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Informática Jurídica. Introdução No âmbito da disciplina de Informática Jurídica foi-nos proposto a elaboração de um trabalho cujo tema base é a Segurança.

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1 Informática Jurídica

2 Introdução No âmbito da disciplina de Informática Jurídica foi-nos proposto a elaboração de um trabalho cujo tema base é a Segurança Informática, dentro do qual trabalharemos o exemplo 7 que refere até que ponto a cultura e o conhecimento determinam o papel das pessoas na sociedade, nomeadamente na Sociedade da Informação, tendo em conta as várias faixas etárias. Desta forma podemos desde já dizer que os computadores passam a ser cada vez mais importantes para a vida das pessoas, na medida em que é um canal que as liga ao resto do mundo. É quase impossível imaginar alguém, nos tempos modernos, que não necessite de computador, designadamente os grupos etários mais jovens, pois estes envolvem-se mais fortemente com os sistemas, quer relativos à informação, quer relativos ao lazer (jogos de computador, música, chat, etc.).

3 Agente Activo Quem pode ser considerado um Agente Activo? Qual o grupo etário que tem mais tendência a ser Agente Activo? Qual o papel do Agente Activo na Sociedade da Informação? Em que termos a cultura e o conhecimento influenciam o Agente Activo? …….

4 ….. Na sociedade multimediática em que vivemos, qualquer pessoa pode ser considerada um agente activo, na medida em que existem vários meios de comunicação (televisão, rádio, jornais, Internet,…) e, de uma forma ou de outra, aquele sente necessidade de comunicar e de se actualizar relativamente à evolução do mundo. Face a isto, podemos concluir que aqueles que mais interagem com a Sociedade de Informação associada às novas tecnologias, nomeadamente à Internet são os mais jovens (imagem 1). Estes criaram uma nova forma de estudar, jogar, comunicar e até comprar, ou seja, criaram uma nova sociedade, mas que infelizmente essa criação aumenta as diferenças entre aqueles que têm acesso à tecnologia e os que não têm, pois tudo depende do meio em que estão inseridos e das condições económicas e sociais de cada um.

5 Na nossa opinião, deveriam-se encontrar formas de tornar a Internet acessível aos grupos menos avantajados (ou directamente ou pelo menos vinculando-a aos meios de comunicação tradicionais, cujo custo seja inferior), isto é, aos menos favorecidos, tanto socialmente como economicamente, caso contrário consideramos como que uma discriminação que separa os ricos dos pobres e estes sentem-se inferiores relativamente àqueles. O espaço cibernético devia, a nosso ver, constituir um recurso de informações e serviços abrangentes disponíveis em determinados espaços gratuitamente para todos e numa vasta gama de línguas, não existindo deste modo qualquer tipo de discriminação, tendo as instituições públicas a particular responsabilidade de criar e de manter essas condições.

6 Todavia já se verifica uma crescente utilização das novas tecnologias por parte de um grupo etário mais velho que ao contrario do primeiro grupo etário referido (mais jovem) tem uma atitude muito mais passiva em ralação aos sistemas institucionais e de informação (imagem2).Por exemplo: Administração Pública, Banca, Comércio, etc. As novas tecnologias de informação e a Internet transmitem e contribuem para formar uma série de valores culturais – modos de pensar acerca dos relacionamentos sociais, da família, da religião e das condições humanas – cuja novidade e fascínio podem desafiar e ultrapassar as culturas tradicionais, sendo a cultura e o próprio conhecimento a base do desenvolvimento da sociedade.

7 Imagem 1 Imagem 2

8 Em que medida as novas tecnologias, nomeadamente a internet pode influenciar negativamente as pessoas? As pessoas estão cada vez mais adeptas a essa nova tecnologia e muitas, cada vez mais ficam dependentes da mesma. A hipótese de permanência prolongada no mundo virtual do espaço cibernético pode ser prejudicial para determinadas pessoas. Não esqueçamos que os indivíduos constroem a suas vidas em grupos pequenos: inicialmente na família, depois nos grupos de amigos, nos grupos de colegas de trabalho e outros. Todavia estas pequenas construções podem desmoronar-se, quando a Internet não é usada da melhor forma. Em muitos casos a utilização da Internet nos actos quotidianos do individuo torna-o isolado do resto da comunidade, a evolução tecnológica empurra o individuo para o gueto da tecno/cibercultura, desprovido de valores. Querendo ou não, a Internet pode diminuir significativamente o relacionamento das pessoas fisicamente e ao mesmo tempo pode tirar-lhes a privacidade.

9 E a Internet terá aspectos positivos? Hoje em dia notamos que as pessoas fazem da Internet o seu mundo e que nada mais é tão importante na sua vida, deixando então a vida real em segundo plano para viverem num mundo virtual (acontece mais frequentemente nas camadas mais jovens, pois iludem-se). Essa falta de contacto pessoal entre as pessoas podem, por vezes, prejudicar o convívio social, o que é muito importante, mas também não deixa de ser um extraordinário meio que une e quebra barreiras entre países, pessoas de culturas diferentes que podem comunicar de forma rápida e que antes de existir esta tecnologia seria quase impossível.

