A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

UNIP AULA 3 PROFESSOR LUIZ ROBERTO KALLAS 1 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "UNIP AULA 3 PROFESSOR LUIZ ROBERTO KALLAS 1 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL."— Transcrição da apresentação:

1 UNIP AULA 3 PROFESSOR LUIZ ROBERTO KALLAS 1 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

2 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Sistema Financeiro Nacional é o conjunto de Instituições Financeiras, que gerem a política e a instrumentação econômico - financeira do País. TEM POR OBJETIVO BUSCAR O EQUILÍBRIO DA DEMANDA E DA OFERTA DE BENS NO PAÍS E PROMOVER O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL HISTÓRICO Primeiro PeríodoVinda da família real ao Brasil Criados os primeiros bancos no Brasil Segundo Período Criação da Inspetoria Geral dos Bancos Câmara de compensação Carteira de redesconto do Banco do Brasil Terceiro PeríodoSuperintendência de Moeda e Crédito - SUMOC BNDES - Banco do Nordeste - Banco da Amazônia - outros Quarto PeríodoPeríodo das Reformas Quinto Período Fusões e incorporações de bancos Lei da Correção Monetária Sistema Financeiro da Habitação Lei da Reforma Bancária Lei do Mercado de Capitais

3 HISTÓRICO RECENTE A DISTRIBUIÇÃO DOS PAPEIS GOVERNO : O PODER DE EMITIR MOEDA MERCADO : O PODER DE MULTIPLICAR A MOEDA 1929 A GRANDE CRISE KEYNES : NOVAS IDÉIAS SOBRE O PAPEL DO GOVERNO NO SISTEMA BANCÁRIO. O NOVO PAPEL DA AUTORIDADE FINANCEIRA BANCOS CENTRAIS ACORDO DE BASILÉIA O RISCO SISTÊMICO

4 ANOLEGISLAÇÃOEVENTO 1933Lei da usuraJuros limitados a 12% ao ano Surgimento de idéias para se criar um Banco Central 1945-SUMOC (Superintendência de Moeda e Crédito) 1959Portaria 309Financeiras - (Letras de câmbio com deságio) Lei da Correção Monetária Sistema Financeiro da Habitação Lei da Reforma Bancária Lei do Mercado de Capitais 1966Res. 39Disciplina e Organização das Bolsas FGTS 1967Dec. Lei 157Criação de incentivos fiscais 1967Res 63Captação de Recursos Externos 1972-SELIC - (Serviço Especial de Liquidação e Custódia) LEGISLAÇÃO

5 ANOLEGISLAÇÃOEVENTO Intervenção e Liquidação Extrajudicial 1974Dec. Lei 1376Alteração de Incentivos Fiscais Regulamentação das Operações de Leasing 1975Dec. Lei 1401Sociedades de Investimento - Capital Estrangeiro Comissão de Valores Mobiliários Nova Lei das Sociedades Anônimas 1985Surgimento da Bolsa Mercantil & Futuros 1986CETIP (Central de Custódia e Liquidação Financeira) 1988Res 1524Criação dos Bancos Múltiplos 1988Const art. 192Normas Constitucionais sobre Sistema Financeiro Programa Nacional de Desestatização 1990Res. 1723Registro de Commercial Papers na CVM

6 LEGISLAÇÃO ANOLEGISLAÇÃOEVENTO Código de Defesa do Consumidor 1991Diagnóstico CVM SEPLANPlano Diretor do Mercado de Capitais 1991Res 1806 e outrasFundos de Privatização - Capital Estrangeiro 1994Plano RealEstabilização macro econômica Extinção da Correção Monetária dos Balanços 1995MP 1179 Res 2208PROER 1997MP 1556PROES Alterações nas Leis de Mercado de Capitais e S. A. 1997Res 2390Central de Risco de Crédito Securitização de Recebíveis 1998Res 2493Securitização de Créditos Bancários 1998Privatização do Sistema Telebrás

