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University of Minho, Portugal

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Apresentação em tema: "University of Minho, Portugal"— Transcrição da apresentação:

1 University of Minho, Portugal
Topic Maps Giovani Librelotto Ph.D Student University of Minho, Portugal

2 Índice Conceitos; TM em detalhes; Exemplo de TM;
Projeto em andamento...

3 Motivação para Topic Maps
A motivação original para topic maps provém da necessidade de mesclar índices. (Steve Newcomb, Steve Pepper).

4 O que são Topic Maps? “Topic maps are a new ISO standard for describing knowledge structures and associating them with information resources” The TAO of topic maps, Steve Pepper, May 2000 Um paradigma que permite organizar, manter e navegar pela informação, permitindo transformá-la em conhecimento.

5 Um Topic Map é ... ... basicamente um documento XML onde diferentes elementos são usados para representar: tópicos, ocorrências de tópicos, relacionamentos (ou associações) entre tópicos.

6 Objetivos Qualificar o conteudo e/ou dados contidos nos recursos de informação como tópicos para habilitar ferramentas de navegação tais como: índices, referências cruzadas, dicionários, navegação por conceitos; Criar características navegacionais, ligando os tópicos.

7 Objetivos (cont’) Estruturar recursos de informação não estruturados.
Permitir procuras que recuperem a informação requisitada. Criar visões para usuários ou finalidades específicas, filtrando a informação.

8 Características Compara-se TM a GPS.
TM permite a criação de um “mapa virtual” da informação, e os recursos de informação permanecem em sua forma original e não são modificados. A mesma informação pode ser usada de maneiras diferentes por diferentes TM.

9 XTM x Recursos de Informação
Braga Giovani R. Librelotto Pedro R. Henriques Instituto de Informática Campus de Gualtar UMinho Esc. Engenharia Topic Map Recursos de Informação

10 Sem Topic Maps The usage of topic maps can be illustrated like this. Firstly, there are information repositories with a lot of undiscovered semantic relations between documents.

11 Com Topic Maps After applying topic maps to these repositories there is a semantic link network in a meta layer above these repositories.

12 Ontologia Segundo o Michaelis: “Ciência do ser em geral.”
Este termo também é usado em outras áreas, tal como na filosofia, onde tem outro significado. Parte da metafísica que estuda o ser em geral e suas propriedades transcedentais. Em TM: É uma precisa descrição dos tipos de coisas que são encontradas no domínio coberto pelo Topic Map. Em outras palavras, o conjunto de tópicos que é usado para definir classes de tópicos, associações, papéis de atuação e ocorrências. Em outras palavras, o conjunto de tópicos que é usado para definir classes de tópicos, associações, papéis de atuação e ocorrências.

13 Exemplo de Ontologia A fim de tornar o trabalho mais facilitado, será escolhido um domínio de assunto de conhecimento geral. Um grupo de pesquisa de uma Universidade. Nos exemplos que se seguirão, assumiremos que Giovani R Librelotto é um estudante de doutoramento orientado pelo professor Pedro R Henriques. A ontologia básica consiste dos tipos de tópicos phd-student e professor, o tipo de associação orientado por/orienta e os papéis de atuação orientador e orientando. O escopo pode ser facilmente extendido para abrangir os professores orientadores, os alunos orientados, a instituição acolhedora e os seus departamentos com seus grupos de pesquisa.

14 Conceitos Básicos de TM
Há 19 elementos em XTM 1.0 TAO é a parte principal de topic maps T refere-se ao tópico: “…é um recurso que serve de proxy para algum subject”. … pode ser “qualquer coisa” eg. Shakespeare, ópera, Portugal A refere-se à associação: “… é um relacionamento entre um ou mais tópicos, cada um desempenhando um papel como membro desta associação” eg. escrito_por, importado_de O refere-se à ocorrência: “ … é qualquer informação que é especificada como sendo relevante para um dado subject” eg. xlink:www.uminho.pt

15 Tópico Pode ser qualquer coisa.
É a base da criação de mapas de tópicos. Um tópico pode ser: uma pessoa, uma entidade, um conceito, ... Braga Escola de Engenharia Portugal Depto. Informática

16 Tipo de Tópicos Um tópico tem um tipo de tópico, talvez múltiplos.
Tipos de tópicos podem ser vistos como um típico relacionamento classe-instância. Tipos de tópicos também são tópicos. Braga Escola de Engenharia Portugal Depto. Informática

17 Nome de Tópicos Um tópico pode ter um ou mais nomes.
Cada nome, estará em um contexto distinto. Braga (1) BRG (2) Escola de Engenharia (1) EE (2) PT (2) Portugal (1) Depto. Informática (1) DI (2)

18 Ocorrências de Tópicos
Representa a informação que é especificada como relevante para um dado tópico. Ocorrências e tópicos existem em 2 diferentes domínios, mas estão conectados entre si. As ocorrências estabelecem uma rota para os tópicos. Braga (1) BRG (2) Depto. Informática (1) DI (2) Topic Domain Resource Domain

