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Análise e Gerenciamento de Requisitos com Casos de Uso Módulo 1 Melhores Práticas da Engenharia de Software.

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1 Análise e Gerenciamento de Requisitos com Casos de Uso Módulo 1 Melhores Práticas da Engenharia de Software

2 Objetivos Lista de sintomas dos problemas encontrados no Desenvolvimento de Software. Definição das Seis Melhores Práticas. Descrição das Atividades para resolver os problemas da Engenharia de Software para cada Melhor Prática. Apresentação do Processo Unificado (UP), dentro do contexto das Seis Melhores Práticas.

3 Problemas do Desenvolvimento de Software SINTOMAS: Necessidades de Negócio e Usuário não atendem. Muitas mudanças de requisitos. Módulos não integram. Difícil de manter. Descoberta tardia das falhas. Baixa qualidade e iteratividade com o usuário. Baixa performance sob condições normais. Esforço não coordenado da equipe. Problemas de build-e-release (construção e lançamento de versão).

4 Mapeamento dos Sintomas para causas raiz Necessidades erradas Requisitos Mutantes Módulos isolados Difícil manter Tarde demais Baixa qualidade Baixa performance Equipe descoordenada Problemas de Build-e- release Requisitos insuficientes Comunicação Ambígua Arquiteturas fragmentadas Complexidade desnecessária Inconsistências Testes insuficientes Avaliação subjetiva Desenvolvimento em cascata Mudanças não controladas Automação Insuficiente SintomasCausas RaizMelhores Práticas Desenvolver iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificação de Qualidade Gerenciar Mudanças Gerenciar Requisitos Verificação da Qualidade Gerenciar Mudanças Gerenciar Requisitos Verificação da Qualidade Gerenciar Mudanças Requisitos insuficientes Comunicação ambígua Mudanças não controladas Requisitos insuficientes Comunicação ambígua Mudanças não controladas Requisitos mutantes Requisitos mutantes

5 Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente

6 Características do Desenvolvimento em Cascata Demora na confirmação e resolução de Riscos. Mensura progresso por produto-entregue que são indicadores ruins. Demora nas integrações e testes. Implantações só no final. A maioria dos resultados ocorre em iterações não planejadas. Código e Teste Design Integração dos Módulos Teste de Sistema Processo Cascata Análise de Requisitos Planejamento

7 Características do Desenvolvimento Iterativo Resolve os maiores riscos antes que haja custos elevados. Facilita maior participação e feedback do usuário. Faz testes e integração contínua. Foca em marcos de projeto curtos e objetivos. Torna possível a entrega parcial de executáveis. T E M P O Iteração 1Iteração 2Iteração 3 P R D C I T P R D C I T P R D C I T

8 Desenvolvimento Iterativo

9 Comportamento dos Riscos Tempo Risco Risco no Processo Cascata Risco no Processo Iterativo Redução de Risco

10 Gerenciar Requisitos Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças

11 Tenha certeza que está resolvendo o problema certo e entregando o sistema certo. Para ter uma ação completa: –Entenda o Problema. –Detalhe, organize, e documente os requisitos. –Gerencie mudanças de requisitos do sistema. Gerenciamento de Requisitos

12 Use Arquiteturas Componentizadas Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças

13 Arquitetura Robusta Baseada em Componentes Robusta –Atende aos requisitos atuais e futuros. –Melhora a extensibilidade da aplicação. –Permite reuso de funcionalidades. –Encapsula funções e dados do sistema. Baseado em componentes –Reuso e customização de componentes. –Escolha de componentes comerciais disponíveis. –Integra o sistema existente incrementalmente.

14 Arquitetura Baseada Em Componentes Base para Reuso –Componentes –Bibliotecas de Componentes Base para Gerência de Projetos –Planejamento –Otimização de Recursos –Entregas Controle Intelectual –Emcapsulamento –Mantém integridade das regras Repositórios Integração Escopo de Negócio Escopo de Aplicação Arquitetura baseada em componentes distribuídos em camadas

15 Modelar Visualmente (UML) Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modele Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modele Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças

16 Por que modelar visualmente? Captura estrutura e comportamento. Apresenta a colaboração entre os elementos. Mantém design e implementação consistentes. Esconde ou expõe detalhes. Promove a comunicação não ambígua. Facilita a evolução do conhecimento. Diagramas Estáticos Diagramas de Atividade Modelos Diagramas de Seqüência Diagramas de Colaboração Diagramas de Estado Diagramas de Deployment Diagramas de Componente Diagramas de Objetos Diagramas de Classes Diagramas de Casos de Uso Diagramas Dinâmicos UML, uma linguagem padronizada.