7 LEGISLAÇÃO E EVOLUÇÃO ATUALIDADE Recebíveis Governança Corporativa Novo Mercado da Bovespa Nova Lei das Sociedades Anônimas Maior independência do Banco Central Acordos de Basiléia Globalização das Bolsas Aumento significativo da seguridade no sistema financeiro (Sistema Brasileiro de Pagamentos e Basiléia II)

8 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL 1 2 AUTORIDADES MONETÁRIAS Vide próxima figura SPC

9 ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ÓRGÃOS DE REGULAÇÃO E FISCALIZAÇÃO INSTUITUIÇÕES FINANCEIRAS CAPTADORAS DE DEPÓSITOS À VISTA DEMAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS CMN OUTROS INTERMEDIÁRIOS OU AUXILIARES FINANCEIROS ENTIDADES DOS SISTEMAS DE PREVIDÊNCIA E SEGUROS ENTIDADES ADMINISTRADORAS DE RECUROS DE TERCEIROS BCB - Banco Central do Brasil CVM - Comissão de Valores Mobiliários SUSEP - Superintendência de Seguros Privados SPC - Secretaria de Previdência Complementar Bancos Comerciais Caixas Econômicas Companhias Hipotecárias Cooperativas de Crédito CETIP - Central de Custódia e de Liq. Financeira de Títulos Privados. Bancos Múltiplos sem Carteira Comercial Bancos de Investimento Sociedades de Crédito Financiamento e Investimento Bancos de Desenvolvimento Sociedades de Crédito Imobiliário Associações de Poupança e Empréstimo Caixas de Liquidação e Custódia Bolsas de Mercadorias e de Futuros Entidades Fechadas de Previdência Privada Bolsas de Valores Soc.. Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários Soc.. Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários Sociedades de Arrendamento Mercantil Agentes Autônomos de Investimento Sociedades Corretoras de Câmbio Entidades Abertas de Previdência Previa Sociedades Seguradoras Sociedades de Capitalização SELIC - Sistema Especial de Liquidação e Custódia Sociedades Administradoras de seguro Saúde Fundos Mútuos Clubes de Investimentos Administradores de Consórcios Carteiras de Investimentos Estrangeiros Bancos Múltiplos com Carteira Comercial SISTEMAS DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA BC BC E CVM BC BC E CVM CVM BC E CVM BC BC E CVM BC BC E CVM SUSEP BC E CVM CVM SPC SUSEP BC CVM SUPERVISÃO E CONTROLE

10 CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL ORGÃO NORMATIVO RESPONSÁVEL PELAS POLÍTICAS DE : CRÉDITO CAPITAIS MOEDA CÂMBIO COMPOSIÇÃO ATUAL - Ministro da Fazenda, como Presidente do Conselho - Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão - Presidente do Banco Central do Brasil Estão sendo propostas mudanças no CMN para que tenha participação de setores da sociedade, conforme ocorria no passado

11

12

13 COMPOSIÇÃO O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central: o presidente e os diretores de Política Monetária, de Política Econômica Estudos Especiais, Assuntos Internacionais Normas e Organização do Sistema Financeiro, COPOM Comitê de Política Monetária ATRIBUIÇÕES O Comitê de Política Monetária, ou Copom, é o órgão decisório da política monetária do Banco Central do Brasil, responsável por estabelecer a meta para a taxa Selic. O Comitê foi criado em junho de 1996 com o objetivo de estabelecer um ritual adequado ao processo decisório de política monetária e aprimorar sua transparência

14

15 BANCO COMERCIAL DO GOVERNO FEDERAL BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO GOVERNO FEDERAL BANCO POPULAR DO GOVERNO FEDERAL

16 OUTRAS INSTITUIÇÕES BANCOS COMERCIAIS BANCOS MÚLTIPLOS CAIXAS ECONÔMICAS BANCOS DE DESENVOLVIMENTO COOPERATIVAS DE CRÉDITO BANCOS DE INVESTIMENTOS SOCIEDADES DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO SOCIEDADES CORRETORAS SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL ASSOCIAÇÕES DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO INVESTIDORES INSTITUCIONAIS FUNDOS MÚTUOS DE INVESTIMENTO ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA SEGURADORAS COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS AGÊNCIAS DE FOMENTO BANCOS COOPERATIVOS BOLSAS DE VALORES