19 Papel de Atuação de Ocorrências
Papel de atuação de uma ocorrência é um subgrupo de ocorrências de um dado tópico. Podem ser usadas para distinguir gráficos de texto, etc... Braga (1) BRG (2) Depto. Informática (1) DI (2) web page historical review web page

20 Associações de Tópicos
Tópicos relacionados podem ser conectados por associações. A semântica da associação de tópicos serve para montar dinamicamente fragmentos de informação. is in Depto. Informática Braga is in cooperates with Portugal Escola de Engenharia

21 Tipo de Associação Associações entre tópicos podem ser agrupadas de acordo com seu tipo. Braga is in Portugal Association type: is in Associações de tópicos não são “one-way” Braga is in Portugal = Portugal includes Braga Association: is in = Association: includes

22 Contexto (Scope) É o contexto no qual a atribuição das características é valido. Pode ser uma linguagem, uma comunidade ou um vocabulário. Tópicos podem ter várias características associadas a eles. Para validar qualquer característica, há o contexto. O contexto é representado por um conjunto de tópicos.

23 Contexto (Scope) <topic> <baseName>
<baseNameString>Giovani Librelotto</baseNameString> </baseName> <scope> <topicRef xlink:href="#informatics"/> <topicRef xlink:href="#university-minho"/> <topicRef xlink:href="#brazilian"/> <topicRef xlink:href="#phd-student"/> </scope> <baseNameString>Librelotto</baseNameString> </topic>

24 XTM Syntax

25 Como definir um Topic Map

26 Determinar o contexto e a ontologia
Definir o contexto do Topic Map, isto é, decidindo a extenção do domínio que este deve cobrir; O projeto da ontologia, que é uma precisa descrição dos tipos de coisas as quais são encontradas no domínio do Topic Map. Em outras palavras, o conjunto de tópicos que é usado para definir classes de tópicos, associações, papéis de atuação e ocorrências.

27 Um exemplo: grl – prh - UM
orientando orientação orientador GRL PRH estudante docente phd-student professor estudo trabalho UM universidade

28 O primeiro tópico <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<topicMap xmlns="http://www.topicmaps.org/xtm/1.0/" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"> <topic id="prh"> <baseName> <baseNameString>Pedro R Henriques</baseNameString> </baseName> </topic> <topic id="grl"> <baseNameString>Giovani R Librelotto</baseNameString> </topicMap>

29 Incluindo tipos de tópico
<topic id="phd-student"> <baseName> <baseNameString>Ph.D. Student</baseNameString> </baseName> </topic> <topic id="professor"> <baseNameString>Professor</baseNameString>

30 Instanciando um tópico
<topic id="prh"> <instanceOf> <topicRef xlink:href="#professor"/> </instanceOf> <baseName> <baseNameString>Pedro R Henriques</baseNameString> </baseName> </topic>

31 Adicionando as ocorrências
<topic id="prh"> <instanceOf> <topicRef xlink:href="#professor"/> </instanceOf> <baseName> <baseNameString>Pedro R Henriques</baseNameString> </baseName> <occurrence> <topicRef xlink:href="#website"/> <resourceRef xlink:href="http://www.di.uminho.pt/~prh"/> </occurrence> </topic>

32 Tipos de Ocorrências <topic id="website"> <baseName>
<baseNameString>Web Site</baseNameString> </baseName> </topic>

33 Realizando Associações
<association id="prh-orienta-assoc"> <instanceOf> <topicRef xlink:href="#orientacao"/> </instanceOf> <member> <roleSpec> <topicRef xlink:href="#orientador"/> </roleSpec> <topicRef xlink:href="#prh"/> </member> <topicRef xlink:href="#orientando"/> <topicRef xlink:href="#grl"/> </association>

34 Tipo de Associação <topic id="orientacao"> <baseName>
<baseNameString>Orientação</baseNameString> </baseName> <scope> <topicRef xlink:href="#orientador"/> </scope> <baseNameString>orienta</baseNameString> <topicRef xlink:href="#orientando"/> <baseNameString>é orientado pelo</baseNameString> </topic>

35 Contexto (Scope) <topic id="orientador"> <baseName>
<baseNameString>Orientador</baseNameString> </baseName> </topic> <topic id="orientando"> <baseNameString>Orientando</baseNameString>

36 Visualização no Omnigator...
No XMLSpy: mostrar o XTM do DI-Strict e do DI No Omnigator: mostrar ambos, e navegar na árvore gerada. Fazer consultas, com Tolog: instance-of($B,$A)? instance-of($B,estudante)? instance-of(grl,$A)? No TMDesigner: mostrar a visualização da árvore.

37 Geração Automática de XTM
Stylesheets que transformam um documento XML em XTM. Caso de estudo: o Inventário dos Livros de Misericórdia pertencentes ao Arquivo Distrital de Braga;

38 XSTM DTD ou XSD XSTM XML fonte XSL 2ª geração XTM extractor Topic Map

39 University of Minho, Portugal
Topic Maps Giovani Librelotto Ph.D Student University of Minho, Portugal


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