17 Verificar Qualidade Continuamente Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Continuamente Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Continuamente Gerenciar Mudanças

18 Teste das Dimensões de Qualidade Confiabilidade Teste a aplicação em sua consistência de comportamento. Performance Teste o tempo de resposta da aplicação on-line e com picos elevados de uso. Funcionalidade Teste a aderência de cada cenário de caso de uso. Usabilidade Teste a aplicação sob a perspectiva de conveniência de uso pelo usuário. Suportabilidade Teste a capacidade da aplicação ser mantida em produção.

19 Verificação Contínua da Qualidade do Software Custo TransiçãoConstruçãoElaboraçãoConcepção Problemas de Software são de 100 a 1000 vezes mais caros se encontrados e consertados depois de instalados Custo para consertar Software Custo com a perda de oportunidades Custo com a perda de clientes

20 Modelo UML e Aplicação Testes Iteração 1 Test Suite 1 Iteração 2 Test Suite 2 Iteração 3 Test Suite 3 Teste cada iteração Test Suite 4 Iteração 4

21 Gerenciar Mudanças Melhores Práticas Processo Prático Melhores Práticas Processo Prático Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças

22 Requisições de Mudanças vêm de várias fontes durante o ciclo de vida do sistema. Gerenciamento das Requisições de Mudanças Entradas do Help Desk Entradas dos Desenvolvedores e Testadores Entradas dos Usuários e Clientes Marketing Nova Característica Novo Requisito Bug Processo de Aprovação das Requisições de Mudança Comitê de Controle (CCM) Canal Único de Aprovação Requisição de Mudança (RM) Req Design Código Teste Manut Weinberg, 95

23 As melhores práticas reforçam umas as outras Envolvimento dos usuários no desenv. dos requisitos Melhores Práticas Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Utilizar Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Desenvolver Iterativamente Gerenciar Requisitos Utilizar Arquiteturas Componentizadas Modelar Visualmente (UML) Verificar Qualidade Gerenciar Mudanças Validação antecipada das decisões arquiteturais Ataca complexidade de Design / Implementação incrementalmente Mede qualidade freqüentemente Desenvolvimento incremental de baselines

24 Processo Unificado e as Melhores Práticas Abordagem Iterativa Guias para atividades e artefatos Foco do Processo na Arquitetura Casos de uso que direcionam o projeto de arquitetura e a implementação Modelos que abstraem o sistema

25 Definição de Processo O processo define Quem está fazendo O que, Quando, e Como a fim de chegar a um determinado objetivo. Novo ou alterado Requisitos Novo ou alterado Sistema Processo de Requisitos

26 ConcepçãoElaboraçãoConstruçãoTransição Estrutura do Processo – Fases Tempo Lidar com riscos relacionados ao negócio. (notação financeira do projeto) Lidar com riscos relacionados aos assuntos técnicos do projeto. Lidar com riscos relacionados a ter a massa de trabalho pronta Lidar com riscos relacionados à logística de entrega da aplicação para o ambiente de produção

27 Fronteiras (ou Marcos) das Fases ConcepçãoElaboraçãoConstruçãoTransição Objetivos do Ciclo de Vida e Decisão de Viabilidade do Projeto Ciclo de Vida da Arquitetura Validada Capacidade Operacional Inicial Release Final do Produto

28 Iterações e Fases Uma iteração é uma seqüência distinta de atividades baseadas em um plano existente e critérios de avaliação, resultando na liberação de um artefato (produto - interno ou externo). Iteração Preliminar IteraçãoArquitetural Iteração de Construção TransiçãoIteração de Trans. ConcepçãoElaboraçãoConstruçãoTransição Marcos e Objetivos Menores: Releases IteraçãoArquitetural Iteração de Construção

29 Evolução dos Artefatos Através do Ciclo de Vida Artefatos do Projeto são produzidos iterativamente.

30 Colocando tudo junto Disciplinas agrupam atividades logicamente. Em uma iteração, você passa por todas as disciplinas.

31 Disciplinas produzem modelos Modelos Modelo de Caso de Uso de Negócio Implementado por Modelo de Objetos de Negócio Modelo de Design Modelo de Implementação Modelo de Caso de Uso Realizado por Automatizado por Realizado por DisciplinasImplementação Análise & DesignRequisitosModelagem de Negócio

32 Guia das Disciplinas Workflow da Modelagem de Negócios Workflow de Requisitos

33 Visão Geral dos Conceitos do Processo Unificado

34 Revisão As melhores práticas são guias da Engenharia de Software para atacar as causas dos problemas do Desenvolvimento de Software; As melhores práticas reforçam umas as outras; Um processo guia a equipe de quem, o que, quando e como fazer as atividades; Processo Unificado é uma forma de colocar em ação as Melhores Práticas.


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