17 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Instituições financeirasInstituições auxiliares Emitem seus próprios passivos Captam junto ao público Emprestam Colocam poupadores em contato com investidores Colocam títulos junto ao público Podem criar moeda escritural Não podem criar moeda escritural Bancos Comerciais Bancos comerciais, de investimento, de desenvolvimento, caixas, APE, outras. Bolsas de Valores, Corretoras, Distribuidoras

18 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS BANCOS COMERCIAIS São instituições financeiras que captam recursos no mercado financeiro, principalmente através de depósitos e repassa - los sob a forma de empréstimos. Prestam ainda uma série de serviços. BANCOS MÚLTIPLOS São bancos que executam uma série de funções como : ( duas no mínimo ) - comercial- arrendamento - investimento- crédito ao consumidor - crédito imobiliário CAIXAS ECONÔMICAS Destinadas especialmente à captação da poupança popular, através de cadernetas de poupança. Operam também como um banco comercial, pois podem captar através de depósito à vista COOPERATIVAS DE CRÉDITO São sociedades sem fins lucrativos que visam proporcionar crédito e moeda a seus associados, mediante uma taxa módica de juros..

19 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS BANCOS COMERCIAIS COOPERATIVOS São instituições financeiras que efetuam operações de crédito ativas e passivas com seus associados. BANCOS DE INVESTIMENTOS São instituições financeiras destinadas a operações de médio e longo prazo no mercado de crédito e de capitais. Não podem aceitar depósitos à vista, mas somente à prazo. BANCOS DE DESENVOLVIMENTO São instituições públicas destinadas ao financiamento de projetos e programas que objetivem o desenvolvimento econômico e social. Operam à médio e longo prazo. SOCIEDADES DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO São instituições destinadas ao financiamento do capital de giro de empresas e ao consumidor final de bens. Operam no curto, médio e longo prazo, captando recursos através de LC Letras de câmbio

20 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL São instituições destinadas a adquirirem bens e arrenda - los para empresas que não desejam imobilizar capital. São também utilizadas para facilitar as fábricas de equipamentos a colocar seus bens a disposição dos clientes. SOCIEDADES CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS São instituições que negociam os títulos de crédito e capital pertencentes a investidores. Cobram uma comissão pelo negócio realizado. SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS São empresas destinadas a distribuir no mercado os títulos emitidos por empresas BOLSAS DE VALORES São instituições auxiliares, formadas por Corretoras de Valores destinadas a fornecer o local e as normas de negociações de títulos, sobretudo do Mercado de Capitais BOLSAS DE MERCADORIAS & FUTUROS São instituições destinadas fomentar a compra e venda de títulos e mercadorias para vencimento futuro. A BVSP e a BMF são hoje uma única empresa

21 OUTRAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES PRESTADORAS DE SERVIÇOS FINANCEIROS SOCIEDADES ADMINISTRADORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO São instituições não financeiras que fazem a intermediação entre portadores de cartões de crédito, estabelecimentos comerciais, as instituições financeiras e as bandeiras SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL (FACTORING) São instituições não financeiras destinadas a facilitar a venda de mercadorias, sobretudo por parte de pequenas empresas que não tem acesso ao sistema financeiro tradicional. Não são instituições financeiras Não são instituições financeiras

22 TEMA PARA DISCUSSÃO Normalmente se diz que o Governo não deve interferir nos mercados. Por que é que ele deve então ter uma forte ação reguladora nos mercados financeiros? EXERCÍCIO EM SALA DE AULA 1 2 Quais mercados as empresas devem procurar nas seguintes situações? Descreva como seriam as operações. Financiamento de consumidores à curto prazo Financiamento de consumidores à médio e longo prazo Financiamento de compra de equipamentos Financiamento do capital de giro próprio Financiamento de fornecedores de insumos (compra) Financiamento de caixa a curto prazo


Carregar ppt "UNIP AULA 3 PROFESSOR LUIZ ROBERTO KALLAS 1 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google