca deste recurso. Palavras-chave: cinema, ensino de arte, escultura. Muitos professores têm trabalhado constantemente com a leitura de imagens em sala de aula. O bidimensional está presente na maioria dos trabalhos artísticos da escola, diferentemente dos trabalhos tridimensionais, talvez pela dificuldade de materiais e pelo acesso às obras. Portanto, nessa realidade, diante de um trabalho tridimensional, na impossibilidade do professor ter materiais específicos como a própria escultura estudada em sala de aula, como fazer com que o aluno tenha uma melhor percepção visual de um objeto tridimensional, que não esteja numa fotografia impressa (bidimensional)? Segundo Carmo, de acordo com texto publicado nos Cadernos de Cinema e Educação vol.1, A arte é uma meta-educação, uma educação para além da educação. Para esta autora, o cinema na escola é o salto de quantidade que nos abre a porta da cidadania. Cidadania nesse sentido significa um indivíduo pleno de suas capacidades éticas e estéticas, devendo assim, possibilitar o acesso da população à arte e a cultura é um ato político, o maior de todos os atos educativos (2002,p.19). Os filmes podem ser usados para discussão dos problemas da realidade que nos cerca, tanto quanto dos povos distantes. Quer-se com este trabalho, levar aos docentes a possibilidade de trabalharem com a imagem do cinema, pois acreditamos que os educandos não devem ser consumidos pelas imagens, mas o consumo das imagens deverá impulsionar a criação de um novo aprendizado onde a ética e a cidadania sejam os pilares de uma forma do pensar e do agir crítico. Dessa forma, tivemos por objetivo construir alicerces para o uso de recursos audiovisuais, especificamente o Cinema, no Ensino Médio, voltado para os docentes em Arte. Ainda buscamos estabelecer métodos para uso e discussão na sala de aula que propicie uma forma do pensar e agir crítico, usando para isso o recurso do Cinema, como material didático para o uso nas aulas de arte, contribuindo assim para que se faça um melhor uso de tal ferramenta. O que se pretendeu com este estudo foi utilizar o cinema (Filme Camille Claudel) como meio para se chegar ao ensino da escultura. O projeto foi desenvolvido no Colégio Paroquial Nossa Senhora DAbadia situado na cidade de Buriti Alegre – Goiás, em uma turma de alunos do 3º ano do Ensino Médio no ano de Abaixo apresentamos as propostas de tal ação educativa, os objetivos e metodologias abordadas. REFERÊNCIAS BARBOSA, Ana Mae (org.). Arte-educação contemporânea: consonâncias internacionais. Ed. Cortez, São Paulo – S P. BELLO, Maristher Mota. Apostila de Arte. Ed. Positivo, Curitiba – Paraná. BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília. MEC/SEC BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam: a leitura de imagem e o ensino de arte. Ed. Educ/Fapesp/Cortez, São Paulo – S P. CARMO, Leonardo. Cadernos de Cinema e Educação. Vol.1 e 2. Secretaria de Estado da Educação de Goiás DUARTE, Rosália. Cinema e Educação. Ed. Autêntica 2ª edição, Belo Horizonte – MG. FERRAZ, Maria Heloísa Correa de Toledo C. T. Ferraz, Maria F. de Resende e Fusari. Metodologia do ensino da Arte. Ed. Cortez, ª edição. São Paulo -SP. FERREIRA, Claudemir. O cinema e a sala: apreciação e leitura fílmica. Disponível em: FRANGE, Lucimar B. P. Arte e seu ensino, uma questão ou várias questões?. In: BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002 SANTO, Joana Maria R. di. Contribuição do cinema para a ação docente. Artigo disponível,em:. Acesso em 22 de abril de 2007.http://A:\Série%20Contribuições%20do%20Cinema%20para%20a%20Ação%20docente.htm Sites consultados: File://A:\historiadocinema.htmFile://A:\historiadocinema.htm Artigo A história do cinema. Acesso em 20/04/ Acesso em 18/05/ Acesso em 03/03/ Acesso em 18/05/ Acesso em: 19/01/2007. Fig. 4 – Aluno do Cepae realizando pintura Fig. 5 – Trabalho realizado no Cepae


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