10 Devido a estes avanços tecnológicos e sociais é possível o nascimento de uma plataforma social de comunicação em que é possível uma intercomunicação nas mais variadas expressões. Por exemplo: a Internet contribuirá positivamente para o próprio relacionamento com pessoas que nos são queridas e por qualquer motivo estão do outro lado do mundo, isto é, através de determinados programas, como o Messenger e o Skype, podemos comunicar sempre e quando quisermos sem qualquer problema e de uma forma rápida, podendo trocar ideias com essas mesmas pessoas.

11 Ameaças mais comuns no que toca à utilização da Internet: Quando determinado indivíduo,nomeadamente uma criança, um adolescente, um jovem e mesmo um adulto menos responsável, utiliza a Internet, na maioria das vezes, não tem noção das consequências que dessa mesma utilização possam advir. Sendo que as ameaças mais comuns da Internet baseiam-se num principio bastante simples: o de se passar por outra pessoa. Ora isto pode ser conseguido em diversos níveis: por exemplo, muito fácil mandar um passando-se por outra pessoa. Quando mandamos correspondência via Internet, NÃO existe qualquer certificação da autenticidade de quem a envia. A única maneira de se certificar sobre a autenticidade de uma mensagem é via uma assinatura digital, criptografada, pessoal e intransferível, que o usuário pode adicionar ao mail.

12 Mundo das sociedades virtuais Estamos habituados a ouvir e a ler clichés do tipo: o modo como as pessoas se relacionam já não é como dantes. A sociedade está a mudar a natureza humana, vive-se tempos de mudança que se reflectem no quotidiano dos indivíduos, estes que constituem, mantêm e reproduzem uma comunidade ou sociedade. Palavras como espaço, comunidade, mundo, passam a ser referidas no plural, pois deixamos de vivenciar um só espaço, uma só comunidade e um só mundo, para passarmos a coabitar espaços, comunidades, mundos. Paralelamente ao espaço físico, comunidade real e /ou mundo real, surge o ciberespaço, ou seja, a comunidade virtual/mundo virtual.

13 Ciberespaço … …o ciberespaço constitui-se como um novo espaço de sociabilidade, apesar de não - presencial, com relevantes impactos na esfera cultural e social que permite por si só a interacção social. Há quem considere o ciberespaço como um espaço marcado pela diferença e pelo conflito, profundamente enraizado nos contextos reais em que emerge. Outros opinam que é um espaço marcado pela cooperação e solidariedade. A nosso ver, ou melhor na nossa opinião, parece-nos que no ciberespaço, como em qualquer outro espaço coexistem todo o tipo de sentimentos que são ou que podem ser expressados pelos indivíduos de diversas formas e de diversos sentidos. Por último é no ciberespaço que assistimos a uma união perfeita entre informação, comunicação e tecnologia, a qual podemos designar de cibercultura.

14 Serão as comunidades reais (físicas) tão diferentes das comunidades virtuais? A resposta será dada através de uma tabela onde se faz a comparação entre os dois tipos de comunidades:

15 Comunidade FísicaComunidade Virtual TiposPodem ser identificadas umas variedades de tipos Normalmente baseados em interesse MecanismosComunicação face-a-face Também pode ser a longa distancia Comunicação não face-a-face mas virtual – chat, , etc Características/ Atributos Barreiras geográficas e de tempo estão presentes Possibilidade de comunicação um- para-um ou um-para-muitos Utilização de riqueza de linguagem, voz, gestos, etc. Não existem barreiras geográficas, nem de tempo Comunicação muitos para muitos também é possível Baseada em texto Perfil dos MembrosDependem da maneira como a comunidade é definida Normalmente mais abastados financeiramente, de um nível educacional mais elevado, e com disponibilidade e tempo para despender na internet TamanhoNormalmente pequenoPode ou não ser pequeno Tempo exigido para a formação Normalmente longoNormalmente rápido

16 Conclusão Após a concretização deste trabalho podemos concluir que o Homem busca a cada dia que passa melhor conforto, comodidade e eficiência em tudo o que faz e em tudo o que o envolve e a tecnologia oferece-lhe isso mesmo, porque hoje em dia isso é essencial, não só no trabalho mas também na sua casa, onde a tecnologia da informação tem maior investimento e ganha maior espaço. No tocante às novas tecnologias, consideramos que é indissociável a relação entre a Internet e a sociedade, pois a Internet é encarada como mediadora no sentido informativo, educativo, social, cultural, etc. Por último e como diz Walker (1988), quando estamos a interagir com o computador, não estamos simplesmente a recolher informação ou a conversar com outra pessoa, mas sim a explorar outro mundo.

17 Trabalho realizado por: Sílvia Pinto Nº Tânia Costa Nº Ano lectivo: 2004/2005 Curso: Direito


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