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A POESIA DO FINAL DO SÉCULO XIX. Vaso Chinês Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio,

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Apresentação em tema: "A POESIA DO FINAL DO SÉCULO XIX. Vaso Chinês Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio,"— Transcrição da apresentação:

1 A POESIA DO FINAL DO SÉCULO XIX

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3 Vaso Chinês Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio, Entre um leque e o começo de um bordado. Fino artista chinês, enamorado Nele pusera o coração doentio Em rubras flores de um sutil lavrado, Na tinta ardente, de um calor sombrio.

4 (…) Mas, talvez por contraste à desventura - Quem o sabe? - de um velho mandarim Também lá estava a singular figura; Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a Sentia um não sei quê com aquele chim De olhos cortados à feição de amêndoa. Alberto de Oliveira

5 Passagem do século XIX para o século XX. Surge em um intervalo com diversos estilos modernos, entre 1875 e É criado diante da rejeição de alguns poetas ao lirismo dos românticos. Tem origem francesa e um de seus percursores é Théophile Gautier. Os autores deixam de ser sujeitos marginais e passam a circular na alta sociedade. Resultado da fundação da Academia Brasileira de Letras. Sendo parte da camada social dominante, irá reproduzir o pensamento dominante.

6 Poesia do Realismo, sem as marcas do Realismo. Rompe com a idealização romântica, falta de classe na linguagem e desenvolve impessoalidade. Arte acadêmica e conservadora Mímese e objetividade Perfeição, equilíbrio e disciplina Valores clássicos Poesia descritiva ARTE PELA ARTE

7 Olavo Bilac (príncipe dos poetas brasileiros) Raimundo Corrêia Alberto de Oliveira

8 Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil!

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10 Abandonou os cursos de direito e medicina, tornando-se jornalista e poeta. O príncipe dos poetas brasileiros, como fora eleito, era republicano, nacionalista e defensor do serviço militar obrigatório. A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo. BILAC, Olavo.

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12 Assim como Bilac, ingressou em medicina, mas abandonou o curso e virou farmacêutico. Mais tarde, juntou-se ao seu antigo colega de faculdade e passou a escrever poemas parnasianos. Também foi membro fundador da ABL. Dos parnasianos, foi o mais ortodoxo quanto à forma/estética.

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